Triunfo: fiscalização combate aglomerações na zona rural
Por André Luis
Com bom índice de chuvas, pessoas buscam pontos como cachoeiras e barragens para o lazer.
Neste domingo (25), às equipes da Secretaria Municipal da Saúde, Guarda Civil Municipal e Polícia Militar continuaram com as fiscalizações para orientar e coibir aglomerações no Município de Triunfo, com o objetivo de conter a contaminação de Covid-19.
Segundo a Secretaria de Saúde: “devido aos excelentes índices de chuva, poços, lagos e cachoeiras estão ativas com um lindo aspecto paisagístico. Porém, o banho está proibido desde Janeiro/2021. Fazer isso reúne pessoas, o que pode trazer sérias consequências na saúde dessas por estarmos atravessando um momento crítico que é a pandemia de Covid-19”.
A ação deste domingo passou pelos seguintes pontos: Barragem do Cajueiro; Poços em Canaã; Poço dos Tunicos e Cachoeira do grito.
“Precisamos cada vez mais despertar a consciência e reforçar os cuidados. Não vamos relaxar”, reforça a Secretaria de Saúde.
A Primeira Câmara do Tribunal de Contas de Pernambuco julgou nesta quinta (21) a Prestação de Contas de Governo da Prefeitura de Flores, exercício financeiro de 2017, de interesse do prefeito Marconi Martins Santana. No julgamento, a Primeira Câmara, à unanimidade, emitiu Parecer Prévio recomendando à Câmara Municipal de Flores a aprovação com ressalvas das […]
A Primeira Câmara do Tribunal de Contas de Pernambuco julgou nesta quinta (21) a Prestação de Contas de Governo da Prefeitura de Flores, exercício financeiro de 2017, de interesse do prefeito Marconi Martins Santana.
No julgamento, a Primeira Câmara, à unanimidade, emitiu Parecer Prévio recomendando à Câmara Municipal de Flores a aprovação com ressalvas das referidas contas, relativas ao exercício financeiro de 2017.
Foi o primeiro ano desse ciclo de gestão do prefeito, eleito em 2016. Marconi tem outros mandatos no executivo. O gestor tem direito à disputa da reeleição em 2020.
Folha das Cidades No dia seguinte à sessão ordinária da Casa James Pacheco que adiou a votação do Projeto de Lei que reajustava o Piso Nacional dos Professores da Educação Básica devido a falhas, vereadores se reuniram, com o Sindicato da categoria. Participaram Weverton Siqueira, o Siqueirinha (PSB), presidente da Casa, Rodrigo Roa (Avante), Célia […]
No dia seguinte à sessão ordinária da Casa James Pacheco que adiou a votação do Projeto de Lei que reajustava o Piso Nacional dos Professores da Educação Básica devido a falhas, vereadores se reuniram, com o Sindicato da categoria.
Participaram Weverton Siqueira, o Siqueirinha (PSB), presidente da Casa, Rodrigo Roa (Avante), Célia Galindo (PSB) e Zirleide Monteiro (PTB), que pediu vistas. O encontro foi com os representantes do SINTEMA, o sindicato dos servidores municipais.
Na pauta da reunião as propostas de emendas ao projeto que visam dar mais clareza e garantias de que o reajuste de 33,24% seja extensivo a todas as faixas do Plano de Cargos e Carreiras do Magistério. Pelo projeto inicial, não havia clareza quanto a isso, apenas o reajuste do Piso Nacional de R$ 2.886,24 para R$ 3.845,63. Logo após a reunião, os parlamentares e integrantes do sindicato levaram à Secretaria de Gabinete do prefeito as propostas de modificação.
Para marcar o encontro, os quatro vereadores gravaram um vídeo conjunto e estão veiculando em suas redes sociais. Nele, o presidente da casa legislativa, Siqueirinha (PSB), diz que o projeto enviado pelo prefeito Wellington Maciel foi um “mau exemplo” e de como se governa de costas para o povo, afirmando que o projeto é inaceitável.
A vereadora Zirleide Monteiro (PTB) diz que o projeto do prefeito “é uma farsa” já que não dá o reajuste de 33,24% a todas as faixas de professores do Plano de Cargos e Carreiras, ressaltando que vários professores ficariam sem aumento.
Já Célia Galindo, vereadora do PSB, lembra que o prefeito atrasou quase um mês para enviar a proposta combinada com os professores para a Câmara e que, mesmo assim, mandou a lei sem todos os detalhes escritos sobre o reajuste, afirmando que confia na escrita e não nas palavras, ao referir-se a lei corrigida.
