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Tuparetama: candidata ao Conselho Tutelar denuncia irregularidades nas eleições

Por André Luis

Maria das Dores ficou na 2ª suplência e pede impugnação e cassação de duas candidatas eleitas

Por André Luis

Exclusivo

A candidata ao Conselho Tutelar de Tuparetama, Maria das Dores, que obteve 440 votos na eleição realizada no dia 1º de outubro, e ficou na segunda suplência, apresentou junto à Comissão com base no art. 561 da Resolução CMDCA N° 01/2023, da Comissão Permanente de Licitação – CPL Fundo Municipal de Assistência Social, uma série de impugnações e requerimentos de cassações aos registros de duas candidatas ao Conselho Tutelar, em meio a alegações de irregularidades que teriam comprometido a lisura do processo eleitoral.

De acordo com a defesa de Maria das Dores, as candidatas Andréa Patrícia Renato Pessoa e Sandra Darc de Almeida Aragão teriam violado as regras do processo eleitoral ao continuarem exercendo cargos públicos durante o período de candidatura, o que, segundo a defesa, desequilibrou a disputa e feriu as normas estabelecidas para garantir a transparência do pleito.

Andréa Patrícia Renato Pessoa, que é servidora pública municipal de Tuparetama contratada por excepcional interesse público, e Sandra Darc de Almeida Aragão, servidora pública municipal com cargo comissionado, teriam mantido suas atividades profissionais enquanto concorriam ao Conselho Tutelar. A defesa apresentou documentos obtidos através do Portal da Transparência da Prefeitura de Tuparetama para respaldar suas alegações.

Outro ponto levantado pela defesa de Maria das Dores é a suposta interferência de Lívia Renato Pessoa, filha de Andréa Patrícia Renato Pessoa, que teria atuado como Coordenadora da Comissão Especial Eleitoral – CEE durante o processo eleitoral, o que contraria as normas que impedem membros da CEE de participarem do pleito eleitoral.

A defesa de Maria argumenta que as ações das candidatas e a falta de afastamento de suas funções durante a candidatura comprometeram a lisura do processo eleitoral para o Conselho Tutelar, ferindo o disposto no Edital Nº 01/2023 e a Resolução do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente – CONANDA.

Na última sexta-feira (6), Maria das Dores protocolou junto ao Ministério Público de Pernambuco (MPPE) cópias da documentação entregue ao Conselho Municipal para que o Órgão esteja ciente. Leia aqui a íntegra da Petição.

Outras Notícias

Apenas “Bujão” registrou chapa em Solidão

Mesmo com Solidão tendo sido uma das primeiras câmaras da região a aprovar a reeleição para a Presidência, a vereadora Eliana de Genivaldo não deverá concorrer a um segundo mandato por falta de apoio. Por enquanto apenas uma chapa está confirmada para a eleição que vai acontecer na quinta-feira dia 29 de novembro, formada pelos […]

Mesmo com Solidão tendo sido uma das primeiras câmaras da região a aprovar a reeleição para a Presidência, a vereadora Eliana de Genivaldo não deverá concorrer a um segundo mandato por falta de apoio.

Por enquanto apenas uma chapa está confirmada para a eleição que vai acontecer na quinta-feira dia 29 de novembro, formada pelos vereadores Antônio Bujão (PSB) Presidente; Edleuza Godê (PSD) primeira secretária e Viturino Melo (PSB) Segundo Secretário.

A chapa única junta vereadores governistas, aliados do prefeito Djalma Alves (PSB) e a vereadora Edleuza Godê campeã de votos da eleição de 2016 no palanque da oposição. A informação é de Anchieta Santos para o blog.

Moro defende criação de vagas no sistema prisional e penas mais severas

Do Poder 360 O juiz federal Sérgio Moro afirmou nesta quinta-feira (8) ser necessário criar vagas e “ter um filtro melhor” no sistema prisional. O futuro ministro voltou a defender punição mais severa para crimes graves. Moro ainda defendeu a aprovação com celeridade de um plano anticorrupção “forte, mas simples”. Para o magistrado, o pacote […]

Sérgio Lima/Poder360

Do Poder 360

O juiz federal Sérgio Moro afirmou nesta quinta-feira (8) ser necessário criar vagas e “ter um filtro melhor” no sistema prisional. O futuro ministro voltou a defender punição mais severa para crimes graves.

Moro ainda defendeu a aprovação com celeridade de um plano anticorrupção “forte, mas simples”. Para o magistrado, o pacote das dez medidas anticorrupção em tramitação no Congresso pode ser reduzido. As declarações foram dadas após reunião do magistrado com o atual ministro da Justiça, Torquato Jardim.

