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Zeca e Priscila anunciam avanço da duplicação da BR-232 até Arcoverde

Por André Luis

Durante audiência pública sobre o Estudo e Relatório de Impacto Ambiental (EIA/RIMA) da duplicação da BR-232, realizada nesta terça-feira (10), em Arcoverde, foi destacado que, até 2023, não existia projeto estruturado para a continuidade da duplicação da rodovia após o município de São Caetano.

A informação foi apresentada pela vice-governadora de Pernambuco, Priscila Krause, ao explicar que o atual governo iniciou do zero a elaboração do projeto e o processo de licenciamento ambiental para viabilizar a obra que ligará o Agreste ao Sertão.

Segundo a vice-governadora, o último grande avanço na rodovia ocorreu há cerca de duas décadas, durante o governo de Jarbas Vasconcelos, quando foi executada a duplicação entre Recife e Caruaru. “Quando assumimos o governo, não havia estudo nem projeto para continuar a duplicação. Foi necessário começar do zero, estruturar o projeto e buscar os recursos para tornar essa obra possível”, afirmou. O plano prevê aproximadamente 264,9 quilômetros de duplicação, ligando São Caetano a Serra Talhada, com prioridade inicial para o trecho até Arcoverde.

Presente na audiência pública, o prefeito de Arcoverde, Zeca Cavalcanti, destacou a importância da duplicação para o desenvolvimento do interior do estado e para a mobilidade regional. “Durante muitas eleições se falou em duplicar a BR-232, mas nada avançava porque não existia projeto. A governadora Raquel Lyra teve a coragem de começar do zero e transformar essa promessa em realidade. Para Arcoverde, é uma notícia extraordinária, porque essa primeira etapa chega até a nossa cidade”, afirmou.

O Prefeito também ressaltou que a ampliação da rodovia tem potencial para impulsionar o crescimento econômico do interior. “Depois da duplicação até São Caetano, aquela região deu um salto econômico.

Agora Arcoverde e o Sertão entram nesse novo momento de desenvolvimento, com mais mobilidade, mais investimentos e mais oportunidades, graças à boa gestão da governadora Raquel Lyra para o nosso povo”, destacou.

Outras Notícias

Novo plano de cargos e carreiras da Polícia Militar é sancionado em Pernambuco

por Publicado por Raphael Guerra – JC On Line Sem palanque, nem anúncio oficial, o governador de Pernambuco, Paulo Câmara, decidiu sancionar lei complementar que garante um novo plano de cargos e carreiras para a Polícia Militar. As mudanças, publicadas no Diário Oficial dessa quinta-feira, atendem a pedido histórico da categoria. Vale lembrar que a […]

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por Publicado por Raphael Guerra – JC On Line

Sem palanque, nem anúncio oficial, o governador de Pernambuco, Paulo Câmara, decidiu sancionar lei complementar que garante um novo plano de cargos e carreiras para a Polícia Militar.

As mudanças, publicadas no Diário Oficial dessa quinta-feira, atendem a pedido histórico da categoria. Vale lembrar que a greve da PM, em maio de 2014, só chegou ao fim porque, entre outros pontos, o Governo do Estado, prometeu rever a lei de promoções dadas à corporação.

A lei complementar prevê que a partir de 2018 ficará assegurada a promoção automática dos policiais militares pelo critério de antiguidade decenal, contabilizada a partir da data de ingresso na corporação.

Acompanhe as principais mudanças, válidas a partir de 6 de março de 2018:

1 – Para aqueles que ingressaram na carreira de Praças: Graduação de Soldado, militar com menos de 10 anos; Graduação de Cabo, militar com 10 anos e menos de 20 anos; Graduação de 3º Sargento, militar com 20 anos e menos de 30 anos; Graduação de 2º Sargento, militar com 30 anos ou mais.

2 – Para aqueles que ingressaram na carreira de oficiais: Posto de 1º Tenente, militar com menos de 10 anos; Posto de Capitão, militar com 10 anos e menos de 20 anos; Posto de Major, militar com 20 anos e menos de 30 anos; Posto de Tenente Coronel, militar com 30 anos ou mais.

