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Solidão registra maior índice de atualização do Cadastro Único em Pernambuco

Por Nill Júnior

Município alcança 97,6% de Taxa de Atualização Cadastral e se destaca entre os melhores resultados do estado

Solidão alcançou um importante reconhecimento estadual ao registrar, em abril de 2026, a maior Taxa de Atualização Cadastral (TAC) de Pernambuco, atingindo o índice de 97,6% no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal.

O resultado foi divulgado por meio do Relatório de Acompanhamento do Índice de Gestão Descentralizada Municipal (IGD-M), instrumento utilizado pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) para avaliar a qualidade da gestão do Cadastro Único e do Programa Bolsa Família nos municípios brasileiros.

A Taxa de Atualização Cadastral mede o percentual de famílias cadastradas que mantêm seus dados atualizados dentro do prazo estabelecido pelo Governo Federal. O indicador é considerado um dos principais parâmetros para avaliar a qualidade da gestão do Cadastro Único, garantindo que os benefícios sociais sejam destinados corretamente às famílias que realmente necessitam do atendimento.

Além de assegurar maior confiabilidade das informações, a TAC também compõe o cálculo do Índice de Gestão Descentralizada Municipal (IGD-M), indicador que influencia diretamente na avaliação da gestão local e no recebimento de recursos destinados ao fortalecimento das ações do Cadastro Único e do Programa Bolsa Família.

Os dados demonstram uma evolução constante do município nos últimos anos:

Ano Taxa de Atualização Cadastral (TAC)

2022 82,7%

2023 86,5%

2024 92,2%

2025 97,1%

2026 97,6%

O desempenho coloca Solidão acima da média nacional, atualmente em 88,7%, evidenciando a eficiência das ações desenvolvidas pela Secretaria Municipal de Assistência Social.

O resultado é atribuído ao trabalho técnico realizado pelas equipes do Cadastro Único, às ações de busca ativa junto às famílias, à atualização permanente dos registros, ao acompanhamento contínuo dos beneficiários dos programas sociais e à regularidade dos procedimentos de gestão e prestação de contas.

“Para a gestão municipal, o índice representa mais do que um resultado estatístico. Ele demonstra organização administrativa, eficiência operacional, compromisso com a população e fortalecimento das políticas públicas de assistência social”, diz em nota.

Outras Notícias

PGR pede ao STF perda de mandatos dos senadores Collor e Delcídio

Pedido foi feito nas denúncias feitas ao STF contra os dois parlamentares. Teor das acusações ainda está em sigilo devido a delações premiadas. Do G1 Nas denúncias que apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF) no ano passado, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu que seja declarada, em caso de condenação, a perda do mandato dos […]

collor_e_delcidio_2Pedido foi feito nas denúncias feitas ao STF contra os dois parlamentares.
Teor das acusações ainda está em sigilo devido a delações premiadas.

Do G1

Nas denúncias que apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF) no ano passado, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu que seja declarada, em caso de condenação, a perda do mandato dos senadores Fernando Collor de Mello (PTB-AL) e Delcídio do Amaral (PT-MS), ex-líder do governo no Senado, preso em Brasília.

Os dois são suspeitos de envolvimento no esquema de corrupção na Petrobras investigado pelaOperação Lava Jato.

As denúncias contra Fernando Collor e Delcídio do Amaral estão em segredo de justiça, mas oG1 apurou que Janot encerra as denúncias em que solicita ao Supremo abertura de ação penal contra os dois senadores com pedido para que sejam obrigados a deixar o cargo.

Essa solicitação é considerada padrão em denúncias de parlamentares e deve se repetir se novos deputados ou senadores forem formalmente acusados de crimes.

As denúncias ainda estão em segredo de justiça porque citam trechos de delações premiadas ainda não homologadas pela Justiça.

Versões dos senadores
G1 procurou a assessoria de Collor e aguardava resposta até a última atualização desta reportagem.

