Você viu? Planalto publica no Twitter por engano senhas de redes sociais do governo
Por Nill Júnior
O Palácio do Planalto publicou nesta terça-feira (10) por engano, no Twitter, todas as senhas de redes sociais do Portal Brasil e do Palácio do Planalto.
A Secretaria de Imprensa da Presidência informou que o erro aconteceu em uma postagem já apagada do Portal Brasil na rede social, gerida pela equipe de Contas Digitais, mas não deu mais detalhes de como aconteceu o processo.
Anexado ao tuíte havia um link supostamente para uma matéria sobre o assunto abordado, mas, na verdade, ele redirecionava o internauta a um documento do Google Drive com todas as senhas das redes sociais, como Facebook, Twitter e Instagram, do Portal Brasil e do Palácio do Planalto.
A Secretaria de Imprensa da Presidência informou que as senhas já foram trocadas e o caso está sendo apurado internamente. Segundo o Planalto, não há a possibilidade de as contas terem sido hackeadas por terceiros.
Horas depois, o Planalto informou que o funcionário responsável pelo vazamento das senhas era terceirizado e já foi afastado.
G1 O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitou nesta quinta-feira (27), por unanimidade, o registro da candidatura de Anthony Garotinho (PRP) ao governo do Rio de Janeiro. Todos os 7 membros da Corte votaram por negar recurso da defesa contra decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), que já havia barrado a candidatura, […]
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitou nesta quinta-feira (27), por unanimidade, o registro da candidatura de Anthony Garotinho (PRP) ao governo do Rio de Janeiro.
Todos os 7 membros da Corte votaram por negar recurso da defesa contra decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), que já havia barrado a candidatura, com base na lei da Ficha Limpa.
Em tese, Garotinho ainda poderá recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF), mas a decisão do TSE terá efeito imediato. Com isso, o ex-governador foi impedido de fazer campanha e veicular propaganda no rádio e na TV.
Na sessão do TSE, a ministra Rosa Weber votou a favor de Garotinho manter a campanha enquanto ainda houver possibilidade de recurso, mas foi vencida pelos outros seis ministros.
A defesa de Garotinho informou que deverá recorrer da decisão do TSE. A estratégia é tentar obter decisões liminares na Justiça que revertam a condenação do ex-governador por improbidade administrativa.
“A defesa vai recorrer, está definindo quais as medidas que vamos tomar. Estamos buscando decisões liminares para reverter a condenação. Tem a possibilidade de embargos de declaração”, disse a advogada Gabriela Rollemberg.
Embargos de declaração são recursos que podem ser apresentados ao próprio TSE, com objetivo de esclarecer alguma omissão, obscuridade ou contradição no julgamento desta quinta.
Os advogados também tentarão reverter outra condenação, criminal, por calúnia, que também pesou no indeferimento de registro de Garotinho.
Os ministros também decidiram que a coligação de Garotinho não precisará devolver os recursos públicos já usados na campanha. No entanto, não poderá mais usar a verba para promover a candidatura.
Votaram contra a candidatura de Garotinho no TSE: o relator do caso, Og Fernandes, e os ministros Admar Gonzaga, Tarcísio Vieira de Carvalho Neto, Edson Fachin, Alexandre de Moraes, Jorge Mussi e Rosa Weber.
Na mais recente pesquisa Ibope para o governo do Rio, divulgada na terça (25), Garotinho apareceu empatado em 2º lugar com Romário (Podemos). Ambos têm 16%. O candidato do DEM, Eduardo Paes, lidera com 24% das intenções de voto.
O Colegiado do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) decidiu manter nesta quarta-feira (25) o indeferimento do registro da candidatura do Cacique Marquinhos (Republicanos), prefeito eleito de Pesqueira. Segundo o TRE-PE, a decisão do juiz de primeira instância havia deferido a candidatura do cacique Marcos Luidson de Araújo. Porém, a decisão foi alterada na segunda […]
O Colegiado do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) decidiu manter nesta quarta-feira (25) o indeferimento do registro da candidatura do Cacique Marquinhos (Republicanos), prefeito eleito de Pesqueira.
Segundo o TRE-PE, a decisão do juiz de primeira instância havia deferido a candidatura do cacique Marcos Luidson de Araújo. Porém, a decisão foi alterada na segunda instância devido a um recurso impetrado, indeferindo a candidatura, o que consta em acórdão publicado no dia 6 de novembro.
Na ocasião, o candidato impetrou um embargo de declaração, que é um instrumento recursal com o objetivo de esclarecer alguma contradição ou omissão ocorrida na decisão.
