Lives de 29 de junho a 1 de julho celebram 111 anos de Afogados
Por Nill Júnior
Esse ano Afogados da Ingazeira completa 111 anos de emancipação política. Todos os anos, entre os últimos dias de junho e o dia da emancipação, primeiro de julho, Afogados vivenciava grandes dias de festa e celebração.
Esse ano, por conta da pandemia, a celebração será virtual, no formato de live, com artistas, poetas e músicos da terra.
As lives ocorrerão nos dias 29 e 30 de junho e 01 de Julho, com início às 20h. A transmissão será feita nos canais do Facebook e do YouTube da Prefeitura. Os canais são www.facebook.com/afdaingazeira e Prefeitura de Afogados da Ingazeira, no YouTube.
Atendendo convite da Secretaria de Cultura e Esportes, estarei apresentando as lives direto do Cine São José. Também haverá transmissão da Rádio Pajeú.
“Esse é um momento de festa e comemoração, onde iremos celebrar, de forma virtual, o amor real pela nossa cidade tão querida,” destacou o Prefeito José Patriota.
Desde o dia 08 de junho os despachos do presidente da república ganharam um olhar a mais que os interessados nas pautas política, jurídica e da saúde. É que desde aquela data o setor cultural aguarda a sanção do Projeto de Lei nº 1.075/20, a chamada Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc. Entre outras previsões, […]
Desde o dia 08 de junho os despachos do presidente da república ganharam um olhar a mais que os interessados nas pautas política, jurídica e da saúde.
É que desde aquela data o setor cultural aguarda a sanção do Projeto de Lei nº 1.075/20, a chamada Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc.
Entre outras previsões, o projeto destina R$ 3 bilhões a estados e municípios para ações emergenciais no setor cultural. “Os recursos serão operacionalizados direto por estados e municípios.
Pra se ter uma ideia do impacto dessa distribuição, para os 17 municípios do Pajeú a previsão é de quase R$ 2,7 milhões, segundo cálculos da Confederação Nacional dos Municípios”, explica o poeta e produtor cultural Alexandre Morais.
E se a cultura não é um assunto agradável ao presidente, pelo menos dois pontos dão confiança ao setor de que o projeto não será vetado. Um é que os recursos são oriundos do superávit do Fundo Nacional de Cultura, sem retirada do orçamento ou de outras áreas.
O segundo foi a articulação política em torno do projeto, que o levou a ser aprovado por quase a totalidade da Câmara e por unanimidade no Senado.
“Os modelos de gerenciamento dos recursos nos estados e nos municípios já estão pré-estabelecidos na lei. Então a necessidade agora é que os municípios agilizem seus deveres junto com a sociedade civil e a cadeia cultural”, alerta a produtora cultural Bruna Tavares.
“O trabalho tem que ser agilizado por uma questão muito simples: em poucos dias o dinheiro pode chegar nos municípios e estes só vão ter 60 dias para destinar ou terão que devolver o dinheiro ao Estado”, acrescenta.
Cidades como Triunfo e Serra Talhada anunciaram atualizações de seus cadastros culturais, o que tá sendo visto como um passo para a operacionalização da Lei. A maioria das cidades, no entanto, está em fase de debates e articulações.
“Disponibilizamos um amplo material na página do Mapa da Artes no facebook. A convocação é para que todos os fazedores de cultura entendam, se envolvam e busquem os melhores planos junto a seus municípios”, reforça Alexandre Morais.
A Secretaria de Saúde de Serra Talhada informa que foram registrados 61 novos casos positivos de Covid-19 nas últimas 24h, totalizando 2.805 casos confirmados. São 26 pacientes do sexo masculino e 35 do sexo feminino, com idades entre 9 e 83 anos. Foram 19 resultados de Swab e 42 testes rápidos. O município registrou mais […]
A Secretaria de Saúde de Serra Talhada informa que foram registrados 61 novos casos positivos de Covid-19 nas últimas 24h, totalizando 2.805 casos confirmados. São 26 pacientes do sexo masculino e 35 do sexo feminino, com idades entre 9 e 83 anos. Foram 19 resultados de Swab e 42 testes rápidos.
O município registrou mais três óbitos de pacientes do sexo masculino que estavam internados no Hospital Eduardo Campos (HEC).
O primeiro paciente tinha 63 anos, era morador do São Cristóvão, hipertenso e faleceu no dia 15 de agosto; o segundo paciente tinha 82 anos, era morador do São Cristóvão, hipertenso, renal crônico e faleceu no 16 de agosto; e a terceira paciente tinha 69 anos, era moradora do Borborema, hipertensa e faleceu nesta segunda-feira, 17 de agosto.
O número de casos suspeitos caiu para 97 e o de casos descartados subiu para 10.404. Quanto à evolução dos casos confirmados, são 2.468 pacientes recuperados, 285 em tratamento domiciliar, 10 em leitos de internamento e 42 óbitos.
Profissionais de saúde – São 99 recuperados e 11 em tratamento.
