Marília Arraes e João Campos tem encontro com Carlos Lupi
Por Nill Júnior
A pré-candidata ao Senado Marília Arraes recebeu nesta quinta-feira, no Recife, o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, ao lado do pré-candidato a governador e presidente nacional do PSB, João Campos. Durante o encontro, o trio debateu pautas locais e nacionais, além de alinhar ações conjuntas entre os partidos para os próximos meses.
“Estamos construindo um projeto unido, com diálogo permanente e compromisso com Pernambuco e com o Brasil. Nosso time é o time do presidente Lula e segue trabalhando para fortalecer esse projeto no estado”, afirmou Marília.
“Carlos Lupi reforçou a importância da unidade do campo político liderado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em Pernambuco e destacou a necessidade de fortalecer esse projeto com a eleição de Marília ao Senado e João ao Governo do Estado”, diz em nota.
“Pernambuco tem um papel estratégico para o Brasil. A eleição de João Campos para o Governo e de Marília Arraes para o Senado fortalece o projeto liderado pelo presidente Lula, garantindo parceria, diálogo e defesa dos interesses do povo pernambucano em Brasília”, afirmou Lupi.
Por Antonio Coelho* O Presidente Jair Bolsonaro estabeleceu o Nordeste como prioridade de seu governo. O carinho por nossa terra é evidente através das visitas que ele e sua equipe vêm fazendo à nossa região. A disposição de conhecer novas realidades, desde a pujança da fruticultura irrigada no Vale do São Francisco até a resiliência […]
O Presidente Jair Bolsonaro estabeleceu o Nordeste como prioridade de seu governo. O carinho por nossa terra é evidente através das visitas que ele e sua equipe vêm fazendo à nossa região. A disposição de conhecer novas realidades, desde a pujança da fruticultura irrigada no Vale do São Francisco até a resiliência das áreas de sequeiros, demonstra que o presidente nunca se contentou em governar o país do seu gabinete. Ele trabalha em contato constante com o povo! Ademais, o compromisso dele com o Nordeste transcende o seu carisma popular e suas boas intenções. Em 20 meses de governo, sua gestão já reúne um conjunto robusto de obras e ações.
E nesse contexto, o presidente Bolsonaro atesta o seu compromisso com as camadas mais vulneráveis da população ao prorrogar o pagamento do auxílio emergencial. Um amparo que tem sido fundamental para manter a dignidade e o sustento de 66 milhões de brasileiros, sendo 27,2 milhões de nordestinos e 4,5 milhões de pernambucanos, que assistiram angustiados às suas fontes de recursos se esvaírem diante dos efeitos econômicos provocados pela pandemia de coronavírus. O socorro de R$ 600 representou, só em Pernambuco, uma injeção de R$ 5,5 bilhões na economia, garantindo renda e permitindo que as famílias ficassem em casa no período mais crítico dessa crise sanitária.
Mais do que uma ajuda econômica, o auxílio emergencial cumpre o seu papel social. O benefício conseguiu elevar a renda média mensal das famílias brasileiras. E o resultado? A redução da miséria no Brasil. Atingimos, em maio, o menor patamar de pobreza dos últimos 40 anos segundo estudo da Fundação Getúlio Vargas. Os dados apontam uma redução da pobreza de 25% para cerca de 22% e da pobreza extrema de 5% para 3,5%. Uma queda histórica. É gratificante, ainda, saber que o auxílio foi responsável por evitar que 5,6 milhões de crianças, com idade entre zero e 13 anos, passassem para baixo da linha de pobreza extrema no Brasil durante a pandemia.
Com renda mais robusta, as famílias brasileiras garantiram as suas necessidades primárias, mas também foram às compras, gerando um impacto positivo no consumo, o que levou a um crescimento do varejo em quase 20%. A recuperação das vendas pôde ser sentida em segmentos como de móveis, eletrodomésticos, material de construção e eletrônicos. Brasil afora, são múltiplos os exemplos de pessoas que aproveitaram o recurso extra para investir no bem-estar da casa assim como para abrir um novo negócio ou incrementar o já existente. O auxílio emergencial, portanto, foi determinante para repor as perdas das famílias e garantir a recuperação parcial da indústria, do comércio e dos serviços.
