Em entrevista, Padre Adilson Simões critica Alexandre de Moraes e Padre Júlio Lancelotti
Por Nill Júnior
Um dos principais nomes da Igreja Católica no Estado, graças à sua atuação na Terra da Misericórdia, o Padre Adilson Simões foi o convidado do Independente Podcast, da Independente FM, com apresentação de Dárcio Rabelo.
Chamado a avaliar o trabalho do Padre Júlio Lancelotti, disse respeitar a sua atuação social, mas o criticou. “Não é assistente social”.
Ainda que, pelo que ele disse, sem fazer referência a quais são as falas, deveria ser punido ou afastado da igreja, falando em “ideologias”.
Ainda condenou a prisão do General Augusto Heleno.
O general foi condenado pela trama golpista. Moraes determinou o uso de tornozeleira eletrônica e prisão domiciliar.
O ex-ministro do GSI foi condenado por integrar o “núcleo crucial” de uma organização criminosa, liderada pelo ex-presidente Bolsonaro, que buscou promover um golpe de Estado para mantê-lo no poder, apesar da derrota nas urnas. Heleno foi sentenciado a cumprir 21 anos de pena.
Sem citar seu nome, Padre Adilson disse tratar-se de um “homem honrado”, fazendo referência à sua atuação na missão humanitária no Haiti.
Padre Adilson Simões também criticou o Supremo, o Ministro Alexandre de Moraes e disse que algumas pessoas foram presas injustamente pelos atos golpistas de 8 de janeiro.
O ministro das Cidades, Bruno Araújo, estará neste sábado (30) na cidade de Custódia, para participar da solenidade de lançamento do novo programa de regularização fundiária. O evento ocorrerá às 10h da manhã na quadra do colégio Ernesto Queiroz. Na ocasião, o ministro entregará, simbolicamente, os primeiros 1.100 termos de posse de um total de […]
O ministro das Cidades, Bruno Araújo, estará neste sábado (30) na cidade de Custódia, para participar da solenidade de lançamento do novo programa de regularização fundiária.
O evento ocorrerá às 10h da manhã na quadra do colégio Ernesto Queiroz. Na ocasião, o ministro entregará, simbolicamente, os primeiros 1.100 termos de posse de um total de 3.400 que já foram solicitados junto à Prefeitura.
O Programa Nacional de Regularização Fundiária é fruto da Lei 13.465/17, sancionada em julho deste ano pelo presidente Michel Temer.
Ele funcionará como novo marco legal para a regularização dos núcleos urbanos informais, “contribuindo para desburocratizar, simplificar e agilizar todo o processo, ampliando as possibilidades de acesso à terra urbanizada pela popula&c cedil;ão”, declarou o ministro.
O Ministro Bruno Araujo cancelou a vinda do Ministro que faria a Afogados da Ingazeira após estar em Custódia. Ele estaria no Sítio Lajedo, em entrega de casas do projeto Moradia com Ecodignidade.
A sabatina do novo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, no último dia 21, requentou o debate político sobre a forma de escolha dos ministros da Corte hoje feita pelo presidente da República com aprovação do Senado. O próprio Moraes propõe em tese de doutorado um modelo distinto ao que está em […]
A sabatina do novo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, no último dia 21, requentou o debate político sobre a forma de escolha dos ministros da Corte hoje feita pelo presidente da República com aprovação do Senado. O próprio Moraes propõe em tese de doutorado um modelo distinto ao que está em vigor no País.
Pesquisadores em Direito Constitucional ouvidos pela reportagem defendem atualização da lei brasileira em favor de maior participação de representantes sociais e políticos no processo de seleção dos magistrados. Já no Legislativo, existem atualmente 24 proposições de mudança desse processo em tramitação no Congresso desde 2001. Os dados fazem parte da pesquisa do consultor legislativo do Senado, Roberto da Silva Ribeiro.
Criado à semelhança do modelo norte-americano, o processo brasileiro estabelece que, para ser um dos 11 ministros do Supremo, é preciso ser indicado pelo presidente da República e, ato seguinte, ter indicação aprovada em sabatina por senadores. De acordo com os requisitos constitucionais, o pretendente deve ter notório saber jurídico e reputação ilibada. O mandato se estende até a aposentadoria compulsória aos 75 anos.
