População pode contribuir até o dia 16 com a atualização da Lei Orgânica de Serra Talhada
Por André Luis
A Câmara Municipal de Serra Talhada segue conduzindo o processo de atualização da Lei Orgânica do Município de Serra Talhada e reforça o convite para que instituições, entidades e a sociedade civil participem da construção do novo texto da legislação.
Após a realização da audiência pública, no dia 23 de fevereiro, que debateu o tema com representantes da comunidade, foi aberto um prazo de 15 dias úteis para que a população possa apresentar sugestões e contribuições para a proposta de atualização da Lei. Esse prazo se encerra no próximo dia 16.
A participação popular é considerada fundamental nesse processo, já que a Lei Orgânica é a principal norma que organiza o funcionamento do município, definindo regras sobre a administração pública, direitos dos cidadãos e responsabilidades do poder público.
Para facilitar o envio das contribuições, a Câmara disponibilizou um formulário online no site oficial da instituição https://drive.google.com/file/d/15zTplDklLZQG3TOCdmEDmfuswVvx-Zdq/view, onde qualquer cidadão, entidade ou representante de instituição pode registrar sugestões, propostas ou observações que possam contribuir com a construção do novo texto.
Segundo o Legislativo municipal, a iniciativa busca garantir transparência, participação democrática e fortalecimento das instituições, permitindo que a legislação esteja mais alinhada com as necessidades atuais da população de Serra Talhada.
Após o encerramento do prazo, todas as sugestões enviadas serão analisadas pela comissão responsável pelo processo de revisão da Lei Orgânica.
A Câmara reforça que a participação da população é essencial para garantir que o documento represente os interesses da sociedade e contribua para o desenvolvimento do município.
O Ministro da Defesa, Joaquim Silva e Luna, afirmou nesta sexta-feira (25) que as Forças Armadas atuarão de maneira “rápida” e “enérgica” para liberar as rodovias bloqueadas por caminhoneiros pelo país. Silva e Luna deu a declaração após se reunir com os comandantes de Exército, Marinha e Aeronáutica para definir a atuação dos militares. Mais […]
O Ministro da Defesa, Joaquim Silva e Luna, afirmou nesta sexta-feira (25) que as Forças Armadas atuarão de maneira “rápida” e “enérgica” para liberar as rodovias bloqueadas por caminhoneiros pelo país.
Silva e Luna deu a declaração após se reunir com os comandantes de Exército, Marinha e Aeronáutica para definir a atuação dos militares.
Mais cedo, nesta sexta, o presidente Michel Temer afirmou em pronunciamento no Palácio do Planalto que havia acionado as tropas federais para liberar as estradas onde há bloqueios.
“Estávamos em reunião […] planejando as operações que serão desencadeadas em seguida. Tão logo o presidente assine o decreto que autoriza o emprego das forças, será empregado. Uma ação rápida, integrada e de forma enérgica como deve ser o emprego de forças”, afirmou Silva e Luna.
Após a entrevista de Silva e Luna, o Ministério da Defesa divulgou nota na qual informou como as Forças Armadas atuarão:
Distribuição de combustível nos pontos críticos, escolta de comboios, proteção de infraestruturas críticas, desobstrução de vias e acessos às refinarias, bases de distribuição de combustíveis e áreas essenciais.
O prefeito do Paulista, Ives Ribeiro, divulgou uma nota em suas redes sociais nesta quinta-feira (18) anunciando sua desistência em concorrer à reeleição em 2024. Segundo a nota, a decisão foi tomada por motivos de orientação médica e apelos de sua família. “Na condição de prefeito da Cidade do Paulista venho a público informar que […]
O prefeito do Paulista, Ives Ribeiro, divulgou uma nota em suas redes sociais nesta quinta-feira (18) anunciando sua desistência em concorrer à reeleição em 2024. Segundo a nota, a decisão foi tomada por motivos de orientação médica e apelos de sua família.
