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João Campos reforça críticas a Raquel em São Lourenço da Mata

Por Nill Júnior

Pré-candidato foi recebido pelo prefeito de São Lourenço da Mata, Vinicius Labanca

O pré-candidato João Campos (PSB) foi recebido em São Lourenço da Mata, no Grande Recife, na tarde deste sábado (16), para um ato de apoio à sua futura postulação ao Governo de Pernambuco. O evento foi conduzido pelo prefeito Vinicius Labanca (PSB) e contou com a participação de deputados, vereadores e outras lideranças com atuação política e social na região.

Nos discursos, fortes críticas ao governo Raquel Lyra. Foram citados episódios como a tentativa de fechamento da sede do 20º Batalhão da Polícia Militar e “a morosidade na execução de serviços estruturais que possibilitem a reabertura da ponte de Tiúma, interditada desde o início do ano passado”.

“O que está acontecendo em Pernambuco é que, em vez de enfrentar os problemas, a turma do governo gasta energia perseguindo vereador e prefeito. Que gaste energia para inaugurar as creches, UPAs, para fazer obras novas”, declarou João, reforçando a parceria com Labanca e o povo de São Lourenço da Mata. “Não só estou animado e disposto, mas tenho convicção e muita fé em Deus de que serei governador de Pernambuco para fazer o bom debate e o que precisa ser feito. Não vamos ver as oportunidades passando e nada sendo feito”, completou.

Já o prefeito Vinicius Labanca classificou o atual governo como “o pior da história de Pernambuco”, lembrou a unidade entre o ex-governador Eduardo Campos (1965-2014) e o ex-prefeito Ettore Labanca (1944-2019) em São Lourenço da Mata e enfatizou a esperança da população local pela retomada da parceria com o governo estadual a partir de 2027.

“Teve governo que construiu ponte em São Lourenço, e hoje tem governo que interdita. Eu acredito em governo que constrói. Essa foi a pior governadora da história de Pernambuco e ponto final. E falo por conta da comparação que está sendo feita. São Lourenço doou o terreno da creche há dois anos, e ele só está sendo limpo agora na véspera da eleição. Um governo estadual entregar três creches é uma vergonha. Pernambuco não aguenta mais. Por isso, João, vá atrás desse sonho, que é de todo o povo, porque essa turma toda está contigo”, declarou.

O evento também contou com a participação do pré-candidato a vice-governador Carlos Costa (Republicanos), da pré-candidata a senadora Marília Arraes (PDT), dos deputados Silvio Costa Filho (Republicanos), Pedro Campos (PSB), Eriberto Filho (PSB) e Sileno Guedes (PSB), do vice-prefeito Lucca Labanca (PSB) e de 14 dos 15 vereadores de São Lourenço da Mata.

Outras Notícias

R$ 1 milhão e R$ 700 mil: blog revela valor dos shows de Gusttavo Lima e Safadão em Serra Talhada

O Blog de Jamildo revelou o quanto a prefeitura de Serra Talhada vai pagar pelo show de Gusttavo Lima em Serra Talhada. O blogueiro diz que, “sem alarde, a Prefeitura de Serra Talhada, no sertão de Pernambuco, está contratando o cantor Gusttavo Lima para uma apresentação na cidade”. O show está programado para 7 de setembro na Festa de […]

O Blog de Jamildo revelou o quanto a prefeitura de Serra Talhada vai pagar pelo show de Gusttavo Lima em Serra Talhada.

O blogueiro diz que, “sem alarde, a Prefeitura de Serra Talhada, no sertão de Pernambuco, está contratando o cantor Gusttavo Lima para uma apresentação na cidade”.

O show está programado para 7 de setembro na Festa de Setembro 2022. As vezes que foi perguntada até agora, a prefeita Márcia Conrado não havia revelado o valor dos cachês na festa. “Os valores estão sendo fechados”, disse até agora. Fica claro também que a contratação é direta, com recursos da prefeitura.

O artista vai receber R$ 1 milhão de acordo com a Inexigibilidade 009/2022.

Outro artista que cantará em 4 de setembro, Wesley Safadão, vai receber “um pouco menos” da Prefeitura de Serra Talhada, brinca o blogueiro.

“O cachê de Safadão ficou em apenas” R$ 700 mil (setecentos mil reais)”, ironiza Jamildo. Ele destaca que Serra Talhada é administrada pelo PT, com a prefeita petista Márcia Conrado. Os dois artistas vêm passando por polêmicas nacionais na Justiça e no Ministério Público, pelos valores dos cachês com prefeituras de interior.

