Notícias

“Usar crise para chegar ao poder é versão moderna do golpe”, diz Dilma

Por Nill Júnior
A presidente Dilma Rousseff concede entrevista no Palácio do Planalto - Givaldo Barbosa / Agência O Globo
A presidente Dilma Rousseff concede entrevista no Palácio do Planalto – Givaldo Barbosa / Agência O Globo

A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta quarta-feira (16), em entrevista a rádio de Presidente Prudente (SP), que usar a crise pela qual o país passa para chegar ao poder é uma “versão moderna do golpe”.

“Todos os países que passaram por dificuldades, você não viu nenhum país propondo a ruptura democrática como forma de saída da crise. Esse método, que é querer utilizar a crise como um mecanismo para você chegar ao poder, é uma versão moderna do golpe”, afirmou a presidente.

Esse método, que é querer utilizar a crise como um mecanismo para você chegar ao poder, é uma versão moderna do golpe”
Dilma Rousseff, presidente

Para ela, há no país pessoas que não se “conformam” com o fato de o Brasil ser uma “democracia sólida”, que tem a legitimidade dada pelo “voto popular”. Ela disse que essas pessoas torcem pelo quanto pior melhor para depois poderem “pescar em águas turvas”.

“Eu acredito que tenham ainda no Brasil, infelizmente, pessoas que não se conformam que nós sejamos uma democracia sólida, cujo fundamento maior é a legitimidade dada pelo voto popular”, disse a presidente.

“Essas pessoas geralmente torcem pro quanto pior, melhor. E aí é em todas as áreas. Quanto pior, melhor, na área da economia. Quanto pior, melhor na área da política. Todas elas esperando uma oportunidade para pescar em águas turvas”, completou Dilma.

Nesta terça-feira (15), Dilma já havia adotado tom parecido em entrevista no Palácio do Planalto. Ela disse que fará “tudo” para impedir que movimentos não democráticos “cresçam e se fortaleçam” no país.

Segundo a presidente afirmou na ocasião, o governo está “atento” a todas as tentativas de produzir “instabilidade” no Brasil. (G1)

Outras Notícias

PT de Tabira agradece ao deputado federal Carlos Veras (PT-PE) por emenda

O Diretório do Partido dos Trabalhadores de Tabira agradeceu em nota ao deputado federal Carlos Veras (PT-PE) pelo apoio para enfrentar a pandemia de Covid-19. O parlamentar destinou mais de R$ 1 milhão para a cidade via emenda parlamentar, que já registra cinco casos de contágio e dois óbitos. Os recursos serão destinados a compra […]

O Diretório do Partido dos Trabalhadores de Tabira agradeceu em nota ao deputado federal Carlos Veras (PT-PE) pelo apoio para enfrentar a pandemia de Covid-19.

O parlamentar destinou mais de R$ 1 milhão para a cidade via emenda parlamentar, que já registra cinco casos de contágio e dois óbitos.

Os recursos serão destinados a compra de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e fardamentos para profissionais de saúde, além de medicamentos, reforma de unidades de saúde e campanhas educativas de prevenção.

Neste mês de maio, a prefeitura já adquiriu uma ambulância toda equipada para prestar esse atendimento, com recursos aportados pelo parlamentar.

“Essas emendas do deputado Carlos Veras são fundamentais para a prevenção e o controle da pandemia que já chegou em nossa cidade. Agora, cada um de nós precisa fazer a sua parte, seguindo as orientações das autoridades sanitárias e só saindo de casa em caso de extrema necessidade. Só assim, vamos vencer o coronavírus”, destaca a presidenta do PT-Tabira, Socorro Veras (foto detalhe).

Os investimentos também beneficiam toda a população do Sertão do Pajeú, com a aporte de mais 150 mil para o Hospital Regional Emília Câmara, sediado em Afogados da Ingazeira, para a mesma finalidade.

