Forró da Espora preserva tradição no São João de Petrolina
Por André Luis
As festividades juninas de Petrolina vêm surpreendendo pela descentralização e também pelos grandes shows que lotam o pátio Ana das Carrancas. Mas, o fim de semana que abriga o Dia de São João certamente é o mais aguardado pelos milhares de vaqueiros da região que vivem momentos de expectativa para o tradicional Forró da Espora que acontece no próximo sábado (24), dia do santo que dá nome aos festejos.
Em sua 76 ª edição, o Forró da Espora, volta ao estádio Paulo de Souza Coelho, onde os vaqueiros viverão uma noite de “esquenta” para a tão aguardada Missa do Vaqueiro que acontece no domingo (25).
Mas, antes do momento solene, os vaqueiros terão uma noite de muita festa com shows da banda Novo Esquema, Visão Musical e o forrozeiro Sérgio do Forró. A festa acontecerá a partir das 21h do sábado (24) e no domingo (25), às 9h os vaqueiros sairão em cavalgada do estádio Paulo de Souza Coelho com destino às margens do Rio São Francisco onde será celebrada a Missa do Vaqueiro.
A secretária de Cultura, Turismo e Esportes de Petrolina, Maria Elena de Alencar, lembra que os vaqueiros são um grande símbolo sertanejo e os eventos dedicados a eles fazem parte da valorização cultura nordestina.
“O vaqueiro representa um legado cultural com suas manifestações no vestuário e na religiosidade. Este ano, resgatamos a festa para o estádio Paulo de Souza Coelho e assim vamos garantir que os vaqueiros presentes possam se divertir num ambiente onde eles poderão também abrigar seus animais da melhor forma” disse a gestora da pasta.
Uma das maiores expectativas da política municipal em São José do Egito está no aguardado anúncio do prefeito Evandro Valadares (PSB) sobre o nome do pré-candidato que receberá seu apoio nas eleições municipais, marcadas para 6 de outubro. Com a decisão de Augusto Valadares (UB) e Eclériston Ramos (PSB) de não concorrerem à prefeitura pelo […]
Uma das maiores expectativas da política municipal em São José do Egito está no aguardado anúncio do prefeito Evandro Valadares (PSB) sobre o nome do pré-candidato que receberá seu apoio nas eleições municipais, marcadas para 6 de outubro.
Com a decisão de Augusto Valadares (UB) e Eclériston Ramos (PSB) de não concorrerem à prefeitura pelo grupo de situação, os olhos se voltam para o odontólogo George Borja, que é cogitado como o nome para a sucessão do atual prefeito.
Sem figuras políticas de peso disponíveis, o prefeito tem limitadas opções para formar a chapa, tornando o nome de George uma escolha com proximidade ao secretário Paulo Jucá, um dos articuladores do processo.
George é reconhecido como professor e Cirurgião Bucomaxilofacial, possuindo doutorado em Implantodontia e Pós-Doutorado – DDS, PhD. Seu perfil técnico e acadêmico traz uma nova perspectiva para a política local, gerando debates sobre os rumos da cidade e suas necessidades. As próximas semanas prometem ser decisivas na definição do cenário político em São José do Egito. As informações são do Blog do Itamar.
A oposição de Carnaíba realizou a primeira edição do evento São João do Povo na última quarta-feira (08), no Pátio de Eventos Milton Pierre. Houve shows de Rafael Dono, Guilherme Ferri e Michel Brocador. “O evento São João do Povo foi um sucesso e de um nível que não apenas atendeu as expectativas dos realizadores […]
A oposição de Carnaíba realizou a primeira edição do evento São João do Povo na última quarta-feira (08), no Pátio de Eventos Milton Pierre.
Houve shows de Rafael Dono, Guilherme Ferri e Michel Brocador.
“O evento São João do Povo foi um sucesso e de um nível que não apenas atendeu as expectativas dos realizadores e idealizadores, mas superou e muito”, diz a organização em nota.
Participaram os vereadores Juniano Ângelo, Missa de Lulu, Neudo da Itã, Vanderbio Quixabeira, Irmão Paulinho e Matheus Francisco, além de Gleybson Martins, e dos Deputado Federal Waldemar Oliveira e Álvaro Porto, presidente da ALEPE. A organização foi de Pajeú Shows e Eventos.
Extra Na tarde de quarta-feira passada, Joesley Batista e o seu irmão Wesley entraram apressados no STF e seguiram direto para o gabinete do ministro Edson Fachin. Os donos da JBS, a maior produtora de proteína animal do planeta, estavam acompanhados de mais cinco pessoas, todas da empresa. Foram lá para o ato final de […]
Na tarde de quarta-feira passada, Joesley Batista e o seu irmão Wesley entraram apressados no STF e seguiram direto para o gabinete do ministro Edson Fachin.