Internamentos – O município tem 22 pacientes suspeitos e confirmados internados, sendo 7 no Hospam e 15 no Hospital Eduardo Campos. Não há pacientes internados nos Leitos de Retaguarda Municipais do Hospital São José.
O boletim diário, portanto, fica com 2.805 casos confirmados, 97 casos suspeitos, 2.468 recuperados, 10.404 descartados e 42 óbitos.
Número pode ser ainda maior, já que prefeituras como Olinda e Paulista, que não estão na lista da Associação Municipalista de Pernambuco, já suspenderam a imunização para as idades entre 3 e 4 anos. G1-PE Ao menos 75 cidades de Pernambuco não têm vacinas infantis contra a Covid-19, aponta um levantamento da Associação Municipalista de […]
Número pode ser ainda maior, já que prefeituras como Olinda e Paulista, que não estão na lista da Associação Municipalista de Pernambuco, já suspenderam a imunização para as idades entre 3 e 4 anos.
G1-PE
Ao menos 75 cidades de Pernambuco não têm vacinas infantis contra a Covid-19, aponta um levantamento da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), entidade que representa as prefeituras do estado (confira a lista no final do texto).
O número, porém, deve ser maior. Isso porque apenas 104 dos 184 municípios responderam ao levantamento da Amupe até a publicação desta reportagem.
A lista ainda não inclui, por exemplo, as cidades de Olinda, Paulista, Abreu e Lima, Moreno e São Lourenço da Mata, que já disseram ao g1 não ter mais estoque dos imunizantes para crianças entre 3 e 4 anos de idade.
A pesquisa da associação questiona às prefeituras se elas têm estoque de Coronavac para crianças a partir dos 3 anos, sem limite máximo de idade.
O presidente da Amupe, José Patriota, disse que vê o cenário como preocupante. “Acho que as autoridades sanitárias do Ministério da Saúde não tiveram previsibilidade. Porque cabe ao ministério comprar as vacinas”, se queixou.
Segundo Patriota, o problema precisa ser observado ainda mais de perto por causa do aumento na taxa de positividade para o vírus em um período que antecede as festas de final de ano, as férias de janeiro e o Carnaval.
“Os municípios, da sua parte, que é colocar a vacina no braço, estão preparados. Não temos desmobilização (das equipes de saúde). Esse desafio que está posto é uma das coisas que mais sabemos fazer”, indicou Patriota.
O levantamento da Amupe aponta ainda que seis cidades não têm vacinas contra o coronavírus mesmo para os adultos: Calçado, Calumbi, Camocim de São Félix, Carnaubeira da Penha, Floresta e Lagoa do Carro.
Há cinco dias, a Prefeitura do Recife foi a primeira a anunciar a suspensão da imunização de crianças de 3 a 4 anos por falta de Coronavac infantil. O município disse ter pedido novas doses ao Ministério da Saúde.
Na sequência, mais cidades adotaram a medida. Há três dias, o g1 havia contabilizado nove cidades na Região Metropolitana sem vacinação para os pequenos.
Mesmo cidades que ainda não haviam suspenso o atendimento das crianças diziam ter estoque baixo do imunizante. Era o caso de Jaboatão dos Guararapes, segunda maior do estado, que afirmava contar com doses para manter a vacinação apenas até a próxima segunda-feira (14).
Na lista da Amupe, Jaboatão ainda não aparece entre as cidades sem vacina infantil.
Polos importantes do interior, como Caruaru, no Agreste, e Petrolina, no Sertão, ainda não haviam respondido à pesquisa da associação até este sábado.
Segundo o painel de vacinação do governo do estado, das 1,4 milhão de crianças entre 3 e 11 anos aptas para imunização em Pernambuco, apenas 799,2 mil receberam a primeira dose (o equivalente a 53,76% do total).
Um número ainda menor de crianças foi imunizada com a segunda dose: 516,6 mil. Isso significa que apenas 34,76% dos meninos e meninas pernambucanos da faixa etária concluíram o esquema vacinal.
De acordo com o presidente da Amupe, muitas famílias deixaram de vacinar suas crianças porque, na época em que os imunizantes chegaram nessa faixa etária, os números de infecção estavam em queda. “Houve um relaxamento, um afrouxamento”, diz Patriota.
Segundo ele, isso pode ter contribuído para o cenário atual. “Quando a demanda é pequena, também não há uma pressão do município e do estado sobre a União”, diz.
Para Patriota, com a chegada das doses, o poder público precisa organizar uma ampla campanha de vacinação dos pequenos. “A criança sensibiliza muito, os cuidados das mães é muito grande. Se fizer uma campanha direitinho, é possível mobilizar bastante”, afirma.
O que diz o ministério
Em nota enviada ao g1 no início da semana, o Ministério da Saúde disse ter entregue 1 milhão de doses das vacinas a todos os estados do país para atender as crianças entre 3 e 4 anos de idade.
A pasta também dizia estar “em tratativas” para adquirir novos imunizantes.
Segundo o ministério, os envios são feitos de acordo com a solicitação de cada estado, considerando ainda o tamanho do público-alvo da campanha e a capacidade de armazenamento das doses.