O principal risco que esse formato tem oferecido, segundo os pesquisadores, é a prevalência de critério essencialmente político na escolha do nome pelo chefe do Executivo potencializada pelo descompromisso do Senado em, de fato, testar as capacidades técnicas do postulante, já que o candidato pode ser encarado como um aliado que não precisa ser tratado com rigor. “Embora as últimas sabatinas tenham melhorado, ainda é um mecanismo pró-forma”, afirma Marcelo Figueiredo, professor da PUC-SP.
Já nos Estados Unidos, a arguição dos candidatos à Suprema Corte no Senado é considerada bem mais severa. “Lá, o candidato é altamente escrutinado sobre sua vida profissional e pessoal”, diz Figueiredo, acrescentando haver vários casos de não aprovação de indicados ao Supremo nos EUA.
Em tramitação. No Legislativo, a proposta que se encontra em estágio mais avançado é a de emenda à Constituição (PEC) 35, de 2015, do senador Lasier Martins (PSD-RS) por estar pronta para deliberação pelo plenário do Senado. O parlamentar propõe que os ministros do STF sejam escolhidos a partir de uma lista tríplice elaborada pelos tribunais superiores, Tribunal de Contas da União, procurador-geral da República e pelo presidente da Ordem dos Advogados da União (OAB). Estabelece também um mandato de 10 anos e inelegibilidade por cinco anos após o término do mandato.
Para o consultor legislativo, no entanto, a proposta mais “meritória” é a do hoje governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB-MA). O texto defende a participação de várias partes, como colegiados de faculdades de Direito, OAB, Conselho Nacional de Justiça, Conselho Nacional do Ministério Público, Tribunal Superior do Trabalho, Superior Tribunal de Justiça e as duas Casas do Congresso. Dino propõe um mandato dos ministros do STF de 11 anos sem recondução. “A proposta confere maior legitimidade democrática ao processo, na medida em que faculta a participação dos órgãos de representação popular, bem como fortalecendo a autonomia do Judiciário”, diz Ribeiro. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro, esteve neste domingo (28) no primeiro compromisso da agenda de visita oficial da presidenta Dilma Rousseff aos Estados Unidos. Em uma reunião, no hotel St. Regis, com 24 empresários e dirigentes de entidades brasileiras, foram discutidos os principais aspectos da relação bilateral nos temas de […]
O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro, esteve neste domingo (28) no primeiro compromisso da agenda de visita oficial da presidenta Dilma Rousseff aos Estados Unidos. Em uma reunião, no hotel St. Regis, com 24 empresários e dirigentes de entidades brasileiras, foram discutidos os principais aspectos da relação bilateral nos temas de comércio, inovação e investimentos.
Também participaram do encontro os ministros Mauro Vieira (Relações Exteriores), Joaquim Levy (Fazenda), Nelson Barbosa (Planejamento) , Aldo Rebelo (Ciência, Tecnologia e Inovação), Renato Janine Ribeiro (Educação) e o presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), Davi Barioni.
Representantes do setor produtivo das áreas de máquinas e equipamentos, químico e farmacêutico, petroquímico, eletroeletrônico, têxtil, biotecnologia, energia renovável, metalurgia, serviços de informação e agronegócios foram unânimes no reconhecimento da importância da visita para o relançamento e aprofundamento da relação comercial entre Brasil e EUA.
Foram discutidos temas ligados à agenda de convergência regulatória e harmonização de normas – considerada fundamental para a indústria têxtil, por exemplo –; a necessidade de ampliar o mercado americano para o etanol e o açúcar brasileiros; e as grandes oportunidades na área de inovação.
Armando Monteiro lembrou que a visita foi precedida de ampla consulta ao setor privado: “Conversamos com muitos setores e construímos esta agenda conjuntamente. O engajamento do setor privado é essencial para o sucesso do adensamento das relações comerciais entre Brasil e Estados Unidos”.
Na avaliação do ministro, o primeiro compromisso foi um sucesso. “Fizemos uma reunião muito construtiva e houve muita concordância entre os empresários sobre a importância da visita e a agenda que estamos construindo, em especial de convergência regulatória. Temos a perspectiva clara de dobrar a corrente de comercio com os EUA nos próximos dez anos – e esta visita é um passo importante para alcançar esse objetivo”, afirmou.
