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Cidadania manifesta solidariedade à Raquel Lyra após comentários de Álvaro Porto

Por André Luis

O Cidadania Pernambuco expressou solidariedade à governadora Raquel Lyra em nota divulgada nesta quinta-feira (01.02). A mensagem veio em resposta aos comentários maldosos e desrespeitosos proferidos pelo presidente da Assembleia Legislativa, Deputado Álvaro Porto.

O partido ressaltou seu compromisso com o respeito e diálogo político, enfatizando a importância da participação efetiva das mulheres nos espaços de poder. A governadora Raquel Lyra foi destacada como um exemplo claro desses princípios, defendidos pelo Cidadania.

A nota também aborda a necessidade de mudança em uma cultura machista e de más práticas políticas, reconhecendo que essa transformação não será uma tarefa fácil. O partido destaca a reação descabida do parlamentar como prova de que o governo de Raquel Lyra e Priscila Krause está no caminho certo para efetivar as mudanças já em curso no estado de Pernambuco.

A manifestação do Cidadania reforça a importância de repudiar atitudes desrespeitosas e machistas, promovendo um ambiente político mais saudável e igualitário. Leia abaixo a íntegra da nota:

O Cidadania Pernambuco presta solidariedade à Governadora Raquel Lyra, vítima de comentários maldosos e desrespeitosos por parte do Presidente da Assembleia Legislativa Deputado Álvaro Porto.

O Cidadania preza pelo respeito e diálogo político, pela participação efetiva de mulheres nos espaços de poder e pelo republicanismo no exercício do serviço público, Raquel é um exemplo nítido de todos esses princípios.

Mudar uma cultura machista e de más práticas políticas não será uma tarefa fácil, e a reação descabida do parlamentar serve como prova de que o governo de Raquel Lyra e Priscila Krause está no rumo certo para efetivar as mudanças que já estão em curso no nosso estado.

Cidadania 23 – Comissão Estadual de Pernambuco

Outras Notícias

PCPE afasta presidente da Câmara de Vereadores de Ipojuca por suspeita de ‘rachadinha’

Além de Deoclécio Lira, mais treze comissionados foram afastados após operação Polícia Civil de Pernambuco desencadeou, nesta terça-feira (5), a Operação Fetta, com o intuito de desmantelar uma organização criminosa suspeita de praticar peculato e lavagem de dinheiro no município de Ipojuca. A ação, conduzida pela Diretoria Integrada Especializada (DIRESP) e sob a liderança do Delegado […]

Além de Deoclécio Lira, mais treze comissionados foram afastados após operação

Polícia Civil de Pernambuco desencadeou, nesta terça-feira (5), a Operação Fetta, com o intuito de desmantelar uma organização criminosa suspeita de praticar peculato e lavagem de dinheiro no município de Ipojuca. A ação, conduzida pela Diretoria Integrada Especializada (DIRESP) e sob a liderança do Delegado Breno Maia, titular da 1ª Delegacia de Combate à Corrupção (DECCOR), foi resultado de investigações que se iniciaram em janeiro de 2023.

Segundo informações divulgadas, o esquema conhecido como “rachadinha” envolvia o presidente da Câmara Municipal de Ipojuca, o vereador Deoclécio Lira (Republicanos), e servidores comissionados de seu gabinete, tanto ativos quanto exonerados nesta legislatura. A prática ilegal consistia em desvios de parte dos salários dos funcionários para enriquecimento ilícito, configurando crimes de peculato e lavagem de dinheiro.

Durante a operação, foram cumpridos 23 mandados de busca e apreensão, expedidos pela Vara Criminal da Comarca de Ipojuca, com alvos incluindo o gabinete de Deoclécio na Câmara Municipal. Como medida cautelar, o presidente do Legislativo e treze comissionados foram afastados de suas funções públicas, em ação que visa preservar a integridade das investigações e evitar interferências no processo.

A Operação Fetta mobilizou um efetivo de 150 policiais civis, entre delegados, agentes e escrivães, com apoio das unidades especializadas CORE/PCPE e DINTEL. Embora a Polícia Civil não tenha divulgado detalhes sobre os materiais apreendidos, a ação representa um passo significativo no combate à corrupção no setor público do município.

Escritório recebeu R$ 7 milhões em propina destinada a Paulo Bernardo, diz MPF

Uol Um escritório de advocacia ligado a Paulo Bernardo, ex-ministro do Planejamento e das Comunicações nos governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, movimentou aproximadamente R$ 7 milhões em propina oriundos de uma empresa que mantinha contratos com o governo federal entre 2010 e 2015. A afirmação é do procurador federal Andrey Borges, do […]

Paulo Bernardo (sem óculos) deixa apartamento em Brasília com destino a SP
Paulo Bernardo (sem óculos) deixa apartamento em Brasília com destino a SP

Uol

Um escritório de advocacia ligado a Paulo Bernardo, ex-ministro do Planejamento e das Comunicações nos governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, movimentou aproximadamente R$ 7 milhões em propina oriundos de uma empresa que mantinha contratos com o governo federal entre 2010 e 2015.

