A prefeitura de Serra talhada, através da Secretaria de Educação (SEST) em parceria com a Secretaria Executiva de Ressocialização de Pernambuco (SERES), realizaram na manhã desta terça-feira (09) a formatura de 14 turmas do Programa Educacional de Resistência às Drogas (Proerd), em um total de 339 alunos de 10 escolas da rede municipal de ensino. A solenidade aconteceu no auditório da Câmara de Vereadores de Serra Talhada (CMST).
Trazido dos Estados Unidos no início dos anos 90, o Proerd está em Pernambuco há 14 anos, com o lema de transmitir mensagens de valorização à vida, da importância de manter-se afastado das drogas e da violência.
“Em aproximadamente um ano e meio que estamos à frente da Secretaria já formamos quatro turmas, praticamente duplicando os números com relação ao ano anterior. Junto com a Polícia Militar, levamos conhecimento a estes jovens dentro do ambiente escolar, dessa maneira atingimos toda a família, uma vez que estes jovens serão multiplicadores de conhecimento na comunidade onde residem”, disse Edmar Júnior, secretário de Educação de Serra Talhada.
Para Edmar “o projeto deixa marcas que serão levadas por toda vida, estes meninos e meninas estarão bloqueados contra a sedução que há para que jovens ingressem no mundo das drogas. Temos relatos de jovens que disseram não as drogas por terem uma formação dentro do Proerd, então isso prova que é na escola que formamos os novos cidadãos. Conscientes e livres”, relatou o secretário.
Entre as 10 escolas da rede municipal de ensino, uma da zona rural, a escola Raimundo Gomes, as demais todas da zona urbana, confira: Escola São Pedro, Escola Propac, Escola Tabelião Antônio Alves, Escola Maria José de Sá Ferraz, Escola Pequeno Mandacaru, Escola Nossa Senhora da Penha, Escola Antônio Medeiros.
Estiveram presentes os vereadores, José Raimundo (Presidente da Câmara), Sinézio Rodrigues, Pinheiro do São Miguel, Márcio Oliveira, Edmundo Gaia, Nailson Gomes. O Chefe de Gabinete, Rafael Fernandes, que representou o prefeito Luciano Duque, que está em Brasília. Também participaram da solenidade o diretor da Diretoria Integrada do Interior 2, Cel. José Rosemário Silva de Barros, Tenente Coronel André Pereira, Comandante do Corpo de Bombeiros em Serra Talhada, subtenente J. Ricardo, da 12ª Delegacia do Serviço Militar entre outras.
Por Anchieta Santos Esta semana o PSB de Tabira prometeu insistir outra vez com o nome do empresário Paulo Manu, novo filiado, para disputar a sucessão do prefeito Sebastião Dias. A informação foi passada na segunda última. Ontem, em contato com a produção dos programas Rádio Vivo e Cidade Alerta, o empresário Paulo Manu, uma […]
Esta semana o PSB de Tabira prometeu insistir outra vez com o nome do empresário Paulo Manu, novo filiado, para disputar a sucessão do prefeito Sebastião Dias.
A informação foi passada na segunda última. Ontem, em contato com a produção dos programas Rádio Vivo e Cidade Alerta, o empresário Paulo Manu, uma vez mais deixou claro que neste momento a prioridade são os seus negócios, as suas empresas.
O mesmo vereador que disse da nova tentativa com Paulo Manu, deixou claro que um “plano B” estaria em execução. Falta saber quem será este nome.
Mesmo também já tendo dito mais de uma vez, que sua contribuição foi dada, ainda tem socialistas sonhando com uma possível candidatura do médico Josete Amaral. Filiado ao PSB, ele poderia se motivar diante das críticas de alguns familiares pelo afastamento do prefeito Sebastião Dias.