Igualmente decisivo foi o socorro do governo federal a estados e municípios, proporcionando um alívio financeiro acima dos R$ 120 bilhões na forma de transferências diretas e da suspensão do pagamento de dívidas com bancos públicos e organismos internacionais. Pernambuco foi contemplado com R$ 3,7 bilhões. Recurso que têm sido fundamental para amenizar os impactos da queda da arrecadação do ICMS e ISS. Nessa conta, somam-se ainda R$ 487 milhões repassados pelo Ministério da Saúde para ajudar no combate à pandemia.
Graças à ajuda vinda de Brasília, governadores e prefeitos estão conseguindo honrar o pagamento em dia dos salários dos seus servidores. Foi o dinheiro enviado pelo governo federal que assegurou o funcionamento de hospitais e unidades de saúde, evitando que entrassem em colapso. Também foram os repasses da União que permitiram a contratação de novos profissionais de saúde, possibilitando atendimento à população que necessita do SUS. Não resta dúvida que o presidente agiu para garantir o funcionamento da máquina pública no momento de crise quando a arrecadação de estados e municípios caía mais de 20%, 30%.
Para além da Covid-19, bem antes da pandemia se instalar em nosso país, o presidente Jair Bolsonaro já havia elencado como prioridade as obras federais na nossa região. O Ramal do Agreste é uma dessas intervenções voltadas à melhoria na infraestrutura hídrica no Nordeste. O governo investirá R$ 900 milhões na obra. A ação levará a água do Eixo Leste do Projeto de Integração do Rio São Francisco para 68 cidades pernambucanas. E, quando for entregue, cuja previsão é junho de 2021, vai libertar 2,2 milhões de pessoas da agonia da seca, da sede e da escravidão do carro-pipa.
O que estamos presenciando são obras e ações que atacam a miséria e promovem o desenvolvimento do nosso Nordeste, sendo um grande diferencial na vida das pessoas beneficiadas. As ações estão chegando à ponta e demonstram o claro e efetivo empenho em levar progresso e dignidade à população nordestina. É hora de reconhecer o trabalho do presidente Bolsonaro pelo Nordeste.
*Antonio Coelho é Deputado Estadual pelo Democratas. Opinião de responsabilidade do autor.
Em Tabira, a guerra das lideranças políticas pela paternidade da Estação de Tratamento que está chegando a Tabira é tão ferrenha que obrigou alguns políticos e o próprio Presidente da COMPESA, Roberto Tavares, a se posicionarem publicamente. Nomes como Dinca Brandino, representantes do PSB local, vereadores e outros tem evocado nas redes sociais o […]
Em Tabira, a guerra das lideranças políticas pela paternidade da Estação de Tratamento que está chegando a Tabira é tão ferrenha que obrigou alguns políticos e o próprio Presidente da COMPESA, Roberto Tavares, a se posicionarem publicamente. Nomes como Dinca Brandino, representantes do PSB local, vereadores e outros tem evocado nas redes sociais o famoso “fui eu quem trouxe”.
Presidente da Compesa, Roberto Tavares gravou um vídeo afirmando que o investimento da COMPESA é um compromisso assumido pelo governador Paulo Câmara, mas destacou a intervenção do Deputado Estadual e candidato a reeleição Waldemar Borges (PSB).
O próprio Waldemar gravou um áudio e se manifestou nas redes sociais. “A chegada da ETA em Tabira é indiscutivelmente uma conquista que pertence aos tabirenses. As forças que protagonizaram essa interlocução política, seja no plano municipal ou Estadual, devem atuar motivadas por interesses além dos eleitoreiros, mas estimulados pela oportunidade de poder fazer chegar ao povo o que lhe pertence, o que é seu por direito e feito com dinheiro público”, firmou.
