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Sertânia: servidores da educação vão às ruas em protesto contra o prefeito Guga Lins

Por Nill Júnior

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Com informações do Sertânia News

Na manhã desta quarta (16), servidores da educação aderiram a paralisação nacional da classe para irem às ruas em protesto contra uma série de arbitrariedades cometidas pelo prefeito Guga Lins.

Na pauta de reivindicações está o não cumprimento do piso nacional dos professores, o atraso rotineiro do pagamento dos salários, o não cumprimento do plano de cargos e carreiras, a terceirização das aulas dos professores efetivos em favorecimento, dentre outras queixas.

Vestidos de preto  fizeram várias paradas durante o movimento, cantaram o hino nacional e o hino de Sertânia.

Parte destas reivindicações já são do conhecimento do MP, que emitiu recomendação segundo nota.

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Postagem em rede social da aposentada Quitéria Neta.

Em reunião com o Guga, alguns aposentados disseram que o prefeito só vai pagar o salário do mês de fevereiro no dia trinta de março, ou seja, paga um mês e fica outro em atraso.

Outras Notícias

Bolsonaro reforça apoio a Anderson Ferreira

O presidente da República, Jair Messias Bolsonaro (PL), em peça gravada para o guia eleitoral, enviou uma mensagem clara à população de Pernambuco ao pedir voto para seus candidatos ao Governo do Estado e Senado Federal, Anderson Ferreira (PL) e Gilson Machado Neto. “Em Pernambuco, quem vota 22 para presidente também vota 22 para governador, […]

O presidente da República, Jair Messias Bolsonaro (PL), em peça gravada para o guia eleitoral, enviou uma mensagem clara à população de Pernambuco ao pedir voto para seus candidatos ao Governo do Estado e Senado Federal, Anderson Ferreira (PL) e Gilson Machado Neto.

“Em Pernambuco, quem vota 22 para presidente também vota 22 para governador, Anderson Ferreira. E para o Senado, 222”, afirmou Bolsonaro.

O vídeo foi produzido na última passagem de Anderson e Gilson por Brasília. “E nesse nosso último encontro, o presidente disse algo que me comoveu bastante, sobre não negociar nosso governo porque, assim como o dele pertence ao povo brasileiro, o nosso pertence ao povo de Pernambuco”, contou Anderson.

“Bolsonaro fez pelo nosso estado o que nenhum outro presidente foi capaz de fazer. Pernambuco conta com um olhar especial e a sensibilidade do nosso presidente e do Governo Federal. E foi graças a esse cuidado que o Brasil, ao contrário de outros países em desenvolvimento, tem conseguido retomar o crescimento superando as adversidades causadas pela pandemia”, concluiu.

Emendas parlamentares ignoram a crise sanitária

A saúde perdeu espaço nas emendas parlamentares, recursos carimbados por deputados e senadores no Orçamento federal, apesar da pandemia de covid-19. De todas as emendas aprovadas em 2021, 37% vão para a saúde, patamar praticamente igual ao registrado no ano passado (36%), quando o Orçamento foi elaborado antes da crise do novo coronavírus. A reportagem […]

A saúde perdeu espaço nas emendas parlamentares, recursos carimbados por deputados e senadores no Orçamento federal, apesar da pandemia de covid-19. De todas as emendas aprovadas em 2021, 37% vão para a saúde, patamar praticamente igual ao registrado no ano passado (36%), quando o Orçamento foi elaborado antes da crise do novo coronavírus. A reportagem é de Daniel Weterman, Amanda Pupo e André Shalders/Estadão.

Nos investimentos diretos, o setor ficou com apenas 14% das emendas, enquanto as obras do Ministério do Desenvolvimento Regional abocanharam 40%. 

Os números mostram a estratégia dos parlamentares para controlar uma fatia maior do Orçamento federal e destinar recursos para obras e projetos de interesse eleitoral em seus redutos nos Estados e municípios. 

O valor destinado às emendas parlamentares até aumentou em relação a anos anteriores, mas não recebeu o mesmo esforço destinado ao aumento de verbas para outras áreas. A pandemia de covid-19 avança no País com índices mais altos de casos e mortes do que em 2020. 

Neste ano, parlamentares carimbaram um total de R$ 47,4 bilhões em emendas, além dos recursos colocados no guarda-chuva do Executivo. O presidente Jair Bolsonaro avalia vetar parte dessas verbas, mas é pressionado pela cúpula do Congresso a sancionar integralmente o que foi aprovado na Câmara e no Senado. 

O valor foi reservado especificamente para indicações de deputados e senadores, conforme o destino escolhido pelos congressistas. O repasse é negociado pelo governo ao longo do ano em troca de apoio no Congresso. 

