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Coluna do Domingão

Por Nill Júnior

Palácio dá a bênção à candidatura de José Patriota

Os prefeitos Alessandro Palmeira (Afogados), Djalma Alves (Solidão), Anchieta Patriota (Carnaíba), Luciano Torres (Ingazeira), Luciano Bonfim (Triunfo), além de Flávio Marques, ex-candidato a prefeito de Tabira, estiveram reunidos nesta semana com o governador Paulo Câmara, no Palácio do Campo das Princesas.

A informação tornada pública foi a de que a reunião “discutiu assuntos de interesse da região”.

Para o prefeito de Afogados, Alessandro Palmeira, o saldo do encontro foi positivo. “O governador Paulo Câmara se mostrou aberto ao diálogo e pronto para apoiar os projetos de desenvolvimento da nossa cidade e de toda região”, afirmou.

Mensagem subliminar é o que impera no texto publicado pelo próprio José Patriota.  “Assuntos de interesse”, “projetos de desenvolvimento”, tudo é traduzido em uma frase: o governador Paulo Câmara abençoou o projeto “Patriota 2022”.

O blog teve acesso aos bastidores do encontro. Dos líderes políticos presentes, todos, à exceção de Djalma de Solidão, cravaram apoio ao presidente da AMUPE.

Djalma já tinha dito publicamente que espera pelo Palácio uma definição.  Seu estadual era Clodoaldo Magalhães,  que disputará mandato Federal. O socialista quer uma arrumação que coloque Paulo Jucá como nome apoiado por Djalma. O prefeito de Solidão,  coitado, de tão apertado de um lado e do outro quer que o Palácio resolva a pendenga e bote a mão apontando um rumo pra ele.

Outra questão que não foi amarrada ainda envolve o apoio do prefeito de Itapetim,  Adelmo Moura.  Ele também disse que é  “homem de partido” e só troca de estadual – vota em Aglailson Victor  – com um comando de Paulo, Sileno e cia. Há também o “fator Paulo Jucá” envolvido, já que o Secretário egipciense tem desejo de firmar mais apoios no Alto Pajeú,  e Itapetim é estratégica. Registre-se,  é importante a chance de, a reboque, Zé Vanderlei e Tânia Maria, de Brejinho, seguirem Adelmo.

Pelo que o blog apurou,  Patriota chegou a ser cantado para assumir a presidência estadual do PSB no lugar de Sileno Guedes,  que pode disputar mandato estadual ano que vem. Sabendo o tamanho do abacaxi, que muito exige e pouco oferece,  Zé Coimbra disse “não”.

Dias antes, tiveram um encontro com o prefeito de Recife, João Campos, que também se mostrou entusiasta da candidatura.  João estaria pensando no apoio da Frente Popular a Pedro Campos, seu irmão,  para Federal. Mas a leitura dos que defendem Patriota é a do “apoio trocado”. Podem até seguir Pedro, desde que João encontre espaço para José no Recife.

Sobre a reunião com Paulo, Patriota reconhece que na oportunidade, recebeu gestos de apoio à sua pré-candidatura a deputado estadual para a eleição de 2022. “A reunião demonstra o quão os prefeitos estão sempre empenhados na resolução de problemas em prol da melhoria de vida da população sertaneja, tendo reconhecimento do executivo estadual”, concluiu.

O blog traduz: “a reunião demonstra que os prefeitos estarão comigo, apoiando meu projeto para a disputa de um mandato estadual em 2022. E com Paulo dizendo ‘Deus abençoe’, quem quiser pode chegar”…

Herdeiro do trono

Em Iguaracy os rumores sobre 2024 começaram.  O vice, Pedro Alves,  teria interesse em suceder Zeinha Torres.  Mas aliados do prefeito dizem que o coração político dele bate por Marcos Henrique,  o Marquinhos, Secretário de Administração e voz mais ouvida abaixo do gestor nas definições do governo.

