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Rejeitado projeto que vedava totalmente exigência de passaporte vacinal em Afogados

Por Nill Júnior

O projeto do vereador Edson Henrique (PTB) não conseguiu emplacar o projeto que vedava ao poder pública exigência de comprovação para acesso a estabelecimentos públicos e privados.

Pelo projeto, ficariam desobrigados os cidadãos em Afogados de apresentar passaporte sanitário, carteira, comprovante de vacinação ou qualquer ou qualquer outro documento físico ou digital que tenha por objetivo a comprovação da vacinação.

Também ficariam proibidos “discriminação e o tratamento diferenciado ou constrangedor de qualquer natureza a qualquer pessoa que, fazendo uso das liberdades individuais, aja para garantir a preservação da sua integridade física, moral ou intelectual.

Apenas o vereador Toinho da Ponte seguiu o proponente.

Os vereadores governistas alegaram ao rejeitar que o projeto estimulava a não vacinação em época pandêmica, e que o município não pode relaxar regras em relação ao que está vigente no estado. Além disso, o passaporte tem uma exigência específica.

Continua obrigatório no transporte público, nas escolas até o ensino médio e nas unidades de saúde, como hospitais, clínicas e farmácias (a obrigatoriedade permanece nas escolas por conta da baixa cobertura vacinal e do perigo de outras doenças respiratórias, tão comuns nesta época do ano).

Outras Notícias

Casas Bahia negocia alternativas para reforçar caixa, mas nega financiamento de R$ 1 bilhão

O Grupo Casas Bahia informou que mantém negociações com agentes do mercado em busca de alternativas para reforçar sua situação financeira, mas afirmou que, até o momento, não há nenhuma operação de financiamento contratada ou aprovada. A manifestação foi apresentada em resposta a um questionamento da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) após a publicação de […]

O Grupo Casas Bahia informou que mantém negociações com agentes do mercado em busca de alternativas para reforçar sua situação financeira, mas afirmou que, até o momento, não há nenhuma operação de financiamento contratada ou aprovada.

A manifestação foi apresentada em resposta a um questionamento da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) após a publicação de informações sobre uma possível negociação de financiamento DIP de até R$ 1 bilhão.

Segundo a companhia, ainda não há definição sobre valor, prazo ou instituição que poderia participar de uma eventual operação.

O posicionamento ocorre depois de a Casas Bahia ter apresentado, no último domingo (16), pedido de recuperação judicial. Desde então, a varejista avalia medidas para renegociar prazos de pagamento e ampliar a disponibilidade de recursos em caixa.

Entre as alternativas estudadas estão mecanismos de transação tributária e a liberação de valores que estão depositados judicialmente. A empresa ressalta, porém, que essas possibilidades ainda estão em avaliação e não há garantia de que serão adotadas.

A petição apresentada no processo de recuperação judicial também menciona a possibilidade de levantamento de depósitos trabalhistas.

Redução de custos e estoques

A Casas Bahia informou ainda que já vinha adotando medidas para reduzir despesas e melhorar o fluxo de caixa.

De acordo com os resultados divulgados pela empresa, o fluxo de caixa livre chegou a R$ 800 milhões, enquanto os estoques tiveram redução de R$ 1,15 bilhão no segundo trimestre.

A companhia também anunciou o fechamento de unidades consideradas menos rentáveis, redução dos investimentos e ajustes em sua estrutura de custos, incluindo mudanças no quadro de funcionários e nas despesas operacionais.

Por serem medidas recentes, a empresa afirma que ainda não é possível calcular com precisão quanto será economizado com essas iniciativas.

Em sua manifestação, a Casas Bahia reforçou que não existe, até o momento, operação de obtenção de recursos — por meio de financiamento DIP ou outra modalidade — formalmente contratada ou aprovada. Também não há uma renegociação de dívidas já definida.