O pagamento é obrigatório, o que pressiona o Executivo em um cenário de crise fiscal, mas o momento da liberação depende de decisão dos ministérios, o que coloca essas verbas no centro de uma negociação política por votos no Legislativo. 

De todo o volume de emendas aprovadas para 2021, R$ 17,5 bilhões vão para a saúde. São recursos para reformas de hospitais, manutenção de postos de saúde e compra de equipamentos para Unidades de Terapia Intensiva (UTI), por exemplo. 

O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), comandando por Rogério Marinho e vitrine eleitoral de Bolsonaro, recebeu R$ 14,5 bilhões e poderá usar o dinheiro em obras de infraestrutura, saneamento e projetos de irrigação, entre outros. O total da verba de emendas destinada para investimentos diretos nessas áreas, ou seja, desconsiderando os recursos para custeio, teve um tratamento inverso: o MDR recebeu R$ 13,3 bilhões e a saúde ficou com R$ 2,3 bilhões. 

‘Obra é saúde’, argumentam parlamentares

Desde o ano passado, o Congresso garante uma reserva específica para emendas indicadas pelo relator do Orçamento, sem nenhum critério estabelecido de prioridades. A escolha atende a interesses dos parlamentares. Neste ano, são R$ 29 bilhões em recursos indicados diretamente pelo relator, o senador Marcio Bittar (MDB-AC), a maior parte para obras. Além disso, há emendas indicadas pelas bancadas estaduais e pelas comissões, também sem critério de distribuição. 

Durante a discussão do Orçamento, congressistas admitiram a articulação para turbinar os recursos de obras em plena pandemia. Reservadamente, líderes ouvidos pelo Estadão/Broadcast argumentavam que “obra é saúde” pois gera emprego e permite às pessoas terem renda no contexto de crise provocado pela covid-19. 

No início do ano, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), anunciou que o Congresso criaria uma reserva específica para o combate à pandemia no Orçamento. Isso realmente foi feito, mas apenas R$ 1,1 bilhão em emendas foi colocado para essa destinação. Por outro lado, uma ação do Desenvolvimento Regional para tocar obras pelo País recebeu R$ 5,8 bilhões das indicações. 

A destinação provocou críticas de quem ficou à margem das negociações. “Não faz o menor sentido porque é uma distribuição política, sem critérios técnicos. Tem de investir em desenvolvimento regional, é importante, mas é preciso fazer um orçamento realista”, afirmou o líder do Cidadania no Senado, Alessandro Vieira (SE). 

O senador do Cidadania faz parte de um grupo de parlamentares que questionou o Tribunal de Contas da União (TCU) sobre as manobras e pressiona o governo para vetar parte das emendas e evitar um furo no teto de gastos. O argumento é que, se Bolsonaro sancionar o projeto como saiu do Congresso, ele comete crime de responsabilidade e dá base jurídica para um processo de impeachment. 

Nos bastidores, o argumento é de que o recurso para pandemia deve ser aberto por crédito extraordinário, fora do teto de gastos e da programação inicial do Orçamento. Esse mecanismo, porém, aumenta o endividamento da União e tem impacto no resultado primário, a conta que o governo tem que fechar no fim do ano entre despesa e arrecadação. Bittar foi procurado, mas não quis comentar.

Pesquisa Datafolha: Bolsonaro 56% e Haddad, 44%

Intenção de votos válidos no deputado caiu de 59% para 56%; petista subiu de 41% a 44% em uma semana, diz Instituto A distância entre os candidatos a presidente Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) caiu de 18 para 12 pontos em uma semana, aponta pesquisa do Datafolha. A três dias do segundo turno, […]

Intenção de votos válidos no deputado caiu de 59% para 56%; petista subiu de 41% a 44% em uma semana, diz Instituto

A distância entre os candidatos a presidente Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) caiu de 18 para 12 pontos em uma semana, aponta pesquisa do Datafolha.

A três dias do segundo turno, o deputado tem 56% dos votos válidos, contra 44% do ex-prefeito de São Paulo. No levantamento passado, apurado em 17 e 18 de outubro, a diferença era de 59% a 41%.

Tanto a queda de Bolsonaro quanto a subida de Haddad se deram acima da margem de erro, que é de dois pontos percentuais para mais ou menos.

O Datafolha entrevistou 9.173 eleitores em 341 cidades no levantamento, encomendado pela Folha e pela TV Globo e realizado na quarta (24) e na quinta (25).

O resultado é a mais expressiva mudança na curva das intenções de voto no segundo turno até aqui, e reflete um período de exposição negativa para o deputado do PSL.