Do G1 O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso afirmou nesta segunda-feira (26) que o Brasil “vai mal porque está sem rumo” e sugeriu que a presidente Dilma Rousseff renuncie ao cargo “com grandeza”. FHC concedeu entrevista ao programa “Roda Viva”, da TV Cultura. Durante o programa, o ex-presidente falou sobre o primeiro volume do livro “Diários […]
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso afirmou nesta segunda-feira (26) que o Brasil “vai mal porque está sem rumo” e sugeriu que a presidente Dilma Rousseff renuncie ao cargo “com grandeza”.
FHC concedeu entrevista ao programa “Roda Viva”, da TV Cultura. Durante o programa, o ex-presidente falou sobre o primeiro volume do livro “Diários da Presidência”, que será lançado por ele na próxima quinta-feira (29).
“A situação econômica [do país] é desesperadora. Ela [Dilma] não tem que ir lá nos Estados Unidos e dizer que o Brasil está mal porque a democracia é adolescente. Vai mal porque está sem rumo”, disse Fernando Henrique, ao se referir à entrevista dada por Dilma à emissora norte-americana CNN e veiculada neste domingo (25).
“Tinha que ter uma renúncia com grandeza. A presidente Dilma não pode desconhecer o que nós conhecemos, que a economia está em uma situação desesperadora, que há uma crise política. Ela tinha que dizer: ‘eu saio, eu renuncio, mas eu quero que o Congresso aprove isso, isso e isso'”, sugeriu.
Na entrevista, FHC foi questionado sobre o posicionamento do PSDB, partido do qual é presidente de honra, a respeito de um eventual processo de impeachment da presidente Dilma.
Para o tucano, o partido está sendo “bastante prudente” quando trata do assunto e, caso um processo de impedimento seja aberto no Congresso Nacional, o PSDB “vai votar pelo impeachment”.
Recife foi a cidade escolhida para sediar o encontro voltado à radiodifusão e mercado publicitário Do site da ASSERPE O presidente da ASSERPE, Nill Júnior, participou representando a radiodifusão pernambucana da reunião-almoço realizada pela ABERT com o Conselho Superior e presidentes das associações estaduais de radiodifusão. No encontro em um hotel no centro de Brasília, […]
Recife foi a cidade escolhida para sediar o encontro voltado à radiodifusão e mercado publicitário
Do site da ASSERPE
O presidente da ASSERPE, Nill Júnior, participou representando a radiodifusão pernambucana da reunião-almoço realizada pela ABERT com o Conselho Superior e presidentes das associações estaduais de radiodifusão.
No encontro em um hotel no centro de Brasília, a ABERT apresentou as ações comemorativas dos 60 anos da entidade, em 27 de novembro.
A reunião teve vários temas na pauta, como o estágio do projeto de implementação do chip FM no celular, a fase final da migração do rádio FM,a campanha Abert contra a Fome e a defesa do papel da radiodifusão no processo democrático no país, com a participação do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco.
Um dos debates foi sobre o Digitaliza Brasil, com a liberação de recursos para chegada da TV digital em cidades com menos de 50 mil habitantes.
O presidente da ASSERPE destacou o exemplo de diálogo com a AMUPE para dar celeridade ao processo, um exemplo a ser seguido pelo país.
Outra boa notícia é que Pernambuco será a sede Nordeste de um dos seminários regionais – quatro ao todo – que a ABERT promoverá em 2022 voltado ao mercado publicitário. A data será conhecida em janeiro, na segunda edição do Mercado em Sintonia. A agenda foi fruto de articulação entre ASSERPE e ABERT, e considera o papel de protagonismo histórico do estado na radiodifusão.
“Muito feliz em poder ter essa agenda a partir de Pernambuco reunindo todo o Nordeste. Pernambuco tem TV e rádio na veia e vai receber todos com seu costumeiro protagonismo”, destacou o presidente da entidade, Nill Júnior.
“ABERT 60 anos apresenta” – Ao longo dos próximos meses, o associado da ABERT conhecerá as várias ações e campanhas que estarão no ar em comemoração ao centenário do rádio brasileiro e 60 anos de atuação da Associação na defesa dos interesses do rádio e da TV aberta brasileiros.
A marca “ABERT 60 anos apresenta” vai mostrar projetos e todo material para divulgação gratuita pelas emissoras de radiodifusão.
