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Atrás na apuração por menos de 2.000 votos, Roberto Sánchez pede recontagem ‘de todas as atas que a legislação permita’ no Peru

Por Nill Júnior

Roberto Sánchez, candidato à Presidência do Peru, pediu nesta sexta-feira (12) a “recontagem em todas as atas que a legislação permita revisar” devido à pequena diferença de votos entre ele e sua opositora, Keiko Fujimori.

Com 98,271% das urnas apuradas, Keiko Fujimori lidera a corrida presidencial com 50,004% dos votos, ou apenas 1.616 votos.

Sánchez pediu que a sua adversária se junte a ele no pedido de recontagem.

“Diante da extrema estreiteza do resultado eleitoral, quero formular publicamente um convite a Keiko Fujimori para nos reunirmos o mais breve possível e atuarmos conjuntamente em defesa da transparência e da confiança cidadã”, disse o deputado, em uma mensagem publicada na rede social X. “A diferença atual é tão reduzida que o Peru merece que não fique nenhuma dúvida sobre a vontade expressa nas urnas.”

Segundo o site oficial da contagem de votos, apenas 9 urnas estão pendentes de apuração, e outras 1.595 estão marcadas como “para envio ao JJE”. O JJE (urado Eleitoral Especial) é o órgão máximo da eleição peruana, equivalent ao TSE no Brasil.

O envio pode sinalizar inconsistências ou possíveis erros na apuração da ata. No país, o voto é feito em cédulas de papel e colocado na urna. Cada mesa de votação, por sua vez, gera uma ata.

Outras Notícias

Baixas temperaturas e chuvas fracas a moderadas registradas no Pajeú

As temperaturas caíram como costuma acontecer neste mês de julho. No fim de semana, Os pajeuzeiros surpreenderam-se com as quedas nas temperaturas. Em algumas áreas na zona rural da região, puderam ser vistas belas imagens de névoa cobrindo serras importantes e áreas rurais de nossos municípios. A mínima em algumas áreas beirou os 15 graus, […]

Zona rural de Itapetim. Foto: Blog de Marcelo Patriota
Zona rural de Itapetim. Foto: Blog de Marcelo Patriota

As temperaturas caíram como costuma acontecer neste mês de julho. No fim de semana, Os pajeuzeiros surpreenderam-se com as quedas nas temperaturas.

Em algumas áreas na zona rural da região, puderam ser vistas belas imagens de névoa cobrindo serras importantes e áreas rurais de nossos municípios.

A mínima em algumas áreas beirou os 15 graus, muito frio para os padrões sertanejos.

Serra da Matinha. foto: Blog de Marcelo Patriota
Serra da Matinha. foto: Blog de Marcelo Patriota

As baixas temperaturas dessa vez vieram acompanhadas de chuvas em algumas cidades. Em Itapetim foram 23 milímetros. Também choveu em São.José do Egito (16 mm), em Tuparetama (10 mm), Brejinho, Afogados da Ingazeira e Carnaíba (27 mm).

Segundo a Compesa, o reservatório de Rosário registrou pequeno aumento no volume, nada que mude a situação de colapso no abastecimento. A luta é para conseguir abastecer Iguaraci, Tuparetama, Ingazeira, Jabitacá e São José do Egito até a conclusão de uma adutora que vai aproveitara a água da Adutora do Pajeú.

Ministério Público pede que TCU investigue governo Bolsonaro por omissão na área ambiental

Requerimento se baseia em carta enviada por um grupo de companhias e organizações empresariais a Mourão Mônica Bergamo/Folha de São Paulo O Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (MPTCU) encaminhou uma representação solicitando investigação sobre a omissão do governo Bolsonaro quanto ao dever de promover políticas de proteção ao meio ambiente. O […]

Requerimento se baseia em carta enviada por um grupo de companhias e organizações empresariais a Mourão

Mônica Bergamo/Folha de São Paulo

O Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (MPTCU) encaminhou uma representação solicitando investigação sobre a omissão do governo Bolsonaro quanto ao dever de promover políticas de proteção ao meio ambiente.

