Em Solidão, garagem locada pela Câmara vira banca de verdura
Por Nill Júnior
Em Solidão, um prédio deveria ser usado como garagem, alugado pela Câmara de Vereadores para guardar o veículo da casa, serve de ponto de venda de frutas e verduras.
Não é só. O responsável pela banquinha de hortifrutis é o filho do presidente Antônio Marinheiro de Lima, o Antônio Bujão, Manoel Marinheiro.
Não bastasse o desvio de função, o Blog ainda confirmou que o contrato de locação é de 2019. Também há uma impressionante desatualização do Portal de Transparência da Casa.
Em 2019, com dispensa de licitação, foi locado por R$ 3.600 reais. No empenho o valor é usado para “locação de um imóvel tipo garagem na Rua 20 de Dezembro, Riacho Verde, para veículo da Câmara”.
No calor da entrega da Medalha Dom Francisco pelos 114 anos de Afogados da Ingazeira, um registro histórico: No início dos anos 2000, um grupo formado por Alexandre Morais, Veratânia Lacerda, Alessandro Palmeira e este blogueiro resolveu tocar um jornal impresso na região. Nascia “O Democrata”, que não teve vida longa, mas rendeu ótimas matérias. […]
No calor da entrega da Medalha Dom Francisco pelos 114 anos de Afogados da Ingazeira, um registro histórico:
No início dos anos 2000, um grupo formado por Alexandre Morais, Veratânia Lacerda, Alessandro Palmeira e este blogueiro resolveu tocar um jornal impresso na região.
Nascia “O Democrata”, que não teve vida longa, mas rendeu ótimas matérias. A primeira edição de cara teve como matéria de capa uma entrevista com o Bispo Emérito Dom Francisco, que já residia na casa construída para ele na rua Pedro Pires. Ele havia passado em 2001 o comando da Diocese ao seu sucessor, Dom Luis Pepeu.
Lembro que, como sempre, Dom Francisco não se furtou dos temas polêmicos, o que rendera uma ótima entrevista.
Dom Francisco faleceu aos 82 anos, no Hospital Santa Joana, em Recife, dia 7 de outubro de 2006, sucumbindo a uma infecção respiratória. Seus restos mortais encontram-se sepultados na Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios em Afogados da Ingazeira.
Alexandre Morais hoje é produtor cultural, servidor público estadual, auxiliando o mandato de José Patriota. Morais é casado com Veratânia Morais, ex-secretária de Educação de Afogados da Ingazeira. E Alessandro Palmeira é atual prefeito do município. Já o blogueiro continua quebrando pedra no blog, criado alguns meses depois da foto, na Rádio Pajeú, e na ASSERPE.
É o primeiro ministro da Educação não filiado ao PT Alvo de críticas do PT e do próprio partido, o ex-governador do Ceará Cid Gomes (Pros) tomou posse, na manhã desta sexta-feira, 02, no Ministério da Educação. Cid é o primeiro ministro da Educação dos governos Lula e Dilma a não ser filiado ao Partido dos […]
É o primeiro ministro da Educação não filiado ao PT
Alvo de críticas do PT e do próprio partido, o ex-governador do Ceará Cid Gomes (Pros) tomou posse, na manhã desta sexta-feira, 02, no Ministério da Educação. Cid é o primeiro ministro da Educação dos governos Lula e Dilma a não ser filiado ao Partido dos Trabalhadores. Dono de um orçamento de mais de R$ 100 bilhões, o MEC virou alvo de disputa interna do PT, que não pretendia abrir mão do controle da pasta no segundo mandato da presidente Dilma Rousseff.
“‘Brasil, pátria educadora’, esse é o lema deste segundo governo da presidente Dilma. Como disse a nossa presidente, a educação será a prioridade das prioridades”, disse Cid. “O novo desafio é o da inclusão pelo saber, o conhecimento, a educação é o caminho certeiro para o desenvolvimento humano.”
Ao tomar posse no Congresso Nacional, Dilma afirmou na quinta-feira, 1º, que o slogan do governo foi “País rico é país sem miséria” no primeiro mandato; agora, será “Brasil, pátria educadora”. “Ao bradarmos Brasil, pátria educadora, estamos dizendo que a educação será a prioridade das prioridades”, disse Dilma.
