Opinião: liturgia do papel de prefeita eleita exige postura
Por Nill Júnior
Caro Nill Júnior,
Infelizmente alguns candidatos não têm maturidade mesmo para gerir a coisa pública. Com todo respeito aos que elegeram a Nicinha ao pleito eleitoral desse ano, ela está muito aquém do cargo que lhe foi confiado. Lamentável!
Esquece essa senhora, quem concorre a um cargo público, concorre para ser servidor de todos os contribuintes e cidadãos, eleitores seus ou não.
Se não usa de civilidade para com o adversário derrotado, imagina como não será o desrespeito na gestão da coisa pública. Falta noção.
Até no futebol são exigidas dos jogadores comemorações respeitosas com os outros.
Imagina-se e espera-se de uma pretensa futura autoridade pública que deva ser exemplo de boa convivência para população. Equilíbrio sempre cai bem.
do Estadão Conteúdo A Coligação Unidos pelo Brasil, da candidata Marina Silva (PSB), informou, por meio de nota, que entrará com dois pedidos de resposta no Tribunal Superior Eleitoral contra as inserções da Coligação com a Força do Povo, de Dilma Rousseff (PT). A campanha de Marina diz que as inserções da petista que tratam […]
A Coligação Unidos pelo Brasil, da candidata Marina Silva (PSB), informou, por meio de nota, que entrará com dois pedidos de resposta no Tribunal Superior Eleitoral contra as inserções da Coligação com a Força do Povo, de Dilma Rousseff (PT).
A campanha de Marina diz que as inserções da petista que tratam da independência do Banco Central e da exploração do pré-sal distorcem “deliberadamente” os fatos para prejudicar sua candidatura e pedem direito de resposta.
A nota afirma que a autonomia institucional do Banco Central, citada no programa de governo de Marina, foi “usada por sua concorrente para criar pânico entre os eleitores, abordagem que fere flagrantemente a legislação eleitoral em vigor e não corresponde à verdade”. O texto afirma que a despolitização das decisões da autoridade monetária é “defendida como necessária para o resgate da confiança na economia brasileira” e “será estabelecida por lei aprovada pelo Congresso Nacional.”
A coligação liderada pelo PSB também diz que não é verdade a alegação da propaganda petista de que Marina é contra a exploração do pré-sal e “vai retirar os recursos provenientes de sua captação que seriam destinados a educação e a saúde”. “Marina Silva tem sido clara em suas afirmações, quando reconhece a importância do pré-sal e o uso dos recursos daí provenientes para os avanços nas áreas de educação e saúde, compromissos que estão em seu programa de governo”, diz o texto.
Imagem ilustrativa A Rádio Gazeta FM de São José do Egito divulgou nas redes sociais um caso de estupro de vulnerável que chocou a comunidade local. O crime foi registrado pela Polícia Civil na quarta-feira (29) e ocorreu na zona rural da cidade. O estupro aconteceu em uma estrada próxima à casa da vítima, nas […]
A Rádio Gazeta FM de São José do Egito divulgou nas redes sociais um caso de estupro de vulnerável que chocou a comunidade local. O crime foi registrado pela Polícia Civil na quarta-feira (29) e ocorreu na zona rural da cidade.
O estupro aconteceu em uma estrada próxima à casa da vítima, nas primeiras horas da manhã. Após cometer o ato, o suspeito fugiu do local. A criança, traumatizada, relatou o ocorrido aos familiares, que imediatamente a levaram à delegacia.
A Polícia Civil iniciou a investigação assim que foi comunicada do crime. Além disso, prestou assistência à vítima, garantindo que ela tivesse acesso ao protocolo de saúde para casos como esse. A identificação do acusado, um homem de aproximadamente 30 anos, também foi realizada pelas autoridades.
Apesar dos esforços, até o fechamento desta matéria, o suspeito ainda não foi capturado. As autoridades continuam em busca dele, e a população está alerta para colaborar com informações que possam levar à sua prisão.
Caso seja condenado, o suspeito poderá enfrentar até 15 anos de prisão, conforme previsto no código penal. Esse é o terceiro caso de estupro registrado em São José do Egito, de acordo com dados estatísticos da SDS-PE.
Por 6 votos a 3, o Supremo Tribunal Federal (STF) declarou nesta sexta-feira (29) a constitucionalidade do dispositivo da reforma trabalhista, aprovada pelo Congresso em 2017 e em vigência desde novembro, que pôs fim à obrigatoriedade da contribuição sindical. Os ministros Ricardo Lewandowski e Celso de Mello, decano da Corte, não participaram da votação, a última […]
Por 6 votos a 3, o Supremo Tribunal Federal (STF) declarou nesta sexta-feira (29) a constitucionalidade do dispositivo da reforma trabalhista, aprovada pelo Congresso em 2017 e em vigência desde novembro, que pôs fim à obrigatoriedade da contribuição sindical. Os ministros Ricardo Lewandowski e Celso de Mello, decano da Corte, não participaram da votação, a última antes do recesso do Judiciário, que se alongará até 8 de agosto.