O pedido de investigação se baseia em carta enviada nesta semana por um grupo de 36 companhias e quatro organizações empresariais à Vice-Presidência da República e ao Conselho Nacional da Amazônia Legal, presidido pelo vice-presidente Hamilton Mourão, a qual pede o combate “inflexível e abrangente” ao desmatamento ilegal na Amazônia e demais biomas brasileiros.

No documento, as empresas demonstram preocupação com a atual percepção negativa da imagem do Brasil no exterior, devido às questões socioambientais.

Segundo o subprocurador-geral Lucas Rocha Furtado, responsável pela representação junto ao TCU, a carta dos empresários pode ser lida como mais uma advertência acerca do “imobilismo do governo”.

“O governo, de um lado, afrouxa a fiscalização, e de outro, pressiona a destruição da natureza do Brasil mediante o desinteresse por políticas que promovam o desenvolvimento econômico sustentável das populações que interagem com a floresta e os demais biomas brasileiros”, afirma Furtado na representação.

“Compete ao TCU, sobretudo, monitorar a situação de modo a impedir o governo, que, como é público e notório, tem sido omisso no seu dever de promover políticas ambientais, econômicas e sociais de preservação da Amazônia e de outros biomas, de pôr a perder a oferta de particulares ora em evidência no sentido da celebração de parcerias com o poder público”, diz a denúncia.

Em abril deste ano, Salles defendeu em reunião ministerial que o governo federal aproveite a crise sanitária do novo coronavírus para aprovar reformas infralegais, incluindo alterações ambientais.

As declarações do ministro foram registradas em vídeo do encontro gravado pelo Palácio do Planalto e cujo conteúdo foi disponibilizado pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Celso de Mello.

Em seu discurso, Salles ressaltou que é hora da edição de medidas de desregulamentação e simplificação, uma vez que os veículos de imprensa estão, neste momento, concentrados no combate à pandemia de Covid-19.

“Precisa ter um esforço nosso aqui enquanto estamos nesse momento de tranquilidade no aspecto de cobertura de imprensa, porque só fala de Covid, e ir passando a boiada e mudando todo o regramento e simplificando normas”, disse.

Crime brutal choca Tabira: menino de dois anos é encontrado morto com sinais de tortura e abuso

A cidade de Tabira foi palco de um crime brutal neste domingo (16), quando o menino Artur Ramos Nascimento, de apenas dois anos, foi encontrado morto em circunstâncias chocantes no bairro João Cordeiro. O caso gerou grande comoção e mobiliza as autoridades na busca pelos responsáveis. De acordo com informações repassadas pelo comunicador Júnior Alves […]

A cidade de Tabira foi palco de um crime brutal neste domingo (16), quando o menino Artur Ramos Nascimento, de apenas dois anos, foi encontrado morto em circunstâncias chocantes no bairro João Cordeiro. O caso gerou grande comoção e mobiliza as autoridades na busca pelos responsáveis.

De acordo com informações repassadas pelo comunicador Júnior Alves ao programa Rádio Vivo, da Rádio Pajeú, a suspeita inicial é de que a criança tenha sido violentada e torturada antes de ser morta. O corpo de Artur foi encontrado por uma vizinha, que estranhou a imobilidade do menino e, ao se aproximar, percebeu que ele já estava sem vida. Em desespero, ela pediu ajuda e levou a criança ao hospital de Tabira, onde o óbito foi confirmado.

No hospital, profissionais de saúde relataram que Artur apresentava lesões nas partes íntimas, cortes na testa e no queixo, além da suspeita de um braço quebrado. A gravidade dos ferimentos chocou os médicos e enfermeiros que atenderam o caso. O corpo foi encaminhado ao Instituto de Medicina Legal (IML) para exames complementares.

A mãe da criança, Giovana, que estava viajando no momento do crime, declarou ao blog de Júnior Campos que a responsabilidade seria da pessoa que cuidava do menino. Segundo ela, o crime foi premeditado. O nome dessa pessoa não foi oficialmente divulgado pelas autoridades.

A Polícia Civil investiga o caso e, até o momento, não divulgou informações sobre os suspeitos. Há especulações de que um casal teria fugido após o crime, mas as autoridades ainda apuram os fatos.