Corrupção sempre existiu, mas com o PT ela atingiu objetivo, diz FHC

Do Congresso em Foco Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo desta sexta-feira (25), o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso afirmou que o PT é um “partido necessário”. Ele também admitiu que a corrupção sempre fez parte do sistema político brasileiro, embora com o PT ela tenha atingido um outro patamar, na visão de FHC. […]

Ex-presidente voltou a criticar o PT
Ex-presidente voltou a criticar o PT

Do Congresso em Foco

Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo desta sexta-feira (25), o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso afirmou que o PT é um “partido necessário”. Ele também admitiu que a corrupção sempre fez parte do sistema político brasileiro, embora com o PT ela tenha atingido um outro patamar, na visão de FHC.

“Sempre houve corrupção e sempre haverá. Mas isso é um desvio pessoal de conduta. Aqui não é isso. É uma organização sob as bênçãos políticas, da corrupção, que afeta setores do Estado, Petrobras, Eletrobras e o que seja, que tira os recursos para pessoas e para partidos. Com objetivo político. Isso é novo. Isso é grave”, disse FHC à Folha.

Para o ex-presidente, o PT, mesmo com eventuais desvios de conduta, representa segmentos importantes da sociedade brasileira. “O PT é um partido importante, é um partido necessário, que canaliza setores da sociedade que precisam ser canalizados. Eu sou democrata, não tenho essa visão de que o PT tem que ser destruído”, disse.

“Pela lei, tudo que foi feito pelo PT [no esquema de corrupção da Petrobras] era motivo de cassação da legenda. Agora, eu seria contrário. Você tem que democratizar esses partidos. E eles avançaram muito no sentido da democracia na verdade, de aceitar o jogo. Então eu não tenho essa ilusão destrutiva”, acrescenta o ex-presidente.

Rejeição a Bolsonaro bate recorde, mas base se mantém, diz Datafolha

Antes rachado em três, Brasil tem polo contrário ao presidente com 43% e favorável, fixo em 33%. A rejeição ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) cresceu ao longo do mês passado, cristalizando uma polarização assimétrica na população em meio à crise sanitária, econômica e política pela qual passa o Brasil. Segundo pesquisa do Datafolha feita […]

Antes rachado em três, Brasil tem polo contrário ao presidente com 43% e favorável, fixo em 33%.

A rejeição ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) cresceu ao longo do mês passado, cristalizando uma polarização assimétrica na população em meio à crise sanitária, econômica e política pela qual passa o Brasil.

Segundo pesquisa do Datafolha feita na segunda (25) e na terça (26), já sob o impacto da divulgação do vídeo da reunião ministerial de 22 de abril, 43% dos brasileiros consideram o governo ruim ou péssimo. Recorde na gestão, esse número era de 38% no levantamento anterior, de 27 de abril.

Foram ouvidos 2.069 adultos, com margem de erro de dois pontos percentuais. A aprovação de Bolsonaro segue estável, os mesmos 33% nas duas aferições. Já aqueles que acham o governo regular, potenciais eleitores-pêndulo numa disputa polarizada, caíram de 26% para 22%.

Olhando a breve série histórica de Bolsonaro no poder, o Brasil deixou de estar partido em três partes iguais, como o Datafolha indicou ao longo de 2019, para caminhar a uma divisão em que o polo que rejeita o presidente é mais denso.

Tal radicalismo é bastante visível entre os mais ricos, aqueles que ganham mais de 10 salários mínimos. Se antes eles eram um esteio da aprovação do presidente, agora estão entre os que mais o rejeitam, com 49% de ruim ou péssimo.

No mesmo segmento, contudo, é alta sua aprovação: 42%. A fatia daqueles no meio do caminho, que acham Bolsonaro regular, míngua para 8%. Leia a íntegra da matéria na Folha de São Paulo.

Lula e Aécio homenageiam Eduardo Campos no Guia Eleitoral

A campanha eleitoral entrou nesta terça-feira (19) em uma nova etapa com o início do guia eleitoral de rádio e televisão. Na TV, a propaganda gratuita começou com o espaço do PSB, que fez uma homenagem ao ex-governador Eduardo Campos, candidato que faleceu na última quarta-feira em um acidente aéreo. O espaço mostrou cenas das […]

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A campanha eleitoral entrou nesta terça-feira (19) em uma nova etapa com o início do guia eleitoral de rádio e televisão. Na TV, a propaganda gratuita começou com o espaço do PSB, que fez uma homenagem ao ex-governador Eduardo Campos, candidato que faleceu na última quarta-feira em um acidente aéreo.

O espaço mostrou cenas das campanhas eleitorais de Eduardo de 2006 e 2010. Também foram mostradas cenas de Eduardo com Marina, que será oficializada nesta quarta (20) como a candidata do partido. A voz de Eduardo surgiu falando de seus ideais para governar o País, enquanto a música Anunciação, de Alceu Valença, tocava ao fundo. No final, uma homenagem às demais vítimas do acidente.