“Na condição de prefeito da Cidade do Paulista venho a público informar que por razões de orientação médica e apelos da minha família não vou mais disputar a reeleição para prefeito do município,” declarou Ribeiro.
De acordo com a nota, o prefeito expressou sua tristeza por ter que tomar essa decisão, mas ressaltou que se sente com a alma leve e a cabeça erguida pelo dever cumprido ao longo de seu mandato. Ele aproveitou a oportunidade para agradecer aos seus colaboradores pelo apoio e parceria na busca pela melhoria da qualidade de vida da população e pelo respeito à coisa pública.
Ribeiro também reafirmou seu compromisso de continuar trabalhando até o último dia de sua gestão, realizando obras e ações voltadas para o desenvolvimento de Paulista. “Quero reafirmar o compromisso de continuar realizando até o último dia da gestão, obras e ações voltadas para o desenvolvimento da nossa cidade,” afirmou.
Segundo a nota, Ives Ribeiro destacou a importância de seus três mandatos como prefeito de Paulista em sua biografia política e de gestor público. “Os três mandatos de prefeito em Paulista engrandecem a minha biografia política e de gestor público,” escreveu. Ele finalizou a mensagem expressando seu desejo de que o município continue progredindo para o bem-estar dos paulistenses.
Do Uol Em uma daquelas peças que o destino prega, os moradores do Sudeste são vítimas hoje de provocações parecidas com as que muitos costumavam fazer com os nordestinos. Tudo por conta da falta de água que atinge a região e serve de combustível para uma nova onda de piadas, agora voltadas principalmente contra os […]
Em uma daquelas peças que o destino prega, os moradores do Sudeste são vítimas hoje de provocações parecidas com as que muitos costumavam fazer com os nordestinos. Tudo por conta da falta de água que atinge a região e serve de combustível para uma nova onda de piadas, agora voltadas principalmente contra os habitantes do Rio e de São Paulo.
Com humor, nordestinos e nortistas não perdoam a atual crise hídrica nos Estados do Sudeste e acirram o bairrismo entre as regiões. São muitas as postagens em redes sociais que fazem menção à situação.
Em um vídeo que viralizou na internet nesta semana, um garoto do Acre toma banho com o jato do cano ao retirar a torneira da pia. “Aqui é Acre, p… As meninas de São Paulo, sabem o que elas querem? Banho!”, diz o menino.
Em uma outra postagem, moradores de Maceió (AL) tomam banho com um caminhão-pipa durante as prévias carnavalescas e dizem que estão “ostentando” por terem água. “Enquanto vocês criticam nós, nordestinos, eu tomo banho de chuveiro. Claro que é com moderação”, diz, em outro vídeo, o promotor de eventos Galisteu Matias, que reside em Maceió.
“Vingança”
Para o doutor em história social pela USP (Universidade de São Paulo) e professor da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco), Michel Zaidan Filho, a rixa entre moradores do Nordeste e do Sudeste é antiga e existe desde o início do século passado.
“Esse problema remonta desde que alguns Estados do Nordeste, da região sucroalcooleira, perderam importância no contexto econômico e social. Ainda na Primeira República (1889-1930), a região entrou em uma crise grande e se criou uma divisão do trabalho que até hoje persiste: o Nordeste comprador de mercadorias e insumos e fornecedor de mão-de-obra”, afirma o pesquisador.
Sobre as piadas que passaram a circular com provocações sobre a crise hídrica nos Estados do Sudeste, Zaidan Filho avalia que são uma consequência normal e uma espécie de vingança de quem sempre foi o alvo da gozação. Para ele, elas também fazem parte de uma herança cultural.
“Essa vingança faz parte deste contexto marcado por desigualdade e diferenciação cultural muito grande. Isso é um mecanismo psicológico muito comum, só que agora se inverteu, com a região mais forte e poderosa penalizada pelo racionamento de energia e água. Agora, fica muito conveniente ridicularizá-los”, afirma.
