Tabira: Flávio Marques anuncia equipe de transição
Por André Luis
O prefeito eleito de Tabira, Flávio Marques (PT), anunciou nesta terça-feira (15) em suas redes sociais que já encaminhou à atual prefeita Nicinha Melo os nomes que irão compor a equipe de transição de governo.
De acordo com a postagem, Marques afirmou que o objetivo da equipe de transição é assegurar que todas as informações sobre a gestão atual sejam repassadas de forma clara e organizada. Segundo o prefeito eleito, isso será fundamental para que sua administração possa iniciar o próximo ano preparada para implementar as mudanças que o município necessita.
“Já encaminhei à prefeita atual de Tabira o ofício com os nomes que irão compor a equipe de transição. A equipe de transição será responsável por garantir que todas as informações da gestão atual sejam passadas de forma clara e organizada para que possamos começar o próximo ano preparados para fazermos as mudanças que Tabira precisa”, destacou Flávio Marques.
A transição de governo é um passo importante para garantir que o novo gestor tenha pleno conhecimento da situação financeira, administrativa e operacional da prefeitura, permitindo a continuidade dos serviços e o planejamento das primeiras ações do novo mandato. O processo ocorre em conformidade com as normas de transição estabelecidas pela legislação municipal.
A obra do Calçadão de Tabira, uma das ações anunciadas no primeiro semestre pela estão Sebastião Dias, está com pontos em que é possível ver o material do piso intertravado se soltando. Imagens de duas semanas depois da instalação do piso mostram pontos em que a fixação não aconteceu adequadamente, a levar em conta as […]
A obra do Calçadão de Tabira, uma das ações anunciadas no primeiro semestre pela estão Sebastião Dias, está com pontos em que é possível ver o material do piso intertravado se soltando.
Imagens de duas semanas depois da instalação do piso mostram pontos em que a fixação não aconteceu adequadamente, a levar em conta as imagens de Internauta Repórter ao blog.
A obra foi iniciada em maio. A promessa foi de que o calçadão antigo seria todo removido e depois, instalado um material novo, o intertravado, facilitando a vida de quem pratica a caminhada e demais atividades físicas. O valor da obra é de R$ 209 mil.
Em junho, o prefeito Sebastião Dias fez uma vistoria na obra, na Avenida Raimundo Ferreira, popularmente conhecida como a rua do Hospital. A emenda parlamentar foi do deputado estadual Antônio Moraes, com contrapartida do município.
A candidata a deputada estadual pela Frente Popular, Ana Callou (PSB) encerrou, nesta sexta-feira (14), a “Caravana da Saúde”, no Sertão do Estado. Ana Callou é sanitarista e foi Secretária Executiva de Coordenação Geral da Secretaria de Saúde de Pernambuco. A caravana realizou visitas, reuniões e auscultas junto à população para levantar as demandas e […]
A candidata a deputada estadual pela Frente Popular, Ana Callou (PSB) encerrou, nesta sexta-feira (14), a “Caravana da Saúde”, no Sertão do Estado. Ana Callou é sanitarista e foi Secretária Executiva de Coordenação Geral da Secretaria de Saúde de Pernambuco. A caravana realizou visitas, reuniões e auscultas junto à população para levantar as demandas e necessidades nesse segmento.
“Me orgulho de ser sertaneja e filha desta terra, e poder olhar nos olhos das pessoas e dizer que é possível fazer melhor e diferente. Levar uma saúde inclusiva, com soluções e muita dignidade. O sentimento do povo é de otimismo e esperança nas melhorias que estamos propondo”, disse Ana Callou.
A “Caravana da Saúde”, de Ana Callou, passou pelas cidades de Serrita, Salgueiro, Floresta, Carnaíba, Afogados da Ingazeira e Iguaracy. Ana Callou, que há quase 20 anos se dedica a Saúde Pública de Pernambuco, é uma das apostas da Frente Popular para renovação na Assembleia Legislativa.
Durante a pré-campanha, a candidata, que já foi presidente do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Pernambuco (Cosems/PE), representando todos o gestores municipais da Saúde, realizou mais de 180 reuniões em 53 municípios em todas as regiões do Estado.
Fundador do Novo anunciou voto em Bolsonaro em 2018, mas hoje o vê como risco maior Coluna Painel S.A./Folha de S. Paulo João Amoêdo, fundador do partido Novo, que declarou voto em Bolsonaro no 2º turno de 2018, já havia sinalizado que anularia neste ano. Mas decidiu votar em Lula, apesar de criticar o petista. […]
João Amoêdo, fundador do partido Novo, que declarou voto em Bolsonaro no 2º turno de 2018, já havia sinalizado que anularia neste ano. Mas decidiu votar em Lula, apesar de criticar o petista.
