Raquel registra BO contra perfil que fez “campanha do pix” em seu nome
Por Nill Júnior
A governadora Raquel divulgou vídeo nas redes sociais após divulgação de Pix em perfis de uma conta adversária e registrou boletim de ocorrência.
A conta @jsb.pe , da Juventude do PSB, divulgou uma “campanha do pix” para a governadora. O ponto de partida foi a divulgação de bens da governadora junto ao TSE. Ela informou um patrimônio total de R$ 359 mil ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), destacando-se o registro de saldo de apenas R$ 1 em conta corrente bancária.
O dado gerou o vídeo. O BO é que dados pessoais da governadora foram divulgados e ela começou a perceber pix de R$ 1 entrando na conta. Raquel reagiu deixando claro na sua opinião que brincadeira tem limite. E registrou um Boletim de Ocorrência.
“É impressionante até onde algumas pessoas estão dispostas a ir durante uma eleição. Pegaram meus dados pessoais, produziram um vídeo truncado com a minha imagem e começaram a pedir Pix em meu nome. Uma ação coordenada do gabinete do ódio, para espalhar informação falsa e tentar enganar as pessoas”, disse.
“Mas não se preocupem. Eu jamais vou entrar no vale-tudo deles. Vou fazer uma campanha limpa, debatendo Pernambuco e apresentando o trabalho que estamos fazendo.E vou continuar fazendo o que sempre fiz: trabalhar com seriedade”, escreveu.
“Não dependo da Raquel decidir ou não que eu seja Senador”, disparou o presidente estadual do PL e pré-candidato ao Senado, Anderson Ferreira, em entrevista ao programa Café no Ponto, da TV Nova, com Wellington Ribeiro. Representando o palanque de Flávio Bolsonaro em Pernambuco, Anderson enfrenta obstáculos para compor a chapa da governadora, que já […]
“Não dependo da Raquel decidir ou não que eu seja Senador”, disparou o presidente estadual do PL e pré-candidato ao Senado, Anderson Ferreira, em entrevista ao programa Café no Ponto, da TV Nova, com Wellington Ribeiro.
Representando o palanque de Flávio Bolsonaro em Pernambuco, Anderson enfrenta obstáculos para compor a chapa da governadora, que já teria definido Túlio Gadelha como um de seus nomes ao Senado, movimento interpretado como uma estratégia de aproximação com o campo lulista.
Veja o que disse Anderson, apostando que o voto bolsonarista pode fazê-lo Senador:
A 13ª edição da Caminhada do Forró levou mais de 40 mil pessoas às ruas de Arcoverde neste domingo (22), durante a programação oficial do São João 2025. O evento, que já integra o calendário cultural do município, contou com a presença do prefeito Zeca Cavalcanti e da secretária de Turismo, Esportes e Eventos, Nerianny […]
A 13ª edição da Caminhada do Forró levou mais de 40 mil pessoas às ruas de Arcoverde neste domingo (22), durante a programação oficial do São João 2025.
O evento, que já integra o calendário cultural do município, contou com a presença do prefeito Zeca Cavalcanti e da secretária de Turismo, Esportes e Eventos, Nerianny Cavalcanti, que acompanharam todo o percurso ao lado da população.
Com início na Rádio Agnus Dei e chegada no Polo Multicultural, o trajeto de mais de quatro quilômetros foi marcado pela participação de seis trios elétricos e por um público que seguiu o cortejo ao som do forró. Moradores e visitantes registraram o momento com fotos e vídeos ao lado do gestor municipal, que interagiu com participantes durante o percurso.
O encerramento da caminhada aconteceu no Polo Multicultural, com show do cantor Geraldinho Lins. A programação da noite seguiu com apresentações do Samba de Coco Raízes de Arcoverde, Silvia Regina, Nando Cordel e Assisão.
Segundo a gestão municipal, o evento integra uma série de ações voltadas à valorização das tradições culturais do município e à organização do ciclo junino. O São João de Arcoverde é considerado um dos mais expressivos do interior do estado, atraindo visitantes de diversas regiões.
Após ser eleito governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), instalará na próxima segunda (20) o escritório de transição do seu governo. A coordenação-geral ficará por conta do vice-governador eleito Raul Henry, e contará ainda com os coordenadores Cecília Wanderley e Renato Thièbaut. O escritório de transição funcionará numa sala cedida pela Superintendência Regional da Caixa […]
Após ser eleito governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), instalará na próxima segunda (20) o escritório de transição do seu governo. A coordenação-geral ficará por conta do vice-governador eleito Raul Henry, e contará ainda com os coordenadores Cecília Wanderley e Renato Thièbaut.
O escritório de transição funcionará numa sala cedida pela Superintendência Regional da Caixa Econômica Federal, no empresarial Graham Bell, na Ilha do Leite.
Seis ministros deixaram os cargos em um único dia, medida inédita desde o início do governo Bolsonaro, em janeiro de 2019. G1 O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) promoveu nesta segunda-feira (29) a maior série de trocas de primeiro escalão num único dia desde o início do governo: seis ministros deixaram seus cargos. As mudanças […]
Seis ministros deixaram os cargos em um único dia, medida inédita desde o início do governo Bolsonaro, em janeiro de 2019.