Sinuca

Com habilidade jurídica, Sávio Torres já havia driblado muitas decisões de órgãos de controle e colegiado e conseguido até aqui mantido seus direitos políticos.  Ganha um grande desafio de manter essa escrita com a rejeição das contas de 2007 pela Câmara de Tuparetama.

Luz, câmera… 

Até hoje, não foi liberada a contrapartida da Empetur prometida por Rodrigo Novaes para o Cine São José. O projeto foi entregue,  analisado, estudado, mas o recurso, prometido em fevereiro, continua travado.

A depressão de Geraldo 

Uma fonte palaciana diz que é de 100% a possibilidade de Geraldo Júlio não disputar o governo estadual ano que vem. O que imaginava-se blefe, virou realidade. O ex-prefeito do Recife lutou inclusive contra um quadro de depressão.

Quem vai?

Com isso, abre-se a interrogação sobre quem deve substituir o socialista. Na bolsa de apostas, nomes como Tadeu Alencar,  Danilo Cabral e Fernandha Batista.  O fato de ser mulher, estar tocando obras e não ter rejeição estaria pesando para a Secretária.

Homenagens

Câmaras de Vereadores de toda a região estão aprovando votos de pesar pela morte do radialista Anchieta Santos há pouco mais de uma semana.  E por iniciativa do vereador César Tenório aprovada pelos pares, a cabine da Rádio Pajeú no Vianão receberá o nome do apresentador.

Desafio

A nova programação da Rádio Pajeú entrará no ar dia 4 de outubro, data do aniversário de 62 anos da emissora. As mudanças serão anunciadas até o dia 27, uma semana antes.  O desafio é encontrar um caminho com a lacuna deixada pelo Comunicador do Povo.

Entrega, não inaugura

A prefeita Márcia Conrado prometeu uma saída para o drama da superlotação do cemitério de Serra Talhada. Um espaço privado do grupo BM e uma expansão em área pública estão no projeto, que precisa andar,  dada a calamidade atual. Ela só faz questão de não inaugurar. Em Sucupira, Odorico Paraguaçu fez um cemitério,  mas não morria ninguém.

Frase da semana:

“Quem me colocou aqui foi Deus e somente ele me tira daqui”.

Do Presidente Jair Bolsonaro na agenda em Minas Gerais.  Deus mandou avisar que não tem nada a ver com isso.  “Quem pariu Jair que balance”.

Outras Notícias

Teresa Leitão quer volta do ensino de espanhol obrigatório na rede estadual de ensino

A deputada Teresa Leitão (PT) solicitou ao Governo do Estado hoje (14) que o poder executivo apresente um projeto de lei para restabelecer a obrigatoriedade do ensino da Língua Espanhola nas escolas da rede estadual. A solicitação foi feita por meio de uma Indicação ao governador Paulo Câmara (PSB), instrumento oficial da Assembleia Legislativa para […]

A Deputada Tereza Leitão

A deputada Teresa Leitão (PT) solicitou ao Governo do Estado hoje (14) que o poder executivo apresente um projeto de lei para restabelecer a obrigatoriedade do ensino da Língua Espanhola nas escolas da rede estadual. A solicitação foi feita por meio de uma Indicação ao governador Paulo Câmara (PSB), instrumento oficial da Assembleia Legislativa para realizar solicitações diversas.

A parlamentar lembrou que uma portaria publicada no ano passado pelo Poder Executivo tornou optativa a oferta da disciplina, o que foi contestado por uma parcela da comunidade escolar em audiência pública promovida por ela na Alepe.

Segundo a deputada, a mobilização levou o Governo do Estado a publicar, na época, uma nova portaria, que facultou às escolas a escolha da língua estrangeira a ser oferecida (inglês ou espanhol) aos alunos. “Na prática, a medida não significou o retorno do espanhol, que vem sendo ofertado de forma eletiva e apenas por algumas unidades de ensino”, explicou. “Com isso, diversos professores da matéria estão sendo obrigados a assumir outras disciplinas, como Artes e Empreendedorismo, para completar sua carga horária”, acrescentou.

