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Tracking da Atlas indica Lula 7 pontos à frente de Flávio no 2º turno

Por Nill Júnior

Levantamento diário após vazamento de áudios indica Lula com 49,1% contra 42,6% de Flávio e mudança no cenário da disputa

Da CNN Brasil

Trackings realizados pelo Instituto Atlas, que funcionam como levantamentos diários, indicam que, após o vazamento de áudios em que Flávio Bolsonaro (PL-RJ) menciona o banqueiro Daniel Vorcaro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) abriu vantagem de sete pontos percentuais na simulação de segundo turno, revertendo um cenário anterior de empate técnico.

Os dados obtidos pela CNN, atualizados às 11h desta sexta-feira, mostram Lula com 49,1% das intenções de voto, contra 42,6% do senador Flávio Bolsonaro.

Quando projetados em votos válidos, segundo fontes ligadas ao instituto, o cenário é de 54% para o petista e 46% para o senador.

O levantamento também aponta que os demais pré-candidatos da direita, Ronaldo Caiado (União Brasil), Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (Missão), não registraram mudanças significativas em relação ao cenário anterior. Ambos apresentaram leve alta no primeiro turno, mas recuo no segundo.

A leitura inicial dos pesquisadores é de que o impacto do episódio atingiu principalmente o eleitor indeciso de perfil moderado e de centro.

 

Outras Notícias

Depois de acidente com morte Governo do Estado tapa buracos na PE 320

Foi preciso que ocorresse um acidente com morte na PE-320 na área urbana de São José do Egito para que a Secretaria Estadual de Infraestrutura mandasse sua equipe para corrigir a distorção no asfalto. Testemunhas disseram que a vítima estava de moto e bateu na traseira de um carro que parou em um buraco, quando […]

Foi preciso que ocorresse um acidente com morte na PE-320 na área urbana de São José do Egito para que a Secretaria Estadual de Infraestrutura mandasse sua equipe para corrigir a distorção no asfalto.

Testemunhas disseram que a vítima estava de moto e bateu na traseira de um carro que parou em um buraco, quando caiu foi atingida por um caminhão.

Segundo a Polícia Militar, o homem morreu no local. No sábado uma equipe do programa Caminhos de Pernambucano fechava os buracos na PE-320 próximo a Escola Técnica. A informação é de Anchieta Santos ao blog.

Covas começa imunoterapia para tratar câncer

Quimioterapia ‘não foi suficiente’, diz David Uip G1 Após realizar oito sessões de quimioterapia para combater o câncer, o prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), iniciou a imunoterapia nesta quarta-feira (26), em nova fase do tratamento, segundo informou a equipe médica que o acompanha, em coletiva de imprensa no Hospital Sírio-Libanês, no início da tarde desta […]

Quimioterapia ‘não foi suficiente’, diz David Uip

G1

Após realizar oito sessões de quimioterapia para combater o câncer, o prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), iniciou a imunoterapia nesta quarta-feira (26), em nova fase do tratamento, segundo informou a equipe médica que o acompanha, em coletiva de imprensa no Hospital Sírio-Libanês, no início da tarde desta quinta-feira (27). A cirurgia não foi descartada, mas não foi indicada neste momento.

“A terapia que ele se submeteu foi extremamente eficiente, mas não foi suficiente. A biópsia do gânglio foi positiva do diagnóstico do tumor. Por conta desse diagnóstico ontem mesmo iniciou a segunda fase de tratamento que é a imunoterapia”, informou o médico infectologista David Uip.

A imunoterapia é um tratamento alternativo contra o câncer e consiste na aplicação de doses de medicamentos para estimular o sistema imunológico a produzir anticorpos e combater células cancerígenas.

“A imunoterapia tem menos efeitos adversos. Ontem nós o vimos e ele está muito melhor clinicamente do que estava há duas semanas”, informou Uip. Após a primeira sessão nesta quarta, Covas fará as próximas a cada três semanas.

“A equipe discutiu por uma opção, e discutimos com o Bruno e ele podia aceitar ou não, ele acatou e imediatamente começou a imunoterapia. É decisão da equipe médica e de consenso do paciente”, disse Uip.