O novo ministro da Educação prometeu desenvolver ainda mais o pacto nacional pela alfabetização na idade certa, promover a reforma do ensino médio – considerado um dos maiores gargalos na educação brasileira – e se empenhar para cumprir as metas previstas no Plano Nacional de Educação (PNE).
“É um dos maiores desafios que já assumi na vida pública. Vamos valorizar e reconhecer trabalho de professores. Meu gabinete estará sempre aberto a receber conselhos e críticas”, afirmou Cid, que prometeu viajar para todas as regiões do País, visitar universidades federais e manter um canal aberto de comunicação com reitores.
A partir de 2015, a área de educação deverá ocupar um espaço ainda maior na agenda da presidente Dilma Rousseff, que quer um ministério forte, influente e de mais visibilidade para executar a expansão do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico (Pronatec), a construção de creches, a implantação do ensino integral em mais escolas e a realização da reforma do ensino médio.
Um nome de peso, de um ministro mais político, é visto dentro do governo como uma forma de projetar ainda mais o MEC.
Em reunião com a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, o presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Chesf, deputado Danilo Cabral (PSB), apresentou uma complementação à representação entregue à PGR no dia 27 de setembro deste ano. Ao lado de parlamentares que compõem a Frente, ele solicitou que sejam tomadas providências cabíveis por parte do […]
Em reunião com a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, o presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Chesf, deputado Danilo Cabral (PSB), apresentou uma complementação à representação entregue à PGR no dia 27 de setembro deste ano. Ao lado de parlamentares que compõem a Frente, ele solicitou que sejam tomadas providências cabíveis por parte do Ministério Público, em especial, o acompanhamento com proximidade da privatização da Eletrobras.
“Esse processo tem sido conduzido de forma apressada e sem a transparência necessária sobre o modelo de privatização que será adotado e os possíveis impactos na tarifa e na matriz energética brasileira”, afirma Danilo Cabral ao sair da reunião, realizada na tarde desta terça-feira (21). O deputado destacou que a representação entregue à PGR aponta aspectos de ordem econômica, do direito do consumidor e do ponto de vista jurídico.
A preocupação, do ponto de vista do direito do consumidor, é com o impacto do aumento da tarifa de energia em até 17% anunciado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). De natureza econômica, tem-se a informação de que R$ 12,2 bilhões esperados com a privatização da Eletrobras já constam em relatório de receitas do Orçamento de 2018. O aspecto jurídico aponta para a necessidade de atenção ao decreto nº 9188/17 que torna mais evidente o regime especial de desinvestimento de ativos das sociedades de economia mista. O decreto ainda propõe a dispensa de licitação na privatização de empresas de capital público e privado, como a Eletrobras.
A procuradora Raquel Dodge foi muito receptiva às pautas apresentadas. No início da reunião, ela expôs sua preocupação com as consequências e impactos que a água e a energia causam na vida dos cidadãos. Por fim, como ato objetivo, a procuradora designou o subprocurador-geral da República Carlos Alberto Vilhena como articulador e interlocutor desse processo no Ministério Público Federal.
A Eletrobras foi criada por Lei Federal, por isso, sua privatização deve ocorrer também por meio de lei específica. “A privatização a partir de uma medida provisória, como pretendia o governo federal até recentemente, seria ilegal e inconstitucional”, explicou Danilo. O governo federal mudou os planos e decidiu por encaminhar ao Congresso Nacional um projeto de lei sobre o tema. Porém, ainda não se sabe o teor do referido texto, porque ele ainda não chegou à Câmara dos Deputados e, mesmo assim, seu trâmite em regime de urgência já é dado como certo.
“Os sinais são que, mesmo mudando a forma, o governo insiste em fazer uma discussão célere sem a participação da Câmara nem da sociedade”, disse Danilo Cabral. O deputado ressaltou que a privatização da Eletrobras está em um contexto nebuloso, de falta de clareza, de regulamentação e de prévio sucateamento da Eletrobras. “A privatização é mais uma escolha do governo federal para atender interesses privados, desfazendo-se de ativos públicos de enorme valor estratégico para o país”, critica o parlamentar.