No seu espaço, Aécio Neves (PSDB) abriu o guia falando de Eduardo Campos. Falou que os dois se conheceram há 30 anos, nas lutas pelas Diretas, acompanhados de seus avós, Miguel Arraes e Tancredo Neves. Em seguida, Aécio se apresentou as linhas gerais do seu projeto.

O programa de Dilma Rousseff (PT) evidenciou os ganhos socais que as duas gestões do partido, além de abordar temas como entrega de casas populares, ensino técnico e avanços econômicos. O ex-presidente Lula esteve presente logo no primeiro guia, pedindo votos para a correligionária. O espaço da candidata do PT mostrou cenas da formatura do Pronatec, em maio.

No final, Lula falou sobre a morte de Eduardo Campos. Disse que tinha por ele um afeto de pai para filho. E repetiu a frase dita por Eduardo na véspera de sua morte.

Dos demais candidatos – José Eymael (PSDC) e Eduardo Jorge (PV), prestaram homenagens a Eduardo. Também iniciaram o guia eleitoral Ivan Pinheiro (PCB), Zé Maria (PSTU), Levi Fidelix (PRTB), Rui Costa Pimenta (PCO), Pastor Everaldo (PSC) e Luciana Genro (PSOL).

Em seguida, o espaço foi destinado aos candidatos a deputado federal. O programa começou com a Frente Popular. A maioria dos candidatos prestou homenagem a Eduardo Campos. O PSTU também mostrou seus candidatos. A coligação Pernambuco Vai Mais Longe também apresentou o seus postulantes. O guia proporcional encerrou com o PSOL, PMN e a coligação Juntos pelo Imposto Único, que dedicou o espaço a uma homenagem a Eduardo Campos.

Coronavírus: Marconi Santana diz que ajuda do governo federal não chegou

O prefeito de Flores, Marconi Santana, esteve na manhã desta quinta-feira (27), acompanhando os trabalhos de recuperação do Bairro Catolé e monitorando o nível de água do rio Pajeú. Logo pela manhã a Secretaria de Infraestrutura e Defesa Civil do município iniciaram os trabalhos de limpeza, recuperação e manutenção de toda extensão do bairro. “Nossa […]

O prefeito de Flores, Marconi Santana, esteve na manhã desta quinta-feira (27), acompanhando os trabalhos de recuperação do Bairro Catolé e monitorando o nível de água do rio Pajeú.

Logo pela manhã a Secretaria de Infraestrutura e Defesa Civil do município iniciaram os trabalhos de limpeza, recuperação e manutenção de toda extensão do bairro.

“Nossa primeira ação no dia de hoje foi verificar as áreas atingidas pelas fortes chuvas e verificar de perto, o nível de água do rio Pajeú. Quero aqui reforçar que estamos aplicando recursos do próprio tesouro municipal, para darmos respostas rápidas aos nossos munícipes, tanto na questão das ações realizadas pela Defesa Civil Municipal, como também, ao Plano Municipal de Contingencia ao Coronavírus”, disse o prefeito.

Falando à imprensa, Marconi Santana relatou, “que logo cedo colocamos toda equipe de infraestrutura para ajudar os moradores das ruas ribeirinhas ao Pajeú, e ainda estamos de prontidão, já que as chuvas ainda não cessaram em nossa região”.

COVID – 19

Preocupado com o número de óbitos provocados pela COVID – 19, em Pernambuco, Marconi falou do trabalho intensivo da Secretaria de Saúde, através da Chefia de Vigilância Sanitária, com apoio da Polícia Militar e ainda frisou que a ajuda do governo federal “não chegou”.

“O trabalho intenso de prevenção contra o avanço da COVID -19, o novo Coronavírus em Pernambuco, segue firme – tomamos decisões que podem ser até duras, mas que como objetivo maior salvar vidas. Como tenho dito sempre, não recebemos um tostão de ajuda do Governo Estadual ou Federal. Foi anunciando pelo Presidente cerca de R$ 85 bi, mas que até agora não chegou e se chegar vai ser para complemento do FPM, para os próximos meses, e, não para ações contra o Coronavírus”, explicou Marconi.

O gestor de Flores, ainda disse que vai garantir cestas básicas para os mototáxistas, para a população com doenças crônicas e “para quem não dispõe de nenhuma renda”.