De acordo com a pasta, cabe a cada governo estadual a responsabilidade pela distribuição das doses a cada município.
Cidades sem vacina infantil contra a Covid-19, segundo a Amupe, neste sábado (12):
O vereador carnaibano Luiz Alberto, que tem como base política Ibitiranga, é um show-man. Sua participação no Debate das Dez esta semana, ao lado de Augusto Martins, foi impagável. Ao falar da errônea interpretação da atividade parlamentar, Luiz questionou o fato de que “se cobram do vereador coisas que não são da sua função”. E […]
O vereador carnaibano Luiz Alberto, que tem como base política Ibitiranga, é um show-man. Sua participação no Debate das Dez esta semana, ao lado de Augusto Martins, foi impagável.
Ao falar da errônea interpretação da atividade parlamentar, Luiz questionou o fato de que “se cobram do vereador coisas que não são da sua função”. E acrescentou: “eu só não fiz parto, mas uma mulher já pariu num carro meu”, disse.
Ele também falou sobre as criticas que tem feito à gestão de Zé Mário. “Zé Mário é uma pessoa íntegra, direita. Eu tenho um imenso respeito por ele, pela família dele. Agora, o erro foi colocar Zé Mário na Prefeitura, porque ele não é político. Não adianta se cobrar dele uma coisa que ele não tem o dom que é ser político. Isso foi um erro grave do partido”. O detalhe é que Luiz esteve “com os dois pés” na campanha socialista. Ele oficializou que sai do grupo de Anchieta Patriota. Disse estar procurando um partido. Mas negou que vá para o grupo de José Francisco Filho, o Didi.
Ao criticar o processo político em Carnaíba cravou que lá, a política é “sebosa”. Disse também que em Carnaíba existe o bloco dos “mordendo” e o bloco dos “mordidos”, para definir quem está dentro e quem quer entrar no governo.
Luiz Alberto disse que em Carnaíba existe o bloco dos “mordendo” e o bloco dos “mordidos”, para definir quem está dentro e quem quer entrar no governo.
Questionou a terceirização por “ser cabide de empregos” por um lado e mais a frente, defendeu que Carnaíba não deveria ter transporte escoar com os ônibus amarelinhos do Governo Federal. “Deveria terceirizar, passando para os carnaibanos”. Quando questionado pela contradição, alegou que “era a favor antes, mas neste caso é contra”.
Acertou ao dizer: “infelizmente a população não vê o legislador com bons olhos. A prova está ai que quando se tem uma reunião em uma Câmara de Vereadores o povo não vai. Ai fica aquela impressão de o vereador não faz nada“, disse Luiz Alberto.
As posições de Luiz são interessantes não de hoje. Em um passado recente ficou famoso por, cheio de raiva e descontentamento, dizer que era contra determinado projeto, mas que votaria a seu favor “em protesto”.
O concurso 1.890, a ‘Mega da Virada’, com prêmio de R$ 220.948.549,30, sorteou os seguintes números na noite deste sábado (31), véspera de Ano-Novo: 05 – 11 – 22 – 24 – 51 – 53 Seis apostas acertaram todas as dezenas. Os bilhetes são de Salvador (BA), Fortaleza (CE), Trizidela do Vale (MA), Belo Horizonte […]
O concurso 1.890, a ‘Mega da Virada’, com prêmio de R$ 220.948.549,30, sorteou os seguintes números na noite deste sábado (31), véspera de Ano-Novo:
05 – 11 – 22 – 24 – 51 – 53
Seis apostas acertaram todas as dezenas. Os bilhetes são de Salvador (BA), Fortaleza (CE), Trizidela do Vale (MA), Belo Horizonte (MG), Campo Grande (MS), e Fazenda Vila Nova (RS).
Cada um dos ganhadores vai receber R$ 36.824.758,22, sendo que a aposta de Campo Grande (MS) foi um bolão de dez cotas. Neste caso, cada participante vai receber R$ 3,6 milhões.
Na segunda faixa de premiação, com acerto de cinco números, 1.665 apostadores vão levar R$ 25.481,21 cada, e os 124.889 apostadores que acertaram quatro números vão receber R$ 485,30 cada um.
O sorteio foi realizado na cidade de São Paulo, no estúdio da TV Globo. O valor estimado até antes do sorteio era de R$ 225 milhões.
Pela quarta vez desde que foi criada, a ‘Mega da Virada’ vai entregar um prêmiomenor que o oferecido na edição anterior. Em 2015, o valor pago foi de R$ 264,5 milhões.
Ao contrário do que pode ocorrer nos concursos regulares, o prêmio da ‘Mega da Virada’ não acumula. Quando nenhuma aposta acerta os seis números sorteados, ganha quem tiver acertado a quina, ou seja, cinco entre os seis números sorteados (e assim por diante).
A ‘Mega da Virada’ é realizada desde 2009 e já distribuiu quase R$ 1,5 bilhão (R$ 1.496.205.208,74) entre as 28 apostas que acertaram a sena em suas sete edições. Em três delas, o prêmio foi menor que no ano anterior: em 2011, 2013 e 2015.
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