Vereadora Célia Galindo ironiza prefeito de Arcoverde
Por André Luis
Nesta segunda-feira (14), durante sessão da Câmara de vereadores de Arcoverde, a vereadora Célia Galindo, ironizou o prefeito Wellington Maciel, afirmando que ele acordou, referência ao vídeo em que o gestor promete não levar desaforos pra casa.
Ela disse não ter medo dele ou do seu governo e fez críticas ao tratamento da gestão a professores, servidores da Saúde, além de dizer ter conhecimento de outros escândalos na gestão, como a compra de carros superfaturados na educação e gastos na saúde.
“Não é mais Sabá Bodó porque Nivalda se encolheu”, referência a Rejane Maciel, primeira dama, comparando o casal à dupla a novela Mar do Sertão.
Ainda sugeriu que há escândalos na Educação e na Saúde que podem derrubar o governo Wellington Maciel, citando contratos milionários a empresa Prime que merecem ser investigados.
Célia também disse que a advogada Diana Câmara recebe R$ 20 mil por mês da Prefeitura por “tê-lo defendido na justiça”, quando teve seu cargo ameaçado.
46,6% garantem não ter candidato a Estadual. Brancos e nulos são 9%. Anchieta Patriota (10,2%), Augusto César (5,8%), Ângelo Ferreira (5,6%) e Rogério Leão (4,8%) aparecem com algum destaque. A pesquisa do Instituto Múltipla para Deputado Estadual no Pajeú mostra que ainda há algumas emoções reservadas para esta reta final da campanha. Isso porque segundo […]
46,6% garantem não ter candidato a Estadual. Brancos e nulos são 9%. Anchieta Patriota (10,2%), Augusto César (5,8%), Ângelo Ferreira (5,6%) e Rogério Leão (4,8%) aparecem com algum destaque.
A pesquisa do Instituto Múltipla para Deputado Estadual no Pajeú mostra que ainda há algumas emoções reservadas para esta reta final da campanha. Isso porque segundo o levantamento feito com exclusividade para o blog, nada mais nada menos que metade do eleitorado – se considerarmos a margem de erro – ainda diz não ter definido em quem votar para a Assembleia Legislativa. Afirmam que vão votar branco e nulo 9%.
Dos nomes que aparecem com alguma destaque, a votação indica que há grande indefinição, tendo que ser considerada a margem de erro. Senão, vejamos : o candidato socialista Anchieta Patriota tem 10,2%, seguido de Augusto César (5,8%), Ângelo Ferreira (5,6%), Rogério Leão (4,8%), Manoel Santos (3%), Marquinhos Dantas (3%), Alberto Feitosa (1,8%), Aline Mariano (1,6%), Romário Dias (1,4%), Rodrigo Novaes (1,4%) e Júlio Cavalcanti (1,2%). Outros candidatos representam 4,6%.
O resultado mostra portanto que nem o majoritário é possível cravar com base na margem de erro, que é de 4% para mais ou para menos. Assim, pelo menos cinco nomes brigam pela condição de majoritários na região, uma indefinição geral.
A Pesquisa foi feita entre 30/09 e 01/10/14. A amostra foi composta por 500 entrevistas aplicadas na população que tenha título de eleitor, more e vote na microrregião Sertão do Pajeú e distribuída da seguinte forma: área urbana 51,3% e área rural 48,7%. O intervalo de confiança estimado é de 95%. A margem de erro para mais ou para menos é de 4,0%. Ela foi registrada no TRE sob o número PE 00037/2014 e no TSE com registro de número BR 00941/2014.
Área da pesquisa: A área da pesquisa compreende a microrregião Sertão do Pajeú, composta por 17 municípios: Serra Talhada, Santa Cruz da Baixa Verde, Triunfo, Calumbi, Flores, Quixaba, Carnaíba, Afogados da Ingazeira, Ingazeira, Iguaraci, Tuparetama, São José do Egito, Itapetim, Brejinho, Santa Terezinha, Tabira e Solidão.
