Gestão Evandro entrega rua requalificada no Bairro Ipiranga
Por Nill Júnior
O prefeito de São José do Egito, Evandro Valadares, inaugurou na noite de ontem o calçamento e requalificação da Rua Severino Vieira Machado, no bairro Ipiranga.
“Esta é uma obra histórica que traz uma nova vida para a população deste bairro, com novo calçamento, pintura renovada e iluminação de LED, proporcionando mais segurança e beleza para todos. Juntos, continuaremos construindo um futuro brilhante para os egipcienses” , disse o prefeito da Capital da Poesia em sua rede social.
Vereadores, secretários municipais, lideranças políticas e a população estiveram marcando presença no evento, mais um no rito de inaugurações da gestão municipal.
A pré-candidata ao Senado por Pernambuco, Marília Arraes, participou de reunião nesta terça-feira (10), em Brasília, com o deputado federal Waldemar Oliveira, do Avante. O encontro também contou com a participação on-line do ex-deputado federal e presidente do Avante em Pernambuco, Sebastião Oliveira. Durante a reunião, foram discutidos temas relacionados ao cenário político nacional e […]
A pré-candidata ao Senado por Pernambuco, Marília Arraes, participou de reunião nesta terça-feira (10), em Brasília, com o deputado federal Waldemar Oliveira, do Avante.
O encontro também contou com a participação on-line do ex-deputado federal e presidente do Avante em Pernambuco, Sebastião Oliveira. Durante a reunião, foram discutidos temas relacionados ao cenário político nacional e estadual, além de pautas consideradas estratégicas para Pernambuco.
Segundo os participantes, o encontro integrou a agenda de articulações políticas da pré-candidata em Brasília.
Durante a conversa, Waldemar Oliveira destacou a importância do diálogo entre lideranças políticas para a formulação de políticas públicas. Já Marília Arraes tem realizado encontros e agendas em diferentes regiões do estado em meio às articulações políticas para as eleições de 2026, que incluem o apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Primeira mão O produtor cultural, ex-secretário de Cultura de Serra Talhada e um dos responsáveis pelo Museu do Cangaço, Anildomá Willians, acaba de ser confirmado como Coordenador da Diretoria de Articulação e Governança da Secretaria de Comitês de Cultura do Ministério da Cultura. A portaria foi assinada pela Ministra Margaret Menezes. Em resumo, Domá é […]
O produtor cultural, ex-secretário de Cultura de Serra Talhada e um dos responsáveis pelo Museu do Cangaço, Anildomá Willians, acaba de ser confirmado como Coordenador da Diretoria de Articulação e Governança da Secretaria de Comitês de Cultura do Ministério da Cultura.
A portaria foi assinada pela Ministra Margaret Menezes. Em resumo, Domá é o braço do Ministério da Cultura no estado.
Em dezembro de 2022, Anildomá foi exonerado da Fundação de Cultura de Serra Talhada pela prefeita Márcia Conrado, que assim como ele é filiada ao PT.
Anildomá é um dos maiores estudiosos do Cangaço no país. Atualmente luta para manter o Museu do Cangaço, referência do gênero no país. A campanha novamente colocou em lados opostos o que pensa seu grupo e a gestão Márcia, que através do Secretário Josenildo Barboza propôs assumir o acervo, sendo rechaçado por ele.
Muito respeitado no movimento cultural, Domá recebeu o convite há alguns meses e aceitou. Faltava a confirmação através do ato oficial do governo Lula.
O Sertão do Pajeú vai receber o IV Chama Violeta, festival de artes integradas que acontecerá nas comunidades rurais da região entre os dias 30 e 31 de outubro e 1º de novembro. O evento integra as ações do projeto permanente No Meu Terreiro Tem Arte, iniciativa independente da artista e produtora Odília Nunes, realizado […]
O Sertão do Pajeú vai receber o IV Chama Violeta, festival de artes integradas que acontecerá nas comunidades rurais da região entre os dias 30 e 31 de outubro e 1º de novembro.
O evento integra as ações do projeto permanente No Meu Terreiro Tem Arte, iniciativa independente da artista e produtora Odília Nunes, realizado desde outubro de 2015.
Em sua quarta edição, o Chama Violeta promoverá oficina de balé clássico para crianças e uma extensa programação artística com espetáculos de teatro de animação, teatro e circo, música, poesia e cultura popular, que ocuparão os terreiros de três comunidades rurais: Picos, no município de Iguaracy, e Minadouro e Sítio Manoel Pereira, ambos no município de Ingazeira.
Este ano, participam as artistas da Ingazeira, Triunfo, Garanhuns, Arcoverde, Olinda, Minas Gerais, Venezuela e São Paulo. São elas: Bruna FLorie, Jessica Mendes, Jessica Caitano, Raquel Franco, Ariadne Antico, Alê, Laura Torres, Maria Fernanda, Karol Almeida, Stefany Metódio e Mariana Acioli. Por conta da pandemia do COVID 19, toda a programação é exclusiva para as comunidades e todas as medidas de segurança sanitária serão tomadas.
Para conseguir fazer o festival, a produção conta mais uma vez com o apoio de artistas e técnicos parceiros que trabalham voluntariamente e da sua família. Para arcar com a logística de passagens, alimentação e produção, Odília Nunes investiu o prêmio que recebeu este ano do Instituto Neoenergia, que premia iniciativas lideradas por mulheres, por conta do projeto No Meu Terreiro Tem Arte. Além disso, ela tem o apoio da Tronxo Filmes, Fazenda Quilariá da Barra, do Pajeú, que fornece os alimentos orgânicos para a equipe e apoio de som e luz do Sesc Triunfo.