Na conversa que tiveram com o Secretário de Educação de Pernambuco, Fred Amâncio (foto), os prefeitos de Pernambuco tiveram uma previsão de que, com certeza, as aulas não retornam neste mês de julho. Em agosto, talvez, a depender do comportamento da pandemia no estado. Importante dizer que, mesmo destacando que a análise da volta às […]
Na conversa que tiveram com o Secretário de Educação de Pernambuco, Fred Amâncio (foto), os prefeitos de Pernambuco tiveram uma previsão de que, com certeza, as aulas não retornam neste mês de julho. Em agosto, talvez, a depender do comportamento da pandemia no estado.
Importante dizer que, mesmo destacando que a análise da volta às aulas avalie a retomada nas redes estadual, municipal e particular de ensino, cidades com maior número de casos, por exemplo, poderão emitir medidas locais mantendo a suspensão da retomada.
O secretário estadual de Educação destacou que o setor é cheio de especificidades e o plano de retomada vale tanto para instituições municipais, quanto à estaduais e privadas. Os atores envolvidos na prática correspondem a um terço da população do Estado, cerca de 3 milhões de pessoas. “Nós consultamos outros planos de outros países e todo o protocolo foi aprovado por nossa área da saúde. Podemos, no início, realizar um rodízio de estudantes e etapas, a serem avaliadas constantemente, pois não podemos expor mais de 3 milhões de pessoas ao vírus”, enfatizou o secretário.
Ele destacou que todos os alunos serão monitorados e se for percebido qualquer sintoma gripal, o estudante ficará em casa. “É importante que os pais entendam a importância do filho voltar à escola, eles serão parte do processo também. Durante a pandemia, foram traçadas regras para o transporte do dia a dia e nós aplicamos ao transporte escolar. É importante que os veículos sejam desinfectados em todas as viagens, e o que já era proibido agora vai ser estritamente proibido, como viajantes em pé, por exemplo”, concluiu o secretário.
População sem segurança de mandar os filhos: a questão foi pauta de pesquisa com ouvintes do programa Manhã Total, da Rádio Pajeú. Praticamente 100% dos pais de alunos afirmaram que, mesmo que haja a definição de data, os filhos não voltam às aulas esse ano. A maioria diz não haver segurança pelo número de casos – no sertão eles vem aumentando – ou vacina.
Do JC Online A presidente Dilma Rousseff pode ter trocado um pacote de ministérios sem verbas por mais três anos de governo. Isso mesmo. Ao entregar o ministério da Saúde para o PMDB e, de quebra, mais outras pastas menores, ela pode ter conseguido aquilo que para toda a classe política era inimaginável: tempo para […]
A presidente Dilma Rousseff pode ter trocado um pacote de ministérios sem verbas por mais três anos de governo. Isso mesmo. Ao entregar o ministério da Saúde para o PMDB e, de quebra, mais outras pastas menores, ela pode ter conseguido aquilo que para toda a classe política era inimaginável: tempo para continuar no governo e poder gerenciar a crise política e econômica em que se meteu.
Calma. Para entender como ela fez isso tem que voltar ao passado. É preciso voltar a 2005 quando explodiu o escândalo do Mensalão e o PT abandonou Lula e foi cuidar de sua vida pensando em voltar as ruas como oposição. E Lula, assim como Dilma hoje, foi buscar (sozinho) ajuda para salvar seu governo. Foi pedir (e recebeu) ajuda do PCB do B, de Aldo Rebelo – certamente o partido mais fiel ao projeto de poder liderado por Lula – e o PSB liderado por Eduardo Campos.
As pessoas esquecem e o PT nunca admitiu isso. Mas foi a dupla Eduardo/Rebelo quem saiu de gabinete em gabinete costurando o apoio que livrou Lula de ser escorraçado do Governo. É claro que o PMDB também ajudou, mas depois. Isso não quer dizer que todos os deputados deram Lula por perdido, mas que no meio da crise o partido dele não fechou com ele. Ah não fechou mesmo.