Durante entrevista ao Debate das Dez, da Rádio Pajeú, nesta quarta-feira (9), o prefeito de Ingazeira e presidente do Cimpajeú, Luciano Torres (PSB), fez um balanço das ações desenvolvidas pelo consórcio intermunicipal, abordou pautas regionais e falou sobre o cenário político do Sertão do Pajeú. Torres ressaltou que a atuação do Cimpajeú tem contado com […]
Durante entrevista ao Debate das Dez, da Rádio Pajeú, nesta quarta-feira (9), o prefeito de Ingazeira e presidente do Cimpajeú, Luciano Torres (PSB), fez um balanço das ações desenvolvidas pelo consórcio intermunicipal, abordou pautas regionais e falou sobre o cenário político do Sertão do Pajeú.
Torres ressaltou que a atuação do Cimpajeú tem contado com a colaboração ativa dos novos gestores da região. “Temos realizado reuniões mensais e incentivado projetos importantes como a criação de diretorias de enfrentamento à violência contra a mulher em parceria com a Polícia Militar”, afirmou.
Um dos principais projetos em andamento, segundo o gestor, é o de iluminação pública, com recursos da ordem de R$ 4,5 milhões, que deve contemplar os municípios de Ingazeira, Solidão, Sertânia, Betânia, Serra Talhada, Triunfo e outro ainda a ser confirmado. A expectativa é que a licitação ocorra em setembro.
Outro destaque da atuação regional é a expansão do SAMU. Municípios como Tacaratu e Inajá aderiram recentemente ao serviço. “No início, era muito difícil manter o SAMU em cidades pequenas. Hoje, com o aporte dos governos federal e estadual, o custeio ficou mais viável”, disse Luciano.
O prefeito também comentou sobre a possibilidade de o consórcio tratar de demandas relativas aos animais em situação de rua, problema recorrente nos municípios da região. “Já discutimos essa pauta em reuniões anteriores. A ideia é criar um centro regional de acolhimento, com atendimento veterinário, alimentação e castração, o que seria mais viável em conjunto do que isoladamente”, explicou.
Cenário político e apoio a Diogo Moraes
Ao ser questionado sobre o apoio à pré-candidatura do ex-prefeito de Itapetim, Adelmo Moura, que articula uma possível candidatura a deputado estadual, Luciano foi direto ao reafirmar seu apoio ao deputado Diogo Moraes (PSB). “Temos uma relação antiga com Diogo, que já foi votado em Ingazeira antes. Na eleição passada, apoiamos Patriota em um acordo com o então governador Paulo Câmara. Agora, retomamos o compromisso com Diogo”, afirmou.
Apesar disso, Torres incentivou a candidatura de Adelmo. “Adelmo é um companheiro, tem serviços prestados e apoios importantes. Se puder ajudar, ajudarei. Mas meu voto será com Diogo Moraes”, reforçou.
Sobre a viabilidade de uma candidatura de Adelmo, Luciano disse ver como viável. “Se João Campos for mesmo candidato a governador, acredito que dará apoio a Adelmo. Ele tem lideranças importantes com ele”, completou.
Neste ano, ocorreram resgates em 17 das 27 unidades federativas Somente neste ano, 1.201 pessoas foram resgatadas de situações análogas à escravidão. A informação foi destacada neste sábado (13) em postagem publicada nas redes sociais por Paulo Pimenta, ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom). Pimenta escreveu ainda que o governo […]
Neste ano, ocorreram resgates em 17 das 27 unidades federativas
Somente neste ano, 1.201 pessoas foram resgatadas de situações análogas à escravidão. A informação foi destacada neste sábado (13) em postagem publicada nas redes sociais por Paulo Pimenta, ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom).
