Abatedouro Industrial tem tido menor fluxo, provando venda de carne de origem duvidosa em nossos açougues. Fiscalização é inerte
É grande o risco do Abatedouro Industrial de Afogados da Ingazeira, o Equipabat, fechar as portas.
Pelo menos de acordo com fontes ouvidas pelo blog. Motivo? A queda vertiginosa no número de animais abatidos. Como o consumo de carne não caiu, apesar da alta nos preços, fica óbvio constatar que a volta do abate clandestino é uma realidade.
O drible dos açougueiros funciona assim: declaram e realizam abates que não correspondem a 20% muitas vezes do que comercializam. É como se a cada cem quilos de carne, apenas vinte passassem pelo abatedouro.
O resto é abatido de forma clandestina. Marchantes correm do abate legal porque existem custos de deslocamento, logística e de abate, para suprir o processo industrial.
A constatação leva a outra mais grave: a população das cidades da região que tem esse drible, como Afogados da Ingazeira, por exemplo, estão consumindo carne de origem duvidosa e podem até estar sujeita a doenças graves.
O abatedouro Equipabat até faz uma campanha na Rádio Pajeú cobrando a apresentação da Ficha de Inspeção Animal. Mas falta fiscalização de Adagro, Vigilância Sanitária, MP e outros órgãos de controle.
Pior é que a checagem é simples: basta cruzar o volume de carne comercializada nos açougues dentre as que tem ou não a Ficha de Inspeção Animal. Fica óbvio a distorção entre a carne comercializada e a carne legalmente abatida.
Um problema que põe em risco a presença do Abatedouro Industrial, nossa saúde e estimula a volta do abate clandestino , que ultimamente, corre a fole.
O Abatedouro Industrial foi entregue em 2014 e passou a ser gerido por uma empresa que venceu a licitação para conduzí-lo, a Equipabat, que já gerenciava os abatedouros regionais de Garanhuns, Barreiros e Palmares.
Ex-prefeito de Petrolina por dois mandatos e candidato a senador na chapa da então candidata a governadora Raquel Lyra (PSDB), Guilherme Coelho (PSDB), assumiu o cargo de assessor especial do Estado, quase quatro meses depois da posse de Raquel. Se houve quem comemorasse, teve também quem estranhasse Guilherme ter aceito um cargo geralmente dedicado ao […]
Ex-prefeito de Petrolina por dois mandatos e candidato a senador na chapa da então candidata a governadora Raquel Lyra (PSDB), Guilherme Coelho (PSDB), assumiu o cargo de assessor especial do Estado, quase quatro meses depois da posse de Raquel.
Se houve quem comemorasse, teve também quem estranhasse Guilherme ter aceito um cargo geralmente dedicado ao segundo time ou a aliados sem êxito eleitoral. “Ele é maior do que isso, tem estatura, não precisa estar nisso pelo salário, como normalmente acontece. Ele tem outro tamanho”, comentou um aliado do próprio Guilherme.
O fato é que não se sabe se ele assume para aquecer o seu nome para uma próxima disputa eleitoral ou vai mesmo para o exercício de se transformar no player do governo Raquel no Interior.
O bônus de falar pelo governo traz também o ônus das cobranças. E elas não são poucas. Só para falar do quintal do novo assessor em Afrânio e Dormentes, no Alto São Francisco, por exemplo, falta água por até 30 dias seguidos. Isso sem falar que a Compesa em Petrolina, trabalhando às margens do Rio São Francisco, é um desastre administrativo e de resultados medíocres. A conta agora é dele para oferecer as respostas.
Muito ligado ao agro, caberá ainda a Guilherme as cobranças e respostas sobre as estradas dos projetos irrigados, por onde escoam a fruticultura de todo o Vale do São Francisco, e que o governo do Estado teima em fechar os olhos em um cumplicioso silêncio.
Por outro lado, o ex-prefeito pode estar olhando um futuro cenário eleitoral onde pode ser engolido por Lucinha Mota (PSDB), que assumiu uma secretaria e poderia receber os olhares mais atenciosos da governadora. A vida é feita de escolhas, e toda escolha vem pelas causas. Mas gera consequências. As informações são do Blog do Carlos Britto.
A família Dourado, um dos mais importantes e tradicionais grupos políticos do Agreste de Pernambuco, fechou apoio à pré-candidatura de Lucas Ramos à Câmara dos Deputados. O ex-deputado estadual Marcantônio Dourado, o ex-prefeito de Lajedo, Antônio João Dourado, e o deputado estadual Marcantônio Dourado Filho formalizaram a parceria com o ex-secretário de Ciência, Tecnologia e […]
A família Dourado, um dos mais importantes e tradicionais grupos políticos do Agreste de Pernambuco, fechou apoio à pré-candidatura de Lucas Ramos à Câmara dos Deputados.
