A Prefeita Soraya Morioka e o Presidente da Câmara Onofre Souza já não falam a mesma língua. Noticias que chegam da cidade de Flores dão conta de que mesmo sendo do PR, eleitos no mesmo palanque, prefeita e Presidente da Câmara estão afastados.
Onofre não tem comparecido as ultimas inaugurações da prefeitura e nos festejos juninos em nenhum momento foi visto ao lado da Prefeita. Onofre não parece contente com a administração de Morioka e estaria se preparando para alçar voo próprio.
Por mais um ano Afogados da Ingazeira não terá o tradicional desfile cívico de Independência, em decorrência da pandemia. “Para evitar aglomerações, haverá apenas as cerimônias tradicionais de hasteamento e arriamento dos pavilhões, com a presença apenas de autoridades”, diz a Assessoria de Comunicação da Prefeitura. O evento se dará na praça Monsenhor Alfredo de […]
Por mais um ano Afogados da Ingazeira não terá o tradicional desfile cívico de Independência, em decorrência da pandemia.
“Para evitar aglomerações, haverá apenas as cerimônias tradicionais de hasteamento e arriamento dos pavilhões, com a presença apenas de autoridades”, diz a Assessoria de Comunicação da Prefeitura. O evento se dará na praça Monsenhor Alfredo de Arruda Câmara, com o hasteamento ocorrendo às 8h.
“Aproveitamos para informar a todos que a próxima segunda-feira (06/09) será um dia normal de trabalho, não sendo ponto facultativo em nosso município”, informa a municipalidade.
No município, haverá o 27 º Grito dos Excluídos e das Excluídas, às 9 horas da manhã, na Praça Monsenhor Alfredo de Arruda Câmara. A organização será do Grupo Fé e Política.
O lema do 27º Grito dos Excluídos e Excluídas será “Na luta por participação popular, saúde, comida, moradia, trabalho e renda já!” No Sertão do Pajeú, ainda querem mobilizar e sensibilizar a sociedade para a construção de um documento que reflita sobre os desafios ligados ao meio ambiente, às mudanças climáticas e a segurança alimentar como forma de provocar os próximos gestores, nas eleições de 2022.
“O estado de Pernambuco e nosso território tem sofrido com a falta de ações que promovam a melhoria da qualidade de vida de nosso povo. Queremos estimular a construção de políticas públicas voltadas para o cuidado com nossa Casa Comum, melhorando o bem viver em nossa região”, diz o comunicado.
Por Thais Arbex / O Globo No momento em que se acirra o conflito entre o Palácio do Planalto e governadores, o presidente Jair Bolsonaro fará uma videoconferência com os chefes dos Executivos do Nordeste e do Norte, na segunda-feira, para discutir o combate ao novo coronavírus no país. O encontro foi articulado entre o […]
No momento em que se acirra o conflito entre o Palácio do Planalto e governadores, o presidente Jair Bolsonaro fará uma videoconferência com os chefes dos Executivos do Nordeste e do Norte, na segunda-feira, para discutir o combate ao novo coronavírus no país.
O encontro foi articulado entre o Consórcio do Nordeste e a Secretaria de Governo, do general Luiz Eduardo Ramos, a pedido dos próprios governadores das duas regiões.
Auxiliares de Bolsonaro disseram ao GLOBO que o governo está disposto a conversar com os demais governantes, mas que até agora não foi procurado. Segundo o GLOBO apurou, no entanto, que o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB) fez um pedido de encontro com o presidente em nome do Fórum dos Governadores, que representa os 26 estados e o DF.
O presidente e os governadores do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), e de São Paulo, João Doria (PSDB), têm trocados acusações públicas em série desde a escalada da crise epidemiológica no país.
O principal ponto de conflito tem sido a discussão sobre a competência dos estados para determinar o fechamento de suas fronteiras. Na sexta-feira, Bolsonaro editou medidas para garantir a autoridade do governo federal na decisão sobre a circulação interestadual.
Na sexta-feira, o governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), determinou a suspensão do transporte coletivo interestadual de passageiros por meio terrestre, marítimo e fluvial. Questionado pelo GLOBO se os atos do governo federal não são uma trava à sua medida, o governador afirmou:
– Não vou pedir licença ao presidente da República e a quem quer que seja para defender os interesses do Pará.
Barbalho afirmou esperar que, na reunião com Bolsonaro, o governo federal apresente respostas para as demandas dos estados da região. De acordo com ele, por exemplo, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) não tem sido capaz de atuar de maneira eficaz nas triagens nos aeroportos.
O governador do Piauí, Wellington Dias (PT), afirmou ao GLOBO não ser “razoável” que, “com tudo isso acontecendo, ninguém consiga falar com o presidente”.
— Para que haja uma ação coordenada e integrada para valer, o governo tem que nos ouvir — disse.
A expectativa é que Bolsonaro também apresente respostas às demandas na área econômica. Na quinta-feira, os governadores dos 26 estados e do Distrito Federal enviaram uma carta ao presidente com pedido pela implementação imperiosa “de medidas emergenciais para conter os efeitos do coronavírus”.