A afirmação é do procurador federal Andrey Borges, do MPF-SP (Ministério Público Federal de São Paulo). Paulo Bernardo foi preso nesta quinta-feira (23) durante a deflagração da Operação Custo Brasil.

A Operação investiga um esquema de direcionamento de licitações dentro do Ministério do Planejamento entre os anos de 2010 e 2015. Segundo as investigações, a empresa Consist Software repassava até 70% de seu faturamento para funcionários do governo, entre eles, Paulo Bernardo.

O petista foi ministro do Planejamento (2005-2011) e ministro das Comunicações (2011-2015). “Ele recebeu, segundo os elementos que constam nos autos, entre 2010 e 2015, valores de um escritório [de advocacia] com o qual ele tinha essas relações, valores de mais de R$ 7 milhões”, disse o procurador federal Andrey Borges.

O procurador explicou que, no início do esquema, Paulo Bernardo era responsável por 10% do total repassado pela Consist.

Esse repasse era feito por meio de uma triangulação realizada com o auxílio de um escritório de advocacia com quem ele mantinha relações. Segundo as investigações, a Consist fazia contratos fictícios com esse escritório que ficava com 20% do total repassado e destinava os outros 80% a Paulo Bernardo na forma de pagamento de alugueis, funcionários e custas de processos eleitorais.

O procurador Borges afirmou que Paulo Bernardo continuou recebendo recursos do esquema mesmo depois de sair do Ministério do Planejamento “Mesmo depois que ele saiu do Ministério do Planejamento, ele continua recebendo, um percentual diminuído a 5%, mas ele continua recebendo mesmo enquanto ministro das Comunicações”, disse o procurador.

Ao todo, a Operação Custo Brasil expediu 11 mandados de prisão preventiva, 40 de busca e apreensão e 14 de condução coercitiva. Ela é um desdobramento da fase Pixuleco 2 da Operação Lava Jato, de agosto de 2015. Além da PF, a ação é comandada pelo Ministério Público Federal e a Receita Federal.

Andrey Borges disse ainda que a deflagração da Operação Custo Brasil mostra que a corrupção no país vai além da que é investigada pela Operação Lava Jato. “A corrupção não é infelizmente, um privilégio da Petrobras, está espalhada feito um câncer”, afirmou.

Em nota Ângelo Ferreira diz que falta de diálogo fez com que se retirasse da votação do Cimpajeú

O prefeito de Sertânia, Ângelo Ferreira (PSB), esclareceu o episódio sobre as eleições do Cimpajeú, que ocorreu na manhã desta sexta-feira, 27. “Fui chamado para ser candidato na última terça, dia 24, pois alguns prefeitos estavam preocupados com a divisão do grupo. Fui colocado para tentar fazer uma composição com os demais”, explica. No entanto, […]

O prefeito de Sertânia, Ângelo Ferreira (PSB), esclareceu o episódio sobre as eleições do Cimpajeú, que ocorreu na manhã desta sexta-feira, 27. “Fui chamado para ser candidato na última terça, dia 24, pois alguns prefeitos estavam preocupados com a divisão do grupo. Fui colocado para tentar fazer uma composição com os demais”, explica.

No entanto, segundo o ex-deputado estadual, não foi possível o consenso. “Apesar de termos insistido por essa composição harmoniosa, agregando as duas chapas, não tivemos sucesso nesta negociação. A outra chapa não quis nenhum acordo, mesmo a gente tendo apelado por uma unidade do Consórcio na região. Nosso conjunto não se interessou em fazer confusão alguma, pelo contrário. A falta de abertura ao diálogo nos levou a abstenção”, detalhou.

PM mata esposa no Cabo de Santo Agostinho, invade batalhão no Recife, atira em colegas de farda e se mata

Do G1/PE Um policial militar matou a esposa grávida de três meses, invadiu um batalhão da PM, matou um colega, feriu outros três e se matou, hoje, em Pernambuco. A esposa foi morta na cidade de Cabo de Santo Agostinho, a cerca de 37 quilômetros da capital, onde invadiu o 19º Batalhão de Polícia Militar […]

Do G1/PE

Um policial militar matou a esposa grávida de três meses, invadiu um batalhão da PM, matou um colega, feriu outros três e se matou, hoje, em Pernambuco. A esposa foi morta na cidade de Cabo de Santo Agostinho, a cerca de 37 quilômetros da capital, onde invadiu o 19º Batalhão de Polícia Militar (BPM), e atirou contra os colegas. Um policial morreu e três ficaram feridos. O assassino, que trabalhava no batalhão, se matou após o crime.