Outro ponto que chamou atenção é que Artur já havia sido atendido pelo Conselho Tutelar em outras ocasiões. Segundo um conselheiro ouvido por Júnior Alves, a criança chegou a ser encontrada sozinha em um terreno baldio, o que indicava uma situação de vulnerabilidade.

O crime gerou revolta na população, que cobra respostas rápidas das autoridades. A comoção também tomou conta das redes sociais, onde moradores de Tabira lamentam a tragédia e pedem justiça.

A polícia segue com as investigações e deve se pronunciar nos próximos dias sobre a autoria e as circunstâncias do crime.

João Campos recebe apoio de Joaquim Neto e se fortalece em reduto de Raquel

O candidato a governador João Campos (PSB) anunciou o apoio de Joaquim Neto (PSDB), prefeito de Gravatá por três mandatos. Ele deixa o palanque da governadora e fortalece o projeto do conjunto político de João Campos no Agreste. Joaquim Neto foi um dos principais apoiadores da governadora nas eleições de 2022, chegou a presidir o […]

O candidato a governador João Campos (PSB) anunciou o apoio de Joaquim Neto (PSDB), prefeito de Gravatá por três mandatos. Ele deixa o palanque da governadora e fortalece o projeto do conjunto político de João Campos no Agreste.

Joaquim Neto foi um dos principais apoiadores da governadora nas eleições de 2022, chegou a presidir o Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA) no ano seguinte e concorreu às eleições para prefeito em 2024 no partido que era o de Raquel, o PSDB.

João Campos celebrou o apoio de Joaquim Neto, que adere à campanha majoritária e, nos últimos dias, já havia reforçado a parceria eleitoral com outros dois nomes do PSB – Lucas Ramos, candidato à reeleição como deputado federal, e Bruno Marques, candidato a deputado estadual.

“A gente se prepara para começar a campanha eleitoral desse jeito, reunindo um time que só faz crescer. É muito bom poder contar com Joaquim Neto, com sua trajetória, e reafirmar o nosso compromisso com Gravatá e todo o Agreste”, declarou o candidato a governador.

Imagens impressionantes mostram grande explosão no Líbano

G1 Uma explosão aconteceu numa região portuária de Beirute, no Líbano, nesta terça-feira (4). Imagens mostram uma grande coluna de fumaça sobre a cidade. Há ao menos dez mortos, informou a agência Reuters, que ouviu fontes médicas e de segurança do país. Ainda não há detalhes sobre a quantidade de feridos ou qual seria a causa […]

G1

Uma explosão aconteceu numa região portuária de Beirute, no Líbano, nesta terça-feira (4). Imagens mostram uma grande coluna de fumaça sobre a cidade.

Há ao menos dez mortos, informou a agência Reuters, que ouviu fontes médicas e de segurança do país.

Ainda não há detalhes sobre a quantidade de feridos ou qual seria a causa da explosão. Apesar de o país já ter sido alvo de terroristas e viver período de instabilidade política, não há evidência ainda de que se trate de um atentado terrorista.

Um fotógrafo da agência Associated Press perto do porto de Beirute viu pessoas feridas no chão e uma destruição generalizada no local.

O chefe de segurança interna do Líbano, Abbas Ibrahim, disse que a explosão, na região portuária do Líbano, aconteceu numa seção que armazena materiais que podem ser altamente explosivos, e não explosivos em si.

Em uma entrevista televisionada, ele não quis especular sobre a causa da explosão.

Hamad Hasan, o ministro da Saúde, afirmou a uma rede de TV que há um “alto número de feridos” e que os danos são grandes.

O Líbano vive um período de instabilidade política. No fim do ano passado, o primeiro-ministro Saad Al-Hariri renunciou. O país viveu um período com um vácuo de poder, até que Hassan Diab assumiu e anunciou a formação de um novo governo em janeiro. O gabinete foi anunciado em meio a uma série de protestos que derrubaram.

Nesta sexta-feira (7), um tribunal apoiado pela ONU deve divulgar seu veredito no julgamento contra quatro homens acusados de terem participado do assassinato do ex-primeiro-ministro libanês Rafic Hariri em 2005, uma etapa fundamental em um longo processo no qual os suspeitos continuam em liberdade.

Veja imagens: