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Miguel pede a secretário de Defesa Social prioridade nas investigações dos assassinatos de crianças em Petrolina

Por Nill Júnior

Miguel e Alessandro

O deputado estadual Miguel Coelho (PSB) se reuniu nesta segunda-feira (14) com o secretário de Defesa Social, Alessandro Carvalho, para tratar sobre o bárbaro assassinato da criança Beatriz Mota, de sete anos, em Petrolina. O parlamentar solicitou prioridade e agilidade na apuração do caso e de outros dois homicídios recentes envolvendo adolescentes e crianças na capital do São Francisco.

Durante a conversa, o socialista transmitiu o clima de choque e apreensão que a cidade sente em virtude dos crimes. Miguel ainda pediu maior reforço na segurança pública de Petrolina e municípios do Sertão do São Francisco.

“O secretário garantiu que todo o aparato possível está mobilizado para apurar os responsáveis o mais rápido possível. Acreditamos que a Polícia Civil de Petrolina tem totais condições de solucionar esses casos, mas Dr. Alessandro nos informou que, se for necessário, serão enviados mais reforços para a investigação”, detalhou o deputado.

Outras Notícias

Com governo em crise, Bolsonaro indica Fernando Bezerra líder no Senado e faz gesto ao MDB

Da Painel/ Folha de São Paulo O presidente Jair Bolsonaro (PSL) decidiu fazer um gesto à política nesta terça (19), em meio a uma crise no governo. Ele chancelou o nome de Fernando Bezerra Coelho (MDB) para o posto de líder do governo no Senado. A indicação de Bezerra foi costurada como uma forma de […]

Da Painel/ Folha de São Paulo

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) decidiu fazer um gesto à política nesta terça (19), em meio a uma crise no governo. Ele chancelou o nome de Fernando Bezerra Coelho (MDB) para o posto de líder do governo no Senado.

A indicação de Bezerra foi costurada como uma forma de compensar e acalmar ala do MDB que apostou na candidatura de Renan Calheiros (MDB-AL) ao comando da Casa e perdeu.

O presidente já enviou comunicado ao Senado formalizando sua escolha. Bezerra foi líder do governo Michel Temer.

Secretário diz que legislação proíbe divulgar dados de positivados, mas aceita debater tema

O secretário de Saúde de Afogados da Ingazeira, Artur Amorim, falou, por telefone, ao programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, nesta segunda-feira (29), que o debate sobre a proposta do promotor Lúcio Luiz de Almeida Neto de divulgar os dados, como nome e endereço de pessoas que testarem positivo para a Covid-19, “precisa […]

O secretário de Saúde de Afogados da Ingazeira, Artur Amorim, falou, por telefone, ao programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, nesta segunda-feira (29), que o debate sobre a proposta do promotor Lúcio Luiz de Almeida Neto de divulgar os dados, como nome e endereço de pessoas que testarem positivo para a Covid-19, “precisa ser ampliado”.

Segundo Artur “existe uma legislação específica que proíbe a divulgação do nome do paciente e comentou sobre o preconceito de algumas pessoas com os pacientes confirmados para a Covid-19″.

“Infelizmente, a gente sabe do preconceito forte que existe. Sabemos de um caso aqui, por exemplo, de algumas pessoas que estavam querendo agredir uma pessoa que estava aguardando o resultado de um exame. Então a gente tem que ter muita tranquilidade para discutir essas situações”, destacou Artur.

Ainda segundo o secretário, o município já faz todas as sextas-feiras, a divulgação de contaminações por bairros.

“Doutor Lúcio propôs que se fizesse com o consentimento do paciente, com a autorização por escrito. Já mandei essa demanda específica para o advogado sanitarista, e ele, por ter essa bagagem vai estar ajudando a gente na construção dessa demanda, mas é um debate ainda que está embrionário. Estamos num processo de discussão. Por enquanto vamos manter essa orientação essa rotina que a gente vem mantendo, pode ser que isso mude, mas a gente tem que ter essa segurança, precisamos ampliar esse debate”, frisou Artur. 

O secretário ainda revelou que fez o seu teste nesta segunda-feira e que o resultado foi negativo.

Barreiras sanitárias – O secretário comentou ainda sobre algumas queixas que chegaram à Rádio Pajeú, na semana passada, através de ouvintes, sobre algumas falhas nas barreiras sanitárias do município. 

Segundo ele, medidas serão tomadas para melhorar e ampliar o trabalho de abordagem. Disse ainda que o município já enviou uma proposta de convênio visando a perspectiva, de que a Polícia Militar trabalhe em jornada extra dando apoio aos profissionais que estão nas barreiras. Isso, segundo ele, ajudaria a resolver um dos principais problemas, que são pessoas que não atendem a ordem de parar e inclusive ameaçam atropelar os profissionais.

“Inclusive o prefeito Patriota se comprometeu em pagar esse auxílio aos policiais, que além de ajudar nas barreiras ajudam nas fiscalizações”, destacou Artur.

Ameaça a Temer é o plano B de Cunha para escapar de cassação

Uol Aliados do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), já têm a receita para pressionar o vice-presidente Michel Temer a cumprir compromissos firmados para a aprovação do impeachment da presidente Dilma Rousseff. Eles pretendem manter a ameaça de apoiar a abertura de um pedido de afastamento contra o vice. O principal objetivo dos aliados de […]

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Uol

Aliados do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), já têm a receita para pressionar o vice-presidente Michel Temer a cumprir compromissos firmados para a aprovação do impeachment da presidente Dilma Rousseff. Eles pretendem manter a ameaça de apoiar a abertura de um pedido de afastamento contra o vice.

O principal objetivo dos aliados de Cunha é evitar a cassação do mandato dele. Para isso, contam com a ajuda do vice. Exigem que Temer não faça qualquer tipo de interferência no processo que tramita no Conselho de Ética. Esperam, sobretudo, que ele não dê nenhuma declaração desfavorável ao presidente da Câmara.

Segundo aliados de Cunha, sempre que Temer for questionado sobre o assunto, deverá dar uma resposta padrão: “Trata-se de um assunto interno da Câmara”. Por ora, não há atritos entre Cunha e Temer. Muito pelo contrário. Os dois se falam por telefone diariamente e, pelo menos uma vez por semana, almoçam ou jantam juntos.

O presidente da Câmara ainda não tem nenhuma queixa contra o correligionário. E confia no vice. No entanto, conforme O Estado de S. Paulo apurou, aliados de Cunha recomendaram que ele tivesse “uma carta na manga” para pressionar Temer caso seja necessário. Um dos defensores da ideia é o deputado Paulinho da Força (SD-SP).

A ideia surgiu há duas semanas, mais especificamente quando Cunha discutiu com seus aliados a necessidade de pressionar do plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) a reverter a obrigatoriedade de instalação de uma comissão especial para o impeachment de Temer.

A decisão liminar (provisória) foi concedida pelo ministro do STF Marco Aurélio Mello. No dia 5 de abril, ele aceitou um mandado de segurança apresentado pelo advogado Mariel Marley Marra, de Minas Gerais, que questionara o arquivamento do pedido de impeachment contra Michel Temer.

Em dezembro passado, Cunha havia arquivado o pedido de afastamento contra o vice. Temer é acusado de ter assinado, como presidente em exercício, decretos suplementares ao Orçamento – um dos motivos que justificaram a acusação de crime de responsabilidade contra Dilma Rousseff.

Ao analisar o caso, o presidente da Câmara concluiu que os decretos de Temer foram assinados antes da revisão da meta de julho de 2015 e os de Dilma, depois. Por esse motivo, ele concluiu que a presidente teria cometido crime de responsabilidade e o vice, não.

Para Marco Aurélio, o presidente da Câmara não deveria ter se manifestado sobre o mérito do caso, apenas sobre seus aspectos formais, por isso determinou que Cunha instalasse a comissão para analisar o impeachment. A decisão do ministro do STF deixou Cunha enfurecido. Imediatamente, ele resolveu recorrer à Suprema Corte. Contudo, nas últimas semanas, não insistiu no caso, depois que foi alertado por aliados que um pedido de impeachment contra Temer poderia ser usado para pressionar o vice.

Cunha e Temer atuaram juntos nas estratégias de aprovar o impeachment de Dilma. O presidente da Câmara cuidou da formação da cúpula da comissão especial até a conquista dos apoios dos partidos na reta final da votação em plenário. Ao lado de Cunha, teve atuação expressiva o deputado André Moura (PSC-SE).

Já pelo lado de Temer, a missão ficou com o ex-ministro Eliseu Padilha, um de seus aliados mais próximos. No dia da votação do impeachment, os dois visitaram as lideranças dos partidos juntos numa demonstração clara de parceria.