Pro fim, o vereador Rodrigo Roa (Avante), criticou o projeto enviado pelo prefeito Wellington dizendo que ele trata os professores como se fossem “professores de primeira, segunda e terceira categoria” aonde uns recebem alguma coisa, outros recebem pouco e outros não iriam receber nada com o projeto enviado.
A Prefeitura de Serra Talhada, por meio da Secretaria de Assistência Social e Cidadania, vai realizar o sorteio de 270 pessoas para preenchimento do cadastro de reserva do Programa Minha Casa Minha Vida, Residencial Vanete Almeida. O sorteio será válido apenas para as pessoas que não foram sorteadas anteriormente e que realizaram a inscrição através […]
A Prefeitura de Serra Talhada, por meio da Secretaria de Assistência Social e Cidadania, vai realizar o sorteio de 270 pessoas para preenchimento do cadastro de reserva do Programa Minha Casa Minha Vida, Residencial Vanete Almeida.
O sorteio será válido apenas para as pessoas que não foram sorteadas anteriormente e que realizaram a inscrição através do site http://minhacasaminhavida.serratalhada.pe.gov.br, no período entre 29 de junho a 22 de julho de 2016.
O novo sorteio acontece nesta segunda-feira, 05 de março, às 10h, na sede da própria secretaria, situada na Rua Comandante Superior, 1059, no bairro Nossa Senhora da Penha.
Em Tabira, o ex-prefeito Dinca Brandino prestou queixa contra o empresário Paulo Manu. Tudo pelas acusações feitas por Paulo que que o ex-prefeito estaria maquinando para ser favorecido no leilão que a gestão Nicinha Melo promoverá dia 21 de março pela manhã. Segundo Manu, “Dinca está depenando as máquinas e retirando peças em melhor estado […]
Em Tabira, o ex-prefeito Dinca Brandino prestou queixa contra o empresário Paulo Manu.
Tudo pelas acusações feitas por Paulo que que o ex-prefeito estaria maquinando para ser favorecido no leilão que a gestão Nicinha Melo promoverá dia 21 de março pela manhã.
Segundo Manu, “Dinca está depenando as máquinas e retirando peças em melhor estado para colocar em máquinas dele”. Ele também acusou o ex-prefeito de “tirar os pneus grandes do ônibus da saúde pra colocar na carreta dele usada em nome de laranjas para o transporte do lixo”.
Dinca fez uma live desmentido Paulo e prestou queixa na Delegacia de Tabira. Na queixa, Dinca alegou que as acusações de Paulo Manu tem cunho pessoal “por divergências de empreendimentos financeiros entre imputado e a vítima há anos”.
A violência contra vereadores, ex-vereadores, prefeitos e ex-prefeitos resultou em pelo menos 40 mortes no Brasil na atual legislatura, segundo registros em reportagens do G1 publicadas entre 2017 e 2018 Nesta semana, a vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ) foi assassinada a tiros no Rio de Janeiro. Ela foi a 40ª vítima. Além desses 40, o G1 também registrou no período os assassinatos […]
A violência contra vereadores, ex-vereadores, prefeitos e ex-prefeitos resultou em pelo menos 40 mortes no Brasil na atual legislatura, segundo registros em reportagens do G1 publicadas entre 2017 e 2018
Nesta semana, a vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ) foi assassinada a tiros no Rio de Janeiro. Ela foi a 40ª vítima.
Além desses 40, o G1 também registrou no período os assassinatos de dois suplentes de vereador (Roberto da Conceição Margarido, de Itatiaia-RJ, e Ueliton Brizon, de Cacoal-RO) e um ex-vice-prefeito (José Roberto Soares Vieira, de Ourolândia-BA).
A morte de Marielle levou milhares de pessoas às ruas em todo o paísem protestos contra o assassinato e a onda de violência na cidade. O Ministério Público avalia pedir a federalização das investigações. O governo federal diz que concentrará “todos os esforços” para identificar e prender os assassinos.
O PSOL, partido ao qual Marielle Franco era filiada, informou ter registrado, desde 2016, 24 mortes de pessoas ligadas a movimentos sociais (quilombolas, indígenas, sindicalistas, MST, etc.) em razão das atividades políticas desenvolvidas por elas.
Em 2016, somente no período eleitoral, a violência contra candidatos atingiu pelo menos 17 estados e levou a 28 mortes. À época, 25 mil militares das Forças Armadas foram destacados para fazer a segurança das eleições, e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pediu à Polícia Federal que investigasse os crimes.
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