“Os fatos, a história recente e o resultado do 1º turno, que fortaleceram a base de apoio de Bolsonaro, me levam à conclusão de que o atual presidente apresenta um risco substancialmente maior”, disse Amoêdo à Folha por escrito.
Entre os riscos que o fazem desistir do voto nulo, ele cita a recente declaração de Bolsonaro sobre alterar a composição do STF.
Amoêdo prevê críticas à sua declaração de voto dentro do Novo, mas diz que a liberdade de expressão é um dos princípios do partido.
O sr. já sinalizou que não votaria em Lula nem em Bolsonaro. Há chances de mudar de ideia?
Em outubro de 2018, escrevi um artigo na Folha em que eu justificava e declarava meu posicionamento no 2º turno. Foi um voto contra o projeto petista. Era inadmissível que um partido envolvido em tantos esquemas de corrupção e que conduziu o país à pior recessão pudesse retornar ao poder. Votar em Bolsonaro com todas as suas limitações não era uma opção, mas a falta delas.
Nos últimos 12 anos, dediquei grande parte do meu tempo buscando dar uma contribuição ao país. Fundei um partido, concorri à Presidência em 2018, me posicionei no 2º turno, procurei estar presente no debate público e defendi o impeachment de Bolsonaro desde abril de 2020.
Renunciei à presidência do Novo precocemente para reforçá-lo como instituição. E mesmo distante da gestão, como filiado, trabalhei pela defesa da imagem e da concepção original do partido. Essas ações, e a consequente exposição, resultaram na divulgação de inúmeras narrativas falsas e constantes ataques pessoais, que enfrento ou ignoro com serenidade e segurança por acreditar que estou fazendo o certo.
E agora vai anular? O caminho mais fácil seria não declarar voto, mas seria incoerente com a decisão que tomei em 2010 de participar da vida pública. Vou compartilhar meu posicionamento no 2º turno deste ano e a lógica da decisão.
Nestes quatro anos, regredimos institucionalmente e como sociedade. A paixão e o ódio dominaram o debate político, levando a polarização a níveis inaceitáveis. A independência dos Poderes foi comprometida. O Legislativo foi cooptado pelo orçamento secreto e as emendas parlamentares. O Supremo Tribunal Federal se tornou alvo de ataques frequentes por parte do presidente e seus aliados.
O combate à corrupção foi extinto com a narrativa mentirosa de que ela acabou e com o desmonte da Lava Jato. O descaso com a educação, o meio ambiente, a ciência, a cultura, a responsabilidade fiscal e, acima de tudo, o desprezo pela vida dos brasileiros completam o legado desastroso.
Bolsonaro confirmou ser não apenas um péssimo gestor, como já prevíamos, mas também uma pessoa sem compaixão com o próximo. Ele é incapaz de dialogar, de assumir suas responsabilidades e não tem compromisso com a verdade. É um governante autocrático que se coloca acima das instituições.
Sua visão sobre Lula mudou? Em relação ao PT e a Lula continuo com as mesmas críticas e enormes restrições. Como esquecer o mensalão, o petrolão, a recessão de 2015 e 2016, as pedaladas fiscais, o apoio a ditaduras? Discordo integralmente das ideias e dos métodos. A incapacidade de assumir erros é garantia de erros futuros. Nunca tive dúvida. Nem Lula nem Bolsonaro merecem meu voto. Serei oposição a qualquer um dos dois.
Porém, e infelizmente, a escolha que agora se apresenta na urna não é sobre os rumos que desejo para o Brasil, mas só a possibilidade de limitar danos adicionais ao nosso direito como cidadão. E é só isso que espero manter com essa eleição: o direito de ser oposição. Com eleições regulares, reeleição limitada, instituições minimamente independentes, imprensa livre e segurança para expor minhas ideias. Nada disso está garantido com as duas opções. Mas os fatos, a história recente e o resultado do 1º turno, que fortaleceram a base de apoio de Bolsonaro, me levam à conclusão de que o atual presidente apresenta um risco substancialmente maior.
Será seu 1º voto no PT? No dia 30, farei algo que nunca imaginei. Contra a reeleição de Jair Bolsonaro, pela primeira vez na vida, digitarei o 13. Apertar o botão “Confirma” será uma tarefa dificílima. Mas vou me lembrar do presidente que debochava das vítimas na pandemia, enquanto milhares de famílias choravam a perda de seus entes queridos.