Quis o destino que Dilma precisasse desse mesmo tipo de costura só que dessa vez com o PMDB. Porque embora isso possa ser frustrante para muita gente é preciso reconhecer que, a partir desta quarta-feira o impeachment ficou muito mais distante.
Ele pode acontecer? Pode! Mas ficou muito mais difícil. Eduardo Cunha não vai colocar em votação e ao revelar o ritual necessário nesta quarta-feira, praticamente disso ao PSDB não contem com isso. Terão que se virar para aprovar isso no plenário.
O que aconteceu na madrugada desta quarta-feira não foi a manutenção dos vetos. Foi a reorganização de uma base mínima de apoio no Congresso. Talvez suficiente para dar uma sobrevida a Dilma.
Ela pode ser impedida? Pode. Mas ficou mais difícil. Vai precisar de muito barulho na rua, muita denúncia da Lava Jato envolvendo ela. E que o TCU reprove as contas dela em 2014. E ter o clamor das ruas motivada por uma onda de indignação provocado por um fato novo.
É preciso entender o que diabos aconteceu com o PMDB para se abraçar com Dilma. Talvez ele tenha feito uma conta simples. Uma coisa é ser sócio de um governo ruim com o PT pianinho. Calado e sem força. Outra é liderar um governo com o PT todo na rua dizendo que foi golpe.
O que as pessoas esquecem é que quem seja o presidente, as chances da nossa economia voltar a crescer são mínimas. Um novo presidente animaria muito os agentes econômicos, mas um “novo presidente” que não seja Dilma, significa o PT demitido dos seus cargos comissionados incendiado o país. Então os deputados do PMDB estão virando sócios majoritário de Dilma e não do PT.
Tem mais: assim como depois de se salvar Lula abandonou Jose Dirceu e nunca mais ligou para ele, pode ser que Dilma – se conseguir se juntar com o PMDB – abandonar Lula que, como isso, abandonou e vem ajudando a criar um clima de desembarque já pensando em 2018. Não é deixar de ouvi-lo. É ouvi-lo menos e agora com mais cacife.
Se Dilma sobreviver o que assegura que ela não vai respeitar Lula como até hoje. É preciso não esquecer que quem está no comando das negociações é Dilma. É ela quem está defendendo o governo dela mesma. A seu jeito, e com os que pode contar, se conseguir organizar algum apoio no Congresso e sobreviver politicamente terá virando uma liderança. Pode até cair amanhã. Mas ela está defendendo o seu governo com as armas que tem.
Vai dar certo? Quem sabe? Negociar com o PMDB é como tentar comprar um terreno de uma família que está brigando num inventário. Todo mundo acha que o irmão está roubando os outros.
O fato novo é que Dilma está tentando garantir, neste momento, algum tempo de governabilidade. Tentando ganhar tempo já que qualquer ministério não vai ter verba de investimento mesmo este ano e nem em 2016.
O país está quebrado, do dólar a R$ 4,15, o caixa furando e nenhum ministério vai ter verba para investir. O que conta são os cargos. Joaquim Levy não vai dar dinheiro para fazer gracinha. Mas para o “deputado-ministro” isso é o bastante. Até porque nenhum deles vai se meter a roubar depois da Lava Jato.
E aí, para terminar, tem uma coisa que é fundamento nesse jogo. Tudo depende da Lava Jato. Inclusive, para Eduardo Cunha, Renan Calheiros, Michel Temer e Dilma Rousseff.
Se a Lava a Jato não trouxer fatos novos, podemos estar diante de uma sobrevida de Dilma. Para desespero do PSDB que, mais uma vez, apostou no sangramento do um presidente e vai ficar olhando a história passar coma chegada do SAMU, ou melhor o PMDB.
Mas o que esperar de um partido cujo presidente que, governando Minas Gerais, comprava pão e leite todo fim de semana no Rio de Janeiro? Depois das 124 viagens de jato privado que Aécio fez como governador de Minas ela vai ser presidente de onde?
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