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Candidatos da terra ou estrangeiros: o dilema de Arcoverde

Por Nill Júnior

O debate sobre representatividade e viabilidade eleitoral já começa a ganhar força em Arcoverde de olho nas eleições de outubro.

No meu comentário para o Jornal Itapuama desta quinta-feira (05),  levanto um dilema que deve marcar o cenário político local: apostar em candidatos da terra ou em nomes “estrangeiros”, que não são da cidade, mas chegam com maior estrutura e chances eleitorais?

Entre os nomes citados como possíveis representantes locais estão o farmacêutico e biomédico Olavo Bandeira e o odontólogo Warton Brito – cotados para disputar uma vaga de deputado estadual – além do vereador Luciano Pacheco, que aparece como possibilidade para deputado federal.

A discussão gira em torno de uma pergunta central: Arcoverde prioriza fortalecer nomes da cidade ou segue a lógica da viabilidade eleitoral?

Outras Notícias

Sertânia divulga balanço da Operação Natal Seguro 2022

A Secretaria de Segurança e Mobilidade Urbana de Sertânia divulgou na quarta-feira (4) o balanço final da Operação Natal Seguro 2022, feito pela Guarda Civil Municipal.  Durante 18 dias, entre 12 e 31 de dezembro, aconteceram ações em pontos estratégicos, como o centro da cidade, para reforçar a segurança da população no fim de ano, […]

A Secretaria de Segurança e Mobilidade Urbana de Sertânia divulgou na quarta-feira (4) o balanço final da Operação Natal Seguro 2022, feito pela Guarda Civil Municipal. 

Durante 18 dias, entre 12 e 31 de dezembro, aconteceram ações em pontos estratégicos, como o centro da cidade, para reforçar a segurança da população no fim de ano, período em que aumenta o fluxo de pessoas no município. 

Uma das principais atividades da GCM foi a abordagem de veículos, já que os guardas também estiveram presentes nas estradas que dão acesso à Custódia-PE, Arcoverde-PE e Monteiro-PB.  

No total, os agentes realizaram 274 abordagens, um aumento de 13,6% na comparação com o ano retrasado. No período de 2021, de acordo com os dados fornecidos pela Central de Videomonitoramento de Sertânia (CVMS), foram registradas 241 abordagens desse tipo.

Família paraibana sofre acidente na PE 320

Na manhã desta terça-feira (15), uma família da cidade de Tavares, na Paraíba, se envolveu em um acidente de trânsito na PE 320, nas proximidades do Sítio Riacho do Peixe, em Carnaíba. Segundo informações, a família seguia no sentido Afogados-Carnaíba em uma caminhonete D-20, de cor preta, cabine simples, placa CWJ 3968-Juru- PB. No trecho […]

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Foto: Cauê Rodrigues

Na manhã desta terça-feira (15), uma família da cidade de Tavares, na Paraíba, se envolveu em um acidente de trânsito na PE 320, nas proximidades do Sítio Riacho do Peixe, em Carnaíba.

Segundo informações, a família seguia no sentido Afogados-Carnaíba em uma caminhonete D-20, de cor preta, cabine simples, placa CWJ 3968-Juru- PB.

acidente de juruense em carnaiba (1)

No trecho conhecido como “ladeira do padre” tentou ultrapassar uma Sprinter, se deparando com um caminhão. Para não bater de frente, o motorista jogou o veículo para fora da rodovia. A área é conhecida assim porque foi onde faleceu em um acidente há anos atrás o Padre Adelmo, que atuava na Diocese de Afogados.

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Foto: Cauê Rodrigues

Além do motorista, único natural de Jurú, estavam na caminhonete uma mulher e um garoto de aproximadamente 13 anos da cidade de Tavares. Todos tiveram graves ferimentos. A GT da Polícia Militar juntamente com uma ambulância de Carnaíba e o Corpo de Bombeiros fizeram o resgate das vítimas para o Hospital Regional Emília Câmara em Afogados da Ingazeira. As informações são do Blog Cauê Rodrigues.

Alvo da operação Capitu tentou jogar dinheiro na privada com chegada da PF

Do Congresso em Foco Alvo de mandado de prisão na operação Capitu, deflagrada na manhã desta sexta-feira (9), o advogado Mateus de Moura Lima Gomes tentou se desfazer de dinheiro com a chegada dos agentes em sua casa. Segundo o portal G1, Gomes, que foi um dos vice-presidentes da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), […]

Investigado tentou dar descarga em três mil reais, mas não conseguiu. Foto: Reprodução

Do Congresso em Foco

Alvo de mandado de prisão na operação Capitu, deflagrada na manhã desta sexta-feira (9), o advogado Mateus de Moura Lima Gomes tentou se desfazer de dinheiro com a chegada dos agentes em sua casa.

Segundo o portal G1, Gomes, que foi um dos vice-presidentes da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), jogou cerca de R$ 3 mil na privada de sua casa, em Nova Lima, região metropolitana de Belo Horizonte, onde foi preso hoje.

Outras 15 pessoas foram presas na operação de hoje, incluindo os empresário Joesley Batista, os executivos da JBS Ricardo Saud e Demilton de Castro, o vice-governador de Minas Gerais Antonio Andrade, o deputado estadual reeleito João Magalhães (MDB), o deputado federal eleito Neri Geller (PP-MT) e Rodrigo Figueiredo, ex-secretário de Defesa Agropecuária.

Operação Capitu

A operação Capitu investiga um suposto esquema de corrupção que atuava no ministério da Cultura e na Câmara dos Deputados entre 2014 e 2015, durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). Foram expedidos 63 mandados de busca e apreensão e 19 de prisão temporária em Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Paraíba e Mato Grosso.

