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Prefeitos da região acompanham Raquel Lyra em Iguaracy 

Por André Luis

Durante a visita da governadora Raquel Lyra (PSD) ao município de Iguaracy, nesta sexta-feira (1º), prefeitos de diversas cidades do Sertão do Pajeú e Moxotó estiveram presentes para prestigiar a agenda institucional e reforçar o alinhamento com o Governo de Pernambuco.

A comitiva contou com a presença de gestores municipais que têm mantido diálogo próximo com a governadora, fortalecendo a parceria entre o Estado e os municípios. Estiveram ao lado de Raquel Lyra, além do anfitrião Pedro Alves, os prefeitos Flávio Marques (Tabira), Delson Lustosa (Santa Terezinha), Gilberto Ribeiro (Flores), Doutor Ismael (Santa Cruz da Baixa Verde), Fredson Brito (São José do Egito), Diógenes Patriota (Tuparetama) e Messias do Dnocs (Custódia) — todos aliados da atual gestão estadual.

O prefeito Luciano Torres (Ingazeira) também participou do evento, não como aliado político direto, mas na condição de presidente do Cimpajeú (Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú), demonstrando a importância da pauta para toda a região.

A presença dos gestores ocorreu durante a entrega do sistema de abastecimento de água para mais de 200 famílias da zona rural de Iguaracy e a assinatura da ordem de serviço para o asfaltamento das primeiras 11 ruas do município. 

O encontro também serviu como espaço de articulação política e institucional, com foco na continuidade de investimentos em infraestrutura, saneamento e mobilidade urbana nos municípios do interior.

A governadora destacou a importância da parceria com os prefeitos para fazer o governo chegar na ponta:

“É com o apoio dos prefeitos e prefeitas que conseguimos transformar a realidade dos municípios. Estamos trabalhando juntos, com quem quer somar, para garantir mais dignidade e qualidade de vida para o povo de Pernambuco”, disse Raquel Lyra.

Outras Notícias

Serra: Zé Raimundo rompe com a base da prefeita Márcia Conrado

Durante a sessão da Câmara de Vereadores de Serra Talhada, nesta segunda-feira (9), o vereador Zé Raimundo anunciou seu rompimento com a base de apoio da prefeita Márcia Conrado. A decisão ocorreu após a definição da nova Mesa Diretora para o biênio 2025/2027. Em discurso marcado por tom de desabafo, Zé Raimundo enfatizou que sua […]

Durante a sessão da Câmara de Vereadores de Serra Talhada, nesta segunda-feira (9), o vereador Zé Raimundo anunciou seu rompimento com a base de apoio da prefeita Márcia Conrado.

A decisão ocorreu após a definição da nova Mesa Diretora para o biênio 2025/2027.

Em discurso marcado por tom de desabafo, Zé Raimundo enfatizou que sua saída não é motivada por questões políticas, mas pessoais. “Essa é uma decisão de homem. As pessoas precisam ser respeitadas, independente de poder”, afirmou, em referência ao que considerou falta de consideração em sua relação com o governo.

O parlamentar também criticou a condução de parte da gestão municipal e de seus colegas de legislativo. “Não critiquei o governo, mas fui contra mentes incompetentes que fazem parte dele. Aos vereadores que vivem na briga por votos, tenham cuidado com os fogos que soltam, até porque existem leis para isso”, disparou.

Zé Raimundo mencionou ainda que já estava ciente de reações imediatas à sua saída, como a retirada de cargos e benefícios. “Desde ontem, sei que muitos já correram da estrutura que eu tinha no governo. Mas lá em casa todos nós somos concursados, e tudo o que conquistei foi com suor e trabalho”, destacou.

Apesar do rompimento, o vereador afirmou que manterá o respeito pela prefeita. “Não espere de mim ataques ou ofensas. Não é do meu feitio vir aqui para esculhambar ou criticar o governo em coisas certas. Mas também não me calarei sobre os ajustes necessários”, finalizou.

Ordem de serviço para Teatro em Serra Talhada será assinada dia 16

O prefeito de Serra Talhada Luciano Duque (PT) assinará na quinta-feira da próxima semana, dia 16, às 16h30, a ordem de serviço para a construção do Teatro Municipal de Serra Talhada. O prédio ficará localizado na Avenida Adriano Duque, no Anel Viário, próximo ao Museu do Cangaço, onde funcionavam o antigo matadouro público e o […]

A cidade tem intensa atividade teatral, como com o grupo Cabras de Lampião

O prefeito de Serra Talhada Luciano Duque (PT) assinará na quinta-feira da próxima semana, dia 16, às 16h30, a ordem de serviço para a construção do Teatro Municipal de Serra Talhada.