O PSB, na sessão de hoje (17) do Congresso Nacional, defenderá a derrubada dos itens 8 e 9 do veto presidencial ao projeto de lei do Marco Legal Saneamento Básico (30/2019), que abre o setor para a iniciativa privada. A bancada do partido na Câmara apresentará destaque para garantir o direito dos Estados de renovarem […]
O PSB, na sessão de hoje (17) do Congresso Nacional, defenderá a derrubada dos itens 8 e 9 do veto presidencial ao projeto de lei do Marco Legal Saneamento Básico (30/2019), que abre o setor para a iniciativa privada.
A bancada do partido na Câmara apresentará destaque para garantir o direito dos Estados de renovarem por mais 30 anos os contratos com as empresas estatais (art.16). Em se mantendo o veto presidencial, haveria imediatamente licitação, para disputa entre companhias estatais e privadas.
“Essa é uma demanda, inclusive, dos governadores e fazia parte do acordo firmado entre o governo e o Legislativo, que foi quebrado com o veto. Nós precisamos garantir a manutenção dos investimentos que estão sendo feitos e a segurança jurídica para as empresas estaduais”, justificou o deputado Danilo Cabral, líder do PSB na Câmara.
Os dispositivos vetados regularizam e reconhecem os contratos de programa, situações não formalizadas de prestação de serviços públicos de saneamento básico por empresa pública ou sociedade de economia mista, bem como possibilitam a prorrogação por 30 anos das atuais avenças.
O artigo 16 criou a regra de transição entre os modelos de operação para o setor de saneamento básico, habilitando um ambiente capaz de absorver a subsistência das operadoras e a integração dos investimentos privados, com novas modelagens para alavancar a universalização dos serviços. Para isso, o dispositivo autoriza a renovação dos contratos de programa em vigor por até 30 (trinta) anos, como também possibilita a regularização das situações de fato em curso em alguns municípios.
“Essa equalização é vital para conclusão dos projetos de infraestrutura em andamento e a amortização gradual dos investimentos. Quando o governo federal retirou o art. 16, com o veto, foi contra décadas de estruturação erguidas para o setor, acarretando uma enorme insegurança jurídica, com a estagnação imediata das ações e projetos em andamento que buscam a universalização do saneamento e a atração de novos investimentos, a exemplo de várias Parcerias Público Privadas”, disse Danilo Cabral.
Neste domingo, 31 de março, completamos 60 anos do Golpe Militar de 1964, um evento que marcou profundamente a história do Brasil e que ainda hoje repercute em nossa sociedade. A data é um momento de reflexão sobre os horrores da ditadura, as lutas pela democracia e os desafios que enfrentamos no presente. O Golpe […]
Neste domingo, 31 de março, completamos 60 anos do Golpe Militar de 1964, um evento que marcou profundamente a história do Brasil e que ainda hoje repercute em nossa sociedade. A data é um momento de reflexão sobre os horrores da ditadura, as lutas pela democracia e os desafios que enfrentamos no presente.
O Golpe de 64 foi um ato de força que depôs o presidente democraticamente eleito João Goulart e instaurou uma ditadura militar que durou 21 anos. Durante esse período, o Brasil viveu sob um regime autoritário que suprimiu direitos básicos, censurou a imprensa, perseguiu e torturou milhares de pessoas.
As torturas infligidas aos presos políticos são um dos capítulos mais sombrios da história do regime militar. Os métodos de tortura eram cruéis e desumanos, e visavam não apenas obter informações, mas também destruir física e psicologicamente os opositores da ditadura.
Até hoje, centenas de pessoas que foram vítimas da ditadura militar permanecem desaparecidas. Seus familiares ainda lutam por justiça e pelo direito de saber o que aconteceu com seus entes queridos.
A ditadura militar deixou marcas profundas na sociedade brasileira. A concentração de renda, a desigualdade social, a violência e a fragilidade das instituições democráticas são alguns dos problemas que herdamos daquele período.
Ainda hoje, há aqueles que defendem ou amenizam o Golpe de 64. Tentam negar os crimes da ditadura e minimizar seus efeitos. Essa postura é inaceitável e perigosa. Negar a história é negar a justiça e abrir caminho para que os horrores do passado se repitam.
É fundamental que continuemos lutando pela memória e pela verdade sobre o Golpe de 64. É preciso manter viva a lembrança dos crimes da ditadura para que as futuras gerações não precisem viver sob um regime autoritário.