A operação tem origem na delação premiada de Lucio Funaro, apontado como operador de propinas do MDB. O esquema, segundo as investigações, envolvia pagamento de propinas a políticos do MDB para favorecer a JBS. As propinas, que chegam a pelo menos R$ 7 milhões, eram entregues por Funaro.

Os responsáveis pela Operação Capitu também suspeitam que alguns dos políticos por ela investigados praticaram crime eleitoral.

Ao perseguir os ilícitos tributários envolvendo a JBS e uma “grande rede de supermercados” com a qual tinha negócios, os investigadores encontraram indícios de que “essa rede não fazia todos os pagamentos para frigoríficos, mas uma triangulação para dar aparência de legalidade [aos ilícitos praticados]”, disse o superintendente da Receita Federal em Belo Horizonte, Mario Dehon, ao afirmar que os frigoríficos ligados ao grupo estariam usando “dinheiro não lícito” para fazer “repasses a agentes políticos”.

Diante dessa constatação, Dehon disse que a Operação Capitu está “prestes a provar [a prática de] crime eleitoral”, mas que isso só será investigado pelas autoridades competentes, de acordo com o cargo ocupado pelos políticos investigados.

Clima esquentou entre Júnior Duarte e Ricardo Pereira em Princesa Isabel

Foi quente a entrevista do comunicador e diretor da Rádio Princesa FM, também Presidente da CDL Princesa Isabel, Júnior Duarte, com o ex-prefeito Ricardo Pereira. Foi no programa Poder e Notícia. Júnior fez várias perguntas ao gestor e em um ou outro momento o clima esquentou, mas a informação é de que a relação foi […]

Foi quente a entrevista do comunicador e diretor da Rádio Princesa FM, também Presidente da CDL Princesa Isabel, Júnior Duarte, com o ex-prefeito Ricardo Pereira.

Foi no programa Poder e Notícia. Júnior fez várias perguntas ao gestor e em um ou outro momento o clima esquentou, mas a informação é de que a relação foi cordial nos bastidores.

Um dos momentos quentes é porque o Estadual de Ricardo, Hervázio Bezerra, apoia Cícero Lucena, e não o nome que o prefeito defende, Lucas Ribeiro, candidato de João Azevedo.

Importante destacar, Júnior Duarte, que atuou muito tempo em Serra Talhada e hoje gere rádios na Paraíba, nunca se declarou pré-candidato.

Antes de chamar um dos intervalos, Duarte diz que está ali como homem de comunicação e não como político. “No momento que eu entrar como político, eu vou lhe avisar”. Ricardo concorda, mas rebate: “eu vou lhe quebrar (nas urnas)”, diz Ricardo. “Eu também não tenho medo de você”, diz Júnior. “Eu vou lhe dar uma surra de votos”, retruca Pereira. “Você não é o dono de Princesa”, criticou Duarte.

Mas, fiquem tranquilos: depois do programa, foram almoçar juntos.

Coligação entra com AIJE pedindo reconhecimento de fraude na conta de gênero do PP de Arcoverde

Na semana que passou, a Coligação Unir para Reconstruir ingressou com uma AIJE (Ação de Investigação Judicial Eleitoral) para que seja reconhecida a fraude à cota de gênero no PP, com anulação de votos e cassação de mandato, caso haja vereador eleito, além do abuso de poder político contra o Prefeito Wellington Maciel (MDB), mediante, […]

Na semana que passou, a Coligação Unir para Reconstruir ingressou com uma AIJE (Ação de Investigação Judicial Eleitoral) para que seja reconhecida a fraude à cota de gênero no PP, com anulação de votos e cassação de mandato, caso haja vereador eleito, além do abuso de poder político contra o Prefeito Wellington Maciel (MDB), mediante, segundo a coligação, do uso da máquina pública, coação e violência de gênero. 

A ação está sendo movida em razão de declarações realizadas pelas ex-candidatas a vereadoras pelo PP em Arcoverde Nayara Siqueira e Zirleide Monteiro, que “renunciaram ao pleito em razão de fraude e/ou violência de gênero, como se revelou na entrevista realizada no dia 25 de setembro de 2024, na Rádio Independente FM”, relata a assessoria.

Na AIJE, é detalhado que apesar de ter dito que jamais desejaria ser candidata a vereadora no município, “Nayara foi coagida pelo prefeito Wellington Maciel e o candidato a vereador Paulinho, presidente do PP de Arcoverde, com a ameaça de perda do seu emprego de coordenadora na Secretaria de Saúde do Município”. 

Segundo a assessoria: na mesma entrevista citada na ação, a ex-candidata, Zirleide Monteiro afirma que presenciou por diversas vezes a postura de Nayara de não concordar com os fatos acima, sobretudo, a obrigação de ser candidata a vereadora como forma de ser assegurado o seu emprego.

Zirleide afirmou que sofreu forte violência psicológica durante a campanha eleitoral de Paulinho (presidente do PP) para apoiar o candidato Zeca Cavalcanti e que esta seria a garantia para a divisão de recursos do PP. Printscreens obtidos de grupo de WhatsApp entre os candidatos do PP Arcoverde-PE demonstra o alegado, ou seja, a cobrança de apoio às candidaturas e as indagações se só seriam beneficiados os candidatos que apoiassem Zeca.

Com a ação, a coligação requer a condenação do Prefeito Wellington Maciel e Paulo Galindo, na época dos fatos servidor público comissionado da Prefeitura por abuso de Poder Político, com a perda dos cargos ocupados, se for o caso, inelegibilidade por oito anos e suspensão dos direitos políticos, além de multa no valor máximo. Leia aqui a íntegra da AIJE.