Quando  denunciado, o senador classificou as acusações de um “teatro” montado pela Procuradoria-Geral e negou ter cometido irregularidades.

“O senador Fernando Collor reitera sua posição acerca dessa denúncia, que foi construída sob sucessivos lances espetaculosos. Como um teatro, o PGR [Janot] encarregou-se de selecionar a ordem dos atos para a plateia, sem nenhuma vista pela principal vítima dessa trama, que também não teve direito a falar nos autos”, disse a assessoria do parlamentar quando a denúncia foi protocolada no STF.

G1 deixou recado no celular do advogado de Delcídio Amaral e aguardava resposta até a última atualização desta reportagem.

Quando a denúncia contra o petista foi apresentada pela PGR ao Supremo, a defesa disse que não se manifestaria até o obter o teor das acusações. Em depoimento à Polícia Federal, o senador disse que queria a soltura do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró por “questões humanitárias”, por conhecer a família e ter trabalhado com Cerveró.

Pedidos de perda de mandato também foram feitos por Janot  nas denúncias contra os deputados Vander Loubet (PT-MS), Nelson Meurer (PP-PR) e Arthur de Lira (PP-AL), e na denúncia contra o senador Benedito de Lira (PP-AL).

As acusações
Conforme as investigações, Collor teria recebido, entre 2010 e 2014, R$ 26 milhões como pagamento de propina por contratos firmados na BR Distribuidora.

Já Delcídio do Amaral foi preso no ano passado por tentar atrapalhar as investigações da Operação Lava Jato. Em gravação feita por Bernardo Cerveró, filho do ex-diretor da PetrobrasNestor Cerveró, Delcídio promete falar com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) para libertar o ex-executivo, além de sugerir um plano de fuga para a Espanha passando pelo Paraguai.

Nas peças, o procurador requer “a decretação da perda da função pública para os condenados detentores de cargo ou emprego público ou mandato eletivo, principalmente por terem agido com violação de seus deveres para com o Poder Público e a sociedade”.

O pedido é feito com base em artigo do Código Penal que estabelece a perda do cargo quando aplicada pena de prisão igual ou superior a um ano, nos crimes praticados com abuso de poder ou violação de dever para com a Administração Pública ou superior a quatro anos nos demais casos.

A Constituição prevê que os direitos políticos de um parlamentar são suspensos em caso de condenação criminal transitada em julgado, isto é, após o esgotamento de todos os recursos. Além disso, determina a perda do mandato dos que perdem ou têm suspensos os direitos políticos.

Entendimento do Supremo
Em 2012, quando o Supremo julgou o processo do mensalão, a maioria dos ministros entendeuque uma condenação pela própria Corte levava automaticamente à perda do mandato.

Um ano depois, porém, com a mudança da composição, os ministros mudaram esse entendimento, fixando que cabe ao Senado ou à Câmara votar, em plenário, pela cassação.

O novo entendimento foi fixado em julgamento com placar apertado (5 votos a 4). Depois de 2013, a composição do Supremo sofreu nova modificação, com a chegada de Luís Roberto Barroso e Luiz Fachin.

A depender do posicionamento desses dois magistrados, poderá haver nova modificação no entendimento do STF sobre perda de mandato.

Emídio Vasconcelos: “Patriota representou duas vezes contra Totonho no TCU”

Caro Nill Júnior Ao longo dos últimos anos venho efetuando um debate político em Afogados, sempre fiel às minhas convicções, de modo que numa visão crítica àqueles que outrora apoiei, rompi com Antonio Valadares logo no início da sua gestão. Todos lembram que por essa forma direta de fazer política, fui muito combatido por essa […]

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Caro Nill Júnior

Ao longo dos últimos anos venho efetuando um debate político em Afogados, sempre fiel às minhas convicções, de modo que numa visão crítica àqueles que outrora apoiei, rompi com Antonio Valadares logo no início da sua gestão. Todos lembram que por essa forma direta de fazer política, fui muito combatido por essa atitude, inclusive de forma até desleal por militantes da Frente Popular.