No documento, eles apontam “contínuo aumento de despesas com saúde pública e a queda na arrecadação tributária” e pedem, entre outros pontos, a “suspensão por 12 meses do pagamento da dívida dos Estados com a União, a Caixa, o Banco do Brasil e o BNDES, além da disponibilização de linhas de crédito para aplicação em serviços de saúde e investimento em obras” e o “aporte de recursos para custeio de ações de média alta complexidade, na razão de R$ 4,50 per capita”.
Provocado pelo Blog Juliana Lima para comentar o caso envolvendo a secretária adjunta de Ação Governamental de Flores, Verlene Nogueira, o presidente estadual do Partido dos Trabalhadores, Doriel Barros, chamou de irresponsável a conduta de Verlene, que é filiada ao PT de Serra Talhada. Doriel informou que o caso será enviado para a comissão de […]
Provocado pelo Blog Juliana Lima para comentar o caso envolvendo a secretária adjunta de Ação Governamental de Flores, Verlene Nogueira, o presidente estadual do Partido dos Trabalhadores, Doriel Barros, chamou de irresponsável a conduta de Verlene, que é filiada ao PT de Serra Talhada.
Doriel informou que o caso será enviado para a comissão de ética do PT analisar e decidir quais as medidas serão tomadas. “Irresponsável e incompatível com o filiado. Vamos encaminhar a comissão de ética do Partido”, disse.
Perguntado se Verlene poderá continuar com a candidatura à presidência do PT de Flores, Doriel disse que tudo dependerá da decisão da comissão de ética, que poderá decidir pela expulsão ou não da filiada. “Vai poder até a posição da comissão que pode decidir por expulsar ou não”, completou. O detalhe é que Verlene é ex-assessora política de Doriel.
O caso
Em um áudio vazado na internet, Verlene Nogueira diz que recebeu a missão do prefeito Gilberto Ribeiro de conseguir o máximo possível de filiados para ao PT de Flores, uma estratégia para o grupo governista vencer as eleições do partido agendas para julho. Para conseguir o número necessário de filiados, Verlene diz que o foco são aposentados e beneficiários de programas sociais, sob a justificativa que o município estaria deixando de receber recursos pelo fato do PT está nas mãos da oposição. Relembre o caso.
Pesquisas nacionais dos maiores institutos começam a se equivaler com os percentuais de Lula e Bolsonaro. Rejeição de ambos impede maior movimentação mesmo com escândalos e questionamentos apontados a um e a outro. Em Pernambuco, primeiro sinal da pesquisa Real Big Data é de que Marília pode ter acertado e Raquel, errado, nas estratégias de […]
Pesquisas nacionais dos maiores institutos começam a se equivaler com os percentuais de Lula e Bolsonaro.
Rejeição de ambos impede maior movimentação mesmo com escândalos e questionamentos apontados a um e a outro.
Em Pernambuco, primeiro sinal da pesquisa Real Big Data é de que Marília pode ter acertado e Raquel, errado, nas estratégias de nacionalização e neutralidade da campanha. Entretanto, tucana segue a frente. Pesquisa Ipec pode confirmar cenário.
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G1 O Ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou nesta terça-feira (20) recurso apresentado contra decisão de 2016 na qual a Corte permitiu o cumprimento da pena de prisão após uma condenação em segunda instância. O recurso, chamado “embargos de declaração”, foi apresentado no último dia 14 e buscava reverter o atual entendimento, para que […]
O Ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou nesta terça-feira (20) recurso apresentado contra decisão de 2016 na qual a Corte permitiu o cumprimento da pena de prisão após uma condenação em segunda instância.
O recurso, chamado “embargos de declaração”, foi apresentado no último dia 14 e buscava reverter o atual entendimento, para que a execução da pena se inicie somente após o chamado “trânsito em julgado”, ou seja, a decisão definitiva na quarta instância da Justiça – o próprio STF.
Edson Fachin rejeitou o recurso por considerar que uma eventual mudança nesse sentido só será possível em um novo julgamento da ação, de “mérito”, ainda a ser marcada pela presidente do STF, Cármen Lúcia.
Nessa decisão de mérito, os 11 ministros da Corte deverão discutir de maneira mais aprofundada a questão. Em 2016, quando a execução provisória da pena foi aprovada por 6 votos a 5, a decisão se deu em caráter “cautelar” (provisório).
“Estando o mérito apto a ser deliberado pelo colegiado, as questões apontadas na petição dos embargos, na ambiência daquele julgamento, serão analisadas de maneira mais eficaz e definitiva do que com a reabertura da discussão em sede meramente cautelar”, escreveu o ministro.
Fachin também rejeitou pedido do recurso, para que ele o levasse a julgamento no plenário, diretamente, sem inclusão do processo na pauta do plenário, definida pela ministra Cármen Lúcia.
O ministro afirmou que, mesmo que os embargos, pelo regimento do STF, não precisem ser incluídos na pauta oficial, a data de julgamento, de qualquer modo, também depende de decisão da presidente da Corte.
O recurso foi apresentado em duas ações, cujas decisões de aplicam a todas as pessoas, sem vinculação a qualquer caso específico. Essas ações têm como relator o ministro Marco Aurélio Mello, que, em dezembro, liberou o processo para julgamento no plenário.
A decisão de rejeitar o recurso foi proferida por Edson Fachin porque foi ele o responsável por redigir o acórdão (sentença escrita) da decisão de 2016, ao dar o primeiro dos seis votos que permitiu a execução da pena após a segunda instância.
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