Delegado diz não ter dúvidas sobre autor de feminicídio contra PM em Tuparetama

Provas técnicas embasaram pedido de prisão temporária. Acusado está detido em Tuparetama. Sem dar detalhes, delegado deixou claro que versão em depoimento é diferente da apresentada a uma rádio local Em entrevista ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, o Delegado Alison Nunes, de Tuparetama, deu detalhes da investigação que respondeu rapidamente um crime de […]

O Delegado Alisson Nunes

Provas técnicas embasaram pedido de prisão temporária. Acusado está detido em Tuparetama. Sem dar detalhes, delegado deixou claro que versão em depoimento é diferente da apresentada a uma rádio local

Em entrevista ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, o Delegado Alison Nunes, de Tuparetama, deu detalhes da investigação que respondeu rapidamente um crime de feminicídio que chocou a região, a morte da PM Aline Araújo, 31 anos, na madrugada de segunda, na residência da profissional, com a prisão do segurança Franciélio Rodrigo de Lima, conhecido por “Branco”.

“Inicialmente tivemos uma dificuldade e surgiram algumas linhas de investigação. Uma delas apontava na direção do ex-companheiro da vítima. No decorrer das investigações essa linha foi ganhando força. Ouvimos dez testemunhas. Infelizmente havia um histórico de agressões e ameaças. As provas foram surgindo, até que chegamos a autoria delitiva. Ele foi autor do crime. Aguardamos apenas algumas diligências para fechar nosso trabalho”.

Perguntado sobre a versão apresentada por Branco a uma emissora de rádio, o Delegado deixou claro que ela é diferente da apresentada ao microfone, mas não deu detalhes. “Ele foi ouvido novamente na delegacia de policia. Como o inquérito segue em sigilo, é importante não expor versão da delegacia. Tenho conhecimento dessa versão, mas vale o depoimento oficial. Quanto ao conteúdo não podemos revelar detalhes para não prejudicar o rumo das investigações”.

Perguntado sobre as provas técnicas colhidas, o Delegado deixa claro não ter dúvida da autoria. “A gente pode afirmar com clareza que as provas colhidas na residência dele por mandato de busca domiciliar deram muitas evidências”. Ele foi preso temporariamente por 30 dias, podendo ser prorrogada. “Ao fim desse segundo prazo, pode ser convertida em prisão preventiva, sem prazo, se o Judiciário entender até o fim do processo judicial, podendo virar prisão pena”. Ele já está na Cadeia Pública de Tuparetama.

Apoio de Flávio Marques a Raquel Lyra gera reação entre socialistas do Pajeú

A possível adesão do prefeito de Tabira, Flávio Marques (PT), ao campo político da governadora Raquel Lyra (PSD) tem gerado desconforto entre lideranças do PSB no Sertão do Pajeú. Socialistas da região classificam a movimentação como “traição” e “ingratidão”, especialmente diante do histórico de apoio político e jurídico que viabilizou o retorno de Flávio à […]

A possível adesão do prefeito de Tabira, Flávio Marques (PT), ao campo político da governadora Raquel Lyra (PSD) tem gerado desconforto entre lideranças do PSB no Sertão do Pajeú. Socialistas da região classificam a movimentação como “traição” e “ingratidão”, especialmente diante do histórico de apoio político e jurídico que viabilizou o retorno de Flávio à cena eleitoral.

Nos bastidores, integrantes do PSB lembram o suporte dado por figuras como o ex-deputado estadual José Patriota, que teria sido um dos principais aliados de Flávio em momentos decisivos de sua trajetória política, incluindo o período em que teve os direitos políticos suspensos.

A fala que intensificou a reação foi feita por Flávio Marques em momento mais recente e ainda restrito ao debate interno no PT. Nela, o prefeito teria deixado claro que estaria disposto a caminhar com a governadora, reforçando que sua prioridade é garantir obras e investimentos para Tabira.

Em entrevista coletiva concedida durante evento que marcou os 100 primeiros dias de gestão, ele deixou claro que estaria disposto a dialogar com outros campos políticos se isso representasse benefícios concretos para o município.

“Vou fazer o que for melhor para Tabira”, afirmou o prefeito, citando como exemplo os investimentos realizados pela gestão estadual na cidade.

A movimentação também ocorre num contexto em que Raquel busca ampliar sua base no interior, visando recompor apoios estratégicos para 2026.