Gleybson Martins terá professora como candidata a vice em Carnaíba
Por Nill Júnior
O Podemos oficializou o nome do vereador e presidente da Câmara de Carnaíba, Gleybson Martins, como o seu candidato a sucessão municipal em Carnaíba.
O evento ocorreu nesse sábado (12) na Câmara de Vereadores do município.
Também foi anunciado o nome da candidata a vice, a professora e ex-gestora escolar, Cidinha, do distrito de Ibitiranga.
“Além de reconhecermos a importância do distrito de Ibitiranga, pensamos na força da mulher, na fibra de uma servidora pública. Queremos um governo feito por gente como a gente, gente do povo”, disse Gleybson.
Desde o início do ano, o Governo de Pernambuco já regularizou 3.922 residências em todo o Estado Escrituras públicas de 261 imóveis foram entregues, nesta terça-feira (5), pela governadora Raquel Lyra, para famílias da Zona Norte do Recife. Por meio do Programa Morar Bem PE, 132 títulos de propriedade foram entregues a moradores do bairro […]
Desde o início do ano, o Governo de Pernambuco já regularizou 3.922 residências em todo o Estado
Escrituras públicas de 261 imóveis foram entregues, nesta terça-feira (5), pela governadora Raquel Lyra, para famílias da Zona Norte do Recife. Por meio do Programa Morar Bem PE, 132 títulos de propriedade foram entregues a moradores do bairro de Água Fria e outros 129 para residentes da comunidade do Buriti, no bairro da Macaxeira.
Com esta entrega, o Governo do Estado chega a 3.922 residências regularizadas, sendo 3.630 emitidas pela Pernambuco Participações e Investimentos S/A (Perpart) e 292 através da Companhia Estadual de Habitação e Obras (Cehab). Com o programa habitacional, Pernambuco permite que famílias de baixa renda tenham direito ao registro dos imóveis onde moram sem qualquer custo. As entregas dos títulos foram feitas com a participação da vice-governadora Priscila Krause.
“Pernambuco conta, verdadeiramente, com um programa habitacional. O Morar Bem PE faz entrega de casas novas, conclui obras de habitacionais e, pelo Minha Casa, Minha Vida, conseguimos trazer mais de 10 mil imóveis para o Estado. Além disso, trabalhamos pela regularização fundiária urbana, como estamos fazendo hoje, e a rural, que garante a pessoas que moram há muito tempo e sonham em ter o registro em cartório, o direito de herança e a certeza que tem uma casa para chamar de sua. Montamos um time responsável para fazer essas entregas que garantem tranquilidade e dignidade aos que esperam por tantos anos”, destacou a governadora Raquel Lyra.
Morando há mais de 40 anos no bairro de Água Fria, Vera Lúcia da Silva, de 58 anos, recebeu a escritura das mãos da governadora e comemorou a conquista. “Eu recebo com muita alegria porque agora eu vou poder morar com muito mais tranquilidade. Agora eu sei que a casa onde moro com minha família também será dos meus filhos no futuro. E isso nos dá mais segurança para viver com qualidade”, comentou.
Já Suely Maria do Nascimento, que vive na comunidade do Buriti há 15 anos, agradeceu por ter, em mãos, o documento oficial que traz seu nome como proprietária do imóvel. “Tenho um sentimento de muita gratidão porque antes eu morava no imóvel, mas não tinha como comprovar que era meu. Mas agora tenho documento que prova que a casa é realmente minha. Agradeço a governadora por realizar algo que esperávamos há tanto tempo”, disse.
Formados na década de 1940, a comunidade do Buriti e o bairro de Água Fria foram alguns dos locais já beneficiados pela atual gestão com a política habitacional. A vila do Buriti foi construída para atender à grande demanda de moradia oriunda dos trabalhadores da Fábrica de Tecido de Apipucos, uma pequena empresa de panos de estopa aberta em 1895, mas que virou um verdadeiro complexo fabril anos depois. Para residir nessas casas era necessário ser trabalhador da fábrica. Já o bairro de Água Fria teve origem no povoado de Beberibe, uma das localidades mais antigas do Recife, em área conhecida como propriedade “São José de Água Fria”.
