Servidora estadual, primeira-dama de Arcoverde recebe sem dar expediente
Por Nill Júnior
Exclusivo
A primeira-dama de Arcoverde e empresária Rejane Maciel é servidora do Estado de Pernambuco cedida ao município de Pedra desde 2011.
A informação está no Portal da Transparência do Estado. Rejane tem vencimentos de R$ 2.164,00 por mês como professora. Como é de domínio público, ela não leciona no município. Por ano são praticamente R$ 25 mil mensais sem vantagens. Em dez anos em valores atualizados, chega a mais de R$ 250 mil.
Dados da Receita Federal mostram que Rejane é sócia de quatro grandes empresas do grupo LW, esposa de Wellington Maciel, que além de prefeito do município de Arcoverde, é proprietário de mais de 20 empresas.
Ainda pesa o fato de o município de Pedra praticamente assumir o custo. Pedra é uma cidade que necessita de investimentos e não se pode dar a esse luxo.
A primeira-dama tem exercido protagonismo na gestão LW. Ainda possui três veículos em seu nome e atua como apresentadora de TV e Coach.
“Não aceito funcionários públicos recebendo sem trabalhar”, costuma defender. Segundo informações que o blog apurou, o Ministério Público está abrindo inquérito para averiguar este caso.
O blog manteve contato com as assessorias de comunicação dos municípios de Arcoverde e Pedra e espera um posicionamento.
A eleição do paraibano Hugo Mota representa ainda o fim do período de Arthur Lira (PP-AL) como presidente da Câmara dos Deputados. A chegada de Mota não quer dizer um avanço, já que vem com o rótulo do famigerado Centrão. Se foi apoiado por setores mais progressistas, é porque seria difícil e geraria fissuras perigosas […]
A eleição do paraibano Hugo Mota representa ainda o fim do período de Arthur Lira (PP-AL) como presidente da Câmara dos Deputados.
A chegada de Mota não quer dizer um avanço, já que vem com o rótulo do famigerado Centrão. Se foi apoiado por setores mais progressistas, é porque seria difícil e geraria fissuras perigosas não seguir a manada.
Mas nada é pior qur Arthur Lira, que deixa a Câmara após dois mandatos consecutivos. A gestão do parlamentar alagoano com postura de “coronel” consolidou o centrão como força política dominante e foi marcada por autoritarismo, manobras regimentais, chantagens, perseguições políticas, retrocessos ambientais e sociais, além de denúncias pessoais. Sob seu comando, a Câmara viveu anos de forte centralização de poder e práticas autoritárias que minaram a pluralidade política e reforçaram as críticas ao modelo do presidencialismo de coalizão no Brasil.
Lira foi eleito presidente da Câmara pela primeira vez em fevereiro de 2021 com 302 votos, graças ao apoio do então presidente Jair Bolsonaro, que ofereceu cargos estratégicos no governo e a liberação de verbas parlamentares para assegurar a vitória do aliado.
Ao assumir, concentrou poderes e apoiou Bolsonaro incondicionalmente durante seu mandato, utilizando a presidência da Câmara para barrar investigações contra o governo, travar a criação de CPIs e garantir que a Casa funcionasse como uma extensão do Executivo e de seus próprios interesses pessoais.
As emendas de relator, popularmente conhecidas como orçamento secreto, tornaram-se a principal arma de Lira para atuar como uma espécie de primeiro-ministro e encampar seu estilo autoritário. A partir de 2021, ele estruturou um esquema em que bilhões de reais eram distribuídos a parlamentares aliados sem critérios claros ou transparência.
Em 2022, as emendas de relator atingiram um recorde de R$ 20 bilhões e foram amplamente utilizadas como moeda de troca para aprovação de projetos do governo Bolsonaro. Mesmo após o Supremo Tribunal Federal (STF) determinar mais transparência, Lira articulou manobras que permitiram manter o controle sobre os recursos, garantindo a fidelidade de sua base e perpetuando um sistema de trocas políticas que favorecia o centrão e seu poder absoluto na Câmara.