Considerando que o Pernambuco se posiciona entre os cinco primeiros colocados em número de contaminação e mortes no Brasil, o deputado redirecionou todas as suas emendas parlamentares para o setor de saúde a fim de reforçar o combate à pandemia. No total, foram contemplados com R$ 11 milhões, 28 cidades, oito hospitais regionais, além de duas entidades filantrópicas.

Docentes dos EUA criticam em manifesto cerco a cursos que falam em ‘golpe de 2016’

Movimento contra a ameaça de Mendonça Filho (MEC) de investigar disciplina reuniu quase cem assinaturas Por Silas Martí / Folha de São Paulo Cerca de cem professores das universidades mais importantes dos EUA, entre elas Brown, Harvard, Princeton e Yale, assinaram uma carta de repúdio ao que entendem como tentativa do governo brasileiro de “tolher […]

James Green, professor da Universidade Brown (EUA), que promoveu o abaixo-assinado – Pedro Kirilos / Agencia O Globo

Movimento contra a ameaça de Mendonça Filho (MEC) de investigar disciplina reuniu quase cem assinaturas

Por Silas Martí / Folha de São Paulo

Cerca de cem professores das universidades mais importantes dos EUA, entre elas Brown, Harvard, Princeton e Yale, assinaram uma carta de repúdio ao que entendem como tentativa do governo brasileiro de “tolher a liberdade de expressão nas universidades” do país.

O movimento “Acadêmicos e Ativistas pela Democracia no Brasil” tem como alvo a declaração do ministro da Educação, Mendonça Filho, de que mandaria investigar por improbidade administrativa o professor da UnB (Universidade de Brasília) que criou um curso em que chama de golpe de 2016 o processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).

“O pedido para que investiguem o professor e o seu departamento é uma séria ameaça à democracia no Brasil”, afirma a carta do grupo endereçada ao ministro.

No rastro da polêmica, outras dez universidades criaram disciplinas que falam em golpe de 2016 –as aulas do professor Luis Felipe Miguel começaram há uma semana na UnB.

O manifesto foi organizado pelo americano James Green, professor da Universidade Brown. Ele também assina outra carta, de diretores da Associação de Estudos Brasileiros, centro de estudos de brasilianistas, que ataca a ameaça ao curso e aponta “séria violação da liberdade acadêmica”.

“Somos todos pessoas que conhecem o Brasil e as ameaças à democracia que estão ocorrendo lá”, diz Green.

Fora do universo acadêmico, Green ficou conhecido no ano passado como o suposto namorado de Dilma quando foi visto com ela em passeios por Nova York –eles são apenas amigos, esclarece o professor, que é homossexual e militante dos direitos LGBT.

Questionado se a amizade com Dilma pode enfraquecer o movimento, o professor disse que também é amigo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), a quem dava carona em visitas à universidade.

“Sou amigo de todo mundo no Brasil, menos do Jair Bolsonaro”, diz Green. “Há unanimidade contra esses tipos de repressão.”

Ele compara a situação, aliás, ao que houve durante a ditadura, quando FHC teve seu posto na USP cassado. Green escreveu um livro sobre como acadêmicos americanos nessa época tentaram ajudar os brasileiros.

“Esse governo está tomando medidas que vão na mesma direção da lei da ditadura que proibia qualquer atividade política dos estudantes”, afirma.

Nesse ponto, o nome da disciplina sobre o “golpe” se tornou o pivô da discussão.

“Se eu der um curso sobre a ditadura militar brasileira, digo que é um curso sobre o golpe militar ou a revolução de 1964? O professor tem todo o direito de dizer que foi um golpe como de dizer que foi impeachment”, afirma.i nos EUA eu teria o direito de dar um curso sobre Donald Trump, por exemplo, porque há tradição de liberdade de expressão, e os professores usam rigor acadêmico.”

Afogados: Prefeitura inicia pagamento de servidores

Ao todo, 1.402 servidores públicos municipais começam nesta quinta (31) a receber os seus vencimentos. O pagamento representa um incremento de 2,6 milhões de Reais na economia local, com a Prefeitura de Afogados cumprindo uma rotina de quatro anos e oito meses pagando em dia os seus servidores. Nesta quinta, recebem os Servidores das Secretarias de […]

Ao todo, 1.402 servidores públicos municipais começam nesta quinta (31) a receber os seus vencimentos.