Provocado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transporte Aquaviário e Aéreo, na Pesca e nos Portos (CONTTMAF), que ajuizou a ação direta de inconstitucionalidade 5794, o julgamento teve início ontem (quinta, 28), quando as partes se manifestaram e alguns ministros adiantaram seus votos depois da leitura do parecer do ministro-relator, Edson Fachin. Polêmica, a questão põe em lados opostos entidades de classe e centrais sindicais, muitas delas em certa medida dependentes dos recursos do imposto obrigatório, e críticos da obrigatoriedade da cobrança.
Com a reforma, que provocou discussões acaloradas, brigas físicas e até ocupação da Mesa no plenário do Senado no ano passado, passou a ser opcional o desconto em folha de um dia de trabalho em favor do sindicato, anualmente, desde que previamente autorizado pelo trabalhador. Declarada a constitucionalidade da alteração legislativa, todos os tribunais do país devem aplicar a decisão em eventuais futuros julgamentos.
O prefeito de Iguaracy, Zeinha Torres, acompanhado do vice-prefeito Pedro Alves, do ex-deputado João Fernando Coutinho, vereadores, secretários, entregaram ontem (27), três veículos, além de kit para o Conselho Tutelar com computadores, impressoras. Também 5 mil metros de canos para os sistemas simplificados na zona rural e a casa dos Conselhos e o PAR. Os […]
O prefeito de Iguaracy, Zeinha Torres, acompanhado do vice-prefeito Pedro Alves, do ex-deputado João Fernando Coutinho, vereadores, secretários, entregaram ontem (27), três veículos, além de kit para o Conselho Tutelar com computadores, impressoras.
Também 5 mil metros de canos para os sistemas simplificados na zona rural e a casa dos Conselhos e o PAR.
Os veículos foram entre dois para a Secretaria de Saúde e um para o Conselho Tutelar. No início de sua fala, Zeinha falou sobre a relação com o vice, Pedro Alves. “Tem muita gente querendo fazer que nossa amizade e união se acabe. Iguaracy tem dois prefeitos, eu aqui e o senhor em Recife, sempre vamos estar juntos”.
O prefeito também agradeceu o ex-deputado João Fernando Coutinho. “O senhor sempre teve uma atenção especial com Iguaracy. A população não poderia deixar de agradecer. Como lhe agradeceu nas urnas em 2018. Somos gratos e conte conosco sempre. Iguaracy sempre vai lhe receber de braços abertos”. O evento contou com uma grande participação da população iguaraciense.
Petista avaliou adiamento de decisão sobre candidatura própria no Recife como natural. Por André Luis O petista Emídio Vasconcelos, membro do diretório estadual do Partido dos Trabalhadores (PT-PE), disse em entrevista ao comunicador Aldo Vidal, durante o programa Manhã Total da Rádio Pajeú FM, desta quarta-feira (29.01), que o adiamento para abril da decisão sobre […]
Petista avaliou adiamento de decisão sobre candidatura própria no Recife como natural.
Por André Luis
O petista Emídio Vasconcelos, membro do diretório estadual do Partido dos Trabalhadores (PT-PE), disse em entrevista ao comunicador Aldo Vidal, durante o programa Manhã Total da Rádio Pajeú FM, desta quarta-feira (29.01), que o adiamento para abril da decisão sobre se o partido terá candidatura própria no Recife, com a deputada federal, Marília Arraes encabeçando a chapa, ou se segue na aliança com o PSB, apoiando a candidatura do também deputado federal e primo de Marília, João Campos é um processo natural.
Emídio disse que se trata de um trâmite interno a ser cumprido. “Uma decisão dessa magnitude tomada pela nacional sem ouvir o diretório municipal seria no nosso entendimento, atropelar o processo”, afirmou.
Para ele o diretório nacional “respaldado pela presidente do partido Gleise Hoffmann e do ex-presidente Lula, sinalizou claramente que a intenção do partido em nível nacional do ponto da estratégia do eleitorado para ser disputado em 2020 contemplam a candidatura própria em Recife, tendo a deputada federal Marília Arraes como o nome a ser escolhido e direcionado para esta finalidade”.
Segundo o petista, o martelo não foi batido durante a reunião desta terça-feira (28.01) – mesmo com o ex-presidente Lula tendo afirmado em entrevista ao UOL, praticamente as vésperas da reunião, de que o partido iria de Marília Arraes no Recife, se deu pelo fato de que o diretório nacional ainda não havia escutado o diretório municipal. “Então é uma decisão natural, dando encaminhamento, dando um norte, dando uma orientação ao diretório municipal, fazendo com que a deputada [Marília Arrraes], dentro do debate interno municipal, converse com a direção da legenda em Recife e com o conjunto das forças políticas internas que compõem o Partido dos Trabalhadores.”
Emídio disse que a decisão é compreensível e que não havia a necessidade de atropelar o processo e que acredita que o debate municipal é melhor para Marília. “Essa construção pode ser feita no próprio município, e é muito melhor para Marília como pré-candidata, que construa esse debate democraticamente e que seja com isso definida pela instância municipal como pré-candidata e respaldada pela estância estadual e federal.”
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