Lançado no último mês de março, o Programa Morar Bem PE tem como meta beneficiar, até 2026, 50 mil famílias com moradias dignas. Deste total, o plano é regularizar 40 mil unidades com títulos de propriedade e o restante, 10 mil casas, serão feitas por meio da retomada de obras paralisadas e através de novos contratos habitacionais com recursos do Minha Casa, Minha Vida, e contrapartidas do Fundo Estadual de Habitação de Interesse Social (FEHIS).
“O Morar Bem é um grande projeto, que tem diversas modalidades. Essa aqui que a gente tem hoje é a entrega de títulos de regularização fundiária, ou seja, o papel da casa própria daquelas pessoas que moravam precariamente. A nossa prioridade são as áreas que são de posse do Governo do Estado, mas que tinham famílias que moravam há décadas e que, a partir da entrega de títulos, passam a ser proprietárias de seus imóveis”, explica a secretária de Desenvolvimento Urbano e Habitação do Estado (Seduh), Simone Nunes.
A regularização fundiária é desenvolvida pela Perpart S.A, empresa vinculada à Seduh e que administra cerca de 90 mil imóveis do Estado pendentes de regularização, incluindo antigos habitacionais da Cohab. “Dentro do Programa Morar Bem PE, a Perpart tem a finalidade de efetivar a maior regularização fundiária do País, promovendo a entrega de títulos de propriedade e garantindo cidadania e dignidade para as pessoas”, afirmou o presidente do órgão, Francisco Amaral.
Acompanharam o evento os secretários Hercílio Mamede (Casa Militar), Daniel Coelho (Turismo e Lazer), os vereadores do Recife Doduel Varela, Michele Collins, Felipe Alecrim e Ronaldo Lopes, além da assessora especial do Governo do Estado, Teresa Duere.
O PSTU oficializou o nome de Cláudia Ribeiro como pré-candidata ao governo de Pernambuco, neste sábado (7). Apesar do lançamento, o nome da pré-candidata ainda vai ser levado à convenção do partido. As informações são da TV Globo. O anúncio ocorreu em um imóvel na Rua Paru, em Brasília Teimosa, na Zona Sul do Recife, […]
O PSTU oficializou o nome de Cláudia Ribeiro como pré-candidata ao governo de Pernambuco, neste sábado (7). Apesar do lançamento, o nome da pré-candidata ainda vai ser levado à convenção do partido. As informações são da TV Globo.
O anúncio ocorreu em um imóvel na Rua Paru, em Brasília Teimosa, na Zona Sul do Recife, durante evento do partido.
O partido ainda não definiu os nomes dos pré-candidatos a vice-governador e senador. A presidente do PSTU em Pernambuco, Simone Fontana, participou do lançamento da pré-candidatura.
“Nós vamos ser uma voz pelo socialismo tanto aqui no estado, como no Brasil, porque a classe trabalhadora precisa ter alternativas para sair dessas mazelas que esses governos criaram. Vai ser uma voz contra o capitalismo e pelo socialismo”, declarou Simone Fontana.
Cláudia Ribeiro tem 50 anos. Ela nasceu no Rio de Janeiro, em 1972, e se mudou ainda criança para Pernambuco. Ele é formada em pedagogia pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e professora da rede municipal do Recife. Foi dirigente do Sindicato dos Professores do Recife (Simpere).
“O PSTU lança a minha pré-candidatura para a gente se apresentar como oposição aos 16 anos do governo do PSB, junto com o PC do B e apoio do PT, que a gente está vendo como retrato o Hospital da Restauração e, agora, o incêndio nas palafitas. E também sendo oposição e contra a direita tradicional. O PSTU apresenta a candidatura para ser uma alternativa socialista para a classe trabalhadora”, afirmou Cláudia.
Histórico na política
Cláudia Ribeiro foi candidata a prefeita do Recife em 2020. Ela teve 1.190 votos. Antes, havia disputado uma vaga de vereadora do Recife, em 2008, e de deputada estadual, em 2006. Em todas as eleições, disputou pelo PSTU. Nunca foi eleita.
