Túlio Gadelha atende discurso do “palanque amplo” de Raquel
Por Nill Júnior
A movimentação que pegou muita gente de surpresa acaba de ser confirmada: Túlio Gadêlha está de malas prontas para o PSD e já carimbou o passaporte para disputar o Senado na chapa da governadora Raquel Lyra.
No comentário para o Jornal Itapuama desta quarta-feira (1°) destaco que essa não é apenas uma troca de legenda; é um movimento que atende à estratégia da governadora Raquel Lyra de ter um palanque plural e amplo, com a presença de Túlio e dos raquelistas do PT para pregar também alinhamento com o presidente Lula.
Curioso é que a poucos dias, Túlio Gadelha era o principal incentivador da pré-candidatura do Reitor da UFPE, Alfredo Gomes, ao Governo do Estado. O Reitor certamente viu a movimentação e a possibilidade de ser rifado. Pulou fora antes que o barco naufragasse de vez.
Em nota ao blog, a oposição de Sertânia criticou a estão Ângelo Ferreira após a Medida Cautelar do TCE que determinou interrupção no pregão eletrônico 008/2018, cujo para compra de combustíveis para atender às demandas da prefeitura, e dos Fundos Municipais de Saúde e de Assistência Social. “Vivemos tempos sombrios no município, onde faltam remédios, […]
Vereadores da oposição em Sertânia assinaram documento
Em nota ao blog, a oposição de Sertânia criticou a estão Ângelo Ferreira após a Medida Cautelar do TCE que determinou interrupção no pregão eletrônico 008/2018, cujo para compra de combustíveis para atender às demandas da prefeitura, e dos Fundos Municipais de Saúde e de Assistência Social.
“Vivemos tempos sombrios no município, onde faltam remédios, médicos, a educação está abandonada, entre tantos desmandos da gestão municipal. Mas por esta ninguém esperava. O prefeito Ângelo Ferreira foi pego de calças curtas pelo Tribunal, licitando a compra de quase seis vezes a quantidade de combustível que é consumido pela prefeitura”, diz a nota.
Como o TCE noticiou em nota divulgada pelo blog, com base nas informações prestadas pela prefeitura, o TCE concluiu que o gasto médio anual do município com a compra de combustíveis no período de 2014 e 2017 foi de R$ 869.663,40 e que a proposta de preço apresentada pela empresa vencedora do certame, Revendedora Elo Ltda. referente ao mencionado pregão, estava 562,19% superestimado em relação à média de gastos dos exercícios anteriores e 397,11% em relação ao exercício de 2017.
“O que se ver hoje é uma prefeitura que coleciona escândalos, que prioriza licitações suspeitas, as quais estão sendo investigadas por órgãos competentes, mas esquece-se do povo, sobretudo dos mais carentes”, diz a oposição.
“Um governo se preze, zela pelo o que é do povo, a atual gestão preza apenas sua bonita propaganda, de uma Sertânia que só existe no imaginário do prefeito, mas o que a população e os órgãos de fiscalização veem é isto: licitações suspeitas bloqueadas pelos órgãos de fiscalização, seleções de pessoal bloqueada na justiça, extinção de cargos e perseguição a funcionários públicos”, segue.
E concluem : “nós que fazemos a oposição de Sertânia nos juntamos ao povo sertaniense que deseja um governo honesto e sem sobressalto e cuidando do nosso dinheiro, revertendo-o em ações que melhorem a vida de todos”.
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira e o Comitê de Bacias Hidrográficas do Rio São Francisco – CBHSF, promoveram esta semana, uma capacitação com agricultores familiares irrigantes sobre manejo de sistemas de irrigação. Foram dois dias de curso, com aulas teóricas na CAGEPE e aulas práticas no sítio Poço da Volta, com o acompanhamento das […]
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira e o Comitê de Bacias Hidrográficas do Rio São Francisco – CBHSF, promoveram esta semana, uma capacitação com agricultores familiares irrigantes sobre manejo de sistemas de irrigação.
Foram dois dias de curso, com aulas teóricas na CAGEPE e aulas práticas no sítio Poço da Volta, com o acompanhamento das secretarias municipais de meio ambiente e de agricultura. Foram beneficiados 96 agricultores e agricultoras familiares do município.
Ao final do curso, cada produtor recebeu um tensiômetro, aparelho que mede a umidade do solo e indica o momento certo para irrigar. A Secretaria de Agricultura disponibilizará três técnicos capacitados para prestar assistência aos agricultores irrigantes de Afogados.
