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Quaest: Flávio Bolsonaro tem 42% e Lula, 41% em empate técnico no 2º turno

Por Michael Andrade

Nova rodada divulgada nesta segunda-feira (21) mostra diferença numérica de um ponto percentual entre os dois candidatos na simulação de segundo turno.

O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 42% das intenções de voto e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com 41%, em uma eventual disputa de segundo turno pela Presidência da República, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (21).

Com margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, os dois estão tecnicamente empatados.

Na rodada anterior, divulgada em 14 de setembro, Flávio também registrava 42%, enquanto Lula aparecia com 40%. Na comparação, o candidato do PL manteve o percentual e o presidente oscilou um ponto para cima.

Com isso, a diferença numérica entre os dois passou de dois para um ponto percentual. As movimentações estão dentro da margem de erro do levantamento.

A pesquisa de segundo turno foi divulgada no mesmo dia em que a Quaest apresentou os novos números para a primeira etapa da eleição. No primeiro turno, Lula aparece com 37%, contra 33% de Flávio Bolsonaro. Augusto Cury (Avante) tem 6%, Ronaldo Caiado (PSD), 4%, Renan Santos (Missão), 3%, e Romeu Zema (Novo), 1%.

O levantamento foi contratado pela Globo e por O Globo e ouviu presencialmente 2.004 eleitores de 16 anos ou mais entre os dias 17 e 20 de setembro.

A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-06004/2026.

Fonte: Portal G1
Foto: Reprodução

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Outras Notícias

Jarbas Vasconcelos lamenta perda de Eduardo e aposta em ascensão de Marina

“É uma perda irreparável”. A frase, dita por Jarbas Vasconcelos (PMDB), exprime o sentimento do senador após saber do acidente que vitimou o presidenciável Eduardo Campos nesta quarta-feira (13). Também ex-governador, Jarbas recebeu a imprensa, nesta quinta (14), para falar sobre o choque da perda e as mudanças no cenário político a partir de agora, […]

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“É uma perda irreparável”. A frase, dita por Jarbas Vasconcelos (PMDB), exprime o sentimento do senador após saber do acidente que vitimou o presidenciável Eduardo Campos nesta quarta-feira (13). Também ex-governador, Jarbas recebeu a imprensa, nesta quinta (14), para falar sobre o choque da perda e as mudanças no cenário político a partir de agora, com possível ascensão de Marina Silva à candidata a presidente.

O senador estava em casa quando recebeu as primeiras notícias sobre o acidente – Murilo Cavalcanti, secretário de Segurança Urbana do Recife, ligou informando que um acidente de avião havia acontecido e que Eduardo estava voando pela área de Santos. A partir daí, o senador passou a acompanhar o noticiário até a confirmação da tragédia.

Antes de qualquer coisa, Jarbas foi taxativo nos elogios a Eduardo. “Ele foi, sem dúvida, o político mais brilhante da geração dele. Determinado, com vontade e coragem política admiráveis. Vamos continuar a luta e os sonhos dele”, comentou. “Por ser uma perda irreparável, a gente tem que juntar as nossas forças. É como disse em uma reunião, nós temos que chorar e trabalhar”.

Força-tarefa da Lava Jato disponibiliza depoimento de Lula

G1 O depoimento de Luiz Inácio Lula da Silva foi disponibilizado nesta segunda-feira (14) no sistema da Justiça Federal. O ex-presidente foi alvo da 24ª fase da Operação Lava Jato, que investiga um esquema de corrupção e desvio de dinheiro na Petrobras. Leia na íntegra o depoimento do ex-presidente. A 24ª fase da Operação Lava […]

G1

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Trecho do depoimento

O depoimento de Luiz Inácio Lula da Silva foi disponibilizado nesta segunda-feira (14) no sistema da Justiça Federal. O ex-presidente foi alvo da 24ª fase da Operação Lava Jato, que investiga um esquema de corrupção e desvio de dinheiro na Petrobras.

Leia na íntegra o depoimento do ex-presidente.

A 24ª fase da Operação Lava Jato investiga a relação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e familiares com empreiteiras envolvidas no esquema de corrupção da Petrobras.

