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Camaragibe: Câmara de Vereadores decide impeachment de Meira neste mês

Por André Luis
Foto: Reprodução/TV Globo

Por André Luis

A Câmara de Vereadores de Camaragibe decide no próximo dia 14 de novembro, se o prefeito afastado Demóstenes Meira (PDT) sofrerá impeachment. Segundo informações de bastidores, dos 13 vereadores do munícipio, 11 votariam a favor da cassação do mandato.

Meira foi preso na Operação Harpalo II da Polícia Civil, que investiga a prática de crimes de fraude em licitação, corrupção, peculato e lavagem de dinheiro. No período da prisão foram apreendidos carros de luxo e diversos documentos.

Desde a sua prisão, a então vice-prefeita Nadegi Queiroz (SD) assumiu o cargo.

Ele também foi peça central de polêmica em fevereiro após vazamento de áudio onde aparece convocando comissionados para prestigiar show da sua noiva a cantora e ex-secretária de Assistência Social do município Taty Dantas durante o carnaval deste ano.

Em tom de ameaça, Meira disse que mandou filmar o evento de abertura do Carnaval da cidade para conferir, depois, quem estaria ou não presente.

No mês de abril, Meira voltou aos holofotes após o vazamento de um novo áudio atribuído a ele. A mensagem teria revelado pagamento para que a eleição para presidência da câmara de vereadores fosse anulada.

Em julho, o ministro Jorge Mussi, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), indeferiu o pedido da defesa de Demóstenes Meira, para decretar “segredo de justiça” no processo que pedia a liberdade do gestor.

Os advogados de Meira alegaram que “o processo contém documentos relacionados ao seu estado de saúde e que atingem diretamente a sua intimidade, razão pela qual deveria ser decretado o seu sigilo”.

Outras Notícias

Ex-aliado de Anchieta Patriota anuncia adesão ao grupo de oposição em Carnaíba

Por André Luis O cenário político em Carnaíba sofreu uma reviravolta com a surpreendente decisão de Nadson Pulça, pré-candidato a vereador e ex-assessor administrativo da Prefeitura, de aderir ao grupo de oposição liderado pela pré-candidata a prefeita, Ilma Valério e o pré-candidato a vice, Gleybson Martins deixando para trás sua ligação com o grupo do […]

Por André Luis

O cenário político em Carnaíba sofreu uma reviravolta com a surpreendente decisão de Nadson Pulça, pré-candidato a vereador e ex-assessor administrativo da Prefeitura, de aderir ao grupo de oposição liderado pela pré-candidata a prefeita, Ilma Valério e o pré-candidato a vice, Gleybson Martins deixando para trás sua ligação com o grupo do prefeito Anchieta Patriota.

Através de suas redes sociais, Nadson Pulça expressou sua indignação com o prefeito Anchieta Patriota e compartilhou uma nota detalhando sua decisão. Ele destacou o sentimento de decepção ao ser dispensado de suas funções após três anos atuando como assessor administrativo na secretaria de administração.

“Me sinto livre e indignado, porque sei como se sentem muitos outros que estão engolindo calados as suas opiniões. Mas não me sinto abandonado, pois encontrei pessoas que pensam livremente e respeitam o pensamento do outro”, afirmou Nadson Pulça.

O ex-aliado do prefeito anunciou sua disposição de se juntar ao grupo de oposição liderado por Ilma Valério e Glaybson Martins. Ele enfatizou o compromisso com a bandeira da liberdade e a busca por um novo direcionamento para Carnaíba, ressaltando a importância de uma gestão mais justa e igualitária.

Nadson Pulça também agradeceu o apoio recebido de amigos e familiares e formalizou sua pré-candidatura à vereador nas eleições de 2024. A decisão do ex-aliado do prefeito Anchieta Patriota adiciona um elemento significativo ao cenário político local, prometendo acirrar ainda mais as disputas eleitorais em Carnaíba. Veja abaixo a postagem de Nadson Pulça:

 

Prefeitura paraibana acusa Márcia Fellipe de quebra de contrato e quer cachê de volta

A Prefeitura de Cajazeiras, Sertão paraibano, está acusando a produção da cantora Márcia Fellipe por uma possível quebra de contrato. Ao Portal MaisPB, o prefeito da cidade, José Aldemir (PP), informou que a banda havia sido contratada para realizar um show de 1h40, porém a apresentação durou cerca de 1h. Segundo o gestor, há um […]

A Prefeitura de Cajazeiras, Sertão paraibano, está acusando a produção da cantora Márcia Fellipe por uma possível quebra de contrato.