A iniciativa reunirá instituições de ciência e tecnologia da região, com articulação para ampliação dos recursos de financiamento para projetos inovadores A Sudene apresentou a proposta de criação da Rede de Instituições de Ciência e Tecnologia do Nordeste (RICTNE) aos gestores das universidades e institutos federais de ensino superior da região. A iniciativa busca fomentar […]
A iniciativa reunirá instituições de ciência e tecnologia da região, com articulação para ampliação dos recursos de financiamento para projetos inovadores
A Sudene apresentou a proposta de criação da Rede de Instituições de Ciência e Tecnologia do Nordeste (RICTNE) aos gestores das universidades e institutos federais de ensino superior da região. A iniciativa busca fomentar a inovação associada à estratégia de territorialização da nova indústria do Brasil.
“Queremos ter uma grande plataforma de informações, dialogando com o Plano Regional de Desenvolvimento do Nordeste (PRDNE) e buscando mecanismos de financiamento. Queremos estruturar o pensamento científico da região para vencer os desafios para nosso desenvolvimento”, explicou o superintendente da Sudene, Danilo Cabral, durante reunião da Rede Nordeste (Rene) da Associação dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), realizada na Universidade Federal de Alagoas, nesta terça-feira (28).
De acordo com o superintendente da Sudene, para que a região aproveite as oportunidades com a Nova Política Industrial, inserindo-se nessa estratégia, é necessário aumentar a competitividade dos estados nordestinos. “Isso só acontece melhorando a nossa infraestrutura e a educação e com inovação. E esta não se dá sem que todos os atores da região estejam envolvidos, a academia, os setores produtivos, os entes políticos, como o Consórcio Nordeste. Não haverá desenvolvimento do Nordeste se não investirmos mais do que o PIB regional”, frisou o gestor.
O Nordeste tem algumas missões para os próximos anos, destaca o superintendente, como a estruturação de cadeias agroindustriais e digitais, do complexo industrial de saúde, investir na bioeconomia e na descarbonização e transição e segurança energéticas, promover a transformação digital da indústria e desenvolver tecnologias de interesse para soberania e defesa nacionais.
A Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste, em parceria com as instituições da Rede, atuará como articuladora e orientadora do Sistema Regional de Inovação para territorialização das Missões da NIB no Nordeste e no papel de Hub de Inovação, integrando, orientando e apoiando projetos de Inovação. Um dos objetivos é a criação de ferramentas e mecanismos institucionais para o Sistema Nacional de Territorialização é Desenvolvimento Regional.
“Queremos que a comunidade de ciência, tecnologia e inovação do Nordeste seja um ator político- institucional do desenvolvimento regional”, disse o economista José Farias, coordenador de Desenvolvimento Territorial, Infraestrutura e Meio Ambiente da Sudene. Ele ressalta que as recentes iniciativas da Sudene junto ao BNDES, a partir da assinatura de acordo de cooperação técnica na semana passada, e ao IBGE (Institui Brasileiro de Geografia e Estatística) e a Finep (Financiadora de Estudos e Projetos) já fazem parte da articulação para o estabelecimento da Rede.
A iniciativa, no curto prazo, pretende instituir um grupo de trabalho para organizar a constituição e atuação da Rede. E, logo em seguida, já fazer entregas para a sociedade, como a sistematização dos conhecimentos sobre o Nordeste, dispersas entre ICTs da região, mobilizando em rede mais de 600 pesquisadores da região, além da produção de estudos sobre a nova indústria do Nordeste.
Começou nesta segunda-feira, 07 de dezembro, o período de renovação das matrículas para os alunos da rede municipal de ensino de Tuparetama. A Secretaria Municipal de Educação abriu as inscrições que devem ser realizadas pelos pais ou responsáveis nas secretarias das escolas municipais até o dia 30 de dezembro. De 21 de dezembro a 31 […]
Começou nesta segunda-feira, 07 de dezembro, o período de renovação das matrículas para os alunos da rede municipal de ensino de Tuparetama.
A Secretaria Municipal de Educação abriu as inscrições que devem ser realizadas pelos pais ou responsáveis nas secretarias das escolas municipais até o dia 30 de dezembro.
De 21 de dezembro a 31 de janeiro, será a vez dos estudantes novatos ou os que desejam fazer transferências, realizarem suas matrículas em uma das unidades de ensino.
É necessário que o pai ou responsável apresente seus documentos pessoais e cartão de Vacina, cartão do Sus, Registro de Nascimento ou RG do estudante.
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