Nesta quarta (25), o Colegiado do tribunal eleitoral entendeu que não houve contradição nem omissão na decisão de indeferimento, que segue mantida. Se o candidato solicitar recurso, o caso seguirá para o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
A defesa do Cacique Marquinhos confirmou que levará o caso a Brasília. “A gente entende que foge da matéria eleitoral uma ampliação da interpretação da lei eleitoral. A situação do Cacique é exatamente essa, que está terminando por prejudicar ele. A gente vai levar a matéria para o TSE, por se tratar de uma matéria pouco debatida no tribunal e merece ter esse respaldo”, disse o advogado Eric B.
O advogado acredita na Justiça para solucionar o problema: “Temos certeza que a ampliação da interpretação não vai prejudicar nem ele nem o município de Pesqueira. O próprio eleitorado já deu sua sentença”.
Para conseguir assumir o cargo sem maiores problemas, o Cacique Marquinhos precisa ter a situação regularizada até a data da diplomação, marcada para 18 de dezembro. Cacique da tribo indígena Xucuru, Macos Luidson foi eleito prefeito com 51,60% dos votos, superando a atual prefeita, que concorria à reeleição, Maria José (DEM). Ela conquistou 45,48% dos votos.
Relatório aponta que R$ 30,57 milhões ingressaram em contas do ex-presidente; e R$ 30,59 milhões saíram. Bolsonaro recebeu R$ 19,2 milhões em 1,2 milhão transferências via PIX. Do g1 — Brasília O relatório da Polícia Federal (PF) sobre a investigação contra Jair Bolsonaro e o filho Eduardo Bolsonaro aponta que o ex-presidente recebeu, de março […]
Relatório aponta que R$ 30,57 milhões ingressaram em contas do ex-presidente; e R$ 30,59 milhões saíram. Bolsonaro recebeu R$ 19,2 milhões em 1,2 milhão transferências via PIX.
Do g1 — Brasília
O relatório da Polícia Federal (PF) sobre a investigação contra Jair Bolsonaro e o filho Eduardo Bolsonaro aponta que o ex-presidente recebeu, de março de 2023 a fevereiro de 2024, R$ 30.576.801,36. E que R$ 30.595.430,71 foram retirados de suas contas.
As informações constam de um Relatório de Inteligência Financeira (RIF) elaborado pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) com base em dados enviados pelo Banco do Brasil.
Dos valores que entraram nas contas do ex-presidente no período:
R$ 19,2 milhões são oriundos de 1,2 milhão de transações via PIX
R$ 8,7 milhões têm origem em 52 resgates de CDB/RDB
R$ 1,3 milhão são de três operações de câmbio
R$ 373,3 mil de proventos do ex-presidente
R$ 304 mil de 203 transferências
R$ 166 mil de 12 resgates de aplicação
R$ 99.687,49 de uma previdência privada
Há ainda recursos oriundos de transferências do tipo DOC/TED, depósitos em cheque, depósitos online, entre outras.
O PL, partido ao qual Bolsonaro é filiado e no qual ocupa o cargo de presidente de honra, é o principal depositante de valores na conta do presidente (R$ 291 mil).
Já entre os valores que saíram das contas de Bolsonaro, estão:
18,3 milhões em seis aplicações em CDB/RDB
R$ 7,5 milhões em quatro transferências DOC/TED
R$ 1,5 milhão em 107 pagamentos de títulos, que podem ser boletos
R$ 1,1 milhão em 266 operações via PIX
R$ 749 mil em transferência para previdência privada
R$ 198 mil em 97 saques
R$ 52 mil no pagamento de 20 tributos/impostos
R$ 25 mil em três operações de câmbio
R$ 13 mil em contas de energia
R$ 13 mil em contas de telefone
Há ainda gastos com compras, cartão de crédito, conta de água, entre outros.
Entre os principais beneficiários de valores pagos por Bolsonaro, estão o advogado Paulo Cunha Bueno (R$ 3,3 milhões), o escritório de advocacia DB Tesser (R$ 3,3 milhões), uma empresa de engenharia (R$ 900 mil), um escritório de arquitetura (R$ 235 mil), uma loja de veículos (R$ 130 mil).
E também transferências para Michelle Bolsonaro e para o filho Jair Renan, que atualmente é vereador em Balneário Camboriú (SC).
No relatório, a PF afirma que as movimentações feitas pelo ex-presidente estão sob a suspeita de serem “ocorrências de lavagem de dinheiro e outros ilícitos”.
O g1 procurou a defesa do ex-presidente para comentar o relatório sobre as operações financeiras feitas por Bolsonaro, mas ainda não obteve uma resposta.