O futuro ministro da Justiça e Segurança Pública afirmou que não há plano específico para a área e que “seria péssimo adiantar essas ideias” antes de estarem finalizadas.

“É o momento propício para a apresentação de um projeto legislativo”, disse em relação ao futuro governo. “As dez medidas estão dentro desse radar. Algumas dessas propostas serão resgatadas, outras talvez não são tão pertinentes como eram no passado e certamente há coisas novas que devem ser inseridas.”

Moro e Jardim conversaram por cerca de 30 minutos. O juiz afirmou que pretende dar continuidade aos trabalhos do ministério. “Não sou daqueles que assume reclamando que existe uma herança maldita”, afirmou. “É inegável que houve avanços nos últimos anos nessa área.”

A equipe do ministério montou estrutura para que ambos dessem declaração, mas Moro recusou uma coletiva. “Sei que vocês fazem os seus trabalhos, vocês têm interesse, mas eu dei uma entrevista coletiva faz dois dias. [Eu] não tenho novidades.”

Foi a 1ª visita de Moro ao ministro da Justiça. Na quarta-feira (7), o juiz esteve no mesmo prédio, mas para visitar o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann. Ele defendeu o uso da verba das loterias para a área.

Moro passou o dia em Brasília no espaço destinado para a transição do governo. Ele afirmou está usando estes dias para tomar conhecimento dos processos em andamento nos setores que assumirá no próximo ano. O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), deu ao juiz um superministério formado por uma composição de áreas.

Ex-prefeito de Água Branca, PB, é condenado por improbidade administrativa

Ex-gestor teria contratado, em 2009, bandas e artistas por meio de empresas sem exclusividade permanente. O ex-prefeito de Água Branca, no Sertão paraibano, Aroudo Firmino Batista, teve os direitos políticos suspensos e foi condenado a pagar uma multa de R$ 20 mil por contratar bandas e artistas por meio de empresas sem exclusividade permanente. Três […]

Aroudo Firmino Batista foi condenado em sentença do grupo da Meta 4 do CNJ. — Foto: Ednaldo Araújo/TJPB

Ex-gestor teria contratado, em 2009, bandas e artistas por meio de empresas sem exclusividade permanente.

O ex-prefeito de Água Branca, no Sertão paraibano, Aroudo Firmino Batista, teve os direitos políticos suspensos e foi condenado a pagar uma multa de R$ 20 mil por contratar bandas e artistas por meio de empresas sem exclusividade permanente.

Três empresas produtoras de eventos também foram condenadas na sentença dada pelo juiz Rusio Lima de Melo, do grupo da Meta 4, do Conselho nacional de Justiça (CNJ). Ainda cabe recurso à decisão.

De acordo com a denúncia que consta nos autos da Ação Civil de Improbidade Administrativa impetrada pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB), no ano de 2009, em quatro datas comemorativas (Carnaval, São João, emancipação política e réveillon), o ex-gestor gastou R$ 100 mil com a contratação direta dos artistas e bandas, um valor que seria elevado para o porte do município.

Ainda conforme a denúncia, o ex-prefeito teria argumentado que a licitação para a contratação das bandas e artistas seria inexigível pois as empresas seriam empresários exclusivos das bandas que pretendia contratar, quando na verdade, os empresários eram intermediários.

Na defesa, o ex-gestor afirmou que sempre agiu com zelo na administração e que as cartas de exclusividade eram analisadas pela comissão de licitação. Aroudo Firmino alegou que não tinha razão para desconfiar de eventuais erros, pois os integrantes da comissão eram pessoas de confiança.

Consta nos autos ainda que o gestor alegou que os gastos foram razoáveis e pediu a improcedência da denúncia.

As empresas alegaram nos autos do processo a validade das cartas de exclusividades apresentadas na comissão de licitação, além de que os valores eram compatíveis com a média do mercado e que não houve dolo ou prejuízo ao erário.

Ao analisar as provas, o juiz destacou que tanto o gestor quanto as empresas agiram de má-fé ao realizar as contratações ilegais com a finalidade de burlar a lei.

“A contratação de intermediadores de eventos deveria ocorrer com abertura de licitação para que outras empresas pudessem dela participar, em respeito ao princípio da isonomia e à seleção da proposta mais vantajosa para administração”, enfatizou Rusio Lima.