O ex-deputado estadual Marcantônio Dourado, o ex-prefeito de Lajedo, Antônio João Dourado, e o deputado estadual Marcantônio Dourado Filho formalizaram a parceria com o ex-secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação para construir um grande projeto para Lajedo e região.
“É uma honra ter sido escolhido por lideranças tão expressivas do nosso Estado para representar a população de Lajedo no Congresso Nacional. Temos a certeza de que com a experiência, capacidade de gestão e compromisso dos Dourado, nosso time vai servir à população da forma que ela merece: com qualidade e trabalho sem descanso. Não vamos medir esforços para estruturar projetos e ir buscar em Brasília investimentos que melhorem a vida de todos lajedenses”, celebrou Lucas Ramos.
O pré-candidato a deputado federal listou como prioritárias ações para o fortalecimento da Agricultura e Pecuária, ampliação do acesso à água e reforço à infraestrutura viária, melhorando a mobilidade e a logística para gerar emprego e renda.
“Já conquistamos um importante investimento estruturador, que é a recuperação dos 47,6 quilômetros da PE-149, ligando Agrestina e Lajedo, passando ainda por Ibirajuba, Altinho e Bonito. O edital já está na rua e os recursos autorizados pelo Governo de Pernambuco são da ordem de R$ 40,1 milhões. A obra vai impulsionar também a Economia e a geração de novas oportunidades, garantindo melhores condições para o escoamento da produção agropecuária e para o acesso a destinos turísticos importantes do Agreste”, destacou Lucas Ramos.
Chegando ao final do seu mandato, o Presidente da Câmara de Vereadores de Tabira, Djalma Nogueira anunciou – por meio de um vídeo nas suas redes sociais – a reforma realizada na parte térreo da sede do Poder Legislativo. O hall de entrada ganhou dois novos banheiros, sendo um deles acessível para cadeirantes e pessoas […]
Chegando ao final do seu mandato, o Presidente da Câmara de Vereadores de Tabira, Djalma Nogueira anunciou – por meio de um vídeo nas suas redes sociais – a reforma realizada na parte térreo da sede do Poder Legislativo. O hall de entrada ganhou dois novos banheiros, sendo um deles acessível para cadeirantes e pessoas portadoras de necessidades especiais.
Quem entrar no plenário vai sentir uma grande diferença, com o espaço que foi todo readequado com o nivelamento do piso principal para garantir a acessibilidade dos cidadãos, vereadores e servidores. Foi construída também uma rampa de acesso, permitindo a mobilidade com mais segurança para quem for participar das sessões ou fazer o uso da Tribuna.
O destaque da reforma interna ficou por conta da nova galeria dos presidentes e de um painel na parede de entrada, reunindo as fotos dos Poderes Legislativo, Executivo, Judiciário e da Igreja Matriz de Nossa Senhora dos Remédios.
Para o Presidente Djalma Nogueira, a reforma aconteceu após perceber que estando à frente da gestão, poderia tornar o lugar mais acessível e acolhedor para os tabirenses.
“Está sendo uma grande realização como representante do povo, poder mostrar diretamente e com muita transparência o meu trabalho e o bom uso do dinheiro público na administração do Poder Legislativo, organizando a casa para receber nossa população. É o meu legado que fica na Casa Eduardo Domingos de Lima como um ponto de partida para buscar mais e mais pelo nosso município.”, afirmou Djalma.
A reforma contemplou a troca do carpete e do painel do plenário, acesso do plenário para a cozinha e a troca em toda rede elétrica e hidráulica. A obra foi realizada pela empresa Batista Engenharia, sob a supervisão do Engenheiro, Gustavo Batista.
Em nota, a assessoria do parlamentar destacou pontos positivos de sua gestão a frente do Poder Legislativo. Leia abaixo:
O vereador Djalma Nogueira Sales é filho natural de Tabira e está na metade do seu terceiro mandato consecutivo. Foi eleito Presidente da Câmara de Vereadores de Tabira para o biênio 2021-2022.
Além da reforma na sede do Poder Legislativo, foi durante o seu mandato que aconteceu a compra de um novo veículo Creta 0Km, a indicação de emendas impositivas para a compra de um ônibus para o TFD e aquisição de una nova ambulância para o Grupo de Socorristas Voluntários de Tabira (GSVT), sendo autor da Lei que reconhece o grupo como entidade de Utilidade Pública.
Djalma foi autor do Projeto Lei no 010/2021, que autoriza o Poder Executivo regulamentar a apreensão de animais e responsabilizar os proprietários por cada animal solto nas rodovias asfaltadas e vias públicas do município.
Ao longo do seu mandato, desenvolveu um papel importante na luta pelos direitos dos portadores de necessidades especiais, cobrando através de requerimentos a implantação de rampas de acessos nos prédios públicos e vagas de estacionamento em locais específicos.