Também participaram da reunião na procuradoria-geral da República o senador Humberto Costa (PT), os deputados Creuza Pereira (PSB), Luciana Santos (PCdoB) e Severino Ninho (PSB) e os representantes sindicais Flávio Uchoa, da Federação Regional dos Urbanitários do Nordeste (FRUNE), e Íkaro Barreto de Sousa, do Sindicato dos Trabalhadores da Eletronorte.
O ex-prefeito Carlos Evandro (PR), juntamente com o secretário de Transporte do Estado, Sebastião Oliveira (PR), estiveram reunidos no Recife com o secretário da Casa Civil, Antonio Figueira. O encontro aconteceu no Palácio do Campo das Princesas, sede do governo de Pernambuco. O assunto: a sucessão municipal de 2016. Carlos Evandro acaba de ser ungido como […]
O ex-prefeito Carlos Evandro (PR), juntamente com o secretário de Transporte do Estado, Sebastião Oliveira (PR), estiveram reunidos no Recife com o secretário da Casa Civil, Antonio Figueira. O encontro aconteceu no Palácio do Campo das Princesas, sede do governo de Pernambuco. O assunto: a sucessão municipal de 2016.
Carlos Evandro acaba de ser ungido como presidente do PSB (partido do governador Paulo Câmara) em Serra Talhada. O encontro serviu para que se comece a traçar as estratégias para sucessão municipal.
Conversando por telefone com o Caderno 1, Carlos adiantou que o Palácio ver com muita animação e ‘abençoa’ a união das oposições de Serra Talhada, que são encabeçadas pelo PSB, PR e também pelo Solidariedade e PMDB.
“Se abre ainda mais o leque de opções dentro da oposição. Temos nomes como o de Dr. Fonseca, que está chegando ao PR, do radialista Marquinhos Dantas, de Waldemar Oliveira, do professor Israel Silveira e de Socorro Brito. Todos nomes fortes que podem encabeçar uma chapa majoritária no município”, explica Carlos, deixando claro que, conforme o determinado pelo Palácio, não existe ainda um nome definido.
“Todos serão avaliados. O que reunir melhores condições, certamente será o que vai ter o apoio do governador”. O desafio será justamente unir o bloco oposicionista. Por ooutro lado, tentar barrar a possibilidade de aproximação de Luciano Duque com a base governista, via Danilo Cabral.
Do G1 A presidente Dilma Rousseff assinou, hoje, decreto que fixa em R$ 880 o salário mínimo que entrará em vigor em 1º de janeiro de 2016. O decreto será publicado na edição de amanhã do “Diário Oficial da União”. Atualmente, o salário mínimo é de R$ 788. O novo valor representa um reajuste de […]
A presidente Dilma Rousseff assinou, hoje, decreto que fixa em R$ 880 o salário mínimo que entrará em vigor em 1º de janeiro de 2016. O decreto será publicado na edição de amanhã do “Diário Oficial da União”.
Atualmente, o salário mínimo é de R$ 788. O novo valor representa um reajuste de 11,6%. A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) é de 10,28% no acumulado de 2015 e de 10,97% no acumulado dos últimos 12 meses.
Em agosto, quando enviou a proposta de Orçamento de 2016 ao Congresso Nacional, o governo previa uma elevação do mínimo para R$ R$ 865,50. Quando o Congresso aprovou, no último dia 17, a previsão era R$ 870,99.
O valor foi alterado porque é atualizado com base nos parâmetros estabelecidos para sua correção – crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes e inflação do ano anterior medida pelo INPC, índice que reflete a alta de preços para famílias com renda entre um e cinco salários mínimos.
Em nota, o governo informou que o reajuste dá continuidade à política de valorização do mínimo, “com impacto direto sobre cerca de 40 milhões de trabalhadores e aposentados, que atualmente recebem o piso nacional”.
Previsões iniciais
Em 2012, quando enviou a proposta da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2013, o governo previa que o salário mínimo superasse a barreira dos R$ 800 já em 2015.
Mas o crescimento do PIB ficou abaixo do que o governo esperava na ocasião, o que resultou em uma alta menor do mínimo.
Em abril de 2013, na proposta da LDO do ano seguinte, o governo previa que o salário mínimo somaria R$ 849,78 em 2016. Em março do ano passado, na proposta da LDO de 2015, a estimativa do Executivo para o valor do mínimo de 2016 já havia recuado para R$ 839,24.
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