Luciano e Miguel Duque se reúnem com governadora Raquel Lyra
Por André Luis
O deputado estadual Luciano Duque e seu filho, Miguel Duque, que foi candidato a prefeito de Serra Talhada nas últimas eleições, estiveram no Palácio do Campo das Princesas, na sexta-feira (25), para uma audiência com a governadora Raquel Lyra.
A pauta do encontro girou em torno de questões importantes para o futuro da cidade, Santa Cruz da Baixa Verde e região.
Miguel Duque destacou o compromisso com o desenvolvimento de Serra Talhada, reforçando a busca por melhorias na infraestrutura e nos serviços oferecidos à população.
“Hoje estivemos com a nossa governadora Raquel Lyra e o deputado Luciano Duque, debatendo pautas importantes para Serra Talhada. Seguiremos unidos para construir um futuro melhor para nossa terra e para todo o nosso estado. Nesta ocasião, pautamos a questão do Instituto Médico Legal (IML) de Serra Talhada, e com certeza vai chegar”, afirmou Miguel, ressaltando a importância da instalação do IML na cidade, uma demanda antiga da população.
O deputado Luciano Duque também ressaltou a relevância do encontro, ampliando o debate para outras cidades do Sertão do Pajeú.
“Tratamos sobre o futuro e o desenvolvimento de Santa Cruz da Baixa Verde, junto com o prefeito eleito Dr. Ismael, sua esposa Tatiane, o ex-prefeito Tassio Bezerra e sua esposa Verlaine”, declarou o deputado, reforçando a necessidade de fortalecer políticas públicas para o crescimento econômico da região.
Mesmo sem ter sido eleito prefeito, Miguel Duque segue participando ativamente das discussões sobre Serra Talhada, mantendo o diálogo com o governo estadual e buscando soluções para questões prioritárias.
Ao lado do pré-candidato a governador de Pernambuco, João Campos, e do prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira, a deputada federal Maria Arraes (PSB) visitou a feira livre do município, na manhã deste sábado (11). O grupo conversou com feirantes e moradores, ouvindo de perto as principais demandas da região. “Sábado é dia de […]
Ao lado do pré-candidato a governador de Pernambuco, João Campos, e do prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira, a deputada federal Maria Arraes (PSB) visitou a feira livre do município, na manhã deste sábado (11). O grupo conversou com feirantes e moradores, ouvindo de perto as principais demandas da região.
“Sábado é dia de feira, e eu fico muito feliz de ser tão bem recebida aqui em Afogados, uma cidade pela qual Arraes tinha um carinho enorme, que fazia questão de visitar e que hoje nos acolhe na construção de um projeto para trazer mais desenvolvimento a toda a região”, destacou Maria.
“Eu já estive aqui tantas vezes, desde criança. Estive com meu pai, o ex-governador Eduardo Campos, e depois tive uma votação muito expressiva no município para deputado federal. É bom a gente ter história e guardar essa memória da vida, porque é aqui que entendemos o valor das nossas raízes, das pessoas que caminham com a gente, e renovamos a vontade de seguir lutando”, afirmou o pré-candidato.
O gestor do município frisou a importância da parceria. “Afogados da Ingazeira está de portas abertas para recebê-los sempre. É com uma construção coletiva que a gente fortalece nossas ações em prol do nosso povo”, destacou Sandrinho. Além de formalizar parceria com o prefeito Sandrinho e o vice Daniel Valadares, Maria Arraes também conta com o apoio dos vereadores César Tenório, Raimundo Lima, Renaldo Lima, Mário Martins e Simone da Feira.
Na sexta-feira, antes de seguir para o Pajeú, a parlamentar esteve no município de Pedra, no Agreste, onde formalizou o apoio do vereador Wilson do Poço do Boi à sua pré-candidatura a deputada estadual. Em seguida, passou por Calumbi, onde também conta com o apoio do vereador Nem.
Por Djnaldo Galindo* A Rádio Independente FM e o instituto IPEC anunciaram a divulgação de uma pesquisa eleitoral registrada em Arcoverde para este sábado. A movimentação na cidade reflete a ansiedade pela nova sondagem, especialmente após os números apresentados pelo Instituto Data Trends em março, que indicavam uma liderança expressiva do ex-deputado federal Zeca Cavalcanti. […]
A Rádio Independente FM e o instituto IPEC anunciaram a divulgação de uma pesquisa eleitoral registrada em Arcoverde para este sábado. A movimentação na cidade reflete a ansiedade pela nova sondagem, especialmente após os números apresentados pelo Instituto Data Trends em março, que indicavam uma liderança expressiva do ex-deputado federal Zeca Cavalcanti.