O relatório da PF também reúne informações sobre movimentações feitas por Bolsonaro em outros períodos.
Entre fevereiro de 2024 e agosto de 2024, R$ 1.733.079,19 ingressaram nas contas do ex-presidente; e R$ 1.345.311,79 saíram. Dos valores debitados, estão transferências para advogados, Fabio Wajngarten e para os filhos Carlos e Eduardo Bolsonaro.
O PSB oficializou, na noite desta quinta-feira (26), a filiação de Bruno Marques, pré-candidato a deputado estadual. Médico e jovem liderança política da região de Petrolândia, no Sertão de Itaparica, ele desponta como uma das apostas do partido para as eleições deste ano. As boas-vindas foram dadas pelo presidente nacional do PSB e pré-candidato a […]
O PSB oficializou, na noite desta quinta-feira (26), a filiação de Bruno Marques, pré-candidato a deputado estadual.
Médico e jovem liderança política da região de Petrolândia, no Sertão de Itaparica, ele desponta como uma das apostas do partido para as eleições deste ano. As boas-vindas foram dadas pelo presidente nacional do PSB e pré-candidato a governador de Pernambuco, João Campos, pelo presidente estadual da sigla, deputado Sileno Guedes, e outras lideranças.
“A gente vê em você, João, a coragem e a vontade de fazer pelo estado aquilo que você fez pelo Recife. Quero dizer que a prioridade não é só minha candidatura, mas também eleger você governador. Pode contar comigo como um soldado do PSB. Estou aqui para colaborar cada dia mais para tornar o PSB um partido mais forte”, declarou Bruno Marques.
Ao comentar a filiação, João Campos destacou que a chegada de Bruno Marques fortalece o partido no interior do estado. “A filiação de Bruno Marques reforça nosso compromisso com a renovação e com a construção de um time preparado para enfrentar os desafios de Pernambuco. Ele chega com energia, identidade com sua região e capacidade de diálogo”, disse.
O prefeito de Petrolândia, Fabiano Marques (Republicanos), pai do pré-candidato, disse que recebe com alegria essa nova etapa da trajetória partidária de Bruno. “É um orgulho grande meu filho Bruno estar se filiando ao PSB, fazendo essa caminhada e acreditando que Pernambuco vai voltar a andar. Representando minha Petrolândia e meu Sertão de Itaparica, digo a você, João, que o Sertão de Itaparica lhe espera de braços abertos para ser o governador de Pernambuco”, afirmou.
Também estiveram no ato o pré-candidato a vice-governador Carlos Costa (Republicanos), a pré-candidata a senadora Marília Arraes (PDT), além de prefeitos, lideranças e militantes do Sertão de Itaparica e de outras regiões do estado.
O juiz Sérgio Moro revogou a prisão preventiva de César Rocha, executivo ligado à Odebrecht, nesta segunda-feira (19). Segundo o despacho, a decisão é uma extensão do benefício já concedido a Alexandrino Alencar após liminar do ministro do Supremo Tribunal Federal Teori Zavascki. Segundo Moro, César Rocha, que já deixou as atividades que exercia na […]
O juiz Sérgio Moro revogou a prisão preventiva de César Rocha, executivo ligado à Odebrecht, nesta segunda-feira (19). Segundo o despacho, a decisão é uma extensão do benefício já concedido a Alexandrino Alencar após liminar do ministro do Supremo Tribunal Federal Teori Zavascki.
Segundo Moro, César Rocha, que já deixou as atividades que exercia na Odebrecht, deve ser submetido a medidas cautelares como comparecimento mensal à Justiça e a atos do processo, proibição de manter contato com outros investigados, e proibição de deixar o país.
Mais cedo, César Rocha havia se tornado réu em mais um processo da Operação Lava Jato, por corrupção ativa. Ele responde por corrupção ativa em ação que analisa possíveis irregularidades em oito contratos firmados pela Odebrecht com a Petrobras. Este é o segundo processo a que Rocha responde no âmbito da operação.
Ao receber a denúncia, Sérgio Moro rejeitou pedido de nova prisão preventiva para César Rocha, ao contrário do que estabeleceu para outros réus ligados à empreiteira. Na ocasião, o juiz também havia relacionado a decisão à liminar de Zavascki que soltou Alexandrino Alencar na sexta-feira (16).
O ministro avaliou que, assim como já ocorreu com outros executivos investigados na Lava Jato, a medida extrema (prisão) não se demonstra indispensável, podendo substituída por medidas alternativas. (G1)
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