“Apresentamos a proposta do curso ao comitê e fomos a única proposta aprovada em todo o Estado de Pernambuco,” ressaltou o secretário de meio-ambiente de Afogados, Adelmo Santos.
“Essa ação conta com a importante parceria do sindicato de trabalhadores e trabalhadoras rurais de Afogados. A gente vive numa região semiárida, onde a água é um recurso escasso, e esse curso é fundamental para que nós possamos aprender a otimizar a utilização da água, esse bem tão precioso,” afirmou Valberto Amaral, secretário de agricultura de Afogados.
Na cerimônia de abertura do curso, representantes do CBHSF entregaram o prêmio “personalidade do Rio” ao Prefeito Sandrinho Palmeira e aos ex-prefeitos Totonho Valadares e José Patriota (in memoriam), pelos relevantes serviços prestados e parcerias firmadas em prol do fortalecimento do comitê.
“Homenagens em vida são sempre mais importantes. E eu fico muito feliz em poder receber esse troféu ‘personalidade do rio’ em nome de Totonho, essa figura pública com mais de quarenta anos dedicados ao desenvolvimento de Afogados, e ao fortalecimento do comitê de bacias do São Francisco,” destacou Daniel Valadares.
“A gente precisa valorizar o meio-ambiente, investir em políticas públicas de sustentabilidade, fazermos a nossa parte para minimizar os impactos da ação do homem em nosso planeta tão agredido. Valorizar a agricultura familiar, investir na recuperação de nossas áreas degradadas, na recuperação de nossas nascentes, no melhor uso da água para irrigação é fazer a nossa parte como gestor público,” afirmou Sandrinho Palmeira.
Decisão coloca o gestor petista na campanha da candidata do PDT e soma Tabira à rede de apoios municipais reunida por Marília no interior. O prefeito de Tabira, Flávio Marques (PT), anunciou apoio à candidatura de Marília Arraes (PDT) ao Senado nas eleições de 2026. Segundo o material divulgado pela campanha, a decisão também envolve […]
Decisão coloca o gestor petista na campanha da candidata do PDT e soma Tabira à rede de apoios municipais reunida por Marília no interior.
O prefeito de Tabira, Flávio Marques (PT), anunciou apoio à candidatura de Marília Arraes (PDT) ao Senado nas eleições de 2026.
Segundo o material divulgado pela campanha, a decisão também envolve integrantes do grupo político do prefeito no município. Flávio afirmou que a escolha foi discutida internamente e relacionou o apoio à expectativa de representação dos interesses de Tabira e do Sertão do Pajeú no Senado.
“Tabira e o Pajeú precisam ter no Senado uma voz que conheça Pernambuco e esteja disposta a trabalhar pelos municípios. Conversamos com o nosso grupo e tomamos essa decisão com muita segurança”, afirmou.
Marília agradeceu a adesão e destacou a importância de ampliar suas articulações políticas no Pajeú. A candidata afirmou que pretende manter diálogo com os municípios da região caso seja eleita.
Nas últimas semanas, Marília também recebeu declarações de apoio dos prefeitos Bebe Água, de Betânia; Júnior Vaz (PV), de Pedra; Duda Lira (União), de Cupira; Mary Gouveia, de Escada; Carrapicho (Republicanos), de Tamandaré; Josafá Almeida (PRD), de São Caetano; e Dr. Ruy (PSB), de Bonito.
Também foram anunciados apoios do ex-prefeito de Escada Jandelson Gouveia, da vice-prefeita de Camaragibe, Comandante Débora (PT), e do candidato a deputado estadual Jobson Almeida (Republicanos).
Foto: Crysli Viana
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Estadão Conteúdo Um debate sem discussões de ideias, sem que candidatos apresentem seus programas de governo e deixem claro ao eleitor o que vai acontecer ao longo dos próximos quatro anos. Jair Bolsonaro (PL) e Lula (PT) protagonizaram ao vivo na Rede Globo um indecoroso fim de segundo turno, com constantes trocas de acusações, informações […]
Um debate sem discussões de ideias, sem que candidatos apresentem seus programas de governo e deixem claro ao eleitor o que vai acontecer ao longo dos próximos quatro anos.
Jair Bolsonaro (PL) e Lula (PT) protagonizaram ao vivo na Rede Globo um indecoroso fim de segundo turno, com constantes trocas de acusações, informações infundadas e ataques pessoais que em nada agregaram no campo das ideias, nas necessidades do País quanto à pobreza, fome, o desemprego, o equilíbrio fiscal, a educação e a saúde.
O presidente Jair Bolsonaro (PL) e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) iniciaram o último debate do segundo turno das eleições, organizado pela TV Globo, com um embate sobre o salário mínimo e outros benefícios trabalhistas.