Alexandre Morais estreia no cinema como Coronel Raimundo em “Légua Tirana”

É estreia do multiartista afogadense em longas, no filme que conta a infância e adolescência do Rei do Baião,  Luiz Gonzaga O afogadense, poeta, produtor cultural, cordelista, declamador e ator, Alexandre Morais, terá a sua estreia nas telas dos cinemas de todo o Brasil, especialmente na capital pernambucana. O poeta, como é conhecido, também tem […]

É estreia do multiartista afogadense em longas, no filme que conta a infância e adolescência do Rei do Baião,  Luiz Gonzaga

O afogadense, poeta, produtor cultural, cordelista, declamador e ator, Alexandre Morais, terá a sua estreia nas telas dos cinemas de todo o Brasil, especialmente na capital pernambucana. O poeta, como é conhecido, também tem seu sangue correndo na veia da sétima arte.

Depois de participar de alguns curtas como “A Bailarina e a Moça”, “Redenção”, “Liberdade Condicional”, “O Eu e O Outro”, “Pra Tocar os Dias”. Além da produção e roteiro em “As Quatro Velas”, “A Língua do P”, “Hu-Manos e “Transposição”, todos estes gravados em Afogados da Ingazeira, Morais, a convite do produtor Marcos Carvalho, partiu para o município de Exú, na região do Araripe, terra de Luiz Gonzaga, onde inicia as gravações de “Légua Tirana”.

Alexandre Morais ficou na responsabilidade de representar o Coronel Raimundo, pai de Nazinha, a primeira paixão do Rei do Baião, e o responsável pela surra que motivou a partida de Gonzaga da Velho Exú.

“Tive o prazer de assistir ao trailer do filme e, embora não seja crítico de cinema, é perceptível a boa atuação do afogadense nas cenas em que participa. O olhar e fala firme dos bons atores será refletida na telona em todas as cenas representadas pelo poeta”, diz o historiador Alexsandro Acioly.

Em entrevista a Cláudio Gomes e Michelli Martins, no programa Domingão da Pajeú,  Moraes detalhou a preparação para interpretar um personagem determinante no futuro de Gonzagão.

Foi na adolescência que o Rei do Baião conheceu o amor, se apaixonando por Nazinha, filha de um dos homens mais importantes da região, o coronel Raimundo Milfont. Quando soube do namoro, o pai dela não aprovou o relacionamento por considerar Luiz “um sanfoneirinho sem futuro”.

Gonzaga, sabendo disso, tirou satisfações com ele meio bêbado e o afrontou com uma faca pequena. O coronel, que também o ameaçou de morte, falou do atrevimento do jovem Gonzaga para a sua mãe e, chegando em casa, ele levou uma surra. Triste e revoltado por não ter permissão para casar com a moça, Luiz Gonzaga resolveu fugir para Crato, no Ceará. Foi essa fuga que abriu caminhos para Luiz Gonzaga iniciar sua vida artística.

Luiz Gonzaga – Légua Tirana, é nada mais nada menos que um belo passeio entre a infância e a adolescência do maior ícone da música nordestina, Luiz Gonzaga, onde ficarão evidentes as principais referências culturais e religiosas que o levaram a escrever canções simbólicas e marcantes.

Alexandre Morais estreia nas telas dos cinemas brasileiros passeando poeticamente entre estrelas já conhecidas do público, como Tonico Pereira, Cláudia Ohana, Luiz Carlos Vasconcelos, Chambinho do Acordeon, Wellington Lugo, Kayro Oliveira, Ivanildo Gomes Nogueira (Batoré da Praça é Nossa) e o nosso Coronel Raimundo, Alexandre Morais.

O filme tem a direção de Marcos Carvalho e Diogo Fontes.

Vereador descreveu ventania achando que era o fim dos tempos

Na era dos smarthfones, muitos foram os registros dos estragos feitos pela força da natureza e pelo medo que tomou conta da população do Pajeú na tarde de ontem. Passado o susto, já para, de forma mais descontraída, escolher o registro mais hilário da ventania. O repórter popular campeão nos registros do vendaval foi Aderbal […]

pe_25712_14000_13Na era dos smarthfones, muitos foram os registros dos estragos feitos pela força da natureza e pelo medo que tomou conta da população do Pajeú na tarde de ontem. Passado o susto, já para, de forma mais descontraída, escolher o registro mais hilário da ventania.

O repórter popular campeão nos registros do vendaval foi Aderbal Ned Leite De Brito, o Bal de Riacho do Meio. No afã de descrever o fenômeno natural, Bal adotou tom sensacionalista. “Preste atenção! Algo muito estranho está acontecendo! Deus tenha pena de Riacho do Meio!”

Sem títuloBal segue com seu relato enquanto é possível ver o vento varrendo a comunidade. Muita poeira, alarmes de carros disparando, copas de árvores sacudindo com o vento e gritaria de menino.  Agora, depois do susto que ele e a população passou, dá pra se divertir um pouco com essa descrição.

Clique abaixo e ouça o relato de Bal em áudio. E clicando aqui, você pode ver o vídeo com imagens da ventania no Distrito.