O deputado Waldemar Borges
E segue: “Tabira já perdeu muito com divisões que retardaram o desenvolvimento, com polêmicas que fazem parte da política menor, com debates sobre paternidade de obras que em nada acrescentam a população. Até porque, é evidente que diante de um problema tão antigo, certamente todos que militam politicamente na cidade, em algum momento já devem ter reivindicado essa solução”.
E concluiu : “Nós, através de uma articulação mais recente junto ao governador Paulo Câmara e o presidente da Compesa Roberto Tavares, também fazemos parte dessa conquista dos tabirenses, por entendermos a urgência e justeza do pleito e o quanto a ETA é indispensável para a melhoria de vida dos tabirenses”.
Na Cidade das Tradições, Waldemar Borges é apoiado por Mano Sampaio, Zé de Bira, Nelly Sampaio, Paulo Manu, Marcos Crente, Pipi da Verdura e Marcílio Valadares.
Auxiliares consideram possível compor uma chapa com o vice-governador Rodrigo Garcia se ele estiver distante de Doria Por Marianna Holanda / Folha de S. Paulo Auxiliares palacianos querem esperar as prévias do PSDB para definir o palanque de Jair Bolsonaro em São Paulo e, consequentemente, a eventual filiação do presidente ao PL. Segundo relatos, esse […]
Auxiliares consideram possível compor uma chapa com o vice-governador Rodrigo Garcia se ele estiver distante de Doria
Por Marianna Holanda / Folha de S. Paulo
Auxiliares palacianos querem esperar as prévias do PSDB para definir o palanque de Jair Bolsonaro em São Paulo e, consequentemente, a eventual filiação do presidente ao PL.
Segundo relatos, esse foi um dos motivos para o chefe do Executivo ter posto em dúvida sua entrada no partido de Valdemar da Costa Neto, inicialmente marcada para o próximo dia 22.
Em Dubai, Bolsonaro citou neste domingo (14) divergências em composições estaduais para as eleições de 2022, citando especialmente São Paulo.
“O casamento tem que ser perfeito. Se não for 100%, que seja 99%. Se até lá nós afinarmos pode ser, mas eu acho difícil essa data, 22. Tenho conversado com ele [Valdemar], estamos de comum acordo que podemos atrasar um pouco esse casamento, para que ele não comece sendo muito igual aos outros”, afirmou, durante visita à Dubai Air Show, feira aérea no emirado do Golfo Pérsico.
Uma ala de seus auxiliares mais próximos defende que o candidato do presidente em São Paulo possa ser o atual vice-governador, Rodrigo Garcia (PSDB).
A condição, contudo, é que ele esteja fora do partido e distante de João Doria (PSDB), de quem é aliado. Auxiliares de Bolsonaro e integrantes do partido de Valdemar já buscaram fazer uma ponte com Garcia.
Em São Paulo, o PP e o PL fazem parte da base do governo do PSDB.
No próximo dia 21, os tucanos vão decidir entre os governadores João Doria (SP) e Eduardo Leite (RS) para ser o candidato do partido ao Planalto. Os dois são adversários políticos e críticos de Bolsonaro.
Uma das possibilidades em jogo seria uma eventual migração de Rodrigo Garcia para o PL, caso Doria não consiga se viabilizar para a disputa do Planalto e queira concorrer à reeleição em 2022.
Dessa forma, o vice-governador poderia ser o candidato de Bolsonaro no maior colégio eleitoral do país.
Na avaliação de interlocutores do presidente, sua reeleição dependerá muito de São Paulo. Eles dizem acreditar que ele precisará garantir a região Sul-Sudeste, diante da forte popularidade do ex-presidente Lula no Norte e no Nordeste.
Dirigentes do PP e do PL resistem à ideia de lançar Tarcísio de Freitas ao Governo de São Paulo, como Bolsonaro voltou a cogitar no domingo.
“A gente não vai aceitar em São Paulo o PL apoiar alguém do PSDB. Não tenho candidato em São Paulo ainda, talvez o Tarcísio aceite esse desafio. Seria muito bom para São Paulo e para o Brasil, mas temos muita coisa a afinar ainda”, afirmou o presidente em Dubai.