Teresa apresentou argumentos em defesa do ensino obrigatório da língua. “É preciso considerar a importância desse idioma, o segundo mais falado no mundo, bem como o que estabelece a Constituição Federal, ao prever a formação de uma comunidade latino-americana de nações”, concluiu.

Calumbi e Ingazeira tem apagão de dados da Covid-19

Por André Luis Desde o dia 31 de maio de 2020, a redação da Rádio Pajeú e do Blog do Nill Júnior tem acompanhado diariamente os dados relativos ao número de casos da Covid-19 nos dezessete municípios que compõem a região do Sertão do Pajeú. Muitas vezes, enfrentando problemas na divulgação por conta da falta […]

Por André Luis

Desde o dia 31 de maio de 2020, a redação da Rádio Pajeú e do Blog do Nill Júnior tem acompanhado diariamente os dados relativos ao número de casos da Covid-19 nos dezessete municípios que compõem a região do Sertão do Pajeú.

Muitas vezes, enfrentando problemas na divulgação por conta da falta de transparência com os dados de alguns municípios e sofrendo criticas ao cobrar essas divulgações.

Todos sabemos, informação clara, correta e verdadeira, num contexto de pandemia como o que estamos vivendo, é de crucial importância e pode salvar vidas.

Neste final de ano, dois municípios abandonaram os dados relacionados a Covid-19. Calumbi e Ingazeira.

A primeira, divulgou o seu último boletim epidemiológico no dia 26 de dezembro e resolveu focar as suas postagens em lembranças que foram postadas no Facebook da Secretaria de Saúde no mesmo período em 2019. Olhando para o Instagram da Prefeitura de Calumbi, a situação é ainda pior. Os últimos dados divulgados por lá, datam do dia 14 deste mês.

Antes do início do período eleitoral, Calumbi era uma das referências na publicação dos dados. Divulgava religiosamente todos os dias o seu boletim, tendo dados novos, ou não.

A segunda, está há dez dias sem informar os dados relativos à Covid-19. Ingazeira, que vinha usando o Instagram para a divulgação dos casos, não publica boletim desde o dia 20 de dezembro, mesma data da última informação no site oficial da Prefeitura. Ingazeira também vinha divulgando os dados com frequência exemplar.

Para 2021, há uma grande expectativa com relação a divulgação dos dados da pandemia na região, principalmente onde haverá troca de grupo político no comando do executivo.

Sabemos que não existe a prática de passar os dados de acesso das contas das redes sociais e também as gestões que estão saindo não excluem as contas (isso gera uma imensidão de lixo digital de páginas e perfis abandonados) o que faz com que a nova gestão, que está assumindo, seja obrigada a criar novas páginas e muitas vezes com nomes pouco amigáveis que  dificultam a busca.

Covid-19: Sertão do Pajeú tem 14.528 casos positivos, 13.435 recuperados e 242 óbitos

Com feriado prolongado, muitos municípios não estão atualizando os dados. Por André Luis Neste sábado (26), apenas sete, das dezessete cidades do Sertão do Pajeú, atualizaram o boletim epidemiológico com os casos de Covid-19 de cada município. Afogados da Ingazeira (1), São José do Egito (0), Carnaíba (0), Brejinho (5), Iguaracy (0), Calumbi (5) e […]

Com feriado prolongado, muitos municípios não estão atualizando os dados.

Por André Luis

Neste sábado (26), apenas sete, das dezessete cidades do Sertão do Pajeú, atualizaram o boletim epidemiológico com os casos de Covid-19 de cada município.

Afogados da Ingazeira (1), São José do Egito (0), Carnaíba (0), Brejinho (5), Iguaracy (0), Calumbi (5) e Quixaba (0). Foram mais 11 casos nas últimas 24h, totalizando 14.528 casos da doença na região.  