Esta semana, Márcia Conrado afirmou que empresas privadas,  como marcas famosas e a venda de camarotes ajudarão a custear as atrações.

“Já temos empresas interessadas  em patrocinar a nossa festa.  Teremos ainda a venda de camarotes”, disse, para justificar que esses detalhes estão sendo fechados.

Perguntada sobre o custo total da festa, Márcia disse que os números não foram totalmente fechados.  “Ainda temos cálculos a serem feitos com estrutura de palco e outros detalhes do evento”.

Márcia prometeu atender o princípio da transparência e publicidade nos gastos públicos com o evento,  invocado pelo promotor Vandeci Leite em recomendação recente. Dentre as solicitações,  especificar custos, quanto cabe ao município,  e se há contrapartidas de Estado e outros entes. “Vamos atender até porque é obrigação”, garantiu.

STF nega primeiro pedido de habeas corpus de Lula. Segundo é julgado

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou o primeiro dos dois habeas corpus pedidos pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta terça. Por 4 votos contra a defesa e 1 a favor, o STF não aceitou o pedido que questionava a atuação do relator da Lava Jato no STJ, ministro Felix Fischer. Lula está preso há mais […]

O advogado de defesa Cristiano Zanin defende a soltura do ex-presidente Lula, durante a sessão da Segunda Turma do STF nesta terça-feira. NELSON JR./SCO/STF

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou o primeiro dos dois habeas corpus pedidos pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta terça. Por 4 votos contra a defesa e 1 a favor, o STF não aceitou o pedido que questionava a atuação do relator da Lava Jato no STJ, ministro Felix Fischer.

Lula está preso há mais de 400 dias, condenado por corrupção no âmbito da Operação Lava Jato. Foi o desfecho que a defesa do petista desejava após um dia inteiro de idas e vindas sobre o tema no STF.

Esta será a primeira vez que os cinco ministros da Corte que formam a Segunda Turma analisarão o caso de Lula em meio à crise provocada pela publicação, pelo The Intercept Brasil, de mensagens trocadas entre o então juiz Sergio Moro e os acusadores do petista. A equipe legal do ex-presidente havia pedido que os diálogos fossem incluídos para reforçar seus argumentos de que Moro havia sido parcial e que, por isso, seu julgamento deveria ser anulado.

O segundo pedido  de liberdade de Lula foi apresentado pela defesa no ano passado, depois que Sérgio Moro aceitou o convite do presidente Jair Bolsonaro para comandar o Ministério da Justiça. No habeas corpus, a defesa do ex-presidente questiona a atuação e a imparcialidade do atual ministro da Justiça no julgamento do petista na primeira instância da Justiça Federal pelo caso do triplex do Guarujá (SP).

Reiniciado o julgamento do segundo HC pedido por Lula, o que trata da suspeição de Sergio Moro. Hoje, esse caso já começa com o placar negativo para o ex-presidente porque, em dezembro, Edson Fachin e Cármen Lúcia já haviam votado contra ele. Quem julga, neste momento, é Gilmar Mendes.

Duque expõe divergência com Márcia sobre 2022: quando Danilo vai dizer “eu sou Paulo?”

O pré-candidato a Deputado Estadual Luciano Duque (SD) mostrou hoje participando do Sertão Notícias, da Cultura FM, com Tony Alencar e Karen Diniz, que não será fácil administrar o pacto de boa relação com a prefeita Márcia Conrado quando o assunto for sucessão estadual. Enquanto Márcia adotará uma postura de valorizar o governo Paulo Câmara […]

O pré-candidato a Deputado Estadual Luciano Duque (SD) mostrou hoje participando do Sertão Notícias, da Cultura FM, com Tony Alencar e Karen Diniz, que não será fácil administrar o pacto de boa relação com a prefeita Márcia Conrado quando o assunto for sucessão estadual.

Enquanto Márcia adotará uma postura de valorizar o governo Paulo Câmara e o apoio ao Deputado Danilo Cabral (PSB), Duque disparou críticas à gestão estadual, alinhada com a gestora, que também o apoia. Luciano disse que é hora da mudança, encorpando o discurso de  questionamentos à máquina estadual.

