Em audiência virtual do Senado Federal sobre o Plano Nacional de Recursos Hídricos e o desafio de expansão dos serviços de saneamento básico no Brasil, a Confederação Nacional de Municípios (CNM) apontou, entre as medidas necessárias, a regulação da atuação do Estado Brasileiro e a estratégia de regionalização. A reunião remota foi promovida pela Comissão de Desenvolvimento […]
Em audiência virtual do Senado Federal sobre o Plano Nacional de Recursos Hídricos e o desafio de expansão dos serviços de saneamento básico no Brasil, a Confederação Nacional de Municípios (CNM) apontou, entre as medidas necessárias, a regulação da atuação do Estado Brasileiro e a estratégia de regionalização. A reunião remota foi promovida pela Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR) na noite desta segunda-feira, 28 de junho.
O primeiro secretário da CNM e presidente da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), José Patriota, apontou que é fundamental levar em consideração todas as diferentes realidades do país, que possui 5.568 municípios. Por isso, ele lembrou que a Confederação pondera que a atuação não pode se limitar a atrair a iniciativa privada. “O privado se interessa muito, naturalmente, por aquilo que é viável economicamente. Isso, com certeza, excluirá os pequenos Municípios. Logo, a estratégia de regionalização precisa considerar efetivamente um custo mais unitário e acessível para a população, especialmente as mais pobres”, resumiu.
Presidente da comissão, o senador Fernando Collor (Pros-AL) apresentou dados do Diagnóstico dos Serviços de Água e Esgotos (SNIS). Os números indicam um cenário ainda mais preocupante e discrepante nas regiões Norte e Nordeste em comparação com as demais. “Esses números nos entristecem, mas não surpreendem (…). O saneamento precisa ser entendido como a base do sistema de saúde do país”, comentou. A audiência foi requisitada pelo senador Izalci Lucas (PSDB-DF), que levantou questionamentos aos participantes sobre o que já foi feito na área de recursos hídricos em relação a metas anteriores e quanto à efetividade de universalizar os serviços até o fim de 2033, como prevê o novo Marco do Saneamento.
Coordenador de Gestão Integrada da Coordenação de Planejamento e Regulação do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), Alfredo de Carvalho, defendeu que o prazo é possível na visão da pasta federal. “O Marco do Saneamento cria as condições para aumento da eficiência na prestação de serviços e a segurança jurídica para que novos investimentos sejam aportados no setor”, opinou.
A desigualdade regional nos serviços também foi destacada pelo presidente da Associação Brasileira das Empresas Estaduais de Saneamento (Aesbe), Marcos Vinicius Fernandes Neves, que citou pontos que não estão bem resolvidos no novo Marco do Saneamento (Lei 14.026/2020). “Os pequenos Municípios que não estiverem regionalizados ficarão entregues a qualquer sorte, porque não terão condições de fechar essa equação. Sabemos que o semiárido nordestino sofre mais com a falta de abastecimento e o Marco não abarca [essa questão]”, exemplificou. “A gente precisa entender as peculiaridades, as realidades distintas do país. Nem o público nem o privado resolvem sozinho, nem o antagonismo, mas, sim, a junção de esforços”, avaliou Neves sobre os desafios para expandir os serviços de saneamento no Brasil.
Com novas atribuições estipuladas pelo novo Marco do Saneamento à Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), a autarquia também participou do debate. Segundo explicou o especialista em Regulação de Recursos Hídricos e Saneamento Básico da ANA, Carlos Motta Nunes, a agência tentará integrar a política de recursos hídricos com a política de saneamento. “Podemos fazer medição e arbitragem voluntária, quando houver conflitos, por exemplo, entre agências reguladoras e prestadores de serviços, e também estudos técnicos para o setor”, detalhou sobre a atuação da ANA.
O líder da Oposição no Senado, Humberto Costa (PT-PE), denunciou no Congresso Nacional, nesta quarta-feira (30), a perseguição política do governo Temer a um dos maiores cineastas do Brasil na atualidade, Kleber Mendonça. O parlamentar deverá apresentar requerimento de convocação do ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, para tratar do tema. “Produtores e artistas são […]
O líder da Oposição no Senado, Humberto Costa (PT-PE), denunciou no Congresso Nacional, nesta quarta-feira (30), a perseguição política do governo Temer a um dos maiores cineastas do Brasil na atualidade, Kleber Mendonça.