Na última quarta-feira (23), o ônibus do TFD (Tratamento Fora do Domicílio) de São José do Egito protagonizou um novo episódio de risco na BR-232, próximo a Bezerros. O veículo, que retornava de Recife com mais de 20 passageiros, entre pacientes e acompanhantes, quase se envolveu em um acidente grave quando uma das rodas traseiras […]
Na última quarta-feira (23), o ônibus do TFD (Tratamento Fora do Domicílio) de São José do Egito protagonizou um novo episódio de risco na BR-232, próximo a Bezerros.
O veículo, que retornava de Recife com mais de 20 passageiros, entre pacientes e acompanhantes, quase se envolveu em um acidente grave quando uma das rodas traseiras se desprendeu em plena rodovia.
Os passageiros relataram momentos de intensa aflição, temendo que o pior pudesse acontecer.
“Foi um susto enorme. Todos ficamos com muito medo, principalmente por estarmos em uma rodovia movimentada e em alta velocidade”, contou um dos acompanhantes. Com o incidente, o ônibus ficou imobilizado à margem da BR-232, e os passageiros foram obrigados a esperar por socorro.
A ajuda veio da Prefeitura de Brejinho, que enviou outro ônibus para resgatar os passageiros e garantir a continuidade da viagem em segurança. “Felizmente, ninguém se feriu, mas o ocorrido expõe sérias falhas na manutenção dos veículos do TFD de São José do Egito”, criticou a oposição em nota..
Este não é um caso isolado, volta a questionar a oposição . “É a terceira vez que um incidente semelhante ocorre com o mesmo ônibus. Além disso, outro veículo do TFD já colidiu com um animal na estrada devido ao mau funcionamento do limpador de para-brisa, o que levanta graves preocupações sobre as condições dos ônibus que realizam o transporte de pacientes”, questiona.
Diante da repetição desses problemas, cresce a pressão sobre as autoridades municipais para que tomem medidas urgentes de manutenção e segurança, a fim de evitar que novas tragédias sejam apenas uma questão de tempo.
Manoela nascimento também vive o seu luto particular com a perda do pai, primeira vítima da Covid em Afogados. Por André Luis O programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, conversou na última sexta-feira (16), com a psicologa clínica, Manoela Nascimento, sobre como lidar com o luto nestes tempos de pandemia provocada pelo novo […]
Manoela nascimento também vive o seu luto particular com a perda do pai, primeira vítima da Covid em Afogados.
Por André Luis
O programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, conversou na última sexta-feira (16), com a psicologa clínica, Manoela Nascimento, sobre como lidar com o luto nestes tempos de pandemia provocada pelo novo coronavírus.
Manoela, que também vive o seu luto, após perder o pai, o ex-prefeito de Afogados da Ingazeira, José Silvério Queiroz de Brito, falecido no dia 18 de junho de 2020, após complicações decorrentes da Covid-19. Ele foi a primeira vítima da doença no município.
Para Manoela, vivenciar esse período, diante de tudo que está acontecendo é muito difícil. “Porque quando a gente fala de luto, falamos sobre um rompimento de vínculo. Estamos vivendo um luto social, um luto por perda e o luto pela falta de liberdade. Então quando a gente fala de luto, esse luto se estende a outros aspectos da nossa vida”.
Segundo a psicologa, as privações impostas pela pandemia e ao o que considerávamos como uma vida normal, tem suas consequências e sequelas. “A humanidade não estava preparada para esta tempestade que estamos enfrentando, que já dura há mais de um ano e o luto pela perda, que é o rompimento do vínculo e da afetividade… porque o luto dói tanto, porque perdemos alguém? Eu tenho certeza que todo mundo se pergunta: ‘como é que vai ficar a vida da gente, no próximo ano, daqui a dois, três, cinco anos? Como a humanidade vai estar depois de tudo isso que temos passado? Então, assim, não é fácil enfrentar, mas precisamos. Para ter saúde mental é preciso ter resiliência e ressignificar muita coisa na nossa vida”, destaca Manoela.
