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Fabrízio Ferraz se alinha a João Campos

Por Nill Júnior

O prefeito do Recife e pré-candidato ao governo de Pernambuco, João Campos (PSB), anunciou alinhamento político com o deputado estadual Fabrízio Ferraz (SD). O parlamentar tem base no município de Floresta e atua principalmente no Sertão pernambucano e seu partido é comandado no Estado por Marília Arraes.

“João Campos tem feito uma gestão inovadora no Recife. A gente percebe isso na cidade. As obras são prometidas e entregues, e é disso que Pernambuco está precisando. É por acreditar nessa política com propósito e com entregas, já testada diversas vezes nas urnas e amplamente aprovada pelo povo, que acredito que o nome dele é o melhor para se colocar à disposição dos pernambucanos no ano que vem e para conduzir os rumos do nosso estado”, justificou Fabrízio Ferraz em nota enviada à imprensa.

Nas redes sociais, o prefeito do Recife destacou a importância de receber o apoio de Ferraz.

“Seguindo juntando forças para avançarmos nas entregas à população e para a construção de futuro com mais esperança e oportunidades. O nosso time compreende o tamanho dos desafios e enfrenta com entusiasmo e muita disposição cada um deles”, ressaltou João Campos.

A adesão do deputado se soma a um conjunto de apoios reunidos por João Campos nos últimos meses. A lista inclui os prefeitos Thiago de Miel (PSD), de Xexéu, Evilásio Mateus (PDT), de Araripina, Eduardo Lira (União Brasil), de Cupira, Rivanda Freire (PSD), de Jupi, e Alex Robevan (PV), de Santa Maria do Cambucá, além dos ex-prefeitos Chico Siqueira, de Ipubi, Antônio Cassiano, de Condado, Eliane Soares, de Santa Cruz, e Ricardo Ramos, de Ouricuri.

Outras Notícias

Câmara aprova projeto que altera regras eleitorais

O Plenário da Câmara dos Deputados concluiu nesta quarta-feira (4) a votação do Projeto de Lei 11021/18, que altera várias regras eleitorais. Entre outras mudanças, o texto prevê exceções ao limite de gastos de campanhas; estabelece itens nos quais podem ser usados recursos do Fundo Partidário; define critérios para análise de inelegibilidade; e autoriza o […]

Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados

O Plenário da Câmara dos Deputados concluiu nesta quarta-feira (4) a votação do Projeto de Lei 11021/18, que altera várias regras eleitorais. Entre outras mudanças, o texto prevê exceções ao limite de gastos de campanhas; estabelece itens nos quais podem ser usados recursos do Fundo Partidário; define critérios para análise de inelegibilidade; e autoriza o retorno da propaganda partidária semestral.

A proposta será analisada ainda pelo Senado.

Para valer nas eleições municipais do próximo ano, as alterações precisam ser publicadas em até um ano antes do pleito, ou seja, até o começo de outubro deste ano.

Segundo o texto aprovado, um substitutivo do deputado Wilson Santiago (PTB-PB), haverá quatro novas situações nas quais o partido poderá usar recursos do Fundo Partidário.

Poderão ser contratados serviços de consultoria contábil e advocatícia, inclusive em qualquer processo judicial e administrativo de interesse ou litígio que envolva candidatos do partido, eleitos ou não, relacionados ao processo eleitoral, ao exercício de mandato eletivo ou que possa acarretar reconhecimento de inelegibilidade.

As legendas poderão usar esses recursos também para pagar juros, multas, débitos eleitorais e demais sanções relacionadas à legislação eleitoral ou partidária; na compra ou locação de bens móveis e imóveis, construção de sedes, realização de reformas; e no pagamento pelo impulsionamento de conteúdos na internet, incluída a priorização em resultados de sites de pesquisa.

Nesse último caso, o pagamento deverá ser feito com boleto bancário, depósito identificado ou transferência eletrônica, proibido o pagamento nos 180 dias anteriores às eleições.

Em relação aos programas de promoção da participação feminina na política, mantidos com recursos do fundo, o texto não permite mais que instituto ou fundação de pesquisa e de doutrinação e educação política conduzam esses programas. O órgão que cuidar dessa finalidade deverá ser comandado pela secretaria da mulher do partido.

Na proposta de orçamento federal para 2020, o Fundo Partidário atingiu R$ 959 milhões após a correção pela inflação (3,37%).