O chefe do Executivo acusou a campanha do petista de produzir fake news para dizer que ele acabaria com o 13º salário, as férias e as horas extras dos trabalhadores.
“Nós concedemos reajuste ao salário mínimo no mínimo pela inflação”, afirmou Bolsonaro, sobre um dos principais desgastes de sua campanha na última semana. Após vir à tona um plano do Ministério da Economia para desindexar o salário mínimo e os benefícios previdenciários, o presidente e o ministro da Economia, Paulo Guedes, precisaram ir a público prometer o aumento real do mínimo, das aposentadorias e dos salários do funcionalismo público.
No debate, Bolsonaro culpou a pandemia e a guerra da Ucrânia pelo fato de não ter concedido mais benesses durante seu mandato.
A campanha de Lula explorou na TV questões econômicas consideradas frágeis do atual governo, especialmente os estudos do Ministério da Economia sobre desindexação do salário mínimo e fim da dedução de gastos com saúde e educação do Imposto de Renda. Nas propagandas eleitorais, as peças também disseram que Bolsonaro, se eleito, iria acabar com 13º, férias e horas extras.
Lula evitou responder pelos materiais divulgados pela sua campanha e se limitou a dizer que Bolsonaro é “mentiroso” e já mentiu mais de 6.000 vezes.
“Eu não fico dentro do Palácio sem trabalhar vendo televisão, tenho coisa mais importante para fazer”, provocou. “Parece que o meu adversário está descompensado, porque ele é um samba de uma nota só”, afirmou o petista.
Sobre o salário mínimo, o ex-presidente acusou o adversário de não ter reajustado durante os quatro anos de governo o reajuste no salário mínimo.
“Eu não sei o que nosso adversário está vendo, porque a verdade nua e crua é que o salário mínimo dele hoje é menor do que quando ele entrou”, disse. O ex-presidente também afirmou que Bolsonaro não reajustou os benefícios da merenda escolar.
Bolsonaro disse que as pesquisas que mostram o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente na corrida pelo Palácio do Planalto são “fajutas”. Ao associar o petista à corrupção, o chefe do Executivo perguntou a Lula se “o crime compensa”. O candidato à reeleição citou escândalos na Petrobras.
Lula, por sua vez, criticou a política externa do governo Bolsonaro. “O Brasil hoje é mais isolado que Cuba”, declarou o petista. O presidente, por sua vez, disse que o PT apoia Venezuela, Cuba e Argentina.
No primeiro bloco, em que os candidatos tinham 15 minutos livres cada um, para tratar de qualquer assunto, o relógio andava devagar, travado. Bolsonaro e Lula jogavam a bola um para o outro. O ritmo era frenético: Bolsonaro anunciou novo salário mínimo de R$ 1,4 mil, Lula disse que vai isentar do Imposto de Renda vencimentos de até R$ 5 mil.
As acusações sobraram até mesmo para o mediador, William Bonner.
Bolsonaro chamou Lula de mentiroso e bandido. Perguntou ao ex-presidente onde estava José Dirceu, ex-ministro da Casa Civil. Lula devolveu, ligando o presidente a Roberto Jefferson, ex-deputado federal preso no último fim de semana e que resistiu atirando em agentes da Polícia Federal.
A troca de acusações entre Lula e Bolsonaro poderia ter se reduzido no segundo bloco, quando os presidenciáveis tinham que obrigatoriamente escolher um tema. Não foi o que houve.
Lula escolheu falar sobre combate à pobreza, mas o que houve foi a mesma troca de acusações entre ambos: Bolsonaro chamando Lula de corrupto, agora com um tom de voz acima do normal; e Lula não se esqueceu de mencionar acusações que pesam sobre o presidente e seus familiares sobre a compra de imóveis com dinheiro em espécie.
Na sequência, Bolsonaro escolheu para debater sobre respeito à constituição. Em vez de garantir a aplicação da Constituinte de 1988, Bolsonaro acusou Lula de defender a invasão de terras e propriedades nas cidades, o que não é verdade.
O que seria uma discussão sobre instituições, se tornou uma troca de acusações sobre aborto: Lula leu um trecho de uma entrevista em que Bolsonaro recomendaria a distribuição de ‘pílula de aborto’. Quase gritando, Bolsonaro chamou o petista de abortista.
Lula prometeu no terceiro bloco tratar sobre propostas.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL) trocaram farpas sobre a ligação com Roberto Jefferson, ex-deputado que atirou 50 vezes e atirou três granadas contra policiais federais neste domingo, 23. “O seu modelo de cidadão é (Roberto) Jefferson armado até os dentes”, disse o petista.