Fonte: Diario de Pernambuco
Foto: Divulgação

Márcia reconhece cobranças e anuncia melhoria em praças

A prefeita de Serra Talhada,  Márcia Conrado (PT) postou em uma rede social que sua gestão vai focar na melhoria das praças. “Vamos melhorar ainda mais nossa estrutura, reformando praças pela cidade “, disse ao lado do Secretário Cristiano Menezes. Coincidência ou não,  a melhoria das praças dos bairros da cidade foi um dos três […]

A prefeita de Serra Talhada,  Márcia Conrado (PT) postou em uma rede social que sua gestão vai focar na melhoria das praças.

“Vamos melhorar ainda mais nossa estrutura, reformando praças pela cidade “, disse ao lado do Secretário Cristiano Menezes.

Coincidência ou não,  a melhoria das praças dos bairros da cidade foi um dos três temas mais cobrados na pesquisa do programa Revista da Cultura do último sábado.

O programa quis saber o que ia bem nos primeiros 150 dias de gestão e o que precisava melhorar.

Saúde foi o tema mais citado na necessidade de maior resolutividade na atenção básica e quando há necessidade de realização de exames, por exemplo. Alguns ouvintes cobraram acesso a medicação.

Na sequência,  obras de infraestrutura, com destaque para obras de calçamento e asfaltamento, além da melhoria de praças em bairros da cidade, já que as da área central como Agamenon Magalhães e Barão do Pajeú foram requalificadas.

Maioria de pacientes graves é da região, diz Diretora do Eduardo Campos

Unidade tem atuado no limite. Patrícia Queiroz afirma ainda que há pacientes cada vez mais graves e mais jovens. Existe possibilidade de abertura de mais dez leitos. A Diretora do Hospital Eduardo Campos, Patrícia Queiroz, disse ao programa Revista da Cultura que dos pacientes internados na unidade, a maioria é da III Macro região, desmistificando […]

Unidade tem atuado no limite. Patrícia Queiroz afirma ainda que há pacientes cada vez mais graves e mais jovens. Existe possibilidade de abertura de mais dez leitos.

A Diretora do Hospital Eduardo Campos, Patrícia Queiroz, disse ao programa Revista da Cultura que dos pacientes internados na unidade, a maioria é da III Macro região, desmistificando falas que indicavam que havia um grande número de outras áreas do estado.

“Nunca tivemos tantos leitos de UTI no Estado. Há um ano começávamos a nos preparar com leitos de enfermaria. Inauguramos a UTI em 25 de julho. Já estamos em março e com essa situação. E o pior, os casos cada vez mais graves, com maior tempo de ocupação e mais jovens”.

Ela revelou que nos próximos dias, caso haja uma evolução maior, uma nova ala de UTI com mais dez leitos deverá ser aberta. Assim, chegarão a 70 leitos. Somados aos 30 do Emília Câmara (dez abertos hoje) e dez do Hospam, poderemos chegar a 110 leitos disponíveis na região.

Sobre o trabalho da equipe, Queiroz disse ser notória a exaustão da equipe. “Há o cansaço,  a sobrecarga, a tensão. É um sofrimento quando perde um paciente. Ninguém sai de casa pra ficar doze  horas fora pra querer perder um paciente”.

Gilson Bento lidera cenários em Brejinho, diz Múltipla

O Instituto Múltipla aferiu como está a preferência do eleitor a um ano da eleição municipal. A pesquisa ouviu 220 entrevistados e analisou alguns cenários na cidade. A primeira constatação é a de que o prefeito Gilson Bento tem uma posição no momento de vantagem em relação aos principais opositores, inclusive o mais forte deles, […]

O Instituto Múltipla aferiu como está a preferência do eleitor a um ano da eleição municipal. A pesquisa ouviu 220 entrevistados e analisou alguns cenários na cidade.

A primeira constatação é a de que o prefeito Gilson Bento tem uma posição no momento de vantagem em relação aos principais opositores, inclusive o mais forte deles, o filho do ex-prefeito Ze Vanderlei, Túlio Carvalho.