Os donos da JBS, a maior produtora de proteína animal do planeta, estavam acompanhados de mais cinco pessoas, todas da empresa. Foram lá para o ato final de uma bomba atômica que explodirá sobre o país — a delação premiada que fizeram, com poder de destruição igual ou maior que a da Odebrecht.
Diante de Fachin, a quem cabe homologar a delação, os sete presentes ao encontro confirmaram: tudo o que contaram à Procuradoria-Geral da República em abril foi por livre e espontânea vontade, sem coação.
É uma delação como jamais foi feita na Lava-Jato:
Nela, o presidente Michel Temer foi gravado em um diálogo embaraçoso. Diante de Joesley, Temer indicou o deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) para resolver um assunto da J&F (holding que controla a JBS). Posteriormente, Rocha Loures foi filmado recebendo uma mala com R$ 500 mil enviados por Joesley. Temer também ouviu do empresário que estava dando a Eduardo Cunha e ao operador Lúcio Funaro uma mesada na prisão para ficarem calados. Diante da informação, Temer incentivou: “Tem que manter isso, viu?”.
Aécio Neves foi gravado pedindo R$ 2 milhões a Joesley. O dinheiro foi entregue a um primo do presidente do PSDB, numa cena devidamente filmada pela Polícia Federal. A PF rastreou o caminho dos reais. Descobriu que eles foram depositados numa empresa do senador Zeze Perrella (PSDB-MG).
Joesley relatou também que Guido Mantega era o seu contato com o PT. Era com o ex-ministro da Fazenda de Lula e Dilma Rousseff que o dinheiro de propina era negociado para ser distribuído aos petistas e aliados. Mantega também operava os interesses da JBS no BNDES.
Joesley revelou também que pagou R$ 5 milhões para Eduardo Cunha após sua prisão, valor referente a um saldo de propina que o peemedebista tinha com ele. Disse ainda que devia R$ 20 milhões pela tramitação de lei sobre a desoneração tributária do setor de frango.
Pela primeira vez na Lava-Jato foram feitas “ações controladas”, num total de sete. Ou seja, um meio de obtenção de prova em flagrante, mas em que a ação da polícia é adiada para o momento mais oportuno para a investigação. Significa que os diálogos e as entregas de malas (ou mochilas) com dinheiro foram filmadas pela PF. As cédulas tinham seus números de série informados aos procuradores. Como se fosse pouco, as malas ou mochilas estavam com chips para que se pudesse rastrear o caminho dos reais. Nessas ações controladas foram distribuídos cerca de R$ 3 milhões em propinas carimbadas durante todo o mês de abril.
Se a delação da Odebrecht foi negociada durante dez meses e a da OAS se arrasta por mais de um ano, a da JBS foi feita em tempo recorde. No final de março, se iniciaram as conversas. Os depoimentos começaram em abril e na primeira semana de maio já haviam terminado. As tratativas foram feitas pelo diretor jurídico da JBS, Francisco Assis e Silva. Num caso único, aliás, Assis e Silva acabou virando também delator. Nunca antes na história das colaborações um negociador virara delator.
A velocidade supersônica para que a PGR tenha topado a delação tem uma explicação cristalina. O que a turma da JBS (Joesley sobretudo) tinha nas mãos era algo nunca visto pelos procuradores: conversas comprometedoras gravadas pelo próprio Joesley com Temer e Aécio — além de todo um histórico de propinas distribuídas a políticos nos últimos dez anos. Em duas oportunidades em março, o dono da JBS conversou com o presidente e com o senador tucano levando um gravador escondido — arma que já se revelara certeira sob o bolso do paletó de Sérgio Machado, delator que inaugurou a leva de áudios comprometedores. Ressalte-se que essas conversas, delicadas em qualquer época, ocorreram no período mais agudo da Lava-Jato. Nem que fosse por medo, é de se perguntar: como alguém ainda tinha coragem de tratar desses assuntos de forma tão desabrida?
Para que as conversas não vazassem, a PGR adotou um procedimento inusual. Joesley, por exemplo, entrava na garagem da sede da procuradoria dirigindo o próprio carro e subia para a sala de depoimentos sem ser identificado. Assim como os outros delatores.
Ao mesmo tempo em que delatava no Brasil, a JBS mandatou o escritório de advocacia Trench, Rossi e Watanabe para tentar um acordo de leniência com o Departamento de Justiça dos EUA (DoJ). Fechá-lo é fundamental para o futuro do grupo dos irmãos Batista. A JBS tem 56 fábricas nos EUA, onde lidera o mercado de suínos, frangos e o de bovinos. Precisa também fazer um IPO (abertura de capital) da JBS Foods na Bolsa de Nova York.