*Agência Câmara

Três ministros, três eras, uma mulher

do Diário de Pernambuco “Eu queria muito agradecer a sua ligação, mas eu sou muito tímida para dar entrevistas”, disse, por telefone, com uma voz suave, sem qualquer alteração no tom. O primeiro contato aconteceu durante a última semana do mês de novembro, quando um dos seus filhos, o senador Armando Monteiro Neto (PTB), tinha […]

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do Diário de Pernambuco

“Eu queria muito agradecer a sua ligação, mas eu sou muito tímida para dar entrevistas”, disse, por telefone, com uma voz suave, sem qualquer alteração no tom. O primeiro contato aconteceu durante a última semana do mês de novembro, quando um dos seus filhos, o senador Armando Monteiro Neto (PTB), tinha acabado de se reunir com a presidente Dilma Rousseff (PT), no Palácio do Planalto, com a possibilidade de assumir o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, fato que foi concretizado no dia 1º de dezembro. Com a nomeação, a mudança de posição. Uma entrevista foi agendada por e-mail.

Filha, mulher, e agora, mãe de um ministro de estado, Maria do Carmo Magalhães de Queiroz Monteiro, de 88 anos, é a única pernambucana a ter convivido dentro de casa com três ministros da República em fases distintas da nossa história: Era Vargas (1930-1945), República Populista (1945-1964) e a Nova República (1985).

De uma discrição absoluta, Dona do Carmo, como é conhecida, não gosta de dar entrevistas ou posar para fotos. Seu primeiro contato com o “poder” aconteceu ainda na década de 1930, quando seu pai, o ex-governador de Pernambuco Agamemnon Magalhães (1893-1952), assumiu o Ministério do Trabalho, em 1934, na Era Vargas. A capital do Brasil ainda era o Rio de Janeiro e sua formação no Sacre Couer de Jesus (Escola do Sagrado Coração de Jesus, numa tradução livre) na mesma cidade imprimiram o perfil de sua personalidade: senso de organização aguçado e gestual à francesa. Tanto é que, nesta eleição, quando seu filho disputou o governo de Pernambuco, declinou todos os convites para gravar depoimentos ao guia eleitoral.

A recusa, porém, não impediu sua presença em caminhadas de Armando. Ela quase sempre não subia no palanque, observando os discursos de longe, como se conhecesse cada passo de um enredo.

Direitos trabalhistas

“Papai foi convidado para ser ministro exatamente por sua atuação na Constituinte de 1934 defendendo os direitos trabalhistas. No Ministério, criou a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), a Previdência Social, fundou o Iapetec, entre outros, e reorganizou os sindicatos. Realmente, foi um marco para a vida dos trabalhadores brasileiros”, informou.

Seu pai também foi ministro da Justiça, em 1945, também no governo de Vargas e seu retorno ao “mundo ministerial” aconteceu com a nomeação de seu marido, o empresário Armando Monteiro Filho, em 1961, ao Ministério da Agricultura, no governo do presidente João Goulart (1919-1976).

“O período foi turbulento, sim, como muitos outros, a exemplo dos golpes de 1937 e 1945 e, em 1961, da renúncia de Jânio. Porém, desde cedo, fomos criadas por nossos pais sendo informadas, participando dos acontecimentos e preparadas para encarar os fatos com a tranquilidade possível”, relata. Da época em Brasília, lembra do Anteprojeto da Reforma Agrária, o Código Florestal e o Fundo Agropecuário. Na década de 1960, participou da criação da “Casa do Candango”, movimento de apoio aos operários construtores de Brasília. “Tive o privilégio de participar de todos os momentos políticos importantes do meu país durante toda a minha longa vida”, orgulha-se. Agora, ela encara uma nova fase: ser mãe de um ministro.

TCE nega pedido de vereadores contra Sávio Torres sobre execução orçamentária

Durante sessão do Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) realizada nesta terça (10), a Primeira Câmara julgou Medida Cautelar apresentada pelos vereadores da Câmara Municipal de Tuparetama. A informação é do Afogados On Line. Eles requereram a suspensão das leis orçamentárias que estão sendo executadas no município, e que requerem que o Poder Executivo Municipal […]

Durante sessão do Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) realizada nesta terça (10), a Primeira Câmara julgou Medida Cautelar apresentada pelos vereadores da Câmara Municipal de Tuparetama. A informação é do Afogados On Line.

Eles requereram a suspensão das leis orçamentárias que estão sendo executadas no município, e que requerem que o Poder Executivo Municipal cumpra a LDO 413/2017, o PPA 424/2017 e a LOA 425/2017 conforme teriam sido promulgadas pelo Poder Legislativo.

