“Eu nunca fechei as portas, mas sou pré-candidato da Frente Popular”, diz Vicentinho sobre possibilidade de ir para a oposição
Por André Luis
O presidente da Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira, Vicentinho Zuza (PSB), reafirmou nesta segunda-feira (10), durante entrevista ao Debate das Dez da Rádio Pajeú, que é pré-candidato a prefeito pelo grupo da Frente Popular, mas ressaltou que mantém o diálogo aberto com todos os setores políticos do município.
O vereador deixou claro que não pretende se aliar à oposição, mas ponderou que, na política, é preciso ter prudência e manter as portas abertas ao diálogo.
Durante a entrevista, Vicentinho defendeu a unidade da Frente Popular e declarou que está disposto a apoiar o atual vice-prefeito Daniel Valadares, caso ele seja o nome escolhido pelo grupo para a disputa.
Por André Luis Nesta segunda-feira (11), o deputado estadual José Patriota (PSB), compartilhou em suas redes sociais seu envolvimento em uma reunião estratégica realizada no Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). O foco do encontro foi a busca por soluções para a titulação de terras de agricultores familiares do Sítio Jorge, localizado em […]
Nesta segunda-feira (11), o deputado estadual José Patriota (PSB), compartilhou em suas redes sociais seu envolvimento em uma reunião estratégica realizada no Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). O foco do encontro foi a busca por soluções para a titulação de terras de agricultores familiares do Sítio Jorge, localizado em Ingazeira.
O parlamentar, acompanhado pelos agricultores familiares e pelo vereador Chico Bandeira, de Ingazeira, abordou a situação de 41 famílias que há mais de 35 anos lutam pelo reconhecimento formal de suas propriedades. Essas famílias almejam ter seus pedaços de chão, onde residem e cultivam, titulados e oficialmente reconhecidos como de sua propriedade.
Durante a reunião, José Patriota dialogou com os setores responsáveis no Incra, buscando estratégias para acelerar o processo de regularização fundiária não apenas para as 41 famílias do Sítio Jorge, mas também para todos os Projetos de Assentamentos do Vale do Pajeú.
O deputado reafirmou o compromisso do seu mandato em auxiliar e colaborar no que for possível para viabilizar a concretização desse processo. A regularização fundiária é uma demanda crucial para assegurar direitos aos agricultores familiares, proporcionando-lhes estabilidade e reconhecimento legal de suas propriedades.
O parlamentar destacou a iniciativa em suas redes sociais, salientando que seu mandato está à disposição para apoiar e colaborar em ações que promovam a justiça social e o desenvolvimento sustentável no estado.
O deputado Romero Albuquerque chamou de descabida a proposta de reajuste na conta de água apresentada pela Compesa. A companhia fez um pedido de revisão extraordinária da tarifa que poderá elevar em quase 12% o valor pago pelo consumidor. Sendo assim, a tarifa residencial passaria de R$50,50 para R$56,40, já a partir de julho. O […]
O deputado Romero Albuquerque chamou de descabida a proposta de reajuste na conta de água apresentada pela Compesa.
A companhia fez um pedido de revisão extraordinária da tarifa que poderá elevar em quase 12% o valor pago pelo consumidor.
Sendo assim, a tarifa residencial passaria de R$50,50 para R$56,40, já a partir de julho. O aumento será discutido em uma audiência pública na Arpe, que decidirá se o percentual será ou não aplicado.
A Compesa diz que, “apesar dos esforços, os impactos econômicos trazidos pela pandemia de covid-19 vêm pressionando o caixa da empresa”. A defasagem para o período entre agosto de 2021 e julho de 2022 seria de mais de R$185 milhões.
Albuquerque diz que, se aprovado, o reajuste total nos últimos dois anos será de quase 25%. “Se for preciso, iremos à Justiça para suspender esse aumento. Queremos discutir essa proposta com a Compesa, entender como a situação chegou a esse ponto e buscar soluções não apenas para este problema, mas para problemas como o desperdício de água e o serviço de abastecimento precário, entre outros”, disse.
“Em um eventual aumento, qual o projeto da Compesa no que se refere à melhoria da prestação do seu serviço à população pernambucana? Não vamos permitir que o consumidor seja ainda mais penalizado, os responsáveis precisam assumir suas responsabilidades”, completou.
Exclusivo O Blog do Nill Júnior teve acesso exclusivo a uma denúncia formal apresentada pela equipe de transição do prefeito eleito de São José do Egito, Fredson Brito. O documento, assinado por Jefferson Araújo Ribas, membro da equipe de transição, foi enviado à Promotoria de Justiça da cidade e aponta possíveis irregularidades na contratação de […]
O Blog do Nill Júnior teve acesso exclusivo a uma denúncia formal apresentada pela equipe de transição do prefeito eleito de São José do Egito, Fredson Brito.
O documento, assinado por Jefferson Araújo Ribas, membro da equipe de transição, foi enviado à Promotoria de Justiça da cidade e aponta possíveis irregularidades na contratação de materiais para a Secretaria Municipal de Saúde.
A denúncia gira em torno do Contrato nº 00037/2024, publicado em 12 de novembro deste ano, que prevê a aquisição de material penso pelo período de 12 meses, ao custo de R$ 389.999,00. Segundo os denunciantes, a gestão atual da Prefeitura teria violado o artigo 42 da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que proíbe a contratação de despesas sem previsão de quitação integral dentro do mandato vigente, especialmente nos dois últimos quadrimestres.