Ao mesmo tempo, é preciso defender a democracia e os direitos humanos. Devemos estar vigilantes contra qualquer tentativa de retrocesso autoritário e lutar por uma sociedade mais justa e igualitária.
O Golpe de 64 não foi um acidente da história. Foi o resultado de uma complexa trama de interesses políticos e econômicos. As elites brasileiras, com o apoio dos Estados Unidos, se uniram para derrubar um governo que defendia reformas sociais e ameaçava seus privilégios.
A ditadura militar não foi um período de paz e progresso. Foi um período de repressão, tortura e morte. Milhares de brasileiros foram perseguidos, presos, torturados e assassinados por defenderem seus direitos e a democracia.
Os crimes da ditadura militar não podem ser esquecidos ou perdoados. É preciso que os responsáveis por esses crimes sejam punidos e que as vítimas sejam reparadas.
A memória do Golpe de 64 deve ser preservada para que as futuras gerações saibam o que significa viver sob um regime autoritário e para que nunca mais se repita um período tão sombrio na história do Brasil.
Lutar pela democracia e pelos direitos humanos é o melhor caminho para construir um futuro melhor para o Brasil.
Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil Movimentos sociais de várias partes do Brasil realizaram na sexta-feira (31), manifestações contra megaoperação policial nos complexos da Penha e do Alemão, na zona norte do Rio de Janeiro. A operação foi a maior e a mais letal do estado, com 121 mortos, quatro deles policiais. A ação foi duramente criticada […]
Movimentos sociais de várias partes do Brasil realizaram na sexta-feira (31), manifestações contra megaoperação policial nos complexos da Penha e do Alemão, na zona norte do Rio de Janeiro. A operação foi a maior e a mais letal do estado, com 121 mortos, quatro deles policiais. A ação foi duramente criticada pela letalidade, por diferentes instituições, pesquisadores e parcela da sociedade. O ato, “Chamada geral contra a morte: o Estado mata negros e pobres no Rio de Janeiro e no Brasil”, manifestou luto e solidariedade às vítimas e exigiu apuração transparente e independente das mortes e responsabilização dos envolvidos.
No Rio de Janeiro, a mobilização aconteceu no Complexo da Penha e contou com a participação do Instituto Papo Reto, Raízes em Movimento e Voz das Comunidades. Entre os manifestantes, estavam moradores da comunidade, como Liliane dos Santos, que relatou o pânico vivido no dia da ação. “No dia da operação, pra gente foi um um baque. Foi um dia desesperador pra gente, que parece que o tiro estava sendo dentro de casa”.
A dirigente sindical Raimunda de Jesus criticou o modo como os moradores foram tratados. “A forma que aconteceu aqui não acontece na zona sul, nas áreas mais ricas, que lá também tem bandidos. Então, não é da mesma forma. Então, aqui, nós que moramos na periferia, somos discriminados. O Estado não pode nos ver como inimigos. O Estado tem que tratar e cuidar do seu povo, da sua população”.
Já Tainã de Medeiros, do Instituto Papo Reto, destacou que essa não foi a primeira operação que abalou a comunidade local. “Isso já aconteceu antes, isso já aconteceu, teve a chacina do PAN, teve a de 2010, teve uma ocupação aqui também com os militares também que teve muitas mortes. Recentemente tinha tido uma outra chacina aqui com 21 pessoas assassinadas. Toda essa construção de narrativa de que tem que entrar para matar bandido não está fazendo sentido pra gente”.
Os atos também tiveram como objetivo fortalecer a mobilização comunitária para a garantia de direitos nas comunidades. As informações são da Agência Brasil.
Jornalismo tem que ser instrumento de transformação Na noite deste sábado, por ocasião da programação dos 114 anos de Afogados da Ingazeira, fui honrosamente um dos agraciados com a Medalha Dom Francisco Austregésilo de Mesquita Filho, comenda criada na gestão José Patriota para homenagear instituições e pessoas cuja obra segue princípios defendidos e praticados pelo […]
Jornalismo tem que ser instrumento de transformação
Na noite deste sábado, por ocasião da programação dos 114 anos de Afogados da Ingazeira, fui honrosamente um dos agraciados com a Medalha Dom Francisco Austregésilo de Mesquita Filho, comenda criada na gestão José Patriota para homenagear instituições e pessoas cuja obra segue princípios defendidos e praticados pelo saudoso bispo.