O policial se chama Guilherme e disparou sete vezes contra a esposa grávida. A mulher foi socorrida e levada para a Unidade de Pronto Atendimento do Cabo de Santo Agostinho, mas nem ela nem o bebê resistiram aos ferimentos. Após os disparos contra a esposa, o PM dirigiu até o batalhão em que trabalhava, entrou na sala de monitoramento e disparou contra os colegas. O policial se matou após os crimes.

O caso aconteceu no fim da manhã. Em frente ao 19º BPM, a movimentação de pessoas e de policiais era grande. Um veículo do Instituto de Medicina Legal (IML) também foi enviado ao local.

O tenente morto foi identificado como Souza. Dois PMs baleados no batalhão foram levados para o Hospital Português, na área central do Recife. A unidade não repassou informações oficiais sobre o estado de saúde deles.

Entre os feridos está uma major, que precisou de doação de sangue e contou com a ajuda de colegas da corporação. Não foram divulgadas informações sobre o estado de saúde da major e dos feridos, mas o g1 apurou que o cabo e o sargento estão estáveis.

O que diz o governo

Em nota, a Secretaria de Defesa Social (SDS) diz que as forças de segurança do estado estão atuando para “dar o suporte aos feridos, investigar e coletar elementos que ajudem a elucidar as circunstâncias e a motivação dessa tragédia envolvendo policiais do 19º batalhão e a mulher de um policial”.

Equipes das polícias Militar, Civil, Científica e do Corpo de Bombeiros atuam no caso. No comunicado, a SDS disse que não é possível repassar outras informações e que é prematuro e irresponsável “fazer conjecturas”.

“Neste momento de dor e comoção, solicitamos compreensão e respeito às vítimas, familiares, colegas de profissão e demais envolvidos. Oportunamente, faremos novos esclarecimentos”, diz a nota.

Fabrizio Ferraz propõe consolidação da paz entre famílias florestanas

Marcado por um passado de conflitos históricos, o município de Floresta, no Sertão de Itaparica, é, até hoje, o principal palco do embate entre as famílias Ferraz e Novaes. Apesar da significativa redução de mortes por conta da lendária briga envolvendo as duas famílias, o clima na cidade ainda é de tensão. Ferraz e Novaes […]

Marcado por um passado de conflitos históricos, o município de Floresta, no Sertão de Itaparica, é, até hoje, o principal palco do embate entre as famílias Ferraz e Novaes.

Apesar da significativa redução de mortes por conta da lendária briga envolvendo as duas famílias, o clima na cidade ainda é de tensão. Ferraz e Novaes carregam as cicatrizes da disputa política entre os clãs e ainda lidam com fortes desentendimentos. Outra conhecida rivalidade, que segue até os dias atuais, envolve as famílias Marques e Souza, também procedentes da região.

Em reunião sobre segurança pública, no âmbito da Comissão de Administração Pública da Assembleia Legislativa, nessa terça (14), o deputado estadual Fabrizio Ferraz defendeu a consolidação de um acordo de paz entre as famílias florestanas.

Na presença do secretário de Defesa Social, Antônio de Pádua, do secretário de Justiça e Direitos Humanos, Pedro Eurico, do comandante geral da Polícia Militar de Pernambuco, Vanildo Maranhão, e do chefe da Polícia Civil, Nehemías Falcão, Ferraz solicitou a presença do Estado como principal interlocutor nessa negociação.

“ Neste período de quarentena no Sertão, fui procurado por várias pessoas e a vontade de estabelecer uma trégua definitiva nessas disputas ficou evidente. É um desejo antigo da população que clama por uma convivência pacífica. A presença do Estado, como principal intermediador, irá permitir que a gente avance nesse diálogo. Não há dúvidas de que com um acordo de paz selado, todos sairão ganhando. Os índices de violência na região sofrerão redução e todos nós, o Estado e o povo sertanejo, seremos beneficiados” , afirmou Ferraz.

Fabrizio Ferraz disse ainda que o diálogo entre as famílias já aconteceu anteriormente, porém não houve avanço positivo, mas reforçou que somente com a presença efetiva dos órgãos operativos do Estado, entidades religiosas e demais órgãos competentes, será possível a solidificação desse entendimento. “ Estamos falando de uma disputa que perdura há décadas e que prejudicou a todos por muitos anos. É um assunto que requer cuidado”.

O parlamentar ressaltou ainda que a Comissão de Segurança Pública da Alepe, que está em tramitação e deve ser instalada na Casa Legislativa neste segundo semestre, também será um espaço importante para estabelecer o debate. “ O apoio de todos os Poderes será fundamental para que possamos, finalmente, chegar a um consenso. Os tempos são outros, nossas famílias merecem e precisam viver em paz”, finalizou Fabrizio Ferraz.