No julgamento, a Primeira Câmara desta Corte de Contas, à unanimidade, homologou o indeferimento do pedido de adoção da Medida Cautelar requerida pela Câmara de Vereadores de Tuparetama, mantendo assim, o cronograma que está sendo executado pelo atual gestor.

Aécio: ‘Serra é quase que meu mais novo amigo de infância’

Da Folha O candidato do PSDB à Presidência da República, senador Aécio Neves, disse nesta segunda-feira (11) que o ex-governador José Serra (PSDB-SP) é hoje “quase que” seu “mais novo amigo de infância”. Durante anos os dois travaram uma batalha pelo controle interno do partido. Desde 2013, Aécio passou a dominar a sigla, obrigando Serra […]

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Da Folha

O candidato do PSDB à Presidência da República, senador Aécio Neves, disse nesta segunda-feira (11) que o ex-governador José Serra (PSDB-SP) é hoje “quase que” seu “mais novo amigo de infância”. Durante anos os dois travaram uma batalha pelo controle interno do partido. Desde 2013, Aécio passou a dominar a sigla, obrigando Serra a recuar da ideia de concorrer pela terceira vez ao Planalto pelos tucanos.

“Hoje, por incrível que alguns possam achar, ele [Serra] é dos interlocutores mais próximos que eu tenho tido”, disse Aécio em entrevista exibida na nesta madrugada ao programa Canal Livre, da Band. “Poderia até dizer que é quase que o meu mais novo amigo de infância”, concluiu.

Serra concorre este ano a uma vaga no Senado por São Paulo. Ele e Aécio deixaram a troca de rusgas públicas e passaram a trocar impressões sobre a campanha. O presidenciável tucano já acenou que, independente do resultado da eleição estadual, se for eleito, Serra terá um papel no governo federal.

REFORMA TRIBUTÁRIA

Durante a entrevista Aécio fez diversas críticas à gestão da presidente Dilma Rousseff (PT), que disputa a reeleição e aparece em primeiro lugar nas pesquisas de intenção de voto. Ele disse voltou a defender uma “simplificação do sistema tributário” e afirmou que o governo favorece o clima de instabilidade econômica ao represar preços.

Aécio disse que, se eleito, encaminhará nos “primeiros dias de governo” uma proposta de reforma política que contemple a volta da chamada cláusula de barreira, que limita a partidos com um percentual mínimo de representação no Congresso Nacional benefícios como fundo partidário e tempo de TV e o voto distrital misto, que divide vagas no parlamento entre deputados eleitos por voto direto e os escolhidos pelos partidos por lista interna.

Paulo Câmara convida Roberto Amaral para debate

Um dia depois de o ex-presidente do PSB Roberto Amaral ter divulgado uma nota condenado a fusão da legenda com o PPS, o governador e vice-presidente nacional da sigla, Paulo Câmara, afirmou que opiniões contrárias “fazem parte do processo”, e convidou o correligionário a debater o tema no partido. Em nota enviada com exclusividade à […]

paulocamaramissa

Um dia depois de o ex-presidente do PSB Roberto Amaral ter divulgado uma nota condenado a fusão da legenda com o PPS, o governador e vice-presidente nacional da sigla, Paulo Câmara, afirmou que opiniões contrárias “fazem parte do processo”, e convidou o correligionário a debater o tema no partido.

Em nota enviada com exclusividade à Folha de Pernambuco, na última sexta-feira, Amaral afirmou que a fusão é “moralmente inviável” e que o PSB de hoje não lembra nem de parte a legenda que abrigou nomes como Miguel Arraes e Pelópidas Silveira. “Poderia ser apenas ‘P40’, um nada e um número, como muitos de seus dirigentes atuais já pleiteiam há tempos”, disse, numa referência ao possível nome da nova legenda.

“Os valores e os ideais são os mesmos… Mas tem que debater conosco e não ficar colocando teses sem discutir com o partido como sempre foi feito”, afirmou o governador, durante a missa oficial de abertura de processo de beatificação e canonização de Dom Helder Câmara, na Catedral da Sé, em Olinda, neste domingo.

Paulo Câmara voltou a se colocar favoravelmente à incorporação do PPS pelo PSB, e não a fusão, como pregam os pós-comunistas. “Sou a favor da incorporação. Já coloquei isso como uma questão importante e a gente vai analisar também. Mas vamos pro debate, o que a maioria decidir está decidido”, afirmou.

Do Blog da Folha, com informações de Emília Lucena