Ao Portal MaisPB, o prefeito da cidade, José Aldemir (PP), informou que a banda havia sido contratada para realizar um show de 1h40, porém a apresentação durou cerca de 1h.

Segundo o gestor, há um acordo firmado entre a administração e o Ministério Público Estadual para que a festa dure até às 4h. Porém, a banda deu início à apresentação quando já passava das 3h da manhã.

“No contrato com Márcia Fellipe foi firmado um show de 1h40. Para que isso ocorresse, estavam marcadas duas apresentações, uma em Caicó no Rio Grande do Norte e outra aqui, a previsão era de que el a chegasse às 0h. Depois de tudo feito, a gente pagou 50% e a banda fez um terceiro contrato e arbitrariamente mudou o horário dela chegar”, disse.

De acordo com José Aldemir, a cantora cobrou um cachê de R$ 138 mil. Agora, ele irá se reunir com a assessoria jurídica do município e com a Procuradoria para analisar quais as providências que devem ser tomadas.

“Ela descumpriu o contrato, o show foi lamentável em termo de qualidade, sob todos os aspectos”, finalizou. Nas redes sociais, a cantora agradeceu a apresentação, mas foi alvo de críticas dos fãs.

TRF-4 julga último recurso de Dirceu em segunda instância da Lava Jato

G1 O último recurso em segunda instância de José Dirceu em um dos processos que responde na Lava Jato será julgado pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) na tarde desta quinta-feira (17), em Porto Alegre. Se for negado, o ex-ministro pode ser preso. Dirceu apelou ao tribunal contra a condenação em primeira instância, mas […]

G1

O último recurso em segunda instância de José Dirceu em um dos processos que responde na Lava Jato será julgado pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) na tarde desta quinta-feira (17), em Porto Alegre. Se for negado, o ex-ministro pode ser preso.

Dirceu apelou ao tribunal contra a condenação em primeira instância, mas os desembargadores mantiveram a decisão e aumentaram a pena para 30 anos e 9 meses de prisão por corrupção passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro.

Nesta quinta, os desembargadores julgam os embargos de declaração, que permitem verificar se existe alguma dúvida, contradição ou explicação a ser dada sobre a decisão. Ele será analisado pela 4ª Seção, formada por seis desembargadores, que é a mesma que negou os embargos infringentes em 19 de abril. Entre os pedidos da defesa está o recálculo da pena.

Os advogados de Dirceu haviam entrado ainda com um recurso contra a realização do julgamento nesta quinta, alegando que apresentariam memoriais aos desembargadores. O pedido, no entanto, foi negado pela desembargadora federal Cláudia Cristina Cristofani, na noite de quarta-feira (16), que entendeu que as informações já poderia ter sido apresentadas no prazo dado para o recurso, além de um pedido semelhante ter sido feito nas vésperas de um outro julgamento.

Nesta ação, Dirceu é acusado de irregularidades na Diretoria de Serviços da Petrobras. O ex-ministro responde ainda a outros três processos relativos à operação que descobriu um esquema de corrupção na estatal.

Dirceu chegou a ficar preso no Paraná entre agosto de 2015 e maio de 2017, quando conseguiu no Supremo Tribunal Federal (STF) um habeas corpus para aguardar em liberdade o julgamento dos recursos, mas com monitoramento por tornozeleira eletrônica.

Segundo decisão do próprio TRF-4, após esgotados os recursos no tribunal, Dirceu pode voltar à prisão para cumprir a pena. Para isso, o TRF-4 precisa emitir ao juiz Sérgio Moro, da Justiça Federal no Paraná, o ofício autorizando a execução da pena. Mesmo que seja preso novamente, Dirceu ainda pode recorrer da condenação nos tribunais superiores.

A defesa de Dirceu chegou a pedir ao STF que ele não fosse preso após o fim do trâmite do processo na segunda instância. Mas, em 19 de abril deste ano, o ministro Dias Toffoli rejeitou o pedido e afirmou que não poderia decidir sozinho sobre o assunto. Ele, então, encaminhou a decisão final à Segunda Turma, composta por cinco ministros, que ainda não analisou a matéria.