O reconhecimento aos tabirenses, também foi pauta das suas ações, a exemplo das homenagens às mulheres que ocuparam o cargo de vereadora; aos alunos da rede municipal e estadual pelo desempenho nos jogos escolares, títulos de cidadão e diversas moções de aplausos, requerimentos e indicações.
Djalma marcou posição firme na oposição à gestão municipal, denunciando na tribuna diversas irregularidades e reclamações da sociedade tabirense quanto aos serviços da administração pública, tendo papel fundamental na luta pela implantação do piso salarial dos professores, da implantação do Sistema de Abastecimento de Água para as comunidades de Araras e Brejinho, sendo também um defensor e porta-voz dos concursados para ACS, ACE e Guarda Municipal.
A marca do diálogo e da transparência na gestão de Djalma ficará registrada na história da Câmara Municipal de Tabira. A sua trajetória ao longo desses 10 anos na Casa Eduardo Domingos de Lima, demonstra a satisfação do seu eleitorado ao reelegê-lo três vezes para ser a voz das lutas populares.
Após o líder do PSL na Câmara, deputado federal Eduardo Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro declarar em entrevista a jornalista Leda Nagle publicada nesta quinta-feira (31) no canal dela no YouTube defendendo que um novo AI-5 caso a esquerda radicalize, políticos aliados e de oposição se manifestaram por diversos meios, repudiando a fala do […]
Após o líder do PSL na Câmara, deputado federal Eduardo Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro declarar em entrevista a jornalista Leda Nagle publicada nesta quinta-feira (31) no canal dela no YouTube defendendo que um novo AI-5 caso a esquerda radicalize, políticos aliados e de oposição se manifestaram por diversos meios, repudiando a fala do deputado. O assunto já chegou aos Trending Topics do Twitter.
Uma das primeiras reações veio do presidente nacional do PSDB, Bruno Araújo, que disse em uma rede social que “parece que não restam mais dúvidas sobre as intenções autoritárias de quem não suporta viver em uma sociedade livre”.
“Preferem a coerção ao livre debate de ideias. Escolhem a intolerância ao diálogo. Ameaçar a democracia é jogar o Brasil novamente nas trevas. O PSDB nasceu na luta pela volta da democracia no Brasil condena de maneira veemente as declarações do filho do presidente da República”, disse Araújo.
Líder do PSDB na Câmara, Carlos Sampaio (SP) chamou a declaração de “desatino”. “É um comentário que afronta a democracia, agride o bom senso e que não ajuda em nada o país neste momento em que estabilidade política é essencial para avançarmos nas discussões que são importantes para o país.”
A deputada federal Joice Hasselmann (PSL-SP) afirmou que a democracia vive um “grave risco”. “Agora fica claro que isso é tudo que essa gente sempre quis”, disse.
“Começou com a radicalização do discurso, com o ataque desenfreado a qualquer um que guarde os princípios democráticos e defenda as liberdades, seguiu para interferência em outros Poderes e com a construção da narrativa de que é preciso fazer qualquer coisa para o inimigo não tomar o poder, até mesmo um golpe”, afirmou a parlamentar do partido de Bolsonaro, mas rompida com a ala ligada ao presidente.
Marcos Pereira, presidente do Republicanos, divulgou nota em que diz “repudiar veementemente” a declaração de Eduardo e pediu “bom senso, equilíbrio, moderação e diálogo”.
“Ressalta-se, ainda, que atentar contra a democracia é crime, como prescreve o artigo 5º da Constituição Federal”, afirmou. “Não podemos aceitar, sob nenhuma justificativa, qualquer incitação a atitudes autoritárias. (…) Infelizmente não é a primeira vez que Eduardo Bolsonaro, o deputado mais votado da nossa democracia, dá indícios de que flerta com o autoritarismo”, disse.
AI-5, 13 DE DEZEMBRO DE 1968
Deu novamente ao presidente o poder de fechar o Congresso, Assembleias e Câmaras. O Congresso foi fechado por tempo indeterminado no mesmo dia
Renovou poderes conferidos antes ao presidente para aplicar punições, cassar mandatos e suspender direitos políticos, agora em caráter permanente
Suspendeu a garantia do habeas corpus em casos de crimes políticos, contra a segurança nacional, a ordem econômica e a economia popular
Deu ao presidente o poder de confiscar bens de funcionários acusados de enriquecimento ilícito.
Líder do Podemos na Câmara, o deputado José Nelto qualificou a declaração de infeliz e de retrocesso. “O Parlamento não concorda e não leva a sério uma declaração dessa. É um ato isolado e que vai criar um isolamento dele como líder no Congresso”, afirmou.
