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Hospital informa que Pedro Araújo permanece em observação

Por André Luis

O Hospital Regional Emília Câmara repassou ao blog, por meio de contato direto, atualização sobre o estado de saúde do editor-chefe do PE Notícias, Pedro Araújo, internado após passar mal e sofrer uma queda em casa.

Segundo a unidade hospitalar, o paciente segue em observação clínica enquanto aguarda os resultados dos exames laboratoriais. A equipe médica informou ainda que uma nova tomografia deverá ser realizada em até 48 horas para reavaliação do quadro.

De acordo com a atualização, até o momento não foram identificadas alterações relevantes nos exames iniciais. Conforme o hospital, caso seja constatada alguma mudança no quadro clínico, a conduta indicada será conservadora.

Pedro Araújo permanece acompanhado por familiares, e o caso segue sob monitoramento da equipe médica. Novas informações poderão ser divulgadas conforme a evolução clínica.

Outras Notícias

Solidão: Djalma Alves cumpre agenda em Brasília

O Prefeito Djalma Alves (PSB) está em Brasília, em missão oficial para captar e destravar recursos de convênios e projetos em andamento, assim como na apresentação de projetos ligados a diversas áreas para o município de Solidão. Na manhã desta terça-feira o prefeito solidanense esteve no Ministério do Desenvolvimento Regional com o Secretário Nacional Tiago Pontes. […]

O Prefeito Djalma Alves (PSB) está em Brasília, em missão oficial para captar e destravar recursos de convênios e projetos em andamento, assim como na apresentação de projetos ligados a diversas áreas para o município de Solidão.

Na manhã desta terça-feira o prefeito solidanense esteve no Ministério do Desenvolvimento Regional com o Secretário Nacional Tiago Pontes.

“A nossa passagem por Brasília está extremamente positiva, pois estamos apresentando nossas demandas em projetos, ações e obras que trarão benefícios à nossa população”, destacou o prefeito.

Durante toda agenda oficial à capital brasileira que segue até a próxima quarta-feira, o prefeito está acompanhado do Deputado Estadual Clodoaldo Magalhães (PSB), grande aliado e autor de diversas emendas para o município.

Organizações sociais do semiárido preparam retomada do programa de construção de cisternas

Foto: Ricardo Araújo/Arquivo ASA Brasil Por Adriana Amâncio/Marco Zero “Eu mal caminho dentro de casa, não posso carregar água de canto nenhum. Quando falta água, eu espero a nora botar, vem outro e bota, tudo é difícil pra mim”. Este é o relato de Tereza Correia, agricultora de 77 anos, que mora na comunidade Jacarecanga, […]

Foto: Ricardo Araújo/Arquivo ASA Brasil

Por Adriana Amâncio/Marco Zero

“Eu mal caminho dentro de casa, não posso carregar água de canto nenhum. Quando falta água, eu espero a nora botar, vem outro e bota, tudo é difícil pra mim”. Este é o relato de Tereza Correia, agricultora de 77 anos, que mora na comunidade Jacarecanga, no município de Rio Grande do Piauí, no semiárido daquele estado, a 380 quilômetros de Teresina.

Idosa e sofrendo de diabetes, ela sente dificuldades de caminhar. Por isso, quando a bomba do poço que abastece a comunidade quebra, ela depende da ajuda de parentes e vizinhos para ter água em casa. O marido, também idoso, não pode ajudar com a busca por água no dia a dia. Dona Tereza está entre as quase 1 milhão de pessoas que esperam a retomada do Programa Cisternas para ter acesso a um reservatório de 16 mil litros de água apta para consumo humano.

Para viabilizar o programa, era preciso antes recompor seu orçamento, que, no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) elaborado por Bolsonaro, tinha previstos apenas R$ 2 milhões para 2023. Isso já foi feito, chegando a dotação de R$ 500 milhões para esta finalidade. 

O valor seria suficiente para mais 83 mil reservatórios ao custo de R$ 6 mil cada, aumentando as chances de Dona Tereza trazer a água mais para perto da sua casa. “Isso não dá conta do déficit, mas já movimenta bastante”, avalia o coordenador Executivo da Articulação Semiárido Brasileiro (ASA) pelo estado da Bahia, Naidson Baptista.

Além da recuperação financeira, o Programa Cisternas demanda a retomada de procedimentos democráticos e transparentes na implementação. “A ideia da ASA é, uma vez que nós tenhamos celebrado algum termo de parceria com o governo, feito a seleção das organizações, chamar as eleitas para reativar os princípios metodológicos, os prazos porque, nas entidades, muita coisa mudou, muita gente saiu”, afirma Batista. 

Um desses princípios metodológicos envolve, por exemplo, a análise dos perfis e a definição das famílias elegíveis ao programa nas comissões municipais, formadas por organizações comunitárias.