Estive em meio a mulheres que fizeram por merecer ou por representar a homenagem: a Escola de Referência em Ensino Médio Professora lone de Góes Barros, representada pela professora Nadja Patrícia, Maria de Lourdes Leandro (Pastoral Carcerária), Maria Ilma Gomes dos Santos (Pastoral da Criança), Vera Leandro (representando o líder comunitário Expedito Leandro da Silva) e Socorro Vasconcelos, representando Emídio Vasconcelos.
No meu caso, enquanto era lida a minha biografia, passava um filme na cabeça. A começar pela história de meus pais, que muito jovens tentaram construir um futuro próspero em Brasília. Dos sonhos que Nivaldo Alves Galindo e Cleonice Ramos Galindo depositaram em mim e em minha irmã. Da guinada de uma família de classe média que perdeu tudo em virtude dos problemas de saúde que afetaram minha mãe e, em seguida, meu pai, nos obrigando a, no caso deles, voltar à sua terra e no meu, aportar aqui pela primeira vez e pra sempre, começando tudo do zero.
Claro, também das pessoas que ficaram no caminho, a partir de meu pai e mais recentemente, em uma quadra difícil, minha irmã Nívea Cléa Ramos Galindo, mais Emídio Vasconcelos, Anchieta Santos e Monsenhor João Acioly, referências de vida. Por isso tanta emoção ao receber a comenda das mãos de Sandrinho e Patriota, que também estão ligados à minha caminhada.
Mas também foi uma solenidade marcada pela certeza: a primeira, de que valeu a pena buscar atuar nesse meio com correção, com ética, valores inegociáveis, compromissos firmados com a construção, a partir do que faço, de uma sociedade melhor. De Afogados, vi o mundo. Foi a atuação na Rádio Pajeú que me projetou para tão longe: da missão de geri-la administrativamente, da criação de um dos blogs mais respeitados do Estado à presidência da ASSERPE. Tudo isso sem trocar o chip, mantendo o “87”, sem deixar Afogados da Ingazeira e o Pajeú, minha base de atuação. Por isso sou tão grato à Rádio Pajeú, com a certeza de que nenhuma emissora me garantiria tamanho alinhamento de propósitos, conceitos, desse jeito de fazer rádio onde o principal agente é o povo, a sociedade.
Foi sendo moldado nesses princípios que entendi que jornalismo tem que fazer diferença na vida das pessoas. É por isso que construí esse nível de respeito principalmente da base da sociedade, por sua defesa intransigente, muitas vezes desagradando quem está no topo do poder, em suas diversas dimensões. É essa população que me leva tão longe. O resto, é consequência.
Fazendo uma retrospectiva pessoal, ao menos a certeza de que a minha escalada profissional e social não me afastou do alicerce. Ainda tenho a mesma visão de mundo de quem se indigna com o abismo social, com a falta de direitos a quem direitos tem, com as injustiças, com a ganância, com a negação de uma sociedade mais justa. Minhas lutas, bons debates, levantar de voz, derivam disso, com todas as minhas virtudes e defeitos.
Dedico essa medalha a essas pessoas, tantas anônimas, que de uma forma ou de outra confiaram a mim suas dores, aflições, demandas, através dos instrumentos que ocupo. E me desculpem aos que ofendi em nome dessa causa ao longo de mais de 30 anos. É porque exatamente por ter convivido com aquele que estampa a medalha, aprendi que na vida, há de se ter lado. Eu escolhi o meu, e não saberia mais abrir mão dele.
Deu sono
Foi interminável a solenidade da Câmara de Vereadores que entregou moções de aplauso e títulos de cidadão afogadense pelos 114 anos. Indiscutivelmente, o modelo deve ser repensado. Não é aceitável um evento marcado para 9 da manhã terminar quatro horas depois, em cima das 13 horas. Alguns discursos cansativos, parte deles sem nenhum nexo, foram muito criticados. Até quem ouviu pela Rádio Pajeú ficou cansado, imagine quem estava no espaço. O Presidente Rubinho tem que resolver isso antes de pendurar as chuteiras.