O Ministério Público Federal (MPF) e a Polícia Federal (PF) dizem ter encontrado indícios de que Lula recebeu vantagens indevidas, como um apartamento e reformas em imóveis, além de doações e pagamentos por palestras via Instituto Lula e a empresa LILS Palestras, que pertence ao ex-presidente.

O MPF diz que o instituto recebeu de empreiteiras R$ 20 milhões em doações e que a LILS Palestras recebeu R$ 10 milhões. Investigadores querem saber se os recursos vieram de desvios da Petrobras e se foram usados de forma lícita. Parte do dinheiro foi transferido do Instituto Lula para empresas de filhos do ex-presidente, e o MPF apura se serviços foram de fato prestados.

Do dia que Lula foi levado para prestar depoimento, a defesa do ex-presidente pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a suspensão de procedimentos relacionados às investigações relacionadas a ele dentro da Operação Lava Jato.

Memória: 30 anos da eleição de Orisvaldo Inácio e o seu legado na Frente Popular

Por Adelmo Santos* Comemora-se nesse 15 de novembro, os 30 anos da eleição vitoriosa de Dr. Orisvaldo Inácio da Silva para prefeito de Afogados da Ingazeira. O que representa essa data e esse importante fato, que marcou o início de um novo ciclo na história política da segunda cidade mais importante do Sertão do Pajeú? […]

Por Adelmo Santos*

Comemora-se nesse 15 de novembro, os 30 anos da eleição vitoriosa de Dr. Orisvaldo Inácio da Silva para prefeito de Afogados da Ingazeira. O que representa essa data e esse importante fato, que marcou o início de um novo ciclo na história política da segunda cidade mais importante do Sertão do Pajeú?

O Brasil vivenciava a redemocratização, o estado de Pernambuco acabava de eleger seu novo governador Miguel Arraes de Alencar, uma vitória que depositava muita esperança na maioria dos pernambucanos, com a expectativa de um governo popular, que representasse as mudanças e transformações que promovesse o desenvolvimento social e econômico do Estado, depois de 21 anos de ditadura militar.

Esse clima de mudanças, chega com força em Afogados da Ingazeira. O município naquele momento era administrado por João Alves Filho do PFL (in’ memorian), eleito com o apoio do principal líder da situação, o deputado estadual Antônio Mariano de Brito (in’ memorian), que apesar de ter perdido a eleição do governo do Estado,  possuía um grupo político forte.

Começa o ano de 1988, e a oposição afogadense começa a se movimentar para a disputa das eleições de 15 de novembro. As principais lideranças daquela época o vereador José Coimbra Patriota Filho (atual prefeito), líder da oposição na Câmara Municipal e Bartolomeu Genésio (in’memorian), os dois do PMDB, Damião Alves dos Santos (in’ memorian) do PDT, Francisco Alberto de Moura (in’ memorian) do PT e Josézito Padilha (in’ memorian) do PDT, além do PC do B discutiram muito e não chegaram a um entendimento em relação a quem seria o ungido para suceder João Alves Filho. Sem acordo interno, chegaram a um consenso, buscar um nome fora dos quadros políticos tradicionais, que representasse mudanças de fato na política do município.

Surge de forma natural e consensuada na oposição, a figura do médico Dr. Orisvaldo Inácio da Silva. Um profissional de carreira ilibada, grande prestígio e carisma popular pelos relevantes serviços prestados à população de Afogados e do vizinho município de Iguaraci. Caiu como uma luva para as pretensões da oposição afogadense.

O grupo se fortalece e consolida uma frente de partidos à esquerda, que passa então a ser denominada de Frente Popular (FP) de Afogados da Ingazeira, e se fortalece para a disputa municipal. Nas eleições de 15 de novembro, Dr. Orisvaldo vence, com apenas 308 votos de frente contra seu adversário o também médico João Ézio Nunes, candidato apoiado por Antônio Mariano.

O Governo de Dr. Orisvaldo traz uma proposta de mudanças alinhada à gestão do Governador Miguel Arraes, nas áreas de Educação, saúde, cultura, agricultura e outras áreas estratégicas, como resposta aos anseios de mudança ancorada pela maioria da população afogadense.

O Governo Orisvaldo Inácio inicia um novo ciclo na história política de Afogados e que traz reflexos para outros municípios. A democratização e reestruturação das políticas públicas de saúde, educação, assistência social, agricultura, cultura e esportes foram importantes marcas, somadas ao controle social com a criação de conselhos municipais de gestão das políticas públicas, e a realização de concurso público pela primeira vez no município. Duas ações criadas no seu governo, até hoje são mantidas com êxito por seus sucessores, trata-se do campeonato de futebol da zona rural e o resgate do carnaval de rua.

A gestão Orisvaldo aprovada pela grande maioria dos afogadenses elegeu seu sucessor o engenheiro civil Antônio Valadares de Souza Filho (Totonho Valadares) para a gestão 1993/96, que foi seu vice-prefeito e exerceu o cargo de Secretário municipal de Obras.

Passadas três décadas, Afogados conseguiu nessa trajetória ter bons gestores que propiciaram ao município um nível de desenvolvimento de destaque no cenário regional e estadual. Depois de Totonho Valadares,  Gizelda Simões (Dona Giza) in’ memorian por duas vezes foi prefeita do município, Totonho se elegeu por mais dois mandatos, sequenciado por José Coimbra Patriota que encontra-se no seu segundo mandato.

No atual contexto político do Brasil, e com a aproximação das eleições municipais, qual será o futuro da FP de Afogados da Ingazeira. Seria razoável uma avaliação sobre a conjuntura interna, com as eleições municipais se aproximando. A FP continuará cabendo partidos que recentemente apoiaram candidatos da ultradireita? A FP se reorganizará com forças políticas do campo mais da esquerda, a exemplo do PT, PSOL e de alguns movimentos sociais? Como se sabe, por circunstâncias políticas a nível nacional, os partidos mais à esquerda se afastaram da FP, porém, nas eleições recentes para presidente, o Prefeito José Patriota, coordenador da FP se juntou com esses partidos e os movimentos sociais em defesa da democracia.

O médico Orisvaldo Inácio deixou um grande legado na política municipal, sem esquecer, a participação de sua esposa D. Giza, como sua maior conselheira em toda trajetória de muitas vitórias e de alguns fracassos, normais na vida política.

*Adelmo Santos é Professor de História

Juíza ordena mudança do calendário do Enem

Por Estadão Conteúdo A Justiça Federal em São Paulo determinou que o Ministério da Educação (MEC) mude o calendário do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em razão das restrições impostas pela pandemia do novo coronavírus e faça a adequação do novo cronograma à “realidade do ano letivo”. A aplicação das provas impressas está marcada […]

Por Estadão Conteúdo

A Justiça Federal em São Paulo determinou que o Ministério da Educação (MEC) mude o calendário do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em razão das restrições impostas pela pandemia do novo coronavírus e faça a adequação do novo cronograma à “realidade do ano letivo”.

A aplicação das provas impressas está marcada para ocorrer nos dias 1º e 8 de novembro. Mais cedo, o MEC anunciou a mudança da data de provas digitais – que vai ser feita pela primeira vez este ano, por cem mil candidatos. Não foi informada alteração da versão tradicional do teste.

A juíza Marisa Claudia Gonçalves Cucio, autora da decisão, atendeu a um pedido formulado em ação civil pública pela Defensoria Pública da União. A Defensoria sustentou que o grave problema de saúde pública levou ao fechamento de escolas e à suspensão das aulas presenciais, com maior prejuízo para alunos da rede pública, que dispõem de menos recursos para manter o ritmo normal de estudos.

“É inegável que o Enem é hoje o principal instrumento democrático de acesso ao ensino superior, público e privado, no qual os alunos das escolas públicas e particulares já competem em desvantagem em condições regulares (ante as dificuldades estruturais do ensino público), por isso, permitir que se proceda em situações agravadas pela pandemia da covid-19 é uma afronta agravada ao princípio da igualdade”, escreveu a magistrada na decisão liminar.

Ela destacou que os alunos da rede pública não estão assistindo às aulas com o conteúdo programático cobrado no Enem, “ao contrário de grande parte dos alunos da rede de educação privada, que possuem acesso ao ensino à distância (EAD) e diversas outras ferramentas eletrônicas de aprendizado”. “Aliás, nem mesmo é possível afirmar que todas as escolas particulares estão disponibilizando aulas por vídeo ou atividades similares uma vez que a pandemia e as normas de isolamento social que determinou o fechamento das instituições de ensino colheu as equipes de docentes despreparadas para esse mister”, acrescentou.

“Levando em consideração que o calendário foi publicado durante o fechamento das escolas, quando grande parte dos alunos que se submeterão ao Enem têm acesso à informação e não estão tendo acesso ao conteúdo programático necessário para a realização da prova, não se mostra razoável que os réus mantenham o calendário original elaborado”, escreveu Marisa Claudia. Na decisão, ela diz que a adequação do cronograma deve ocorrer por meio de uma comissão ou consulta, “dando ciência a todos os órgãos e representantes dos Poderes necessários à medida”.

A magistrada ainda estendeu ainda o prazo, que se encerrava nesta sexta-feira (17), para solicitação da taxa de inscrição da prova e para a justificativa de ausência por mais 15 dias. A decisão deve ser cumprida imediatamente, mas cabe recurso por parte do governo federal.

Previsto para outubro, exame digital é adiado para novembro: o MEC informou na noite desta sexta ter atendido a pedidos feitos pelos estudantes ao alterar a data da aplicação da primeira versão digital do Enem. A previsão inicial de 11 e 18 de outubro foi alterada para 22 e 29 de novembro. “É um ano de desafio, em razão da pandemia de coronavírus. No entanto, não é isso que vai fazer que percamos o ano. Não podemos deixar para depois uma geração inteira de médicos, enfermeiros, engenheiros e professores. Não faz sentido”, afirmou, de acordo com nota divulgada pela pasta, o ministro Abraham Weintraub.

A implementação do Enem digital terá início neste ano, de forma progressiva, destacou o MEC. “São 100 mil voluntários, isto é, só quem quiser fazer a prova nesse modelo. Eles estarão espalhados por todos os Estados”, explicou Weintraub. A previsão do MEC é fazer uma transição gradual da versão impressa para a digital e acabar com a prova em papel até 2026.

SJE: MPPE prorroga por um ano investigação sobre supostos favorecimentos na vacinação contra a Covid-19 

Inquérito apura possível favorecimento na vacinação envolvendo Ecleriston Ramos e Paulo Jucá. A 1ª Promotoria de Justiça de São José do Egito prorrogou, por mais um ano, o Inquérito Civil que apura possíveis irregularidades na campanha de vacinação contra a Covid-19 no município. A decisão, assinada pelo promotor Aurinilton Leão Carlos Sobrinho, foi publicada no […]

Inquérito apura possível favorecimento na vacinação envolvendo Ecleriston Ramos e Paulo Jucá.

A 1ª Promotoria de Justiça de São José do Egito prorrogou, por mais um ano, o Inquérito Civil que apura possíveis irregularidades na campanha de vacinação contra a Covid-19 no município. A decisão, assinada pelo promotor Aurinilton Leão Carlos Sobrinho, foi publicada no Diário Oficial do Ministério Público de Pernambuco desta quinta-feira (27).

O procedimento, instaurado em 2021, investiga se houve favorecimentos no acesso às doses durante o início da imunização. Entre os pontos a serem apurados estão suspeitas de que o então vice-prefeito, Ecleriston Ramos, e o então secretário de Saúde, Paulo Jucá, teriam sido beneficiados de maneira irregular.

Ao justificar a prorrogação, o promotor destacou a necessidade de esclarecer completamente a notícia de fato e reunir elementos que permitam concluir se houve violação de critérios da vacinação naquele período.

A portaria determina uma série de diligências, entre elas o envio de ofício ao Município de São José do Egito, que deverá prestar informações detalhadas sobre os fatos narrados e encaminhar toda a documentação relativa ao caso no prazo de 20 dias.

O documento também será remetido ao Conselho Superior do Ministério Público, ao Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça em Defesa da Saúde e da Cidadania e à Secretaria-Geral do MPPE, responsável pela publicação oficial.

Após o recebimento das novas informações, a Promotoria avaliará a necessidade de outras medidas, incluindo eventual responsabilização. O inquérito segue em tramitação.