Hoje, no Semiárido brasileiro, 350 mil famílias, quase 1 milhão de pessoas, necessitam de uma cisterna de água para consumo humano. Já aquelas que vivem sem cisterna de produção – que coleta e reserva água para agricultura e pecuária –, somam 800 mil pessoas. 

Os dados são da publicação Acesso à água para as populações do Semiárido Brasileiro, elaborada pela ASA. Nos últimos quatro anos, o Programa Cisternas enfrentou os cortes orçamentários mais drásticos da história. Em 2022, executou um orçamento de pouco mais de R$ 22 milhões, de acordo com dados do portal Siga Brasil.

De acordo com Naidison, as organizações que compõem a ASA estão lançando mão de estratégias políticas para garantir as condições orçamentárias do programa ao longo dos próximos quatro anos. Um desses caminhos, complementa ele, é acionar diversos conselhos de controle social nas esferas estadual e nacional.

“Um caminho é o Conselho Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável (Condraf), que está para ser reconstruído. O Conselho Nacional de Segurança Alimentar (Consea), que será recriado no dia 28 de fevereiro. As cisternas estão constantemente na pauta do Consea, o Consea faz questão de ter as cisternas funcionando. O outro caminho é manter contato com deputados e senadores do Nordeste, no sentido de que eles estejam reafirmando na Câmara e no Senado a importância do Programa. E outra coisa é realizar audiências com autoridades responsáveis por fazer o programa andar. Nós já realizamos uma audiência e temos outra marcada com a secretária Nacional Segurança Alimentar e Nutricional do MDS [Lilian dos Santos Rahal] e também solicitamos uma audiência com o ministro Wellington Dias para discutir a perspectiva das cisternas”, relata.

Praticamente sem orçamento nos últimos quatro anos, a melhoria dos indicadores econômicos e de saúde no semiárido ficou mais lenta ou regrediu, como foi o caso da insegurança alimentar. 

Com isso, a agonia vivida pela agricultora Zenaide Costa, de 55 anos, que mora na mesma comunidade de Dona Tereza, ficou longe de ter um fim. Ela também sofre quando a água do poço não chega às torneiras quando a bomba quebra. No seu caso, além do corpo não aguentar o esforço de buscar água no poço, por ser albina, ela não pode se expor ao sol para carregar água. Sem alternativa, ela pede ajuda ao vizinho que possui cisterna para lhe ceder um pouco de água. “No final das contas, quando a bomba do poço quebra e o carro pipa não vem, é a cisterna do vizinho que salva. Mesmo assim, é racionada, não pode pegar tudo e deixar ele sem água. É um sufoco!”, desabafa Zenaide.

Quando o problema na bomba não é resolvido rápido, Zenaide e outros moradores se unem para pedir que a prefeitura traga um carro pipa para abastecer a comunidade. “A gente fica ligando até eles trazerem. Eles alegam que tem muita comunidade para abastecer. E diz ‘aquele que colocou o nome primeiro, vai ser abastecido primeiro’. E assim é a nossa vida”, relata Zenaide em tom de lamento. 

A falta de água também afeta a sua segurança alimentar. Sem fonte hídrica para produção, ela cultiva alimentos apenas no período chuvoso. “Sem água não dá para plantar na estiagem. A gente só planta na chuva e come o que ganhar da chuva.”, afirma resignada.

O tom da voz de Tereza e Zenaide até mudou quando perguntei sobre a expectativa de chegada da cisterna. Zenaide se antecipou e afirmou. 

“Eu tô com muita esperança, eu tô acreditando que eu vou ganhar a minha cisterna e a minha vida vai melhorar. Eu vou poder cultivar uma hortinha”, planeja. Já Dona Tereza, sem titubear, emenda: “trazendo a cisterna pra perto de casa, fica mais fácil para qualquer um pegar [água], até o meu marido pega. Eu tenho fé em Deus que vai acontecer dela vim, a minha cisterna.”

A nossa reportagem fez contato com o Governo Federal. Pedimos confirmação sobre o valor do orçamento do Programa Cisternas previsto para 2023, sobre quais medidas estão sendo adotadas para a retomada do programa neste ano e se há previsão para assinatura do termo de parceria. Até o fechamento desta reportagem, não obtivemos retorno. O espaço segue aberto.

SAMU da III Macro integra esquema de segurança em visita do presidente Lula a Salgueiro

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) da III Macrorregião do Sertão, gerenciado pelo Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú (CIMPAJEÚ), participou ativamente do esquema de segurança e suporte emergencial durante a visita do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, à cidade de Salgueiro (PE), nesta quarta-feira (28). A Unidade de […]

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) da III Macrorregião do Sertão, gerenciado pelo Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú (CIMPAJEÚ), participou ativamente do esquema de segurança e suporte emergencial durante a visita do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, à cidade de Salgueiro (PE), nesta quarta-feira (28).