Bolsonaro tentou se desprender de Jefferson, lembrando da ligação de Lula com o ex-presidente do PTB no escândalo do mensalão e disse que determinou a prisão imediata do ex-parlamentar. A negociação até a entrega do ex-deputado durou mais de 5 horas. Lula triplicou dizendo que o mandatário foi orientado a se fastar de Jefferson, e disse que eles são amigos.
“Alguém te orientou ‘se afasta de Roberto Jefferson’. Você mandou a polícia negociar. Porque se fosse um negro, você iria mandar matar. Mas como foi seu amigo.”
A regra do quarto bloco foi semelhante ao segundo, quando os candidatos precisavam escolher temas para debater. Novamente, ambos não respeitaram a regra do debate. O tema escolhido por Bolsonaro – criação de empregos – não foi amplamente debatido. Em vez disso, Lula e Bolsonaro ficaram debatendo (discutindo?) sobre qual político é capaz de atrair para seu espectro político mais prefeitos durante o segundo turno. O que isso interessa ao País? Difícil saber. O debate (discussão?) terminou de forma constrangedora com Bolsonaro erguendo as duas mãos para o céu e gritando o seu lema de campanha. Lula então escolheu falar sobre emergência climática.
E o que se seguiu foi um embate exaustivo sobre quem desmatou mais e quem desmatou menos a Amazônia. Propostas? De verdade sobre o tema, muito pouco. Talvez se os candidatos tivessem assistido evento realizado pelo Estadão na última semana, que tratou sobre Amazônia, teriam escutado o que disse a líder indígena do povo Witoto, Vanda Witoto, sobre o assunto: “O mundo ainda nos olha por satélites e não consegue enxergar nossas vidas”. Pelo jeito, os presidenciáveis também não enxergam.
Ao fim, os candidatos pediram seus votos, com Lula lamentando como as discussões transcorreram.
Do Estadão Conteúdo Em uma agenda em Pernambuco, um dos principais redutos eleitorais do ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente Michel Temer ouviu uma série de elogios ao petista, pelo fato de ser ele o responsável pelo início das obras do projeto de integração do Rio São Francisco. O evento acontece […]
Em uma agenda em Pernambuco, um dos principais redutos eleitorais do ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente Michel Temer ouviu uma série de elogios ao petista, pelo fato de ser ele o responsável pelo início das obras do projeto de integração do Rio São Francisco. O evento acontece nesta sexta-feira, 2, em Cabrobó e o presidente Temer iniciou discurso após a fala de outros políticos.
“Eu quero agradecer ao presidente Lula, que iniciou essa obra”, afirmou o prefeito de Cabrobó (PE), Marcílio Cavalcanti (MDB). O governador de Pernambuco em exercício, Raul Henry (MDB), também citou que foi Lula que iniciou a obra, mas exaltou o fato de Temer continuá-la. “O senhor, como estadista, deu continuidade a obra”, disse.
Já o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB) fez uma defesa do presidente e exaltou a recuperação econômica. “O senhor não veio a Cabrobó disputar a paternidade de obra com ninguém”, afirmou.
O senador também defendeu a reforma da Previdência e reforçou o discurso do governo que se ela não for feita os aposentados correm o risco de ficar sem o benefício. “Esse debate precisa ser enfrentado com serenidade de transparência. O Congresso reabre semana que vem e agenda de reformas continua”, disse.
O ministro da Integração nacional, Helder Barbalho, tentou minimizar a participação de Lula na obra e afirmou que o “debate de paternidade é um debate pequeno”. “Essa obra é do povo brasileiro, do povo nordestino”, comentou. “Essa obra é maior do que qualquer pessoa.”
A obra
A segunda estação de bombeamento do Eixo Norte, em Cabrobó, de acordo com o governo, vai reforçar o abastecimento a 9,2 mil habitantes do município. Com o funcionamento desta nova estação, a água do Rio São Francisco será elevada a 58,5 metros de altura, o equivalente a um prédio de 19 andares.
A expectativa, segundo o governo, é que até o final deste ano, mais de 7 milhões de pessoas dos Estados de Pernambuco, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte recebam as águas do São Francisco.
De acordo com o ministério da Integração Nacional, a ordem de serviço assinada pelo governo federal, no valor de R$ 6,5 milhões, será destinada para o início da obra de recuperação e modernização da Barragem Barra do Juá, localizada em Floresta (PE), e para o Eixo Leste, que já está em funcionamento.
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