Ainda não
O blog perguntou à vereadora Patrícia de Bacana: você vai buscar voltar para o bloco de Evandro Valadares? A resposta: “quero dizer que não houve conversa. Sigo fazendo meu trabalho de representar o povo, ouvindo a população as suas necessidades e reivindicando do poder executivo”. Pela fala, numa leitura psicológica e subliminar, também não disse que se fecha para conversa de pé de ouvido.
Sou, mas ainda não
O vice-prefeito de São José do Egito, Eclérinston Ramos, voltou a negar em entrevista a este blogueiro na Gazeta FM que seja o nome confirmado para 2024, com prego batido e ponta virada, na sucessão de Evandro Valadares. Mas admite estar conversando com nomes que disputaram a eleição em 2020 e podem unir-se ao palanque governista como Rona Leite e Roseane Borja. Há quem diga que Eclérinston já o é, mas assumir agora daria uma dor de cabeça da gota…
Pagando pelo irmão
O radialista Júnior Alves quis saber na Cidade FM se a população votaria para prefeita em Socorro Veras, irmã de Aristides Veras, hoje na Contag, e do Federal Carlos Veras. O dado impressionou: 85% não votariam nela. A maior justificativa: Carlos Veras ainda não destinou emenda parlamentar para Tabira.
Atchiiiinnnnn!
O Presidente da Câmara de Vereadores de Arcoverde, Weverton Siqueira, o Siqueirinha, pegou uma virose muito agressiva, que o tirou de combate por uma semana. “Já estou quase pronto para voltar à ativa”, disse em sua rede social. Pra tirar onda, governistas disseram que foi a friagem excessiva que o parlamentar pegou caçando defeito no São João de LW.
Responsáveis
Não se faz oposição só aparecendo em entrevistas por telefone ou vídeo chamada. Por isso, Sebastião e Waldemar Oliveira são padrinhos da deserção de cada vez mais nomes que os trocam por Márcia Conrado e o bloco governista. Enquanto se preocupam com a macro política, com o AVANTE estadual e nacional e outras demandas, debandaram do debate em Serra. Viraram personagens virtuais. Some-se a isso a falta de espaços com a derrota de 2022 da chapa Marília-Sebá.
Rádio segue mais forte
O Instituto Múltipla aferiu os hábitos de consumo de mídia de Afogados da Ingazeira. O rádio continua sendo a principal fonte de informação, com praticamente 50% da preferência da população. Uma observação, a penetração é ainda maior, já que muitos que não o usam como principal fonte, mas também o escutam. Pesquisa Kantar Ibope mostrou que no estado 83% ouvem rádio, com média de 4 horas diárias.
Insta cresceu
Uma curiosidade, do crescimento da preferência o uso da ferramenta Instagram para ter acesso à informação (26,7%), contra 14% do Facebook, 12,3% de blogs e sites, 8,3% de WhattsApp e apenas 3% de carro de som. Isso explica porque alguns blogs estão gradativamente migrando para a plataforma Insta.
Pajeú disparada
Dos que ouvem rádio como principal fonte de notícias, a Rádio Pajeú alcança 72,7% de preferência, contra 20,8% da segunda colocada e 3,5% dos que citaram outros veículos. Em agosto do ano passado, no calor da cobertura eleitoral, essa preferência chegou a incríveis 76,7%.
Blog preferido
Ninguém lê apenas um blog ou canal no Instagram e Facebook para ter acesso a informações. Por isso há uma leitura de que esse perfil de levantamento deveria aferir pelo menos três nomes de veículos mais acessados. Mas, quando o Múltipla perguntou qual Instagram, blog, site ou Facebook que o afogadense mais acompanha para acessar notícias, o blog foi o mais citado, com 38,3% dos entrevistados. Considerando o número de blogs na cidade (aqui tem mais blogueiro do que gente), um número bastante expressivo.
Frase da semana:
“Que se promova a devida anotação do histórico de Jair Messias Bolsonaro no cadastro eleitoral de restrição à sua capacidade eleitoral passiva”.
Do Ministro Alexandre de Moraes, decretando o fim dos direitos políticos de Jair Bolsonaro por oito anos, esta semana, no julgamento do TSE por ataques do ex-presidente à democracia.
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