Pelo que foi homologado por Fachin, os sete delatores não serão presos e nem usarão tornozeleiras eletrônicas. Será paga uma multa de R$ 225 milhões para livrá-los das operações Greenfield e Lava-Jato que investigam a JBS há dois anos. Essa conta pode aumentar quando (e se) a leniência com o DoJ for assinada. (Colaborou Guilherme Amado)
Hoje faz três anos da morte de Valdir Teles. O repentista morria em um domingo, vítima de um infarto fulminante. Valdir Teles é tido como um dos maiores nomes da poesia oral brasileira. Estava com 64 anos e faleceu no Sítio Serrinha, onde morava, na Zona Rural de Tuparetama, no Sertão pernambucano, cidade que o […]
Hoje faz três anos da morte de Valdir Teles. O repentista morria em um domingo, vítima de um infarto fulminante. Valdir Teles é tido como um dos maiores nomes da poesia oral brasileira. Estava com 64 anos e faleceu no Sítio Serrinha, onde morava, na Zona Rural de Tuparetama, no Sertão pernambucano, cidade que o adotou ainda criança.
Paraibano de Livramento, no Cariri paraibano, ele se tornou órfão de pai aos onze anos, passou a trabalhar para sustentar a mãe e os quatro irmãos mais novos. Trabalhou na agricultura até os 19 anos. Foi peão nas hidroelétricas de Sobradinho, Itaparica e Paulo Afonso. A arte do repente até 1979, permaneceu mais ou menos latente em Valdir Teles até que aflorou numa cantoria entre Sebastião da Silva e Moacir Laurentino, em São José do Egito. Daí em diante não teria mais volta. Em pouco tempo ele apresentaria um programa de cantoria e viola numa emissora de Patos (PB).
Como escreveu com precisão Zé Teles, Valdir era enorme. Aliás, é, dada a contemporaneidade de seus versos, ouvidos até hoje.
Numa entrevista à radialista Roberta Clarissa, em 2001, sobre a vocação para a poesia, respondeu: “Concordo, o poeta nasce feito, agora ele se aperfeiçoa, ele nasce feito e tem que se aperfeiçoar a muitas coisas, por que se ele nascer feito e não se atualizar, não procurar progredir, aí ele estagna, fica com a fonte estagnada que não vai produzir e acompanhar a evolução de hoje”.
Valdir teles nunca parou de evoluir, deixou vários clássicos para a poesia popular, um destes desenvolvido, com Moacir Laurentino, em torno do mote, Eu ainda sinto o cheiro, do café que mãe fazia. Poete premiado, com apresentações no exterior, Valdir , como grande parte dos cantadores de viola, circulava basicamente no universo particular dos repentistas e apologistas. Gravou vários CDs, DVDs, vendidos em espaços limitados.
A filha, Mariana Teles, deixou uma linda homenagem ao poeta. “Tomada pela saudade dos três anos da partida de painho, divido com os amigos a saudade para ver se fica mais leve de carregar”.
Meu pai,
Faz tanto sentido repetir essas duas palavras quando pronuncio de quem sou filha, que o tempo verbal não muda, não sucumbe com a brevidade da vida, muito menos com os altos e baixos dessa saudade, que hora se faz veloz como o senhor foi nos palcos, outra mansa como o senhor foi na vida.
Partilhei sua benção, seu colo ilimitado, suas renúncias em favor dos nossos sonhos, sua abnegação desmedida, seu coração sem tamanho e sua fé sem limites – por 25 anos de minha vida. Mas continuo a partilhar cotidianamente do seu amor em tudo que foi plantado em mim e vivido por nós.
É o seu amor, Painho, que me salva até quando a saudade insiste em me condenar.
É da lavra do seu carinho que encontro âncora e certeza para não me perder nos caminhos da vida nem esquecer de quem sou e de onde venho.
A firmeza das posições, a fragilidade das emoções, a boa fé intuitiva, a humildade sem precedentes, a paternidade sem comparações. Meu pai foi gente na acepção mais humana da palavra. Poeta – na dimensão mais ampla do ser e PAI na condição ímpar de amar e emprestar as asas e os pés para me fazer voar pelas suas e andar pelos seus.
Aquele domingo de março nunca será sobre o senhor, Painho. É uma agressão ao universo reduzir a existência de um cometa ao dia que Deus escolhe para levá-lo ao espetáculo do brilho eterno e do aplauso sem pausa.
Sobre o senhor, meu pai, será sempre sobre amor, sobre festa. Sobre minha primeira e mais importante escola de solidariedade, de generosidade sem segundas intenções, de inteligência em seu estado mais puro, de carisma mais genuíno e de cidadania mais latente.
Ser tua filha me legou a obrigação de não poder desistir, de perseverar e aprender a tirar leite de pedra e sangue de tapioca. Tirar de onde não tem e colocar onde não cabe, como bem ensinou Pinto.
