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Iguaracy: Educação lança programa de estímulo à leitura

Por André Luis

Tornar a prática da leitura mais atrativa e desenvolver o hábito de ler, entre as crianças. Esse é o objetivo de projeto da Secretaria de Educação lançado em Iguaracy.

O programa “Sorveteria da Leitura” busca acessar as crianças da rede municipal estimulando o desenvolvimento da leitura nesse período de maior isolamento social.

“O prazer da leitura chega até as residências das crianças através do atendimento Delivery com vários sabores que são apresentados através de um delicioso cardápio de leitura que ainda vem acompanhado de algumas guloseimas”, diz em nota.

Outras Notícias

PM recebe de colega bastão do Rotary Club Afogados

O Rotary Club de Afogados da Ingazeira realiza hoje a posse do novo Conselho Diretor para o biênio 2015/2016. A solenidade acontecerá às 19h na Câmara de Vereadores da cidade. E o bastão será repassado de PM para PM: o atual presidente é o policial Cícero Edu Alves de Oliveira. Assumirá a presidência a também […]

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O Rotary Club de Afogados da Ingazeira realiza hoje a posse do novo Conselho Diretor para o biênio 2015/2016. A solenidade acontecerá às 19h na Câmara de Vereadores da cidade.

E o bastão será repassado de PM para PM: o atual presidente é o policial Cícero Edu Alves de Oliveira. Assumirá a presidência a também PM Anita Ferreira Silva, que participa de atividades de polícia comunitária na cidade.

Vale o registro de que o Rotary Club Afogados da Ingazeira é um dos mais atuantes do Estado, com representação de vários setores da comunidade.

Casal morre em acidente na zona rural de Brejinho

Um casal morreu em um acidente envolvendo a motocicleta em que estavam e uma caminhonete D-20  no inicio da noite deste domingo (28), no Sitio Santana em Brejinho. Segundo o blogueiro Marcelo Patriota, o acidente ocorreu na Zona Rural do município. Com o impacto da batida, os corpos foram arremessados por alguns metros. Segundo informações, […]

Um casal morreu em um acidente envolvendo a motocicleta em que estavam e uma caminhonete D-20  no inicio da noite deste domingo (28), no Sitio Santana em Brejinho.

Segundo o blogueiro Marcelo Patriota, o acidente ocorreu na Zona Rural do município. Com o impacto da batida, os corpos foram arremessados por alguns metros. Segundo informações, o casal morreu no local.

João Paulo Alves da Silva , 25 anos, conhecido como Durinho e a esposa Sabrina Ferreira de Sousa,  22 anos, deixaram um filho de 4 anos.  Eles moravam no Povoado de Lagoinha.

Os corpos foram levados para o Hospital Clotilde de Fontes Rangel, em Brejinho e vai ser removido para o IML de Caruaru.

Nas redes sociais a cidade ficou chocada. A Polícia Civil abriu inquérito para apurar as circunstâncias do acidente.

  
Tesouro Nacional diz que quitou todas pedaladas fiscais neste ano

G1 A Secretaria do Tesouro Nacional informou que foram pagos R$ 72,4 bilhões em “obrigações” devidas ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), ao Fundo de Garantia  por Tempo de Serviço (FGTS) e ao Banco do Brasil. Os valores referem-se às chamadas “pedaladas fiscais” de R$ 55,8 bilhões, ou seja, atrasos de pagamentos […]

G1

OLIVEIRA-180615-Face-580x373A Secretaria do Tesouro Nacional informou que foram pagos R$ 72,4 bilhões em “obrigações” devidas ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), ao Fundo de Garantia  por Tempo de Serviço (FGTS) e ao Banco do Brasil. Os valores referem-se às chamadas “pedaladas fiscais” de R$ 55,8 bilhões, ou seja, atrasos de pagamentos aos bancos por conta de benefícios sociais, subsídios e operações de crédito rural e ao programa habitacional Minha Casa Minha Vida até 2014, além de outros valores devidos em 2015.

O valor ficou acima dos R$ 57,013 bilhões anunciados pelo governo em novembro à Comissão Mista de Orçamento (CMO). O Tesouro Nacional esclareceu que R$ 16,6 bilhões já haviam sido quitados anteriormente, restando um valor também menor (R$ 55,8 bilhões) que estão sendo pagos nos últimos dias deste ano.

“Quando enviamos o PL ao Congresso Nacional, estimamos um montante de obrigações, que depois percebemos ser menores”, informou o secretário interino do Tesouro Nacional, Otávio Ladeira, a jornalistas. Segundo ele, portanto, o valor passível de desconto da meta será de R$ 55,8 bilhões, e não os R$ 57 bilhões anunciados anteriormente.

“O pagamento de todas as obrigações neste exercício era medida necessária para fins de cumprimento da meta de resultado fiscal, uma vez que, a partir de determinação do TCU [Tribunal de Contas da União], houve mudança no momento em que se daria a apropriação das referidas obrigações na apuração das estatísticas fiscais, pelo Banco Central. Assim, todas as obrigações da união com bancos públicos e fundos estão imediatamente contabilizadas como despesas primárias e integrarão as estatísticas fiscais”, informou o Tesouro, em nota à imprensa.