Na simulação em que estão Gilson e Túlio, o prefeito lidera os levantamentos com 62,7% contra 20,9% de Túlio. Brancos e nulos somam 2,7%, indecisos são 12,3%. Não opinaram 1,4%.

Quando o vereador Chico Dudu é incluído no levantamento, Gilson tem 60,5% contra 17,7% de Tulio Carvalho e 1,8% de Chico Dudu. Brancos e nulos somam 3,6%. Indecisos são 14,1%. Não opinaram 2,3%.

Outro indicativo: o Múltipla perguntou se Gilson Bento merece ser reeleito. Para 78,6% ele merece um segundo governo, contra 11,4% que dizem não merecer e 10% que não opinaram.

Avaliação de gestão

O Múltipla também quis  aferir a avaliação da gestão Gilson Bento. Quando perguntou se a população aprova ou não a gestão, 85,5% disseram aprovar, 9,1% afirmaram desaprovar e 5,5% não opinaram.

Ao classificar a gestão, 37,7% disseram ser ótima, 45,9% dizem ser boa, 10% afirmam ser regular. Classificam como ruim 1,4%, péssimo 3,6% e não opinaram 1,4%.

Lula e Raquel

A governadora Raquel Lyra também foi avaliada: para 33,2% seu governo é regular. Consideram a gestão boa, 15,9% contra 1,8% que dizem ser ótima. Acham o governo ruim 13,6% e péssimo, 12,3%. Nesse cenário, 23,2% não opinaram.

Já o governo Lula é bom para 46,8%, ótimo para 16,4%, regular para 19,1%, ruim para 3,2% e péssimo para 8,6%. Não opinaram 5,9%.

Segundo médico João Veiga, HREC servirá de modelo para o demais regionais

“Trâmites administrativos estão separando a OS – Hospital do Tricentenário que apresentou a melhor proposta, de assumir o comando do Hospital Regional Emília Câmara em Afogados da Ingazeira”. A Informação foi passada pelo médico João Veiga durante entrevista a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM. Ele disse acreditar que até o mês de setembro a mudança […]

“Trâmites administrativos estão separando a OS – Hospital do Tricentenário que apresentou a melhor proposta, de assumir o comando do Hospital Regional Emília Câmara em Afogados da Ingazeira”.

A Informação foi passada pelo médico João Veiga durante entrevista a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM.

Ele disse acreditar que até o mês de setembro a mudança irá ocorrer. “Dentro de um compromisso com a população a decisão do Governador Paulo Câmara é equalizar os problemas do Regional de Afogados. O doente será tratado com decência. Médico não poderá sublocar o plantão e assim como os demais servidores terá que respeitar o horário integral. Decisão do governo é que o Emília Câmara seja modelo para os demais regionais”.

Questionado sobre possíveis mudanças na equipe, Veiga usou como exemplo o Hospital de Arcoverde agora comandado pela OS Hospital Tricentenário onde 99% de médicos e funcionários foram mantidos. “Quem não gosta de cobrança de horário é devolvido a Gerencia Regional de Saúde. É melhor dizer que não tem médico do que dizer que tem, e ele não chegou”.  E continuou: “O propósito é fazer os 66 leitos funcionarem. Maternidade atuar 24 horas. Incorporar mais tecnologia”.

Perguntado se vai assumir o comando do Hospital de Afogados, o tabirense João Veiga disse que dirigirá o Pronto Atendimento e a maternidade da unidade. Provocado a falar sobre recursos, ele assegurou que o estado não deve nada ao Tricentenário e os repasses pactuados com unidades em Arcoverde, Vitória, UPAE de Afogados e tantas outras estão em dia.

Política: Pra fechar a entrevista, saindo do tema, ao ser abordado se num possível segundo turno entre Lula ou Bolsonaro, com quem ficaria? João Veiga não titubeou. “Bolsonaro nos deixa dúvidas. Lula é certeza. Certeza que é um mentecapto (alienado, louco, idiota). Lula é um bandido. Então eu prefiro a dúvida”, completou João Veiga.