O prédio ficará localizado na Avenida Adriano Duque, no Anel Viário, próximo ao Museu do Cangaço, onde funcionavam o antigo matadouro público e o almoxarifado.

O novo espaço de promoção cultural e de lazer terá uma área 328,92 metros, com hall de entrada, palco, camarim e banheiros, comportando cerca de 130 lugares.

Segundo Duque, serão investidos R$ 278.429,99. Desse total, R$ 250 mil serão de repasses federais e R$ 28.429,99 de contrapartida do município. O teatro municipal foi prometido por Duque ainda na primeira campanha a prefeito, em 2012. A empresa vencedora da licitação para tocar a obra foi a Natal Engenharia Ltda, do empresário Kênio Carvalho.

Lula na Bahia: “esse país não nasceu pra ser a merda que é”

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) descreveu, na manhã deste sábado (19), na Bahia, um cenário nebuloso para o país. “Este país tem jeito. Não nasceu para ser a merda que ele é. Este país é grande demais”, disparou, sem meias palavras. Ao lado do governador do Estado, Rui Costa (PT), e do […]

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) descreveu, na manhã deste sábado (19), na Bahia, um cenário nebuloso para o país. “Este país tem jeito. Não nasceu para ser a merda que ele é. Este país é grande demais”, disparou, sem meias palavras.

Ao lado do governador do Estado, Rui Costa (PT), e do ex-governador e ex-ministro Jaques Wagner (PT), Lula lamentava a situação financeira dos municípios diante de 60 prefeitos do Estado, além de deputados estaduais e federais.

Após a afirmação, Lula pediu desculpas pelos termos usados. Uma hora depois, para um público formado por militantes do Movimento dos Sem Terra (MST), Lula se comparou a um galo de briga. Após criticar a imprensa e chamar o empresariado de mal-agradecido, ele disse que seus opositores têm medo de sua eleição porque sabem “o que vai acontecer”.

No discurso, ele disse que tinha que poupar a voz para não chegar “cacarejando” nas cidades que compõem a caravana pelo Brasil. “Tenho que chegar como galo de briga. Falando grosso”, brincou. Ao falar “daqueles que resolveram infernizar” sua vida, Lula disse que não é como os políticos que colocam o rabo entre as pernas. “Sou temente a Deus. Não sou temente aos homens”, disse.

Dirigindo-se à plateia de trabalhadores rurais, ele afirmou que cuidará deles se eleito, porque sabe quem ficou ao seu lado. Presenteado com um chapéu de couro, usado pelos vaqueiros do Nordeste, afirmou: “Eu achava que sou corajoso. Agora com esse chapéu e jaleco, pode acreditar que vai acontecer muito mais coisa neste país”.

No Rio de Janeiro, Lewandowski anuncia criação de escritório emergencial de combate ao crime organizado

Comitiva do Governo Federal se reuniu com autoridades do governo fluminense, no Palácio da Guanabara O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, comunicou a criação de um escritório emergencial de combate ao crime organizado no estado do Rio de Janeiro. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (29), no Palácio da Guanabara, após reunião […]

Comitiva do Governo Federal se reuniu com autoridades do governo fluminense, no Palácio da Guanabara

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, comunicou a criação de um escritório emergencial de combate ao crime organizado no estado do Rio de Janeiro. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (29), no Palácio da Guanabara, após reunião com o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, e demais autoridades do governo fluminense.

De acordo com Lewandowski, o escritório emergencial facilitará o diálogo entre a União e o governo estadual desfazendo amarras burocráticas, além de unir os esforços das forças federais e estaduais de segurança pública para que a crise no Rio de Janeiro seja rapidamente superada. “Esse será um embrião do que queremos implementar nos estados com a PEC da Segurança Pública para enfrentar o flagelo que é a criminalidade organizada”, disse.

Dentro da estrutura emergencial criada, também atuarão o Comitê de Inteligência Financeira e Recuperação de Ativos (CIFRA), com foco na descapitalização das organizações criminosas, mediante inteligência financeira, recuperação de ativos e assessoramento especializado em investigações de lavagem de dinheiro, e a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO, uma estrutura de cooperação criada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) em parceria com órgãos estaduais e federais de segurança.