O pagamento representa um incremento de 2,6 milhões de Reais na economia local, com a Prefeitura de Afogados cumprindo uma rotina de quatro anos e oito meses pagando em dia os seus servidores.

Nesta quinta, recebem os Servidores das Secretarias de Agricultura, Assistência Social, Administração, Controle Interno, Cultura e Esportes, Educação, Finanças, Infraestrutura, além dos funcionários da procuradoria, coordenadoria da mulher, ouvidoria, gabinete, aposentados e pensionistas. A partir de amanhã (01), recebem os servidores da secretaria de saúde.

“Sabemos que é uma obrigação pagar em dia, mas não podemos deixar de comemorar o acerto de nosso planejamento estratégico e na boa aplicação do que arrecadamos, que vem garantindo estarmos quites com nossos compromissos com os servidores. Sobretudo levando em conta um contexto gravíssimo de crise política, econômica, institucional, com perda de arrecadação e receitas, e em meio a tantos exemplos de descalabro nas contas públicas pelo Brasil a fora. Quatro anos e meio pagando em dia é realmente um feito importante,” destacou o Secretário de Finanças, Ney Quidute.

Serra Talhada proíbe fogueiras e fogos de artifício durante período junino

A prefeitura de Serra Talhada emitiu decreto nesta quarta-feira (16), com novas medidas para combater a proliferação da Covid-19 no município durante o período junino. O decreto proíbe a comercialização ou distribuição de lenha destinada à construção de fogueiras juninas, e assemelhados, bem como a respectiva construção, montagem ou queima. Além desta medida, a prefeitura […]

A prefeitura de Serra Talhada emitiu decreto nesta quarta-feira (16), com novas medidas para combater a proliferação da Covid-19 no município durante o período junino.

O decreto proíbe a comercialização ou distribuição de lenha destinada à construção de fogueiras juninas, e assemelhados, bem como a respectiva construção, montagem ou queima.

Além desta medida, a prefeitura proibiu também, a comercialização, distribuição, doação e utilização de fogos de artifício, e assemelhados.

O decreto considera a proximidade dos festejos juninos, período em que, tradicionalmente, se realiza a queima de fogueiras e fogos de artifício.

Considera ainda que a queima de fogueiras e fogos de artifício causa dispersão de fumaça, que é prejudicial à saúde e pode agravar os efeitos das síndromes respiratórias causadas pela Covid-19. Leia aqui a íntegra do decreto.

Vice-prefeito de Serra Talhada confirma apoio a Raquel Lyra

O vice-prefeito de Serra Talhada, Márcio Oliveira, confirmou na tarde desta segunda-feira (10) que apoiará a candidata Raquel Lyra no segundo turno das eleições em Pernambuco. Nas redes sociais, Márcio afirmou que o time do qual ele faz parte vai apoiar a candidata tucana. “Vamos de Raquel Lira e Lula para um Pernambuco e um Brasil […]

O vice-prefeito de Serra Talhada, Márcio Oliveira, confirmou na tarde desta segunda-feira (10) que apoiará a candidata Raquel Lyra no segundo turno das eleições em Pernambuco.

Nas redes sociais, Márcio afirmou que o time do qual ele faz parte vai apoiar a candidata tucana. “Vamos de Raquel Lira e Lula para um Pernambuco e um Brasil melhor. Vamos caminhar na busca de um Pernambuco sempre melhor. Nosso time vai com Raquel 45”, escreveu.

A expectativa agora é pelo pronunciamento da prefeita Márcia Conrado, que deverá se manifestar em breve para confirmar a decisão de rumar com Raquel Lyra. Ela contraria o Partido dos Trabalhadores, que orientou o voto dos seus filiados na candidata Marília Arraes, apoiada por Lula no segundo turno.