Na pesquisa registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o nº PE-05437/2024, Zeca Cavalcanti aparecia com 51% das intenções de voto, enquanto Madalena Brito tinha 22% e Wellington Maciel 15%. Brancos e nulos somavam 10%, e 2% dos entrevistados não souberam ou não quiseram responder.
Desde então, Arcoverde tem sido palco de intensas movimentações políticas. A demanda por uma pesquisa do Instituto IPEC, reconhecido por sua precisão na história política local, cresceu significativamente. Comentaristas políticos estão divididos: alguns acreditam que Zeca manteve seu crescimento, enquanto outros apostam em uma queda acentuada.
Gilson Duarte, o Gilsinho, pré-candidato a vice-prefeito pelo PSB, expressou a expectativa do seu grupo político: “Nós também estamos ansiosos pelos números do IPEC. Sabemos da sua seriedade e confiamos em nosso trabalho. Em nenhum momento paramos; estamos visitando, conversando, ouvindo nichos da sociedade e debatendo Arcoverde e o futuro que as pessoas desejam.”
A Rádio Independente entrevistará Edvaldo Silvestre, diretor do IPEC, e divulgará os novos números neste sábado, às 12h.
A possível queda de Zeca Cavalcanti em relação a Madalena Brito adiciona incerteza ao seu grupo político, uma vez que nas últimas eleições ele começou liderando para depois despencar, acumulando um saldo de três derrotas consecutivas. A série de insucessos se estende também à sua família, com derrotas de seu irmão e de sua esposa, todos padronizados por ele.
O que esperar?
A cidade de Arcoverde aguarda com tensão os novos dados. A entrevista de sábado pode ser um divisor de águas, definindo os rumos da campanha eleitoral e consolidando ou abalando as estratégias dos principais candidatos. Zeca Cavalcanti está à beira de um momento crucial: sua liderança será reafirmada ou começará a desmoronar mais uma vez?
*Djnaldo Galindo é formato em História pela AESA e graduando em Ciências Políticas pela Uninter.
O bloco Galo da Travessa fez seu carnaval de dez anos em São José do Egito. Muito frevo e marchinhas arrastaram segundo a PM 13 mil pessoas pelas ruas da cidade no último sábado (7). Este ano o bloco reuniu carnavalescos de cidades do Pajeú e Cariri Paraibano. O prefeito Romério Guimarães, um dos fundadores […]
O bloco Galo da Travessa fez seu carnaval de dez anos em São José do Egito. Muito frevo e marchinhas arrastaram segundo a PM 13 mil pessoas pelas ruas da cidade no último sábado (7).
Este ano o bloco reuniu carnavalescos de cidades do Pajeú e Cariri Paraibano. O prefeito Romério Guimarães, um dos fundadores do bloco participou da festa. O bloco teve seu primeiro desfile em fevereiro de 2006.
Dentre os foliões, os deputados Rogério Leão(PR), Kayo Maniçoba (PHS) ,os ex-prefeitos Zé Marcos de Lima, Marcos César Crispim, o presidente da Câmara Doido de Zé Vicente além de vereadores. Os Cavaleiros da Rosa Mística também abrilhantaram o carnaval do Galo.
Às vésperas da COP30, marcada para ocorrer em Belém (PA), é urgente que o bioma Caatinga, exclusivo do Brasil, ganhe protagonismo nas discussões sobre clima, biodiversidade e uso sustentável do solo. Historicamente menos visado que a Amazônia ou o Cerrado, o bioma merece atenção especial por sua vulnerabilidade, seu papel socioambiental e os desafios que […]
Às vésperas da COP30, marcada para ocorrer em Belém (PA), é urgente que o bioma Caatinga, exclusivo do Brasil, ganhe protagonismo nas discussões sobre clima, biodiversidade e uso sustentável do solo. Historicamente menos visado que a Amazônia ou o Cerrado, o bioma merece atenção especial por sua vulnerabilidade, seu papel socioambiental e os desafios que enfrenta.
A Caatinga abrange aproximadamente 10 % do território nacional e abriga cerca de 32 milhões de pessoas. Trata-se de um ecossistema único, exclusivamente brasileiro, com espécies adaptadas ao semiárido, relevância para a convivência com a seca, para a cultura local e para os serviços ambientais (como regulação de solo e água).
Apesar de ter havido uma retração nas taxas ao longo de algumas décadas, o bioma ainda acumula perdas expressivas e está em novo alerta de aceleração.
Entre 2001 e 2019, o desmatamento anual caiu de cerca de 12.186,41 km² para 1.868,16 km².
Contudo, dados mais recentes mostram que em 2023 foram registrados cerca de 3.189,61 km² de supressão de vegetação nativa na Caatinga.