O ministro da Infraestrutura tem, na leitura de integrantes do centrão, grandes chances de ser eleito para o Senado, mas chances mais baixas de disputar o governo do estado.
O PSDB tem uma máquina forte no estado e, inclusive, é aliado do PP e do PL na região.
Além disso, uma campanha para governador custa caro. Um gasto que só vale a pena se a eleição for viável. Da parte do ministro, há também resistência. Ele já disse a interlocutores preferir ser candidato ao Senado.
Uma outra ala de auxiliares palacianos diz não acreditar que Garcia queira deixar o PSDB. Também defende que o ex-governador Geraldo Alckmin, hoje próximo ao PSD, seria um nome mais adequado para compor chapa com o presidente, além de pontuar à frente de todos nas pesquisas de intenção de voto.
Nesta composição, o arranjo seria Alckmin para governador e Freitas para senador.
O problema foi a aproximação do ex-governador com o ex-presidente Lula (PT). Isso teria impedido dar seguimento às conversas.
No início da tarde de ontem (29), o prefeito de Itapetim, Arquimedes Machado, esteve com o secretário estadual de Agricultura e Reforma Agrária, Nilton Mota, em Recife. Na pauta a liberação de recursos para construção de sistemas de abastecimento de água nos sítios Santa Rita, Santo Agostinho, Batinga, Barriguda e Mãe D’água. “O secretário assegurou os […]
No início da tarde de ontem (29), o prefeito de Itapetim, Arquimedes Machado, esteve com o secretário estadual de Agricultura e Reforma Agrária, Nilton Mota, em Recife.
Na pauta a liberação de recursos para construção de sistemas de abastecimento de água nos sítios Santa Rita, Santo Agostinho, Batinga, Barriguda e Mãe D’água.
“O secretário assegurou os recursos, que vão levar água encanada e proporcionar uma melhor qualidade de vida a dezenas de famílias do nosso município”, frisou, segundo nota ao blog.
O encontro também contou com a participação do gerente estadual da Casa Civil, Adelmo Moura, do geólogo Gilberto Rodrigues e do jornalista Inaldo Sampaio.
A Prefeitura de Arcoverde, por meio da Controladoria Geral Interna, disponibiliza aos cidadãos do município, consultas públicas virtuais para a elaboração de leis orçamentárias. A iniciativa consiste em colaborar para o entendimento do atual programa de governo, envolvendo conteúdos do PPA (Plano Plurianual), da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) e da LOA (Lei Orçamentária Anual). […]
A Prefeitura de Arcoverde, por meio da Controladoria Geral Interna, disponibiliza aos cidadãos do município, consultas públicas virtuais para a elaboração de leis orçamentárias.
A iniciativa consiste em colaborar para o entendimento do atual programa de governo, envolvendo conteúdos do PPA (Plano Plurianual), da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) e da LOA (Lei Orçamentária Anual).
Em virtude da pandemia da Covid-19, as consultas públicas se darão este ano de maneira eletrônica, através do formulário que pode ser acessado clicando aqui e que ficará disponível até o dia 28/07/2021.
Confira mais detalhes sobre a importância do PPA, da LDO e da LOA para o município:
PPA (Plano Plurianual) – Esse é o documento que traz as diretrizes, objetivos e metas pelos próximos 4 anos da administração pública. É um instrumento efetivo de planejamento e gestão e não um documento burocrático. É conhecido também como “programa de governo”, sendo o principal instrumento de planejamento das ações por expressar a visão estratégica da gestão pública.
LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) – É elaborada anualmente e tem como objetivo apontar as metas e prioridades do governo para o próximo ano. Ela orienta a elaboração da Lei Orçamentária Anual, baseando-se no que foi estabelecido pelo Plano Plurianual. Ou seja, é um elo entre esses dois documentos.
LOA (Lei Orçamentária Anual) – É o orçamento anual propriamente dito. Prevê os orçamentos fiscais, da seguridade social e de investimentos das estatais. Nela se estabelece as despesas e as receitas que serão realizadas no próximo ano.
Você precisa fazer login para comentar.