Portanto, os números de casos confirmados no Pajeú ficam assim: Serra Talhada, 5.563; Afogados da Ingazeira, 2.019; Tabira 1.595, São José do Egito, 1.118; Carnaíba,  597; Santa Terezinha, 584 e Flores, 463 casos.

Triunfo, 459, Itapetim, 444; Brejinho, 300; Calumbi, 265; Iguaracy, 263; Tuparetama, 253; Solidão, 192; Quixaba, 170; Santa Cruz da Baixa Verde, 137 e Ingazeira, 106 casos confirmados.

Óbitos – A região não registrou novas mortes nas últimas 24h e permanece com 242 óbitos por Covid-19. Todas as dezessete cidades da região registraram mortes. São elas: Serra Talhada (73); Afogados da Ingazeira (23); Flores (20); Tabira (17); São José do Egito (17); Carnaíba (17); Santa Terezinha (14); Triunfo (14); Tuparetama (12); Iguaracy (10); Itapetim (10); Quixaba (4); Brejinho (4); Calumbi (2); Santa Cruz da Baixa Verde (2); Solidão (2) e Ingazeira (1).

Recuperados – Nas últimas 24h, foram mais 14 pacientes recuperados da Covid-19 na região, que conta agora com 13.435. O que corresponde a 92,47% dos casos confirmados.

Gonzaga Patriota perde simpatia de Bispos do Nordeste

As recentes posições de Gonzaga Patriota (PSB-PE) de defesa da redução da maioridade penal e também a favor do projeto de terceirização que tramita em Brasília não foram bem digeridas por Bispos pernambucanos. Gonzaga tem inclusive defendido suas posições na imprensa e indicando que há erro quando um religioso se posiciona a respeito do tema, […]

gonzaga_1As recentes posições de Gonzaga Patriota (PSB-PE) de defesa da redução da maioridade penal e também a favor do projeto de terceirização que tramita em Brasília não foram bem digeridas por Bispos pernambucanos.

Gonzaga tem inclusive defendido suas posições na imprensa e indicando que há erro quando um religioso se posiciona a respeito do tema, ignorando que foi a CNBB que divulgou vários documentos sobre a ineficácia da redução da maioridade e prejuízo para os trabalhadores no caso da terceirização.

Não é a primeira posição polêmica tomada por ele: Gonzaga chegou a ser a favor da perda de poderes de investigação do MP e voltou atrás depois da pressão de promotores pernambucanos. Agora, não vai poder pedir bênção a um bispo tão cedo…

Argentina tem greve geral contra reforma trabalhista nesta quinta

Do g1 A Câmara dos Deputados da Argentina começa a discutir nesta quinta-feira (19) o projeto de reforma trabalhista enviado pelo governo de Javier Milei ao Congresso. O Senado já aprovou o texto na semana passada, e a maior central sindical da Argentina, a Confederação Geral do Trabalho (CGT), afirmou que uma greve geral para […]

Do g1

A Câmara dos Deputados da Argentina começa a discutir nesta quinta-feira (19) o projeto de reforma trabalhista enviado pelo governo de Javier Milei ao Congresso.

O Senado já aprovou o texto na semana passada, e a maior central sindical da Argentina, a Confederação Geral do Trabalho (CGT), afirmou que uma greve geral para o início das discussões do projeto entre os deputados teve início às 00h nesta quinta (19), segundo a agência Associated Press.

A expectativa do governo é que a proposta seja votada no plenário da Câmara em 25 de fevereiro e aprovada até 1º de março, quando Milei abrirá o período de sessões ordinárias do Legislativo.

Além da greve geral, também é esperada uma onda de protestos, embora eles não sejam oficialmente chancelados pela CTG.

Em resposta, o governo Milei determinou que a imprensa siga “medidas de segurança”, o que é uma atitude incomum, e advertiu para situações de “risco” nos protestos esperados para os próximos dias.

