Professores cruzam braços contra decisão da gestão Sávio Torres
Por Nill Júnior
Professores filiados ao SINTET, Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Tuparetama, paralisaram as atividades nesta sexta, como forma de protestar contra a gestão Sávio Torres.
A crítica de que a gestão instituiu uma comissão pra atualizar o PCCV, o Plano de Cargos e Carreiras do município. Ocorre que depois de tudo pronto, segundo a categoria, Sávio disse que na gestão dele não enviaria para a Câmara votar.
É com essa atualização que o caso da licença para as professoras, que gerou tanto debate, seria resolvido. Então o sindicato em assembleia decidiu pela paralisação.
Dentre as escolas que paralisaram atividades, Anchieta Torres (Santa Rota), Francisco Chaves Perazzo (Bairro Santa Cecília), Zeferino Pessoa (São João) e Padre Adelmo (Santa Cecília).
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou parecer favorável à tramitação da PEC 287/2016 que estabelece a Reforma da Previdência. Ao analisar os itens da proposta, o Deputado Kaio Maniçoba se pronunciou questionando seu teor em nota ao blog. “Vi que em vários pontos a população sairá perdendo. Acho que […]
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou parecer favorável à tramitação da PEC 287/2016 que estabelece a Reforma da Previdência. Ao analisar os itens da proposta, o Deputado Kaio Maniçoba se pronunciou questionando seu teor em nota ao blog.
“Vi que em vários pontos a população sairá perdendo. Acho que é preciso mudar algumas coisas no atual sistema, mas sou contra a este formato apresentado”, afirmou.
Acrescenta: “Esta PEC aponta para mais ataques aos direitos dos trabalhadores e aposentados. E nós não podemos aceitar que seja aprovada esta proposta sem que uma grande e ampla discussão sobre todos os seus pontos seja feita”.
Segundo o parlamentar, o aumento da idade mínima para se aposentar, a igualdade de idade entre homens e mulheres, a redução dos valores dos benefícios e até a supressão de aposentadorias estão neste pacote de medidas descabíeis, que por conta de uma gestão repleta de erros poderá acarretar prejuízos graves para os brasileiros.
“Não podemos esquecer também a questão dos agricultores rurais, que na atual previdência são considerados segurados especiais, onde podem se aposentar por idade (60 anos homens e 55, mulheres), bastando apenas à comprovação da atividade no campo. Nesse ponto, o governo quer que esses trabalhadores passem a contribuir para o regime, com alíquota semelhante à do Microempreendedor Individual (MEI), de 5%, e assim, a idade subirá para 65 anos”.
E conclui: “Precisamos frear alguns pontos desta reforma proposta pelo governo. Especialmente nos itens que atingem a população mais pobre. E para isso, vocês tenham certeza que podem contar comigo. Estou atento e batalhando para que todos os trabalhadores continuem tendo os seus direitos garantidos’.
Da Agência Brasil A Advocacia-Geral da União (AGU) recorreu hoje (21) ao Supremo Tribunal Federal (STF) para cassar as duas decisões do ministro Gilmar Mendes que suspenderam a posse do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no chefia da Casa Civil da Presidência da República. No recurso, a AGU sustenta que não há impedimentos legais […]
A Advocacia-Geral da União (AGU) recorreu hoje (21) ao Supremo Tribunal Federal (STF) para cassar as duas decisões do ministro Gilmar Mendes que suspenderam a posse do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no chefia da Casa Civil da Presidência da República. No recurso, a AGU sustenta que não há impedimentos legais para que Lula exerça o cargo de ministro.
Para a AGU, Lula não tem nenhuma restrição legal e pode cumprir suas funções na Casa Civil. “Restam igualmente presentes os requisitos constitucionais gerais para o preenchimento do posto de ministro de Estado. Também não está impedido de exercer cargos públicos, na medida em que não se encontra condenado em qualquer instância, muito menos despido de seus direitos políticos”, argumenta a Advocacia da União.
A AGU pede urgência na decisão por causa do recesso do Judiciário, que começa quarta-feira (23). Devido ao feriado da Semana Santa, o Supremo não terá sessões nas duas turmas e no plenário nesta semana. De acordo com a Lei 5.010/1966, norma que organizou a Justiça Federal (JF), é feriado na JF e nos tribunais superiores da quarta-feira da Semana Santa até o domingo de Páscoa.