Manoela relatou o que tem passado diante da perda do pai. “Eu também estou vivendo o meu luto. Desde junho de 2020, que perdemos nosso pai, e a gente vem tentando ter resiliência, tentando ressignificar. Não é fácil! As pessoas às vezes imaginam que pelo fato de eu ser psicologa é mais fácil, mas não é. Eu sou psicologa no consultório, mas quando eu saio dele, eu sou um ser humano que tenho uma vida normal. As minhas emoções, eu tenho que viver e para quem está ouvindo, que perdeu alguém, quem está com alguém agora no hospital, uma coisa que nos sustenta realmente é a fé, independente da religião”.
Como dica para as pessoas que estão tendo que lidar com a perda de alguém nesse período, ela afirma que é preciso viver. “Não podemos de forma alguma negar esse luto. A negação é uma das fases, às vezes, por revolta, negamos, mas não podemos negar”, afirma.
Manoela destaca que, por mais doloroso que seja, é importante fechar o ciclo para darmos continuidade na vida.
“O luto por Covid-19 é muito doloroso. Só quem já passou por este momento é que sabe o quanto é difícil, o quanto é doloroso… é uma coisa desumana”, desabafou Manoela.
Falando das fases do luto, Manoela explicou que existem cinco: negação, raiva, depressão, barganha e aceitação. “Precisamos viver todas elas. Todas as fases precisam ser vividas. Precisamos encarar, não podemos usar mecanismos de defesa de dizer: ‘não, eu não estou passando por isso. Isso não está acontecendo comigo’. Vamos enfrentar. É dificil? É! É doloroso? É! Mas é uma dor necessária”, explicou a psicologa.
Questionada se deveríamos falar mais sobre a morte, a psicologa afirmou que sim. “Como ser humano e como psicologa. Ultimamente lidamos com a morte com uma frequência e uma intensidade que até então não tínhamos vivido. Querendo ou não, estamos lidando com essa palavra diariamente nas nossas vidas, mas acredito, que nós, seres humanos, não nos preparamos. A gente não se prepara pra perder. Quem é que quer perder? Humanamente falando.
A psicologa chama a atenção para a necessidade de pararmos alguns momentos e raciocinar, deixar um poco a emoção, o apego humano, principalmente em casos onde a pessoa já vinha enfrentando uma doença, um estado vegetativo e se perguntar: ‘realmente é isso que a gente quer para aquela pessoa que amamos?’ Às vezes a pessoa está lá num nível de sofrimento… “É muito difícil. Na verdade, cada situação é única, mas assim, psicologicamente falando, pra gente tentar manter um equilíbrio mental, eu acho que precisamos raciocinar. Parar um pouquinho, eu sei que a dor…”.
Manoela destaca que o choro é importante, mas que não se pode viver chorando, que não é saudável. “Chorar, falar sobre o assunto, compartilhar com alguém da família, externar, botar pra fora a raiva e a dor que está sentindo é importante, por quê? Porque quando a gente coloca pra fora, estamos externando e quando aquilo volta pra gente, já volta diferente, já volta melhor, não que a dor passe, porque é uma dor que vai e volta, tem dias que você está bem, tem dias que a lembrança bate”, destacou.
Ela lembrou que, geralmente a fase mais difícil do luto é o primeiro ano, pelo fato de que a pessoa vive as datas comemorativas pela primeira vez sem a pessoa querida. O primeiro Natal, o primeiro aniversário, o primeiro Dia das Mães, dos Pais. “Esse primeiro ano, no qual eu me encontro é muito difícil”, afirmou.
Manoela lembrou que o luto é algo muito singular e varia de pessoa para pessoa. “Tem pessoas que vivem esse momento alguns meses, tem pessoas que vivem o luto, anos e às vezes uma vida toda. É muito relativo, mas assim, a gente precisa vivê-lo”, disse lembrando que a vida continua e que o luto é um fechamento de ciclo.
Uma das maiores perversidades relacionadas ao luto durante esta pandemia, é o fato de não podermos nos despedir com os ritos culturais que estamos acostumados. Questionada se isso amplifica a dor, a psicologa lembrou que além dos familiares não poderem se despedir de seus mortos através dos ritos fúnebres, existem as mudanças de comportamento durante os velórios por mortes que não foram por covid também. “O abraço e o conforto, também nos estão sendo negados. Nada substituiu o abraço, o toque”.