Durante sua gestão, Lira utilizou diversas manobras regimentais para colocar em tramitação projetos fundamentalistas; atrasou votações para chantagear o governo; “passou a boiada” em propostas que representam retrocessos sociais e ambientais e perseguiu opositores.
Articulou a aprovação do regime de urgência para o PL 1904/2024, um projeto fundamentalista que equipara a interrupção de gestações acima de 22 semanas ao crime de homicídio, a aprovação do marco temporal para a demarcação de terras indígenas, articulou a aprovação da Medida Provisória 1154/2023, que enfraqueceu o Ministério do Meio Ambiente. Em vários momentos, torceu o nariz para movimentos por democracia, como os que condenaram o 8 de janeiro, tentou em vão enfraquecer o Supremo e o governo Lula, pelo capricho da divergência ideológica, sem respeito à composição institucional.
Travou pautas prioritárias do governo, como a reforma tributária (PEC 45/2019). A aprovação só foi viabilizada após longas negociações, que incluíram a concessão de cargos estratégicos e a liberação de bilhões em emendas.
Perseguiu parlamentares opositores, especificamente os de esquerda. Glauber Braga (PSOL-RJ), que sofre um processo de cassação no Conselho de Ética por chamar corretamente Lira de “chefe do orçamento secreto” em plenário. Por outro lado, aliados nos últimos anos, receberam prioridade para apresentar projetos e ocupar cargos-chave nas comissões.
É inimigo da liberdade de imprensa. Tentou barrar e intimidar a atividade jornalística, como no caso da denúncia de uma ex-mulher. Em 2023, Arthur Lira proibiu a entrada de fotojornalistas de veículos de imprensa no plenário da Câmara. A decisão ocorreu após o fotógrafo Lula Marques publicar uma imagem em que Lira parecia usar um cocar indígena. Na foto, o ângulo dava a impressão de que Lira usava o adereço, embora estivesse sendo segurado por outra pessoa ao fundo. Marques compartilhou a imagem nas redes sociais, chamando Lira de “cacique da Câmara”.
Mais recentemente, o jornalista Guga Noblat foi expulso da Câmara por Lira. “É pura perseguiçãozinha de um político mimado que se acha dono do Congresso”, afirmou Noblat.
Desde 2022, sua ex-esposa Jullyene Lins o acusa de agressão e violência sexual, apresentando provas documentais em processos que ganharam repercussão nacional.
Jullyene Lins também reforça as críticas contra Lira por conta do orçamento secreto e acusa o ex-marido de praticar corrupção.
Esse é Arthur Lira, o déspota que comprometeu a democracia e o equilíbrio institucional do Brasil. Se Hugo Motta não for seu capacho, até nunca mais…
Número de telefone é o mesmo usado em tentativa de golpe com o nome do prefeito de Afogados da Ingazeira Criminosos estão se passando pelo prefeito de Iguaracy, Zeinha Torres e pedindo dinheiro em nome do gestor. O alerta foi feito em seu perfil pessoal no Instagram. “Esclarecemos que o número (87) 9.9972-2041 não pertence […]
Número de telefone é o mesmo usado em tentativa de golpe com o nome do prefeito de Afogados da Ingazeira
Criminosos estão se passando pelo prefeito de Iguaracy, Zeinha Torres e pedindo dinheiro em nome do gestor. O alerta foi feito em seu perfil pessoal no Instagram.
“Esclarecemos que o número (87) 9.9972-2041 não pertence ao chefe do poder executivo municipal”, esclarece a postagem na rede social do prefeito socialista.
Ainda segundo a postagem, “a assessoria jurídica do prefeito irá acionar a Polícia Civil para investigar a origem das mensagens”.
A assessoria de Zeinha pede para que as pessoas que receberem as mensagens ou ligações pedindo dinheiro as ignore.