“Com o objetivo de reduzir situações de risco, recomenda-se (à imprensa) evitar posicionar-se entre eventuais focos de violência e o efetivo das forças de segurança destacado para a operação”, disse o Ministério da Segurança da Argentina, em um comunicado.

“Diante de atos de violência, nossas forças agirão”, diz o texto, que informa que os meios de comunicação terão uma “zona exclusiva” em ruas laterais da praça em frente ao Parlamento.

Na quarta-feira passada, milhares de pessoas protestaram nas imediações do Congresso quando o projeto foi debatido no Senado. As manifestações terminaram em confrontos com a polícia e cerca de trinta detidos.

Reforma trabalhista

O texto ainda pode sofrer alterações na Câmara, mas já é considerado uma das maiores mudanças na legislação trabalhista argentina em décadas, ao revisar regras que, em sua maioria, remontam aos anos 1970.

Especialistas ouvidos pelo g1 afirmam que a reforma é ampla, reúne dezenas de artigos e faz parte de um pacote maior de mudanças estruturais voltadas à estabilização macroeconômica e ao estímulo ao emprego e ao investimento na Argentina.

Para garantir apoio político e acelerar a tramitação, o governo negociou cerca de 30 alterações no texto original. Entre as mudanças de última hora, Milei retirou o artigo que permitiria o pagamento de salários por meio de moeda estrangeira ou carteiras digitais, como as do Mercado Pago.

O projeto flexibiliza contratos de trabalho, modifica regras de férias e jornada, facilita demissões e impõe limites em greves, com o objetivo de reduzir custos trabalhistas e estimular a formalização do emprego em um mercado onde cerca de 40% dos trabalhadores estão na informalidade.

Na prática, os principais pontos da reforma preveem:

Férias mais flexíveis, que poderão ser fracionadas em períodos mínimos de sete dias e negociadas fora do período tradicional (normalmente de 1º de outubro a 30 de abril);

Restrições a greves em setores considerados essenciais: a reforma exige um mínimo de prestação de serviço entre 50% e 75%, o que limita o poder de paralisação dos sindicatos;

Ampliação do período de experiência para até seis meses — podendo chegar a oito ou 12 em alguns casos —, com indenizações reduzidas;

Flexibilização da jornada, com ampliação de 8 para até 12 horas diárias, desde que respeitado o descanso mínimo, permitindo compensação conforme períodos de maior ou menor demanda, sem pagamento de horas extras;

Mudanças na negociação coletiva, com permissão para acordos diretos entre empresas e sindicatos locais, em detrimento de convenções nacionais;

Alterações em indenizações e demissões, com redução no cálculo das indenizações e possibilidade de pagamento parcelado (em até seis vezes para grandes empresas e até 12 para pequenas e médias);

Licenças médicas e acidentes de trabalho, hoje cobertos pelo sistema de seguros Aseguradora de Riesgos del Trabajo (ART), que passam a ter limite de pagamento em casos de lesões ocorridas fora do ambiente de trabalho;

Combate à informalidade: a proposta elimina multas por falta de registro trabalhista e cria mecanismos de “regularização” dos vínculos, mas proíbe a contratação de monotributistas (regime para autônomos) em funções que deveriam ser de trabalho formal, com relação de dependência.

No mercado digital, trabalhadores de plataformas passam a ser formalmente reconhecidos como independentes, com regras específicas e seguro de proteção, e o teletrabalho (home office) deixa de ter obrigações adicionais impostas durante a pandemia.

A reforma não se aplica aos servidores públicos nacionais, estaduais ou municipais, com exceção das regras sobre greve em serviços essenciais, que também alcançam áreas como saúde, transporte e segurança.

Segundo dados da Pesquisa Permanente de Domicílios (EPH), do Instituto Nacional de Estatística e Censos da Argentina (Indec), referentes ao terceiro trimestre de 2025, a Argentina tinha 13,6 milhões de pessoas ocupadas e cerca de 1 milhão de desempregados, o que corresponde a uma taxa de desocupação de 6,6%.