Outro ponto destacado na denúncia é a capacidade da empresa contratada para cumprir com o fornecimento estipulado no contrato.
A equipe de transição questiona a estrutura física da empresa e destaca que o capital social registrado é de apenas R$ 50.000,00, valor considerado insuficiente para sustentar uma operação de quase R$ 390 mil. Fotos anexadas ao documento apresentariam indícios de deficiência estrutural, reforçando as dúvidas sobre a idoneidade do contrato.
A denúncia solicita que a Promotoria de Justiça investigue o caso e tome as medidas cabíveis para apurar as possíveis irregularidades.
Para o parlamentar, o novo texto reduz os repasses do fundo para redes de ensino públicas e prejudica a remuneração de profissionais da educação A Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei (PL 4372/20) que regulamenta o repasse de recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais […]
Para o parlamentar, o novo texto reduz os repasses do fundo para redes de ensino públicas e prejudica a remuneração de profissionais da educação
A Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei (PL 4372/20) que regulamenta o repasse de recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) a partir do próximo ano.
O texto aprovado tem pontos considerados polêmicos, como a inclusão de escolas privadas sem fins lucrativos e o ensino profissionalizante do Sistema S entre as instituições que podem ser beneficiadas com recursos públicos.
Para o deputado federal Gonzaga Patriota (PSB), o projeto foi alterado e vai prejudicar a remuneração de profissionais da educação das redes públicas e reduzir o repasse para o ensino público.
“Demos um passo à frente quando aprovamos o Fundeb, porém as alterações realizadas no texto amplia a precarização da educação e é uma ameaça ao cumprimento do piso nacional dos professores. O financiamento de profissionais das redes privadas com verbas do Fundeb representa um risco ao ensino público brasileiro que já é tão fragilizado”, avalia.
O Fundeb financia a educação básica pública e é composto de 20% da receita de oito impostos estaduais e municipais e valores transferidos de impostos federais. Até 2026, o governo federal aumentará a complementação para esses fundos a cada ano, começando com 12% do montante até atingir 23%.
O texto do relator estabelece novos critérios para distribuir o dinheiro a regiões e a etapas do ensino que necessitam de mais apoio para superar desigualdades.
Na aprovação, a Câmara dos Deputados incluiu, por meio de emenda de destaque, a possibilidade de destinação de 10% dos recursos do Fundeb para instituições filantrópicas comunitárias, confessionais e para educação profissionalizante, inclusive promovida por entidades do Sistema S (Senai e Senac) – já financiadas pela taxação de 2,5% sobre a folha de pagamento das empresas brasileiras. Esses valores são recolhidos com os tributos do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).
Do Afogados On Line A Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira esteve reunida em mais uma sessão ordinária na noite desta segunda (7) e novamente teve polêmica com o caso dos quinquênios dos servidores (professores) do município. O plenário da Casa ficou lotado em sua maioria por professores da rede municipal que foram acompanhar […]
A Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira esteve reunida em mais uma sessão ordinária na noite desta segunda (7) e novamente teve polêmica com o caso dos quinquênios dos servidores (professores) do município.
O plenário da Casa ficou lotado em sua maioria por professores da rede municipal que foram acompanhar a entrega de um documento por parte da Associação dos Professores solicitando a assinatura dos vereadores, informando que não tinham conhecimento do Processo que se encontra para ser julgado no Tribunal de Justiça de Pernambuco sobre a inconstitucionalidade do pagamento dos quinquênios.
O documento foi lido pela presidente da Associação, Leila Albuquerque. Em seguida, ele foi entregue ao presidente Franklin Nazário para que fosse repassado aos demais para assinarem. Apenas três vereadores naquele momento assinaram o documento: José Edson (Zé Negão), Vicente Zuza (Vicentinho) e a vereadora Antonieta Guimarães.
Zé Negão justificou sua assinatura dizendo que são direitos adquiridos dos servidores e que os mesmos não baixassem a cabeça para esse absurdo que estava acontecendo e reafirmou que não sabia da notificação que a Câmara havia recebido, dizendo que todos foram pegos de surpresa. Zé também criticou o governo municipal sobre a criação de concurso público no município que foi uma bandeira de campanha do atual gestor.
O líder da bancada de situação, Igor Mariano, informou que foi solicitado várias vezes da Associação o teor do documento para que pudessem realizar um estudo mais aprofundado e que não teve acesso. O vereador disse que não estava afirmando que não assinaria o documento naquele momento ou que assinaria, mas que a bancada iria analisar o documento.
O presidente Franklin Nazário disse que caso seja necessário à disponibilização da ata da sessão anterior em que os vereadores informaram que não sabiam da notificação, podem solicitar que será tirada cópia.
O vereador voltou a afirmar que a notificação foi para o presidente da Câmara se pronunciar e não para todos os vereadores, mas mesmo assim se comprometeu a repassar cópia da ata anterior.
Franklin disse que no ano de 2007 várias categorias de servidores do município foram extintas e que ali havia alguns vereadores que votaram a favor da extinção, se referindo ao vereador Zé Negão.
A sessão, cheia de vaias e aplausos, terminou por volta das 22h50. Faltaram os vereadores Pedro Raimundo e Renon de Ninô.
Vejam o teor do documento apresentado com as respectivas assinaturas dos três vereadores:
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