Ainda com relação às mudanças na cultura do sepultamento e as dores causadas pelo afastamento do doente com Covid-19 de seus familiares, Manoela destacou o sentimento de impotência vivido por todos. “Você não pode ver durante o processo de internamento, que a gente quer ver mesmo de longe, você não pode fazer a despedida… uma coisa que mexe muito, psicologicamente falando, é você não saber como a pessoa foi enterrada. Amarrada em dois sacos, minha gente isso é muito doloroso! Você sabe que está ali no caixão, você vê o caixão de longe, então assim, além de toda a dor da perda, vem aquela chuva de pensamentos, porque não tem como a gente não pensar e a sensação de você enquanto família, não poder fazer nada…”, destacou.
Deste sentimento, a psicologa lembrou e relatou o seguinte: “lembrei que na hora que o médico foi falar comigo e meu irmão, eu disse doutor pelo amor de Deus deixa eu ver pelo menos de longe. “Não!” Na hora da minha inocência eu falei com Mada (Madalena Brito, ex-coordenadora da Vigilância em Saúde de Afogados), que estava lá com a gente. Vê um caixão com vidro, para pelo ao menos arrumar com caixão com vidro. Na hora do aperreio, que você se desespera e sai realmente da sua consciência. Aí eu me lembro do olhar da Mada, de máscara e ela fechou os olhos foi como dissesse assim: ‘Manu, tu não sabes que não pode’, então assim, é muito difícil realmente”.
A psicologa alertou para que pessoas que identificarem que não estão conseguindo processar o luto e que não estão bem, devem procurar ajuda profissional, fazer terapia e acompanhamento.
“Pra poder trabalhar tudo isso, organizar mentalmente e a gente conseguir. Não é fazer de conta que as coisas não existem, mas assim, colocar cada coisa no seu lugar e a gente conseguir caminhar. Precisamos estar bem com a gente. Nós somos o eixo da nossa vida, então, se eu não cuido desse eixo, se eu não estou fazendo algo para me reerguer, para ressignificar e dar um outro sentido, vamos ficando com uma bagagem emocional muito pesada, porque continuamos vivendo e arrastando às vezes uma bagagem de 30, 40, 50 anos. Então, neste ponto, as pessoas que se identificarem, procurem uma ajuda profissional. Para se organizar mentalmente, para ter saúde mental, e dar continuidade a sua vida”, pontuou Manoela Nascimento.
Na noite desta segunda-feira (10), a Câmara de Vereadores de Arcoverde promoveu uma sessão solene especial em celebração ao Dia Internacional da Mulher. O evento, realizado em parceria com a Secretaria da Mulher e a Câmara Municipal de Arcoverde, destacou a força, a dedicação e a importância das mulheres que contribuem para o desenvolvimento do […]
Na noite desta segunda-feira (10), a Câmara de Vereadores de Arcoverde promoveu uma sessão solene especial em celebração ao Dia Internacional da Mulher. O evento, realizado em parceria com a Secretaria da Mulher e a Câmara Municipal de Arcoverde, destacou a força, a dedicação e a importância das mulheres que contribuem para o desenvolvimento do município, reconhecendo suas lutas e conquistas ao longo dos anos.
Entre as homenageadas, a vereadora Célia Galindo, decana da Casa Legislativa, recebeu uma distinção especial por sua longa trajetória de trabalho e compromisso com a população de Arcoverde. Com uma atuação marcada pela defesa dos direitos sociais e pela luta em prol das mulheres, Célia Galindo foi amplamente aplaudida pelos presentes, sendo reconhecida como uma referência de liderança e dedicação no município.
Além dela, a vereadora Luiza Margarida também foi homenageada na solenidade, destacando-se pelo seu empenho em pautas que promovem o desenvolvimento e a inclusão social das mulheres arcoverdenses.
A cerimônia foi marcada por discursos, entrega de brindes e um coquetel oferecido às participantes, reforçando o compromisso da Câmara com a promoção da igualdade de direitos. “Esta solenidade é um reconhecimento da importância das mulheres na construção de uma sociedade mais justa e igualitária”, afirmou o presidente da Câmara, Luciano Pacheco.
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