O sr. espera receber críticas no Novo? É possível, mas não seria coerente. O estatuto do Novo não prevê qualquer restrição ao filiado em situações como essa, e um dos princípios do partido é a liberdade de expressão. Além disso, não tive conhecimento de qualquer crítica do partido aos mandatários que declararam voto e apoio a Bolsonaro logo após o término das eleições, mesmo havendo uma diretriz partidária que orientava a instituição e as candidaturas para esse ano como oposição ao governo federal.
No Twitter, o sr. criticou a nova fala de Bolsonaro que cogitou ampliar o STF. Em que medida isso o preocupa? Preocupa muito. A ideia de aumentar o número de ministros do STF para 16, com os dois que deixarão a corte nos próximos anos, permitiria que Bolsonaro, se reeleito, nomeasse sete ministros, que somados aos dois já indicados por ele lhe daria a maioria na corte. Esse tipo de manobra já foi realizada por líderes autocráticos como Hugo Chávez, na Venezuela, e Viktor Orbán, na Hungria. Esse é um dos riscos que me fizeram desistir do voto nulo.
Raio-X
Ex-banqueiro, foi um dos fundadores do partido Novo, em 2011, e se candidatou à Presidência pela legenda em 2018. Ocupou o cargo de presidente da sigla até 2020, quando anunciou que permaneceria somente como filiado.
Vereadores se reuniram no Plenário da Câmara de São José do Egito para discutir como ajudar o município no combate ao Coronavírus. A reunião seguiu todos os protocolos de segurança, principalmente no tocante ao distanciamento e uso de máscaras. A Câmara egipciense já vem adotando desde o início da quarentena postura de enfrentamento ao problema, […]
Vereadores se reuniram no Plenário da Câmara de São José do Egito para discutir como ajudar o município no combate ao Coronavírus.
A reunião seguiu todos os protocolos de segurança, principalmente no tocante ao distanciamento e uso de máscaras.
A Câmara egipciense já vem adotando desde o início da quarentena postura de enfrentamento ao problema, e resolveu colaborar com o Poder Executivo financeiramente.
Ficou decidido que a Casa do Povo fará o repasse/devolução à Prefeitura de R$ 20 mil oriundos do duodécimo, que poderão ser usados para qualquer serviço ou compra de equipamentos em ação exclusiva para o combate à Covid-19. A Câmara também se comprometeu a fazer mais alguma devolução no mês seguinte caso ocorram sobras no duodécimo.
Da reunião compareceram os vereadores Albérico Tiago, Alberto de Zé Loló, Aldo da Clipsi, David Teixeira, Doido de Zé Vicente, Flávio Jucá, Jota Ferreira, Rogaciano Jorge e Tadeu do Hospital. Participaram o secretário municipal de Saúde Paulo de Tarso, a coordenadora em Vigilância Epidemiológica Valdirene Barros e o assessor jurídico da Câmara, Gilberto Costa.
“A Câmara está atenta à toda situação e na luta do enfrentamento ao Coronavírus”. Ele acrescentou que “todos devem estar unidos para que esse mal não avance em nossa comunidade”, disse o presidente Rogaciano Jorge.
O Secretário de Saúde Paulo Jucá informou que a Prefeitura abrirá uma conta específica para essa devolução e ficou acordado que será feita uma prestação de contas de como o valor foi gasto.
Um grupo representando a Diocese de Afogados da Ingazeira embarcou ontem para uma viagem que terá como ponto alto a participação na Jornada Mundial da Juventude, que acontecerá de 26 a 31 de julho em Cracóvia, na Polônia, conhecida por ser a terra do Papa João Paulo II. O tema da Jornada é Ide e […]
Um grupo representando a Diocese de Afogados da Ingazeira embarcou ontem para uma viagem que terá como ponto alto a participação na Jornada Mundial da Juventude, que acontecerá de 26 a 31 de julho em Cracóvia, na Polônia, conhecida por ser a terra do Papa João Paulo II.
O tema da Jornada é Ide e fazei discípulos entre todas as nações (Mt 28,19). A última edição, que aconteceu no Rio de Janeiro, também contou com representação diocesana.
Foi nessa mesma edição que o Papa Francisco encorajou a juventude: “Ide, sem medo, para servir!” – e convidou a todos para a próxima edição em Cracóvia.
Além do Bispo Diocesano Dom Egídio Bisol e um grupo de jovens da Diocese, participam os padres como Josenildo Nunes, Erinaldo Sultério, Claudivan Siqueira, Ailton Nunes e Antonio Rogério.
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