As chamadas “pedaladas fiscais” consistiram no atraso dos repasses da União para bancos públicos do dinheiro de benefícios sociais e previdenciários. Essa prática fez com que instituições financeiras como Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil usassem recursos próprios para honrar esses compromissos. A oposição alega que estas operações se caracterizaram como “empréstimos” à União, o que é vedado pela Lei de Responsabilidade Fiscal, mas o governo nega que, tecnicamente, elas possam ser classificadas desta maneira.

Por conta das pedaladas fiscais, o plenário do Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou em outubro, por unanimidade, parecer do ministro Augusto Nardes pela rejeição das contas do governo federal de 2014. Esta foi a segunda vez na história que o TCU recomenda ao Congresso a rejeição das contas de um presidente. Também por conta das pedaladas, entre outros pontos, o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, autorizou, no início de dezembro, abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Segundo informações do governo, do total de R$ 72,4 bilhões das pedaladas fiscais pagas, R$ 70,9 bilhões dos valores foram feitos com recursos da conta única do Tesouro Nacional, sendo R$ 21,1 bilhões com recursos das emissões de títulos realizadas anteriormente, sem a necessidade de emissão de novos papéis, e que R$ 49,8 bilhões com “demais fontes” da conta única.

Covid-19: Maranhão confirma primeiro caso de variante indiana

Foi identificado no Maranhão o primeiro caso oficial da cepa indiana (B.1.617.2) do coronavírus. A informação foi confirmada pela secretaria de Saúde do estado.  O contaminado é tripulante do navio Shandong da Zhi, um homem de 54 anos, indiano, que está internado em um hospital de São Luís. A embarcação veio da África do Sul, […]

Foi identificado no Maranhão o primeiro caso oficial da cepa indiana (B.1.617.2) do coronavírus. A informação foi confirmada pela secretaria de Saúde do estado. 

O contaminado é tripulante do navio Shandong da Zhi, um homem de 54 anos, indiano, que está internado em um hospital de São Luís. A embarcação veio da África do Sul, fretado pela Vale para entregar Minério de Ferro.

Em coletiva de imprensa, o secretário Carlos Lula disse que foram estudadas 15 amostras em que foi possível fazer o estudo genômico de seis. Em todas as seis amostras foram confirmadas a cepa indiana. 

A tripulação do navio está isolado e não tem permissão para atracar na costa do Maranhão. Cerca de 100 pessoas que tiveram contato com o homem infectado serão testadas, acompanhadas e isoladas.

A variante indiana é motivo de preocupação em todo o mundo porque tem uma ou duas alterações na proteína spike, o que pode significar maior resistência  e transmissibilidade.

Fonte: Veja

Dilma diz que não tem informação a prestar sobre suposta venda de MP

A presidente Dilma Rousseff comunicou à Justiça Federal não ter “informação ou declaração a prestar” sobre os fatos investigados na Operação Zelotes relacionados à suposta “compra” de medidas provisórias durante os governos petistas. Em ofício enviado nesta terça-feira (3) ao juiz responsável pelo caso, a Presidência pediu que ela fosse dispensada de depor na ação. […]

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A presidente Dilma Rousseff comunicou à Justiça Federal não ter “informação ou declaração a prestar” sobre os fatos investigados na Operação Zelotes relacionados à suposta “compra” de medidas provisórias durante os governos petistas. Em ofício enviado nesta terça-feira (3) ao juiz responsável pelo caso, a Presidência pediu que ela fosse dispensada de depor na ação.

Dilma foi indicada como testemunha de defesa do lobista Eduardo Valadão, acusado de formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, corrupção ativa e extorsão. Segundo a denúncia do Ministério Público, ele atuava como lobista na empresa SGR Consultoria Empresarial Ltda.

Ele é suspeito de oferecer propina a agentes públicos para obter decisões no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais do Ministério da Fazenda (Carf), última instância administrativa para contestar a cobrança de tributos, em favor de grandes empresas.

Após ser denunciado no caso, os advogados de Valadão indicaram Dilma para depor em seu favor sobre mudanças numa medida provisória em benefício de montadoras de veículos na área fiscal.

No ofício anexo enviado à Justiça, o subchefe para Assuntos Jurídicos da Casa Civil da Presidência, Jorge Rodrigo Araújo Messias, pede ao juiz Vallisney de Souza Oliveira a dispensa do depoimento de Dilma Rousseff.

“O requerimento formulado pelo senhor Eduardo Gonçalves Valadão não traz qualquer elemento que justifique a indicação de Sua Excelência como testemunha dos fatos narrados na denúncia […] Não há menção a fato que, ainda que indiretamente, poderia ser de conhecimento da senhora Presidenta da República”, escreveu Messias.

Ele diz que o único fato relacionado à Casa Civil da Presidência, comandada por Dilma até 2010, época das negociações, foi o trâmite interno para a sanção da medida provisória 512. O texto final foi sancionado em 2011, quando Dilma já ocupava a Presidência.

Segundo a denúncia, lobistas pagaram propina para que uma ex-servidora da Casa Civil impedisse o veto de Dilma a alterações feitas no Congresso que beneficiavam montadoras.

“Todavia, importa destacar que a Presidenta Dilma Rousseff, nos termos da Mensagem nº 146, de 19 de maio de 2011, vetou as emendas. Logo, não há nada a esclarecer para além dos termos da anexa declaração”, diz o documento enviado à Justiça pela Presidência.