Em termos de cobertura vegetal desde 1985, o bioma perdeu 8,6 milhões de hectares ou cerca de 14,4% da vegetação nativa entre 1985 e 2023. Restam aproximadamente 59,6% de vegetação nativa.
Em 2023, por exemplo, no estado do Rio Grande do Norte, o desmatamento aumentou 161% em relação a 2022 — quase 9.114 hectares na Caatinga potiguar. Esses dados mostram que o ritmo de regeneração foi insuficiente, e que novos vetores de pressão, como empreendimentos de energia renovável, expansão agrícola, imobiliária e pecuária estão registrando impacto relevante.
A perda de vegetação, combinada com a retração hídrica, torna partes da Caatinga vulneráveis à desertificação, processo lento porém destrutivo para os ecossistemas, para as comunidades locais e para a produção rural.
Estima-se que cerca de 13% do território da Caatinga esteja sob risco ou já em processo de desertificação grave.
Em termos hidrológicos, o bioma perdeu cerca de 40% da superfície de água natural mapeada nos últimos 35 anos.
Entre 1985 e 2020, 112 municípios (equivalente a 9% dos municípios do bioma) classificados como “Áreas Suscetíveis à Desertificação – ASD” nas categorias Grave ou Muito Grave perderam cerca de 0,3 milhões de hectares de vegetação nativa.
Por que esse tema exige destaque na COP30
Integração entre clima, uso da terra e adaptação ao semi-árido
A Caatinga opera em condições de semiárido onde a convivência com a seca já é uma realidade. Inserir esse bioma no debate climático fortalece a agenda de adaptação e resilência, não apenas mitigação;
Biodiversidade e serviços ambientais exclusivos
A singularidade ecológica da Caatinga, com espécies endêmicas, paisagens únicas e populações tradicionais, exige políticas específicas que vão além dos moldes aplicados à Amazônia;
Desmatamento e desertificação como entradas para mecanismos de financiamento climático
A COP30 é uma oportunidade para o Brasil apresentar compromissos e ações concretas para o bioma: metas de desmatamento zero, restauração de áreas degradadas, pagamento por serviços ambientais, uso sustentável da vegetação nativa, políticas de convivência com o semiárido.
Milhões de pessoas vivem no entorno da Caatinga e dependem dela para água, lenha, pastagem, agricultura de subsistência. A negociação global deve reconhecer as interseções entre clima, pobreza, desigualdade e conservação, algo que o bioma traz de forma explícita.
É fundamental estabelecer na COP30 um compromisso específico para a Caatinga: por exemplo, meta de redução de desmatamento até 2030 alinhada ao Plano de Ação para a Prevenção e Controle do Desmatamento e das Queimadas na Caatinga (PPCaatinga).
Fortalecer mecanismos de monitoramento via satélite e alertas precoces, levando em conta que a maioria das supressões no bioma são de pequeno porte (< 10 ha), o que exige alta resolução.
Vincular restauração florestal, uso sustentável da vegetação nativa e incentivo à agroecologia e economia local como parte da política de recuperação.
Incentivar instrumentos financeiros climáticos (como mercado de créditos de carbono, PSA – pagamento por serviços ambientais) que incluam o semiárido e reconheçam a restituição dos serviços ecossistêmicos.
Inserir a temática da desertificação como componente de risco climático para o Nordeste e Norte de Minas Gerais, e não apenas tratar a Caatinga como área de preservação florestal genérica.
Promover a participação das comunidades tradicionais, agricultores familiares e populações rurais no desenho das políticas, reforçando o valor da convivência com o semiárido, inclusive como modelo de resiliência climática. O tempo para agir é agora.
A Escola de Referência Cônego Olímpio Torres do município de Tuparetama foi destaque no SAEPE 2018. Dentre as 42 escolas da Regional de Afogados da Ingazeira (regulares, técnicas, semi integrais e integrais) a EREMCOT de Tuparetama está em primeiro lugar no ranking do SAEPE 2018, nas disciplinas de português e matemática. Segundo a equipe gestora, […]
A Escola de Referência Cônego Olímpio Torres do município de Tuparetama foi destaque no SAEPE 2018.
Dentre as 42 escolas da Regional de Afogados da Ingazeira (regulares, técnicas, semi integrais e integrais) a EREMCOT de Tuparetama está em primeiro lugar no ranking do SAEPE 2018, nas disciplinas de português e matemática.
Segundo a equipe gestora, capitaneada pela diretora Nubia Wênia Rocha Mamede, o sucesso se deve a união e ao comprometimento de todos que fazem essa instituição. Parabéns!
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