“O Chama Violeta é um festival cultural feito nos moldes de outros festivais realizados nos grandes centros urbanos, mas com uma programação que se propõe a dialogar com o público do campo, obras que conversem e valorizem a realidade das pessoas que aqui vivem”, afirma Odília.
“Sua realização serve de inspiração para projetos semelhantes que pensem descentralização, diversidade, intercâmbio e sustentabilidade. Acredito no poder social e educativo da arte. Com ela nos comunicamos, interpretamos o mundo, nos unimos, nos conhecemos e podemos ser mais solidários, criativos e equilibrados. A arte não é um fim, mas um caminho cheio de possibilidades e processos que geram liberdade além de nutrir o respeito ao próximo”, pontua a produtora cultural.
Odília Nunes é palhaça, brincante popular, atriz de teatro e cinema, diretora teatral, dramaturga, cordelista e produtora cultural do sertão do Pajeú Pernambucano. Desde 2015 produz o projeto No Meu Terreiro Tem Arte, no qual compartilha espetáculos e oficinas artísticas na comunidade rural onde vive.
O projeto realiza o festival Chama Violeta e o Palhaçada é Coisa Séria, festival de palhaçaria. Integra também o grupo gestor da Rede Interiorana de Produtores, Técnicos e Artistas de Pernambuco (Ripa). Em 2021, Odília venceu o Prêmio Inspirar do instituto Neoenergia e o Prêmio Ayrton de Almeida, oferecido pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). Para mais informações, siga o Instagram No Meu terreiro Tem Arte.
O pré-candidato à Prefeitura de Flores e ex-prefeito do município Marconi Santana (PSB), confirmou para o dia 05 de agosto no Espaço Fama, a partir das 15h, a convenção que vai confirmar seu nome oficialmente no município. Marconi voltará a disputar a prefeitura depois de oito anos, mais uma vez tendo a frente a prefeita […]
O pré-candidato à Prefeitura de Flores e ex-prefeito do município Marconi Santana (PSB), confirmou para o dia 05 de agosto no Espaço Fama, a partir das 15h, a convenção que vai confirmar seu nome oficialmente no município.
Marconi voltará a disputar a prefeitura depois de oito anos, mais uma vez tendo a frente a prefeita e candidata a reeleição Soraya Murioka (PR), com quem rivalizou em 2008. Naquele ano, Santana obteve 5.875 votos contra 5.772 de Soraya. Foram apenas 103 votos de diferença.
Hoje, há perguntas que podem definir quem tem mais garrafas vazias pra vender em Flores. Marconi tem como maior dificultador a presença do seu nome na lista entreue por TCE ao TRE.Também apareceu na relação do TCU. Diz estar tranquilo e garante que não haverá impedimento.
Já a prefeita e candidata a reeleição vai ter sua gestão definitivamente avaliada neste pleito. A oposição diz que seu governo foi pífio. Governistas defendem que há um leque de ações que a credenciam e dizem que, apesar da crise, a gestão não foi alvo de desmantelo administrativo. Claro, julgamento final será da população.
As investigações da Operação Lava Jato apontam que o senador Fernando Collor de Mello (PTB-AL) recebeu, entre 2010 e 2014, R$ 26 milhões como pagamento de propina por contratos firmados pela BR Distribuidora. Collor é um dos 48 políticos investigados por suspeitas de participação em fraudes na Petrobras, investigadas pela Lava Jato, e é alvo […]
As investigações da Operação Lava Jato apontam que o senador Fernando Collor de Mello (PTB-AL) recebeu, entre 2010 e 2014, R$ 26 milhões como pagamento de propina por contratos firmados pela BR Distribuidora.
Collor é um dos 48 políticos investigados por suspeitas de participação em fraudes na Petrobras, investigadas pela Lava Jato, e é alvo de inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF) por lavagem de dinheiro e evasão de divisas.
Para investigadores, há indícios de que parte do dinheiro desviado tenha sido usado por Collor para compra de carros de luxo em nome de empresas de fachada. Alguns deles – uma Ferrari, um Porsche e um Lamborghini – foram apreendidos pela Polícia Federal na Casa da Dinda, que foi a residência oficial do presidente da República na época em que Collor ocupou o cargo.
A ação fez parte da Operação Politeia, um desdobramento da Lava Jato, realizada em 14 de julho.
O advogado Fernando Neves, que defende o senador, afirmou que não comentará as suspeitas porque não obteve acesso a documentos da investigação. A defesa apresentou um pedido ao STF para que os carros apreendidos na Politeia sejam devolvidos.
O grupo de trabalho que atua na Lava Jato é contra a devolução sob o argumento de que há indícios de que os veículos são “produto do crime”.
O pedido de Collor ainda será analisado pelo ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no Supremo. Conforme a apuração, os carros não estão em nome de Collor, mas sim em nome de empresas de fechada.
Dois carros são propriedade da Água Branca Participações, empresa de Collor que, conforme investigadores, não tem funcionários e é usada para lavagem de dinheiro.
As investigações também apontam que as prestações do financiamento do Lamborghiniestão atrasadas. (G1)
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