Segundo o médico oncologista Túlio Pfiffer, a avaliação completa da imunoterapia poderá ser feita em dois ou três meses. “A imunoterapia é muito mais tranquila e procura fazer soltar o freio de mão do sistema imunológico dele para que o sistema imunológico combata o tumor. Estamos ajudando o sistema imunológico dele para combater o tumor”, disse Pfiffer.

Covas trata desde novembro de 2019 de um câncer entre o estômago e o esôfago, com metástase no fígado e nos linfonodos.

Participaram da entrevista o infectologista David Uip, o cardiologista Roberto Kalil Filho e os oncologistas Artur Katz e Tulio Eduardo Pfiffer.

Após concluir as oito sessões de quimioterapia, o prefeito foi internado no início de fevereiro no Hospital Sírio-Libanês para realizar novos exames e definir os próximos passos do tratamento, que agora foi anunciado pela equipe médica.

Na ocasião, os médicos já haviam anunciado que os tumores não apareceram mais nos exames, mas ainda não era possível falar em cura. Já os linfonodos, que são gânglios, apresentaram um aumento.

Covas trata desde novembro de 2019 de um câncer entre o estômago e o esôfago, com metástase no fígado e nos linfonodos. Há 10 dias, Uip ressaltou que o tratamento realizado até agora foi eficiente. “O que nós temos nesse momento é que a quimioterapia foi muito eficiente e exitosa. O que resta saber é se essa quimioterapia é suficiente ou se teremos novos encaminhamentos a partir do diagnóstico da investigação que foi feita hoje”, afirmou o infectologista David Uip.

“O que se buscava alcançar foi alcançado. Esta quimioterapia alcançou seu benefício máximo, o que a gente podia esperar dela foi alcançado. Esse tratamento seguramente não continua porque esta quimioterapia era planejada para ser usada no seu número máximo de aplicações e agora vamos definir o que faremos daqui para frente, seguramente será algo diferente, se a gente precisar fazer alguma coisa, do que a gente fez até agora. Só não sabemos ainda o que é porque evidentemente as decisões são pautadas nos resultados”, afirmou Katz.

Pernambuco registra 1.278 novos casos e 47 óbitos por Covid-19 nas últimas 24h

Pernambuco registrou, nas últimas 24 horas, 1.278 novos casos e 47 óbitos por Covid-19. Os dados são do boletim epidemiológico divulgado nesta segunda-feira (26), pela Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE). Entre os confirmados de hoje, 93 (7%) são casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e 1.185 (93%) são leves, e as mortes ocorreram entre […]

Pernambuco registrou, nas últimas 24 horas, 1.278 novos casos e 47 óbitos por Covid-19. Os dados são do boletim epidemiológico divulgado nesta segunda-feira (26), pela Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE).

Entre os confirmados de hoje, 93 (7%) são casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e 1.185 (93%) são leves, e as mortes ocorreram entre os dias 10 de novembro de 2020 e esse domingo (25).

Agora, Pernambuco totaliza 396.841 casos confirmados da doença, sendo 39.548 graves e 357.293 leves, além de registrar 13.687 mortes pela Covid-19.

Em carta ao PT, Dilma fala em ataques injustos e sai em defesa de Lula

G1 Ausente das comemorações de 26 anos do PT, a presidente Dilma Rousseff enviou neste sábado (27) uma carta ao partido na qual sai em defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Para ela, Lula é um “patrimônio político” do país e vem sendo “duramente atacado de forma injusta”. A presidente, que tem sido […]

Dilma-Rousseff_ACRIMA20151211_0041_15G1

Ausente das comemorações de 26 anos do PT, a presidente Dilma Rousseff enviou neste sábado (27) uma carta ao partido na qual sai em defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Para ela, Lula é um “patrimônio político” do país e vem sendo “duramente atacado de forma injusta”.

A presidente, que tem sido alvo de críticas de alas do PT contrárias à política econômica de seu governo, viajou ao Chile nesta sexta-feira (26) para se reunir com a presidente chilena, Michele Bachelet. Oficialmente, a viagem a Santiago foi o motivo pelo qual Dilma não participou da festa de aniversário do PT.

O colunista do G1 e da GloboNews Gerson Camarotti informou, porém, que emissários de Dilma na convenção do PT no Rio sondaram o ambiente para a presidente no evento. As informações repassadas davam conta de que o clima no local era hostil para a presença dela e, por isso, ela deixou de comparecer à festa.

Ao defender o ex-presidente, Dilma diz na carta que é e será “solidária” a ele e que continuará a seu lado “em todas as batalhas” que, segundo ela, certamente travarão. O texto foi lido pelo presidente nacional do PT, Rui Falcão, para os militantes que participaram da festa.

“Há um ataque sistemático aos pilares de nosso projeto de desenvolvimento para o Brasil. Ataque ao nosso maior militante, o presidente de honra Luiz Inácio Lula da Silva, comandante maior deste partido e do nosso projeto de Brasil”, diz Dilma na carta.

“O presidente Lula é um patrimônio político do nosso país e do mundo, que vem sendo duramente atacado, de forma injusta. Sou e serei solidária ao meu amigo e companheiro Lula em todas as ocasiões, e continuarei a seu lado em todas as batalhas que certamente ainda travaremos”, complementa.

A festa de 36 anos de fundação do PT foi realizada em um armazém na Zona Portuária do Rio de Janeiro. Segundo a organização, mais de 3 mil pessoas eram esperadas para participar da celebração.

O evento contou com a participação de diversos senadores, deputados e prefeitos de várias partes do país. Ministros petistas também compareceram. Segundo dirigentes da legenda, o evento foi realizado no Rio numa tentativa de aumentar a presença do partido na cidade.

Moro revoga a prisão temporária do ex-ministro Guido Mantega

G1 O juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Lava Jato, revogou a prisão do ex-ministro Guido Mantega nesta quinta-feira (22). Mantega foi preso temporariamente na 34ª fase da operação, que investiga contratos da Petrobras para construção duas plataformas e repasse financeiro em benefício do Partido dos Trabalhadores (PT). Segundo a Polícia Federal (PF) […]

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O juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Lava Jato, revogou a prisão do ex-ministro Guido Mantega nesta quinta-feira (22). Mantega foi preso temporariamente na 34ª fase da operação, que investiga contratos da Petrobras para construção duas plataformas e repasse financeiro em benefício do Partido dos Trabalhadores (PT). Segundo a Polícia Federal (PF) em São Paulo, Mantega foi solto por volta das 14h.

Moro afirmou que a Polícia Federal, o Ministério Público Federal (MPF) e ele mesmo não tinham conhecimento do estado de saúde da esposa do Mantega. O ex-ministro estava com a esposa no hospital Albert Einstein no momento da prisão.

A Polícia Federal afirmou que, nas proximidades do hospital, agentes ligaram para Mantega, que se apresentou espontaneamente na portaria. “De forma discreta e em viatura não ostensiva, o investigado acompanhou a equipe até o apartamento e, já tendo feito contato com seu advogado, foi então iniciado o procedimento de busca”, diz trecho de nota oficial emitida pela Polícia Federal. (Veja a íntegra no fim da reportagem)

Sergio Moro citou que foi informado que o ato foi praticado com discrição, sem ingresso no hospital. Para decidir pela liberação do ex-ministro, ele argumentou que as buscas começaram e que Mantega, uma vez solto, não deve oferecer riscos ou interferir na colheita das provas.

“Procedo de ofício, pela urgência, mas ciente de essa provavelmente seria também a posição do MPF e da autoridade policial. Assim, revogo a prisão temporária decretada contra Guido Mantega, sem prejuízo das demais medidas e a avaliação de medidas futuras”, declarou o juiz.

Durante entrevista coletiva, na qual a força-tarefa detalhou a 34ª fase da Lava Jato, o procurador Carlos Fernando dos Santos Lima afirmou a prisão do ex-ministro teve como base “o fundamento foi a ordem pública”.

“Estamos falando de valores bilionários desviados dos cofres públicos”, disse. Ele afirmou que foi pedida a prisão preventiva do ex-ministro, mas o juiz recusou e deferiu prisão temporária. Carlos Fernando classificou de “coincidência infeliz” o fato de a prisão ter acontecido no momento em que Mantega acompanhava a mulher no hospital.