“Pernambuco é governado há 16 anos pelo PSB e os indicadores nos preocupam muito como na geração de empregos. Perdemos protagonismo para Ceará, Alagoas, Piauí, Maranhão. Há uma tentativa de colar a todo momento Danilo com Lula. Danilo na hora dom golpe esteve como? Contra o PT. Na reeleição de Dilma, com Aécio Neves”. Quando Danilo vai dizer eu sou Paulo?”

Detalhe é que Paulinho da Força e o Solidariedade também votaram pelo impeachment de Dilma Rousseff,  a ponto de o líder do partido ter sido vaiado em recente evento com Lula. “Houve alguns problemas no passado mas isso já foi superado”, minimizou Duque.

Na saúde, criticou o governo Paulo Câmara dizendo que o setor vive um momento de muita dificuldade.  “O governador se comprometeu em entregar o Hospital Eduardo Campos em 2018. Já estamos em 2022”.  Cobrou um fortalecimento das macrorregiões.

Apesar dos que acham haver um ponto de fissura nas posições de Duque e Márcia,  ele ponderou não existir rivalidade entre o grupo formado por ele nas últimas eleições municipais de Serra Talhada em 2020 alegando que “quem quer votar em Marília, vota em Marília; quem quer votar em Cabral, vota em Cabral”.

A prefeita Márcia Conrado ainda não usou os microfones das emissoras locais para defesa do nome de Danilo Cabral. A sua declaração de apoio veio através de uma postagem na rede social, no mesmo dia em que esteve com o governador Paulo Câmara anunciando investimentos para Serra Talhada.

Operação Lava Jato ameaça contratos de quase US$ 16 bi da Odebrecht no exterior

A crescente onda de rejeição vivida pela Odebrecht no mercado internacional põe em risco contratos de quase US$ 16 bilhões em projetos conquistados nos últimos anos. Até setembro de 2016, dois terços da carteira de obras da empreiteira tinham origem lá fora, em países como Venezuela, Angola e Panamá. Juntos, esses três países tinham mais […]

A crescente onda de rejeição vivida pela Odebrecht no mercado internacional põe em risco contratos de quase US$ 16 bilhões em projetos conquistados nos últimos anos.

Até setembro de 2016, dois terços da carteira de obras da empreiteira tinham origem lá fora, em países como Venezuela, Angola e Panamá. Juntos, esses três países tinham mais obras contratadas com a empresa do que o Brasil.

Embora esteja presente no exterior desde a década de 1970, a política de expansão da Odebrecht para além das fronteiras brasileiras ganhou força nos anos 2000, com apoio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) à internacionalização das construtoras. Além disso, nessa época, a empresa já era reconhecida pelo alto poder financeiro e know-how – leia-se certificações – para construir quase todo tipo de obra o que colocava a brasileira um degrau acima dos demais concorrentes.

Mas, com a Operação Lava Jato, os contratos no mercado externo começam a se perder. Desde que o Departamento de Justiça dos Estados Unidos (DoJ) divulgou os dados sobre pagamento de propina da Odebrecht em cada país, a participação que antes era comemorada virou foco de turbulência e preocupação. Alguns países já ameaçaram expulsar a empresa de seus territórios e cancelaram contratos bilionários, como foi o caso do Gasoduto Sul Peruano e a concessão para construir 528 km de estrada na Colômbia.

As decisões têm efeito duplo para a empreiteira e para o grupo. Além de perder a concessão, que representa um contrato de longo prazo para administrar um ativo, a empresa também perde a obra, que rende bilhões de dólares de receita para ela. No caso do gasoduto, no Peru, a construção do projeto representava 10% da carteira de obras da empresa, afirma o analista da agência de classificação de risco Fitch Ratings, Alexandre Garcia. O mesmo deve ocorrer com a rodovia na Colômbia, já que a concessão garantia contrato de construção de mais de 500 km de estrada.

A revolta no exterior tem ocorrido simultaneamente à tentativa de fechamento de acordos de leniência da empresa com os ministérios públicos locais. A esperança é que, com os acordos e a definição das multas, a empresa mantenha outros contratos importantes. Até agora, há pré-contratos firmados com Panamá, República Dominicana, Peru e Colômbia. Os demais países ainda estão em fase preliminar e há aqueles que nem têm interesse de iniciar algum processo de delação.