O parlamentar deverá apresentar requerimento de convocação do ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, para tratar do tema. “Produtores e artistas são unânimes em reconhecer essa posição mesquinha do Ministério da Cultura contra Kleber. Ele tem a minha solidariedade, pois está sendo perseguido por esse governo em razão dos seus talentos, competências e opiniões”, ressaltou Humberto.
O senador explicou que a pasta puniu o autor pernambucano por uma suposta captação de recursos irregular feita para o filme O Som ao Redor, ainda em 2009. Kleber já havia deixado a Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj) no ano passado, onde trabalhava há mais de uma década, após “mesquinhez política do então ministro da Educação Mendonça Filho”.
“Mendonça havia aberto uma verdadeira caçada aos funcionários da Fundaj que se opuseram ao golpe contra Dilma. Agora, é a vez do MinC, que está cobrando a devolução de uma verba que a própria pasta autorizou e que foi captada para um dos mais premiados filmes da produção cultural do diretor pernambucano”, afirmou Humberto.
O parlamentar ressaltou que essas medidas do governo foram tomadas depois das contundentes críticas feitas pelo cineasta ao golpe e que ganharam dimensão internacional ao serem levadas ao Festival de Cannes pelo elenco e direção do filme Aquarius, com o qual Kleber concorreu.
Humberto detalhou o atual entrave do governo com o diretor: a Cultura pede a devolução de R$ 2,2 milhões por conta de uma suposta captação de recursos para a produção de O Som ao Redor. O MinC alega que o orçamento total do filme, de 2009, deveria ser de R$ 1,3 milhão, mas a produção teria custado R$1,7 milhão.
Kleber Mendonça Filho
“Só que ocorre que o valor captado por meio do edital de 2009 correspondeu, em termos de recursos federais, a exatamente o previsto no edital, sendo que o valor excedente foi captado por meio de edital do Estado de Pernambuco, portanto recursos estaduais, o que era permitido, já que a redação se cingia apenas a novas captações de recursos federais”, explicou.
O líder da Oposição ainda observou que Kleber Mendonça só recorreu ao edital do governo estadual depois que teve o aval do próprio Ministério da Cultura e da Agência Nacional do Cinema (Ancine) de que a captação não violaria as normas.
Acontece nos dias 28, 29 e 30 de maio em Arcoverde-PE, o I Congresso Regional de Cidadania e Justiça Social. O evento é uma realização do Instituto Brasileiro de Ciências Jurídicas – IBCJUS. Os interessados devem fazer as inscrições pelo endereço eletrônico: www.ibcjus.org.br ou mediante depósito identificado em conta corrente, em nome do Instituto Brasileiro de Ciências […]
Acontece nos dias 28, 29 e 30 de maio em Arcoverde-PE, o I Congresso Regional de Cidadania e Justiça Social. O evento é uma realização do Instituto Brasileiro de Ciências Jurídicas – IBCJUS.
Os interessados devem fazer as inscrições pelo endereço eletrônico: www.ibcjus.org.br ou mediante depósito identificado em conta corrente, em nome do Instituto Brasileiro de Ciências Jurídicas – IBCJUS, Bradesco, Agência 2891-6 – Conta 24.545-3, com cópia do comprovante do depósito para o e-mail: [email protected]. O valor das inscrições encontra-se no anexo.
Entre os temas estão: PREVIDÊNCIA SOCIAL – DIREITO DO CONSUMIDOR – DIREITO PENAL – PROCESSO PENAL – DIREITO CIVIL – PROCESSO CIVIL – EXECUÇÃO PENAL – DIREITO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE. A programação completa pode ser conferida no site do IBCJUS.
O evento será no Auditório da Autarquia de Ensino Superior – AESA (Arcoverde-PE). O congresso tem o apoio institucional da Prefeitura Municipal de Arcoverde, Tribunal de Justiça de Pernambuco, OAB-PE, Associação dos Magistrados de PE (AMEPE), Ministério Público PE (MPPE), Defensoria Pública, Polícia Civil e Militar.