Segundo o ministro, o Governo Federal se colocou à disposição para apoiar a população do Rio de Janeiro neste momento de crise. “Nós vivemos em federalismo cooperativo. O problema de uma unidade federal é um problema de todos os estados membros”, afirmou.

Ricardo Lewandowski ainda ressaltou que colocou à disposição do Governo do estado do Rio de Janeiro as vagas necessárias para a transferência de lideranças de facções para presídios federais, aumento no efetivo da Força Nacional de Segurança Pública, de peritos criminais, a utilização de banco de dados de DNA, balística, entre outros. O ministro destacou ainda que a Polícia Federal vai intensificar as atividades de inteligência para a asfixia financeira do crime organizado.

Até o fim do ano, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) aumentará o efetivo no Rio de Janeiro em 50%, o que resulta em um total de 350 policiais a mais atuando no estado.

O governador do estado do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, afirmou que, durante o diálogo, as ofertas do Governo Federal foram prontamente aceitas. De acordo com Castro, as forças federais e estaduais terão ações 100% integradas. “Dentro das competências de cada órgão, vamos atuar para fazer uma segurança pública voltada ao cidadão, que é o grande motivo da atuação estatal”, afirmou.

WhatsApp precisa de mais controle, dizem especialistas da polícia e MP

Uol As frequentes brigas entre aplicativos como WhatsApp e a Justiça brasileira se resolveriam a partir da regulamentação desses serviços. Foi o que defenderam Augusto Rossini, procurador do Ministério Público de São Paulo, e José Mariano Araujo Filho, especialista em Investigação de Cibercrimes e Inteligência da Polícia Civil, durante o Security Leaders –evento de Segurança […]

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As frequentes brigas entre aplicativos como WhatsApp e a Justiça brasileira se resolveriam a partir da regulamentação desses serviços. Foi o que defenderam Augusto Rossini, procurador do Ministério Público de São Paulo, e José Mariano Araujo Filho, especialista em Investigação de Cibercrimes e Inteligência da Polícia Civil, durante o Security Leaders –evento de Segurança da Informação e Risco–, realizado em São Paulo.

“É preciso que se crie uma normativa clara, com a criação de uma agência que pudesse fiscalizar e regulamentar todos os aplicativos que queiram atuar no Brasil”, aponta Rossini, que diz que o Marco Civil da Internet é insuficiente. “Só assim o Brasil poderá exercer a sua soberania.” Segundo ele, o país poderia se inspirar na Espanha, que já adota modelo semelhante.

A ideia, como ele explica, não seria transformar o Brasil em uma China, que controla tudo que é acessado ou não por sua população. “Ainda assim temos que estabelecer diretrizes claras que obriguem os aplicativos a colaborar em casos especiais e mediante ordens judiciais. Quer operar no país? Então são obrigados a andar conforme as nossas regras, mas como elas não existem acabam fazendo o que bem entendem”, enfatiza Rossini.

Como acrescenta Araujo Filho, aplicativos como o WhatsApp têm sido usados pelas autoridades brasileiras basicamente para a produção de provas. “Uma situação que nos remete ao passado, quando se discutia a legalidade ou não dos grampos telefônicos”, compara ele, que ressalta a existência de uma distorção de valores quando se define o WhatsApp como um serviço essencial.

“Se por algum motivo comercial, o WhatsApp deixar de operar no Brasil, no segundo seguinte os consumidores terão a sua mão outras opções”, justifica o policial civil, que também defende a regulamentação dessas empresas como salvaguarda para a própria população brasileira.

Rossini, no entanto, reconhece as dificuldades para a aprovação de uma possível regulamentação dos aplicativos. “Falta conhecimento, estrutura e dinheiro do governo para que a medida seja colocada em prática”. Mas, como medida alternativa, o procurador sugere um ajustamento de conduta para que os aplicativos possam assumir as suas responsabilidades.

Tanto Rossini como Araujo Filho defenderam os pedidos de bloqueio do WhatsApp no país e alegaram que as sanções, previstas em lei, forçam a empresa a ser mais colaborativa com a Justiça brasileira. “Não se trata apenas de casinhos em São Bernardo e em Lagarto. Mas, sim, de impedir que criminosos atuem livremente em apps como o WhatsApp”, relata o policial civil, ao se referir às investigações policiais que resultaram no bloqueio do aplicativo no Brasil.