G1
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) promoveu nesta segunda-feira (29) a maior série de trocas de primeiro escalão num único dia desde o início do governo: seis ministros deixaram seus cargos. As mudanças afetaram: Ministério da Defesa; Ministério das Relações Exteriores; Ministério da Justiça; Casa Civil; Advocacia Geral da União (AGU);
e Secretaria de Governo.
Ao menos dois desses movimentos têm finalidade clara: aceno ao Centrão e tentativa de aumentar a influência junto aos quartéis militares.
O Centrão foi agraciado com a Secretaria de Governo: passará a ocupar o cargo a deputada federal Flávia Arruda (PL-DF), em substituição ao general Luiz Eduardo Ramos. Ela é um nome do partido de Valdemar da Costa Neto e tem o apoio do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). Ao assumir a pasta, passa a ser a responsável pela articulação política do Palácio do Planalto.
Flávia disse ao Blog da Andréia Sadi, colunista do G1 e da GloboNews, que atuará para diminuir as tensões entre governo e Câmara.
“Meu perfil é do diálogo, tenho interlocução com todos. Vamos diminuir as tensões”.
O outro movimento – a saída do general Fernando Azevedo e Silva do comando do Ministério da Defesa – foi recebido com preocupação por integrantes da ativa e da reserva das Forças Armadas e como algo além de uma troca para acomodação de espaços no primeiro escalão do governo.
Ao Blog do Camarotti, um general da reserva enxergou as ações que levaram à demissão de Azevedo e Silva como um sinal de Bolsonaro de que deseja ter maior influência política nos quartéis.
Já no Ministério das Relações Exteriores, Ernesto Araújo se demitiu do cargo. O pedido foi feito após pressão de parlamentares, inclusive dos presidentes da Câmara e do Senado. A situação política de Ernesto vinha se deteriorando nos últimos dias.
O anúncio das mudanças nos ministérios ocorreu no início da noite desta segunda pela Secretaria de Comunicação da Presidência da República. A oficialização foi publicada no “Diário Oficial da União” desta terça-feira (30).
QUEM ENTRA E QUEM SAI
Casa Civil da Presidência Da República
Quem entra: general da reserva Luiz Eduardo Ramos, atual ministro da Secretaria de Governo. Quem sai: general da reserva Braga Netto, transferido para o Ministério da Defesa.
Ministério da Justiça e da Segurança Pública
Quem entra: delegado da Polícia Federal Anderson Torres, atual secretário de Segurança Pública do Distrito Federal. Quem sai: André Mendonça, transferido para a Advocacia-Geral da União (AGU).
Ministério Da Defesa
Quem entra: general da reserva Walter Souza Braga Netto, atual chefe da Casa Civil. Quem sai: general da reserva Fernando Azevedo e Silva
Ministério das Relações Exteriores
Quem entra: embaixador Carlos Alberto Franco França, diplomata de carreira que estava na assessoria especial da Presidência da República. Quem sai: embaixador Ernesto Araújo
Secretaria de Governo da Presidência
Quem entra: deputada federal Flávia Arruda (PL-DF). Quem sai: general da reserva Luiz Eduardo Ramos, transferido para a Casa Civil
Advocacia-Geral da União
Quem entra: André Mendonça, que já chefiou a AGU no início do governo e está atualmente no Ministério da Justiça. Quem sai: José Levi, procurador da Fazenda Nacional.
A Procuradoria Geral da República (PGR) informou nesta segunda-feira (26) ter se manifestado ao Supremo Tribunal Federal (STF) a favor da prorrogação do inquérito que tem o presidente Michel Temer entre os investigados. No mesmo documento, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu ao STF que emita ordem judicial para o diretor-geral da Polícia Federal, […]
A Procuradoria Geral da República (PGR) informou nesta segunda-feira (26) ter se manifestado ao Supremo Tribunal Federal (STF) a favor da prorrogação do inquérito que tem o presidente Michel Temer entre os investigados.
No mesmo documento, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu ao STF que emita ordem judicial para o diretor-geral da Polícia Federal, Fernando Segovia, se abster de “qualquer ato de ingerência” sobre o inquérito, sob pena de afastamento do cargo.
A manifestação de Raquel Dodge foi enviada após pedido do ministro do STF Luís Roberto Barroso, relator do caso. No último dia 20, o delegado Cleyber Lopes, da Polícia Federal, pediu ao Supremo a prorrogação do inquérito por mais 60 dias.
No último dia 9, Fernando Segovia disse em entrevista à Reuters que, no inquérito, não foi encontrado indício de crime por parte de Temer. Segundo a agência, o diretor-geral da PF também indicou que a PF pediria o arquivamento das investigações.
As declarações de Segovia causaram intensa repercussão, a ponto de os delegados da PF que atuam no Supremo divulgarem mensagem contra o que ele disse. Além disso, Barroso intimou o diretor-geral a dar explicações. Segundo o ministro, Segovia disse ter sido mal interpretado.
“Quaisquer manifestações a respeito de apurações em curso contrariam os princípios que norteiam a Administração Pública, em especial o da impessoalidade e da moralidade”, afirmou Raquel Dodge ao Supremo. O inquérito foi aberto em setembro do ano passado com base nas delações de Joesley Batista, dono do grupo J&F, e de Ricardo Saud, ex-executivo do grupo.
As investigações apuram o suposto pagamento de propina na edição, por Temer, de um decreto relacionado ao setor de portos.
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