Para Nelto, a declaração, além de desastrosa, fere a democracia. “Nós estamos vivendo um momento de autoritarismo não só no Brasil, a democracia está sendo atingida no fígado. É hora de reagir”, defendeu.
Já o líder do bloco que reúne MDB, PP e Republicanos, o senador Esperidião Amin (PP-SC) disse que a manifestação é “absolutamente desconectada de fatos e realidades”. “De forma que acho que ela [a manifestação] é irrelevante pelo conteúdo e por quem explicita o conteúdo”, afirmou o senador.
O líder do PSD no Senado, Otto Alencar (BA), disse que Eduardo não deve saber o que é o AI-5 e que não o leva a sério. “Ele diz tanta coisa sem conexão com o regime democrático… Será que ele tem respaldo das Forças Armadas?”, indagou o senador. “Estamos vivendo um momento em que todas as crises destes últimos dez meses foram gestadas ou pelo presidente ou pelos filhos dele”, afirmou.
Líder da minoria na Câmara, a deputada Jandira Feghali (PC do B-RJ) questionou: “É o Brasil com AI-5 em pleno 2019 que Bolsonaro quer vender para o mundo e investidores? Um país com censura prévia, perseguição às liberdades individuais e mortes pelo Estado? É irresponsável, leviano! Essa família no poder é um erro grave na história do país.”
A presidente nacional do PT, deputada Gleisi Hoffmann (PR), defendeu que o Ministério Público e o STF (Supremo Tribunal Federal) tomem providências contra as declarações. “A população precisa saber o que vocês estão fazendo”, disse.
O deputado federal Kim Kataguiri (DEM-SP) afirmou, nesta quinta (31), que o deputado do PSL Eduardo Bolsonaro “não passa de um Che Guevara com sinal trocado”.
A deputada estadual Paulista Janaína Paschoal disse que “pensar em qualquer retrocesso, como um Ato Institucional, me parece completamente descabido”.
“Não tem sentido, vivemos numa democracia, trabalhamos e lutamos muito, eu em especial, com tudo o que eu fiz, para a preservação da democracia, na sua concretude, não só no papel”, diz Janaina.
Mais tarde, em meio à repercussão de sua declaração, Eduardo usou uma rede social para reforçar a exaltação à ditadura militar.
“Se você está do lado da verdade, NÃO TENHAIS MEDO!”, escreveu, ao postar um vídeo no qual o pai, ainda deputado federal, enaltece o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, um dos principais símbolos da repressão durante a ditadura e condenado em segunda instância por tortura e sequestro no regime militar.
O quinto ato, assinado pelo marechal Arthur da Costa e Silva (que assumira a Presidência em 1967), resultou no fechamento imediato e por tempo indeterminado do Congresso Nacional e das Assembleias nos estados —com exceção de São Paulo.
Além disso, o AI-5 renovou poderes conferidos ao presidente para cassar mandatos e suspender direitos políticos, agora em caráter permanente. Também foi suspensa a garantia do habeas corpus em casos de crimes políticos, contra a segurança nacional, a ordem econômica e a economia popular.
O prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque (PT), afirmou que o crescimento de Armando (PTB) nas pesquisas comprova que “o tempo do PSB no poder em Pernambuco já passou”. O prefeito repercutiu nesta quinta os dados da pesquisa Datafolha, divulgada durante a madrugada, que mostra um empate técnico entre Armando e Paulo Câmara. Segundo o […]
O prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque (PT), afirmou que o crescimento de Armando (PTB) nas pesquisas comprova que “o tempo do PSB no poder em Pernambuco já passou”.
O prefeito repercutiu nesta quinta os dados da pesquisa Datafolha, divulgada durante a madrugada, que mostra um empate técnico entre Armando e Paulo Câmara. Segundo o instituto, Armando cresceu seis pontos percentuais, entre os dias 6 e 19 deste mês, saindo de 25 para 31%. Já Paulo tem 35%.
“Armando cresceu e empatou a disputa. Paulo visivelmente chegou ao teto e mantém uma rejeição extremamente alta. A realidade é que a atual gestão prometeu muito e realizou quase nada. As pessoas querem a mudança, ninguém aguenta mais o jeito autoritário e arrogante do PSB governar, sem diálogo e perseguindo a oposição”, disse Duque.
Um dos principais articuladores da campanha de Marília Arraes (PT), que foi rifada após articulação do PSB com o PT nacional e Humberto Costa. Duque lembrou que o quadro atual indica a realização do segundo turno, “em que o empate técnico entre Armando e Paulo é ainda mais nítido, com uma diferença de apenas três pontos percentuais”.
“O debate político está trazendo de volta os compromissos assumidos pelo PSB e não cumpridos, além dos números desastrosos da gestão, com o crescimento da violência, o desemprego e a falta de liderança do governador, que passou três anos e oito meses enclausurado no Palácio, sem conversar com as pessoas”, criticou.
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