A Unidade de Suporte Avançado (USA) da base descentralizada de Serra Talhada integrou o comboio oficial, acompanhando de perto todos os deslocamentos do presidente e oferecendo apoio pré-hospitalar especializado em caso de intercorrências.

Além disso, a Unidade de Suporte Básico (USB) foi posicionada estrategicamente no local do evento, garantindo atendimento imediato à população que participou das atividades.

Por meio de nota divulgada em suas redes sociais, o SAMU destacou o compromisso da equipe com a proteção e o bem-estar da comunidade: “Nosso compromisso é com a vida, sempre prontos para agir com responsabilidade e profissionalismo, em qualquer cenário”.

A atuação do SAMU reforça a importância do serviço na garantia da segurança em eventos de grande porte, assegurando suporte eficiente tanto para autoridades quanto para a população.

“O Parlamento não será chantageado”, diz Carlos Veras

Na noite desta quarta-feira (6), o deputado federal Carlos Veras (PT-PE) publicou um vídeo em suas redes sociais no qual criticou duramente as tentativas de obstrução nas atividades da Câmara dos Deputados.  A fala ocorreu após tensões provocadas pela oposição que em protesto a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro ter sido decretada pelo ministro […]

Na noite desta quarta-feira (6), o deputado federal Carlos Veras (PT-PE) publicou um vídeo em suas redes sociais no qual criticou duramente as tentativas de obstrução nas atividades da Câmara dos Deputados. 

A fala ocorreu após tensões provocadas pela oposição que em protesto a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro ter sido decretada pelo ministro do STF Alexandre de Moraes. Parlamentares bolsonaristas ocuparam a Mesa Diretora exigindo o que chamaram de “Pacote da Paz” que entre outras pautas defende a anistia total para o ex-presidente e os golpistas do 8 de janeiro.

Segundo Veras, a retomada simbólica da mesa diretora, com a presença do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), teve como objetivo reforçar que o Parlamento não cederá a pressões externas ou internas.

“Retomamos aqui o espaço da mesa diretora com a presença do presidente Hugo Motta, abrimos e encerramos a sessão para deixar inclusive claro: o Parlamento não vai ser chantageado”, afirmou Veras, reforçando a legitimidade da mesa diretora eleita.

O deputado ainda fez uma analogia direta com os ataques golpistas de 8 de janeiro de 2023, quando as sedes dos Três Poderes foram invadidas em Brasília. Para ele, a tentativa de impedir o funcionamento do Legislativo por meio de manobras e pressões lembra os objetivos daquele episódio.

“Eles não vão dar continuidade ao golpe do 8 de janeiro, porque o que fizeram aqui durante esses dois dias foi o que tentaram fazer naquele dia: parar o Parlamento. Porque em um golpe, a primeira coisa que é fechada é a Casa do Povo, é a Câmara dos Deputados”, criticou.

Carlos Veras defendeu o respeito às instituições democráticas e ao Colégio de Líderes, que, segundo ele, deve continuar sendo o espaço legítimo para a construção da pauta de votações.

“O Colégio dos Líderes é o espaço de debater e construir a pauta e os projetos que precisam ser aprovados a interesse da maioria. Não vamos admitir nenhum ataque, nenhuma chantagem ao Parlamento”, concluiu.

 

Tabira: Secretaria de Educação realiza a entrega de kits escolares 

A Prefeitura Municipal de Tabira, através da Secretaria Municipal de Educação vem realizando a entrega dos kits escolares aos estudantes matriculados na rede municipal, em todas as modalidades.  Ao todo 4200 kits foram preparados para serem entregues aos estudantes da educação infantil, ensino fundamental I e II e da Educação de Jovens e Adultos – […]

A Prefeitura Municipal de Tabira, através da Secretaria Municipal de Educação vem realizando a entrega dos kits escolares aos estudantes matriculados na rede municipal, em todas as modalidades. 

Ao todo 4200 kits foram preparados para serem entregues aos estudantes da educação infantil, ensino fundamental I e II e da Educação de Jovens e Adultos – EJA. Essa iniciativa complementa as ações já realizadas em prol da melhoria do sistema de ensino. 

Os materiais entregues variam de acordo com a série escolar e incluem itens essenciais para o bom desempenho escolar, desse modo, os estudantes terão melhores condições para realizar suas atividades escolares, contribuindo para seu aprendizado e desenvolvimento.

O cronograma de entregas iniciou no mês de fevereiro nas escolas da zona rural e segue até primeira quinzena de março nas escolas da zona urbana, a caravana de entregas está acontecendo de forma divertida com a presença de personagens para alegrar as crianças e a presença da prefeita Nicinha Mélo, da secretária de educação, Lyedja Barros e equipe da Secretaria Municipal confirmando o compromisso com a educação de qualidade. 

Pais e responsáveis de estudantes matriculados mostraram-se satisfeitos ao receber os kits, alegando a importância desses na vida estudantil dos seus filhos e qualidade dos produtos entregues pela gestão municipal.