A poucos dias, o prefeito de Afogados da Ingazeira Sandrinho Palmeira foi vítima de golpe parecido. Uma pessoa se passando por ele pedia dinheiro emprestado, PIX, e até marcado conversas, para tentar ganhar confiança e extorquir as vítimas. O número do telefone é o mesmo. O prefeito prestou queixa na Delegacia. Gestores como Romonilson Mariano (Belmonte) passaram pelo mesmo.
Responsável pela pasta eleita por Dilma Rousseff como vitrine de seu segundo mandato, o ministro Cid Gomes (Educação) anuncia na próxima quarta-feira (7) o novo valor do piso nacional dos professores do ensino básico. A informação é da coluna Painel de Vera Magalhães. Nesta sexta-feira, Cid se reuniu com secretários do MEC e, na segunda […]
Responsável pela pasta eleita por Dilma Rousseff como vitrine de seu segundo mandato, o ministro Cid Gomes (Educação) anuncia na próxima quarta-feira (7) o novo valor do piso nacional dos professores do ensino básico. A informação é da coluna Painel de Vera Magalhães.
Nesta sexta-feira, Cid se reuniu com secretários do MEC e, na segunda e na terça, recebe representantes do conselho de secretários estaduais e municipais de educação, além de sindicalistas, antes de anunciar o novo valor. O reajuste deverá ficar entre 12% e 14%.
Na pressão Quando convidou o ex-governador do Ceará para o MEC, a presidente já havia dito que a educação seria a prioridade do quadriênio. Mas o slogan “Brasil: pátria educadora” foi surpresa para ele também.
O prefeito de Sertânia, Guga Lins (PTB), é um péssimo cumpridor da palavra. Prometeu pagar o 13º salário dos funcionários antes do Natal e o que se viu foi muito servidor reclamando por ter ficado sem a grana do peru da festa natalina. E que se diz por lá é que ele paga, mas sem […]
O prefeito de Sertânia, Guga Lins (PTB), é um péssimo cumpridor da palavra. Prometeu pagar o 13º salário dos funcionários antes do Natal e o que se viu foi muito servidor reclamando por ter ficado sem a grana do peru da festa natalina.
E que se diz por lá é que ele paga, mas sem o mês de dezembro, adiado para janeiro. O trabalhista enfrenta um inferno astral. Recentemente, servidores da saúde entraram em greve. A nota é do Blog do Magno.
Assaltantes renderam o motorista de uma carreta no quilômetro 384 da BR-232, em Serra Talhada, Sertão pernambucano, e o levaram para uma estrada a aproximadamente 300 metros do local. Lá, eles retiraram 28 pneus e fugiram com ajuda de um caminhão-baú. Os dados foram levantados pela Polícia Rodoviária Federal (PRF). A carreta seguiria para a […]
Ousadia: Carga de milho não foi levada pelos criminosos, informa a PRF (Foto: Divulgação/ PRF)
Assaltantes renderam o motorista de uma carreta no quilômetro 384 da BR-232, em Serra Talhada, Sertão pernambucano, e o levaram para uma estrada a aproximadamente 300 metros do local. Lá, eles retiraram 28 pneus e fugiram com ajuda de um caminhão-baú. Os dados foram levantados pela Polícia Rodoviária Federal (PRF).
A carreta seguiria para a Paraíba e o crime ocorreu nesta sexta-feira (22). Após a ação, o motorista, que tem 36 anos, pediu socorro às margens da rodovia e não conseguia ajuda, até que um ônibus desta corporação passou e verificou a situação. O homem foi levado para relatar o caso à Delegacia de Polícia Civil do município. Nenhum suspeito foi identificado até o momento, segundo a PRF.
Segundo o G1 Caruaru, o prejuízo causado é de cerca de R$ 60 mil; não é maior porque o carregamento de milho não foi roubado, ainda de acordo com análise da PRF.
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