Pimenta escreveu ainda que o governo brasileiro fará o que for necessário para construir um país mais justo. O ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, também lamentou em suas redes sociais o alto número de ocorrências de trabalho escravo no país: “Até hoje a abolição não foi concluída. Estamos todos chamados a concluí-la”.
Os dados relacionados ao resgate de pessoas em situações análogas à escravidão constam no Radar SIT, mantido pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Trata-se de um painel de informações e estatísticas online sobre as inspeções do trabalho realizadas no país.
Em 2023, ocorreram resgates em 17 das 27 unidades federativas. Dos casos registrados, 87,3% envolvem trabalho rural. Em Goiás, 372 pessoas foram encontradas em situação análoga à escravidão desde o início de janeiro. Todas elas em estabelecimentos agrários. É o estado com o maior número de ocorrências.
Em seguida, aparece o Rio Grande do Sul, com 296 casos. Esse número foi impulsionado pela inspeção nas vinícolas Aurora, Garibaldi e Salton, em Bento Gonçalves (RS), onde 207 trabalhadores viviam em condições degradantes. Em março, semanas após a fiscalização, foi assinado um acordo com o Ministério Público do Trabalho (MPT) no qual as três se comprometeram a pagar R$ 7 milhões em indenizações.
O episódio também gerou reação da Associação Brasileira de Juristas pela Democracia, que pediu a expropriação dessas terras e o confisco dos bens das vinícolas, como prevê o Artigo 243 da Constituição Federal. A entidade divulgou um manifesto público que recolheu centenas de assinaturas.
No recorte por ocorrências em áreas urbanas, Minas Gerais responde por 71,9% dos casos com 110 pessoas resgatadas. Todas elas eram de estados do Norte e do Nordeste e trabalhavam em condições degradantes na construção de uma linha de transmissão de energia em Conselheiro Pena (MG). A obra é de responsabilidade do Consórcio Construtor Linha Verde, formado pelas empresas Toyo Setal e Nova Participações.
Inspeções também costumam levar à descoberta de casos de empregadas domésticas submetidas a condições análogas à escravidão. No mês passado, o governo lançou uma campanha nacional para receber denúncias desse tipo de ocorrência por meio do Disque 100. A iniciativa integrou as ações anunciadas por ocasião do Dia Nacional da Empregada Doméstica, celebrado no dia 27 de abril.
Série histórica
Se comparado com os anos anteriores, os números parciais de 2023 chamam a atenção. Já é aproximadamente metade do total de resgate de 2022, ano com o maior número de ocorrências nos últimos dez anos. Além disso, superam as ocorrência registradas tanto em 2019 como em 2020 e representam 60% dos registros de 2021.
Os últimos anos, porém, revelam uma queda quando se amplia a análise para a série histórica. Mais de 61 mil brasileiros foram resgatados em condições análogas à escravidão desde 1995. O ano que registrou o maior número de ocorrências é 2007, quando foram encontrados cerca de 6 mil trabalhadores em situação degradante.
A recente queda tem sido relacionada com a menor fiscalização ao longo dos últimos governos. Segundo o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho, não há concursos desde 2013 e, embora existam 3.644 vagas, apenas 1.949 estão ocupadas. A entidade sustenta que é o menor número em três décadas.
Entre especialistas, há o receio de que os casos cresçam diante da combinação entre flexibilização das regras trabalhistas e aumento da desigualdade social nos últimos anos. “Se em algum momento a gente conseguiu evoluir, no sentido de garantir um patamar de proteção às pessoas trabalhadoras, desde 2016, com a reforma trabalhista, com a uberização, com várias leis que vieram para diminuir o patamar de proteção da classe trabalhadora, a gente tem retornado a esse vazio protecionista. E os trabalhadores não têm mais um arcabouço protetivo que lhe garanta o mínimo de dignidade no trabalho”, disse há duas semanas o procurador do MPT, Tiago Cavalcanti. As informações são da Agência Brasil.
Você precisa fazer login para comentar.