É a sua luz que acende as lamparinas da minha alma, quando a saudade teima em deixar tudo breu. Na sua coragem, eu encontro terra para os pés e sangue para os meus olhos.
É quase uma imposição moral não desistir nem me render a saudade que aprendeu me fazer sangrar pelos olhos e chorar pela alma.
Carregar teu sangue é misturar a força do Cariri com a resiliência do Pajeú e encarar de peito aberto o palco e a vida. Sem pestanejar. Na velocidade do seu repente, sem tomar o fôlego.
Obrigada pelo amor, pelos nossos olhos que brilharam tanto de orgulho um do outro, pelo seu colo e seu cheiro em todos os instantes. Por ser tudo o que nunca me faltou. Nem agora.
E Obrigada meu Deus, por permitir ter pai e ser filha. Pelas estradas, os extremos, os palcos, as lições, a vida ao lado do coração mais puro que eu já vi e que mora dentro de mim. Que bate junto com o meu. Até mais do que o meu em mim.
Obrigada, Painho
Sua luz segue firme clareando meus caminhos. O timbre da sua voz é o que eu conheço mais perto do céu.
Voar sem a sua segunda asa é cada dia mais difícil. Mas cada dia mais necessário. Te sinto tão em mim s tão perto – em tudo e sempre – que a medida que não deixei de ser Mariana de Valdir, me tornei Mariana por Valdir.
Três anos é sempre muita coisa e quase nada, perto desse amor que não começou e nem vai terminar nessa vida.
Continua pedindo a Deus por mim, pelos meninos e por Mainha – que eu vou continuar transformando a saudade em versos e o luto em luta.
Te amo – e isso nunca teve nada a ver com essa existência.
O candidato a prefeito de Afogados da Ingazeira, Danilo Simões (PSD), e seu vice, Edson Henrique (PP), apresentaram um conjunto de ações voltadas para a juventude, durante um evento promovido pela Força Jovem 55 na noite desta segunda-feira (26), no Imperial Recepções. As propostas, inseridas no plano de governo apresentado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), […]
O candidato a prefeito de Afogados da Ingazeira, Danilo Simões (PSD), e seu vice, Edson Henrique (PP), apresentaram um conjunto de ações voltadas para a juventude, durante um evento promovido pela Força Jovem 55 na noite desta segunda-feira (26), no Imperial Recepções.
As propostas, inseridas no plano de governo apresentado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), visam proporcionar mais oportunidades e assegurar o desenvolvimento integral dos jovens do município, garantindo que eles possam construir seu futuro sem precisar sair de sua cidade natal.
Entre as principais iniciativas está a criação do Conselho Municipal da Juventude, que assegurará a participação dos jovens nas decisões políticas da cidade. “Os jovens têm muito a contribuir para o futuro de Afogados da Ingazeira, e é essencial que eles tenham voz ativa na construção das políticas públicas que os afetam diretamente,” destacou Danilo Simões em seu discurso.
Danilo também destacou que o plano inclui a ampliação da oferta de vagas nos serviços públicos municipais por meio de concursos, além de cursos técnicos voltados para o comércio e a prestação de serviços, que facilitarão o acesso ao primeiro emprego.
“Queremos preparar nossos jovens para o mercado de trabalho, oferecendo capacitação de qualidade e criando pontes com as empresas locais para que eles possam começar suas carreiras aqui mesmo,” afirmou Danilo.
Outro ponto de destaque é o incentivo ao empreendedorismo, que será promovido nas escolas municipais, especialmente nos anos finais do ensino fundamental e nas turmas do EJA. A chapa também planeja organizar o primeiro Festival da Juventude, um evento que reunirá feira de empregos, palestras, workshops e apresentações culturais. “Este festival será uma grande oportunidade para nossos jovens se conectarem com o mercado de trabalho e descobrirem novas possibilidades de desenvolvimento pessoal e profissional,” disse Edson Henrique.
Além disso, o plano propõe a implementação de um programa permanente de prevenção ao uso de drogas, a requalificação de espaços esportivos e a criação de novos locais para a prática desportiva. Também haverá apoio a campeonatos amadores e programas educativos sobre cidadania, política e direitos humanos, liderados por jovens nas escolas e comunidades.
A cultura e o lazer não foram esquecidos, com propostas para incentivar o desenvolvimento artístico e cultural dos jovens, incluindo apoio a espaços culturais e a criação de locais para oficinas de arte, música, teatro e dança. “Queremos garantir que nossos jovens tenham acesso a uma formação completa, que inclua tanto a educação formal quanto o desenvolvimento de suas habilidades artísticas e culturais,” enfatizou Edson Henrique, que, como jovem, se identifica diretamente com essas demandas.
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