A AGU também recorreu ao Supremo para suspender a decisão do juiz federal Sérgio Moro, que autorizou a divulgação de conversas telefônicas entre o ex-presidente Lula e a presidenta Dilma Rousseff. Para o órgão, Moro não tem competência para analisar a prova. A reclamação será relatada pelo ministro Teori Zavascki.
No recurso, a AGU sustenta que Moro usurpou a competência do Supremo ao decidir retirar o sigilo da conversa, que envolve a presidenta da República. “Decisão de divulgar as conversas da presidenta – ainda que encontradas fortuitamente na interceptação – não poderia ter sido prolatada em primeiro grau de jurisdição, por vício de incompetência absoluta. Em vez de decidir, deveria o magistrado ter encaminhado o material colhido para o exame detido do tribunal competente (juízo natural), e não divulgá-lo, possibilitando a exposição na mídia”, sustenta o órgão.
Antes de a AGU protocolar o recurso para anular a decisão de Sérgio Moro, o juiz enviou ao Supremo as interceptações telefônicas nas quais o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva conversa com a presidenta Dilma Rousseff e com o então chefe da Casa Civil, e hoje ministro do gabinete pessoal da presidenta, Jaques Wagner.
A primeira-dama, Michelle Bolsonaro quer a música “Micheque”, de autoria da banda de rock Detonautas, fora do ar. A canção faz alusão satírica aos depósitos de cheques no valor de R$ 89 mil que teriam sido feitos por Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), investigado por um esquema de “rachadinha” e sua mulher. Na […]
A primeira-dama, Michelle Bolsonaro quer a música “Micheque”, de autoria da banda de rock Detonautas, fora do ar.
A canção faz alusão satírica aos depósitos de cheques no valor de R$ 89 mil que teriam sido feitos por Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), investigado por um esquema de “rachadinha” e sua mulher.
Na última quinta-feira (24), Michelle prestou queixa na Delegacia de Crimes Eletrônicos do Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC) em São Paulo alegando ser vítima de ofensa, injúria, calúnia e difamação.
O requerimento é para que a obra seja retirada das plataformas digitais e seja proibida de ser executada em lugares públicos ou privados.
A composição é do vocalista dos Detonautas, Tico Santa Cruz, e tem participação especial de Marcelo Adnet. No começo da canção, o humorista imita a voz do presidente em referência à frase dita por ele a um jornalista ao ser questionado sobre Michelle e os cheques. “Minha vontade é encher tua boca na porrada, tá?”.
A letra gira em torno da questão e pergunta à primeira-dama a procedência do dinheiro.
Liberdade de expressão – o músico Tico Santa Cruz comentou a situação por meio das redes sociais neste sábado.
Segundo ele, a música representa o “desejo legítimo de manifestação da liberdade de expressão”. O artista conclui justificando que a letra da música não constitui calúnia ou difamação.
O Ministério da Educação (MEC) impôs, nesta segunda-feira (19), medidas cautelares para quatro faculdades de Pernambuco devido a irregularidades na oferta de ensino superior: a Faculdade Anchieta do Recife (FAR), a Faculdade de Saúde de Paulista (Fasupe) e os Institutos de Educação Superior de Pesqueira (Isep) e de Floresta (Isef). Assinado pelo secretário de Regulação […]
O ISEF Floresta é um dos citados na decisão do MEC
O Ministério da Educação (MEC) impôs, nesta segunda-feira (19), medidas cautelares para quatro faculdades de Pernambuco devido a irregularidades na oferta de ensino superior: a Faculdade Anchieta do Recife (FAR), a Faculdade de Saúde de Paulista (Fasupe) e os Institutos de Educação Superior de Pesqueira (Isep) e de Floresta (Isef).
Assinado pelo secretário de Regulação e Supervisão da Educação Superior do Ministério da Educação (MEC), Henrique Sartori, o texto, publicado no Diário Oficial da União, cita, ao todo, 27 instituições do país e tomou como base uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) instaurada na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) em junho de 2016, para investigar irregularidades em faculdades do estado.
De acordo com o despacho, há determinações para suspensão imediata da prática de “terceirização irregular da oferta de educação superior, sob quaisquer designações”, e de “eventuais procedimentos que levem ao aproveitamento irregular de estudos, incluindo cursos livres equivocadamente caracterizados como de extensão, ofertados por instituições credenciadas ou não para a oferta de educação superior”.