Por ora, a empresa está proibida de participar de novas licitações em três países: Panamá, Peru e Equador. Nada garante, no entanto, que outras nações façam embargos semelhantes até que a poeira comece a baixar. Nos Estados Unidos, embora não haja denúncia de pagamento de propina, a ação do DoJ exigiu um acordo e estabelecimento de multa. A empresa toca obras de modernização no Aeroporto Internacional de Miami, de uma rodovia no Texas e construções na Louisiana.

Liquidez. A situação no exterior é bastante desconfortável, uma vez que a construtora tem ajudado a bancar a liquidez do grupo. Segundo relatório da Fitch Ratings, entre setembro de 2015 e setembro de 2016, a empreiteira teve de fazer aporte de US$ 350 milhões na controladora por causa das dificuldades para captar recursos no mercado.

A empresa está queimando caixa e não tem conseguido repor o portfólio. Outro fato preocupante é que, além de perder contratos por causa do pagamento de propina, a qualidade da carteira tem se deteriorado. Os melhores projetos estão sendo concluídos e o que tem ficado no portfólio está parado ou em ritmo muito lento.

A Fitch Ratings estima que 42% da carteira da Odebrecht levaria, em média, 19 anos para ser concluída considerando o ritmo atual. Há casos piores, no entanto. Na Venezuela, que detém 24% da carteira da companhia, a empresa poderia levar de 15 a 50 anos para concluir as obras – em outras palavras, isso significa redução de receita.

Alexandre Garcia, da agência de rating, afirma que, além de todos os problemas por causa do escândalo de corrupção, a empresa tem enfrentado situações adversas no exterior que têm interferido n as obras. Uma delas é a queda no preço do petróleo que afeta clientes importantes. “Esse fator prejudica o fluxo de obras em andamento e de novos projetos, como na Venezuela”, diz o analista. Segundo ele, se o cenário não melhorar, a carteira de obras pode cair dos atuais US$ 21 bilhões para algo em torno de US$ 9 bilhões.

Retorno
Em nota, a empresa afirma acreditar que conseguirá manter os contratos e estar livre para conquistar novos projetos assim que consiga firmar acordos de leniência nos países. “Os acordos também facilitarão a obtenção de empréstimos para execução das obras. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Afogados: Prefeitura realiza leilão público nesta terça

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira vai leiloar bens “inservíveis”, ou seja, que não mais atendem aos interesses da administração pública, nesta terça (24), a partir das 10 horas, no pátio da garagem municipal, ao lado do cemitério São Judas Tadeu. O leilão será conduzido pelo leiloeiro público oficial Gervásio Vasconcelos de Albuquerque, matriculado na […]

Veículos não atendem mais necessidades da Prefeitura. Caminho legal é o leilão
Veículos não atendem mais necessidades da Prefeitura. Caminho legal é o leilão

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira vai leiloar bens “inservíveis”, ou seja, que não mais atendem aos interesses da administração pública, nesta terça (24), a partir das 10 horas, no pátio da garagem municipal, ao lado do cemitério São Judas Tadeu.

O leilão será conduzido pelo leiloeiro público oficial Gervásio Vasconcelos de Albuquerque, matriculado na Junta Comercial de Pernambuco sob o nº 11/91. Serão leiloados os seguintes lotes:

Lote 1 – 01 Ford Escort GL 1.6 a álcool, cor branca, ano 2002/2003;

Lote 2 – 01 Kombi Volkswagen a gasolina, cor branca, ano 2002;

Lote 3 – 01 Chevrolet a diesel, cor vermelha, ano 1982;

Lote 4 – Carcaças de veículos diversos (Ônibus MB 1800, Ipanema, Rural, Caravan e carroceria de D-20);

Lote 5 – Materiais de escritório e informática;

Lote 6 – Sucatas de oficina.

A duração do leilão ficará a critério do leiloeiro e terá o tempo necessário para que todos que desejarem tenham oportunidade de oferecerem seus lances. O bem leiloado será vendido à vista, em moeda corrente nacional.

O arrematante poderá optar por uma caução de 20% do bem arrematado, pagando o restante em até três dias úteis ao leiloeiro. Todos os lotes podem ser visitados no horário comercial, na garagem pública municipal.

Maiores informações podem ser obtidas na Comissão Permanente de Licitação, situada no térreo do edifício-sede da Prefeitura Municipal de Afogados da Ingazeira, na Praça Monsenhor Alfredo de Arruda Câmara – Centro.