No período, emergiu o caso do WhatsApp, revelado em reportagem da Folha que mostrou como empresários compraram pacotes de impulsionamento de mensagens contra o PT pelo aplicativo. A Justiça Eleitoral e a Polícia Federal abriram investigações.

No domingo (21), viralizou o vídeo da palestra de um de seus filhos, o deputado reeleito Eduardo (PSL-SP), em que ele sugere que basta “um soldado e um cabo” para fechar o Supremo Tribunal Federal em caso de contestação de uma vitória de seu pai.

A fala foi amplamente condenada, inclusive por integrantes do Supremo, obrigando Bolsonaro a se desculpar com a corte. No mesmo domingo, o candidato fez um discurso via internet para apoiadores em São Paulo cheio de elementos polêmicos: sugeriu, por exemplo, que os “vermelhos” poderiam ser presos ou exilados, e disse que Haddad deveria ir para a cadeia.

Em votos totais, Bolsonaro tem 48%, ante 38% de Haddad e 6% de indecisos. Há 8% de eleitores que declaram que irão votar branco ou nulo. Desses, 22% afirmam que podem mudar de ideia até o dia da eleição.

O deputado perdeu apoio em todas as regiões do país, embora mantenha sua liderança uniforme, exceto no Nordeste, onde Haddad tem 56% dos votos totais e Bolsonaro, 30%.

A maior subida de Haddad ocorreu na região Norte, onde ganhou sete pontos, seguido da Sul, onde ganhou quatro. Já Bolsonaro mantém uma sólida vantagem na área mais populosa do país, o Sudeste: 53% a 31%. O Centro-Oeste e o Sul seguem como sua maior fortaleza eleitoral, com quase 60% dos votos totais nas regiões.

Entre os mais jovens (16 a 24 anos), Haddad viu sua intenção de voto subir de 39% para 45%, empatando tecnicamente com Bolsonaro, que caiu de 48% para 42%. Em todas as faixas etárias superiores, contudo, o deputado mantém sua vantagem sobre o ex-prefeito.

O segmento em que o petista mais subiu foi entre os mais ricos, aqueles que ganham mais de 10 salários mínimos. Ali, cresceu oito pontos, mas segue perdendo de forma elástica para Bolsonaro: 61% a 32% dos votos totais. Haddad lidera na outra ponta do estrato, entre os mais pobres (até 2 salários mínimos), com 47% contra 37% do deputado.

Entre o eleitorado masculino, Bolsonaro mantém ampla vantagem, embora tenha caído três pontos —mesma medida da subida do petista. Tem 55% a 35%, distância que é reduzida a um empate técnico por 42% a 41% entre as mulheres.

A rejeição a ambos os candidatos, uma marca desta eleição, permanece alta. Haddad viu a sua oscilar negativamente de 54% para 52%, enquanto Bolsonaro teve a sua subindo três pontos, para 44%. A certeza do voto dos eleitores declarados de ambos é alta: 94% dos bolsonaristas e 91% dos pró-Haddad se dizem convictos.

A Deputado, Ministro promete reforma da Barragem do Jua, Floresta

O deputado federal Kaio Maniçoba (PMDB) conseguiu garantir junto ao ministro da Integração, Helder Barbalho que a reforma da Barragem do Jua, finalmente, saia do papel. Esta barragem está sem manutenção há muitos anos, bem como sua comporta está quebrada e sua estrutura comprometida. “O ministro, como sempre muito solícito, no ano passado já havia […]

O deputado federal Kaio Maniçoba (PMDB) conseguiu garantir junto ao ministro da Integração, Helder Barbalho que a reforma da Barragem do Jua, finalmente, saia do papel. Esta barragem está sem manutenção há muitos anos, bem como sua comporta está quebrada e sua estrutura comprometida.

“O ministro, como sempre muito solícito, no ano passado já havia liberado a realização de uma licitação para que essa obra fosse realizada. Infelizmente, nenhuma empresa se apresentou para concorrer. Em nossa nova conversa, Helder Barbalho garantiu readequar o projeto para que mais empresas possam participar da licitação no valor de R$ 7.387 milhões e realizar este sonho dos florestanos”, comemorou Maniçoba.

A Barragem do Jua tem a capacidade de acumular mais de 71 milhões de m³ de água, e com a concretização desta reforma, o Riacho do Navio voltará a ser abastecido, se tornando perene e sempre com água, bem como, os agricultores voltarão a produzir e a contar com projetos de irrigação.

O parlamentar ainda ressaltou que com a realização desse sonho, o povo passará a ter novas oportunidades e uma melhor qualidade de vida. “Me comprometo junto aos sertanejos, que assim que a licitação for concretizada, irei com o ministro Helder Barbalho assinar esta ordem de serviço que mudará para melhor a vida da população de Floresta”, enfatizou Kaio.