A pena de Dirceu é a segunda mais alta no âmbito da Lava Jato até o momento. A primeira é a que foi aplicada a Renato Duque: 43 anos de prisão.

Após o julgamento desta quinta, a defesa de Dirceu ainda poderá recorrer contra a condenação nos tribunais superiores: o STJ e o STF. O prazo é de 15 dias.

Paulo Câmara promove 1.161 praças da Polícia Militar

O governador Paulo Câmara entregou, na tarde desta sexta-feira (25.11), 1.161 insígnias a praças promovidos da Polícia Militar de Pernambuco (PMPE). A cerimônia foi realizada no Quartel do Comando Geral da PMPE, bairro do Derby, área central do Recife. Por critério de antiguidade, foram promovidos praças às patentes de cabo, 3° sargento, 2° sargento, 1° […]

O governador Paulo Câmara entregou, na tarde desta sexta-feira (25.11), 1.161 insígnias a praças promovidos da Polícia Militar de Pernambuco (PMPE).

A cerimônia foi realizada no Quartel do Comando Geral da PMPE, bairro do Derby, área central do Recife. Por critério de antiguidade, foram promovidos praças às patentes de cabo, 3° sargento, 2° sargento, 1° sargento e subtenente.

Em dezembro de 2021, o governador sancionou a Lei Complementar nº 470, que viabilizou benefícios para as promoções dos militares de Pernambuco.

Os principais foram o resgate da promoção por antiguidade; a manutenção das promoções por bravura e post mortem; a promoção decenal e a requerida; além da criação da promoção por invalidez permanente.

Nos últimos oito anos (2015-2022), foram registradas 53.333 promoções de profissionais da segurança pública do Estado. Nas polícias Civil e Científica, foram 26.504 promoções. Já na PMPE, 20.753 promoções de praças e 2.214 de oficiais. No Corpo de Bombeiros Militar, 544 ascensões de oficiais e 3.318 de praças. Com a solenidade sexta-feira, Pernambuco atingiu a marca de 54.494 elevações de patentes de profissionais da segurança nos últimos oito anos, sendo 21.914 para praças da PMPE.

Dentro desse contingente, 32.555 profissionais concluíram curso de formação para ascensão profissional nas Polícias Militar, Civil e Científica e no Corpo de Bombeiros. O ano de 2017 ficou marcado pela maior promoção de acesso a postos superiores. Ao todo, 1.216 policiais militares (373 oficiais e 843 praças) ascenderam, como reconhecimento pela dedicação diária à sociedade pernambucana. No mesmo ano, 1.529 policiais concluíram o Curso de Formação de Sargentos, a maior formatura já realizada na história da corporação.

Candidato diz confiar na justiça e vai seguir com campanha

Apesar de ainda não ter sido notificado da decisão, em relação à publicação feita no site da REDE Sustentabilidade, venho esclarecer: A legislação garante que um filiado a partido político somente pode ser expulso por processo disciplinar em sejam garantidos o contraditório, a ampla defesa e o devido processo legal. Contudo, numa manifestação opressiva e […]

Apesar de ainda não ter sido notificado da decisão, em relação à publicação feita no site da REDE Sustentabilidade, venho esclarecer:

A legislação garante que um filiado a partido político somente pode ser expulso por processo disciplinar em sejam garantidos o contraditório, a ampla defesa e o devido processo legal.

Contudo, numa manifestação opressiva e antidemocrática, a REDE decidiu pela minha expulsão sumária, sem nenhum respeito a essas sagradas garantias constitucionais.

A campanha seguirá normalmente até a decisão da Justiça Eleitoral, quem efetivamente tem competência para dar a palavra final sobre o tema e deliberar sobre eventual pedido de cancelamento de registro de candidatura.

Confio no Poder Judiciário e tenho convicção de que esse ato arbitrário será revisto pelo Egrégio Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco.

Os partidos políticos não podem pregar a democracia da “porta pra fora” e funcionar com uma ditadura da “porta pra dentro”. A democracia intrapartidária exige respeito aos direitos fundamentais dos filiados, tal como previsto na nossa valorosa Constituição.

Júlio Lóssio