O MEC, no entanto, esclareceu, por meio de nota, que as atividades das faculdades não serão totalmente suspensas porque o processo de investigação das Instituições de Ensino Superior (IES) ainda está em andamento.
De acordo com o MEC, a atuação envolve irregularidades como a oferta de cursos fora do domicílio estabelecido nos autos autorizativos da Instituição de Ensino Superior (IES), estabelecimento de parcerias irregulares com entidades não credenciadas e registro de diplomas de cursos ofertados em circunstâncias irregulares.
Procurada pelo G1, a Faculdade Anchieta do Recife informou, através do diretor acadêmico Ivan Requena, que a instituição ainda não foi notificada oficialmente pelo MEC sobre a medida cautelar. Por telefone, o porta-voz da instituição informou que a direção da faculdade iria se reunir com o setor jurídico da instituição para estudar quais os procedimentos a serem adotados a partir da decisão. “Estamos surpresos, porque a faculdade obteve nota 3 no credenciamento feito pelo MEC em abril”, comentou.
Por meio de nota, a Faculdade de Saúde de Paulista informou, através do departamento jurídico, que todos os cursos oferecidos pela instituição têm autorização do MEC e da Secretaria de Educação de Pernambuco. A Fasupe informou, ainda, que não terceiriza serviços de educação, “pois conta com estrutura e pessoal próprio para oferecer seus cursos”. A instituição também alegou que esses fatores foram constatados pelos órgãos relacionados à educação durante o credenciamento, autorização e reconhecimento dos cursos.
A reportagem também procurou o Instituto Superior de Educação de Pesqueira, mas no momento da, a faculdade não tinha um porta-voz disponível para comentar o assunto. O G1 ainda tentou entrar em contato com o Instituto Superior de Educação de Floresta, mas a instituição não atendeu às ligações.
Blog do Magno Novo acionista majoritário do Diário de Pernambuco, o advogado Carlos Frederico Vital, 58 anos, negou, há pouco, em entrevista ao blog, que tenha qualquer vinculação política ou empresarial com o presidente nacional do PSL, deputado federal Luciano Bivar. Embora eleitor do presidente Bolsonaro, negou, igualmente, que tenha planos para mudar a linha […]
Novo acionista majoritário do Diário de Pernambuco, o advogado Carlos Frederico Vital, 58 anos, negou, há pouco, em entrevista ao blog, que tenha qualquer vinculação política ou empresarial com o presidente nacional do PSL, deputado federal Luciano Bivar. Embora eleitor do presidente Bolsonaro, negou, igualmente, que tenha planos para mudar a linha editorial do jornal, em defesa sistemática do Governo. “Faremos um jornalismo plural e imparcial, fiel à história do jornal mais antigo em circulação na América Latina”, afirmou.
Frederico negou que seja sócio da Vitarella, conforme foi ventilado também. Sobre seu perfil, explicou que advoga há mais de 30 anos, tem negócios no Rio de Janeiro (estacionamento) e uma locadora, vivendo na ponte aérea Recife-Rio. Ressaltou que, além de residência no Recife, tem também uma casa de campo em Gravatá, “cidade que adoro”, enfatizou. Quanto aos seus planos, disse que o primeiro é trazer de volta ao jornal o condômino afastado Joezil Barros.
“O Diário é um gigante adormecido e eu preciso de profissionais da grandeza e dimensão de Joezil Barros”, destacou. Frederico disse, ainda, que assumiu sozinho o novo empreendimento estimulado pela experiência no convívio com a imprensa esportiva, desde que foi diretor do Sport Club do Recife. “Minha única experiência no jornalismo vem dessa época, principalmente quando atuei na Associação dos Cronistas Desportivos de Pernambuco”, explicou.
Frederico se negou a revelar os valores da transação que tirou o DP das mãos do Grupo Rands, dos irmãos Alexandre e Maurício. “Não gostaria de antecipar números”, disse. Contrariando o que se ouve no mercado, o novo dirigente do jornal garantiu que não assume uma massa falida. “Assumo uma grife do jornalismo brasileiro, um orgulho da mídia nacional”, acrescentou. Ele garantiu que toma posse como presidente do Diário na próxima segunda-feira e que aguarda apenas a volta de Joezil dos Estados Unidos para fazer o convite formal da sua volta.
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