Pesquisa Ibope divulgada nesta terça-feira (2) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto para o governo de Pernambuco: O governador Paulo Câmara (PSB) cresceu quatro pontos em relação ao levantamento anterior e foi a 39%. Armando Monteiro (PTB) ficou estável em 27%. Com 3%, Julio Lossio (Rede) e Maurício Rands (PROS). Dani Portela tem […]
Pesquisa Ibope divulgada nesta terça-feira (2) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto para o governo de Pernambuco:
O governador Paulo Câmara (PSB) cresceu quatro pontos em relação ao levantamento anterior e foi a 39%. Armando Monteiro (PTB) ficou estável em 27%. Com 3%, Julio Lossio (Rede) e Maurício Rands (PROS). Dani Portela tem 2%. Ana Patrícia Alves (PCO) e Simone Fontana (PSTU) tem 1% cada.
Brancos/nulos: 15%. Não sabe/não respondeu: 8%. A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo “Jornal do Commercio”.
A candidata Ana Patrícia Alves anunciou, nesta terça-feira (2), que retirou a candidatura ao governo de Pernambuco.
O Ibope também mediu a taxa de rejeição (o eleitor deve dizer em qual dos candidatos não votaria de jeito nenhum). Nesse item, os entrevistados puderam escolher mais de um nome. Veja os índices no levantamento feito entre e de setembro:
Paulo Câmara (PSB) tem 34%, seguido de Armando Monteiro (PTB), com 30%.Dani Portela (PSOL): 21%; Julio Lossio (Rede): 20%; Simone Fontana (PSTU): 18%; Ana Patrícia Alves (PCO): 18%; Maurício Rands (PROS): 17%. Poderia votar em todos: 4%. Não sabe/não respondeu: 16%.
Na simulação de segundo turno o cenário é de 43% para Paulo Câmara contra 34% de Armando Monteiro. Branco/nulo: 17%; não sabe: 6%.
A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. Foram ouvidos 1.512 eleitores de 29 setembro a 1º de outubro. Registro no TRE: PE-04128/2018; Registro no TSE: BR‐09633/2018.
O nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro.
A Prefeitura de Arcoverde, por meio da Secretaria de Agricultura, em parceria com o Centro de Educação e Desenvolvimento Comunitário (Cedec), concluíram neste sábado (30), o acordo envolvendo a produção de apicultura e outras ações no distrito de Serra das Varas. A reunião ocorreu com as presenças do Prefeito Wellington Maciel, do Padre Adilson Simões […]
A Prefeitura de Arcoverde, por meio da Secretaria de Agricultura, em parceria com o Centro de Educação e Desenvolvimento Comunitário (Cedec), concluíram neste sábado (30), o acordo envolvendo a produção de apicultura e outras ações no distrito de Serra das Varas.
A reunião ocorreu com as presenças do Prefeito Wellington Maciel, do Padre Adilson Simões e do secretário municipal de Agricultura, Kelsen Ferreira de Araújo.
“Estivemos no Cedec hoje, em reunião com o Padre Adilson Simões e concluindo acordo de parcerias no âmbito da apicultura, envolvendo também o beneficiamento de castanha de cajú e algumas sessões de espaços para os jovens da comunidade, favorecendo atividades como práticas de informática, futebol e academia”, informou Kelsen Ferreira de Araújo.
Para o Prefeito Wellington Maciel, o apoio em ações desenvolvidas pelo Padre Adilson Simões no distrito de Serra das Varas, possibilita uma importante parceria direcionada especialmente para trabalhadores, moradores e estudantes da zona rural de Arcoverde.
“Com mais esta iniciativa sendo firmada, estamos favorecendo que a comunidade obtenha uma série de atividades que visam maior incentivo tanto aos produtores rurais, como demais segmentos, que também irão contar com mais trabalhos envolvendo a participação de entidades e da própria gestão municipal”, ressaltou.
Além de Serra das Varas, a Secretaria de Agricultura da Prefeitura de Arcoverde está apoiando a cadeia de produção da apicultura desenvolvida pelo Povoado de Pereiros e pela Fundação Terra.
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