Mais recentemente travei debates com Heleno Mariano na Radio Pajeú, afirmando que no país não foi a corrupção que aumentou e sim o controle social, a fiscalização, as denúncias e principalmente a transparência do Governo Federal, algo que não se reproduz na esfera municipal.

Faço este comentário inicial para externar minha surpresa em saber que o atual prefeito José Coimbra Patriota, entrou com duas denúncias/representações contra o ex-prefeito Antonio Valadares, o que já levou o ex-prefeito a ser condenado numa delas a devolver R$ 140 mil, podendo ainda aumentar para mais de R$ 500 mil se condenado na outra.

Patriota protocolou representação junto ao TCU na intenção de instaurar tomadas de contas especial para apurar irregularidades no convênio 739397/2010, Processo TC-027.629/2013-9. Neste caso, pela contratação dos artistas Louro Santos e Beto Barbosa por R$ 140 mil com dispensa de licitação sob alegação de exclusividade no São João de 2010 considerada carente de documentação na prestação de contas.

Uma segunda representação contra Totonho foi realizada no TCU referente ao convênio 703854/2009 junto ao Ministério do Turismo, com Processo de número TC-012.631/2013-2.

Diante dos fatos acima relatados, se conclui que durante este tempo todo estive correto nas minhas posições e José Patriota somente após eleito, incorpora meu discurso e toma atitude correta em denunciar os desmandos do seu antecessor.

Por outro lado há de se perguntar porque estas denúncias, que foram feitas em 2013, não foram publicitadas?

Venho insistindo em afirmar que a corrupção está em todos os níveis, e está aí a prova, mas infelizmente no nível municipal ainda não se tem a mão enérgica do Estado com maior frequência.

Outro fato relevante é saber qual a real motivação do atual prefeito em manter as denúncias sobre sigilo?

Estamos diante de fatos gravíssimos e esperamos daqueles que em Afogados da Ingazeira, que apontam o dedo para o PT e para o ex-presidente Lula, acusando e tentando criminalizá-lo, que deixem de hipocrisia e prestem esclarecimentos a sociedade.

Emídio Vasconcelos – PT Afogados da Ingazeira

Polêmica do subsídio: vereadores se reúnem com Movimento Fiscaliza Afogados

Uma comissão de vereadores de Afogados da Ingazeira se  reúne na Câmara de Vereadores com representantes do grupo Fiscaliza Afogados, formado por representantes da sociedade civil, que tem pressionado os legisladores a recuar da resolução eu aumentou para R$ 7.535,00 o teto para a legislatura 2017-2020. Quinta passada, uma comissão de vereadores formada por Augusto […]

thumbnail_img-20161013-wa0012Uma comissão de vereadores de Afogados da Ingazeira se  reúne na Câmara de Vereadores com representantes do grupo Fiscaliza Afogados, formado por representantes da sociedade civil, que tem pressionado os legisladores a recuar da resolução eu aumentou para R$ 7.535,00 o teto para a legislatura 2017-2020.

Quinta passada, uma comissão de vereadores formada por Augusto Martins, Raimundo Lima, Igor Mariano e o vice-prefeito eleito Alessandro Palmeira procurou o Vigário Geral da Diocese de Afogados da Ingazeira e se comprometeu em assinar um documento firmando compromisso público em relação ao subsídio cujo teto subiu para R$ 7.513,00.

O compromisso firmado foi de que os salários de onze dos treze que já firmaram a posição é de que abrem mão do aumento do teto enquanto não houver aumento da arrecadação do município, que inclui repasses do FPM e tributos como ISS, ICMS e IPTU.

Dos treze vereadores, apenas Zé Negão e Cancão ainda não haviam sido foram contactados. Mas segundo informado, a comissão formada pela bancada irá procurá-los para buscar deles o mesmo entendimento.

Além desses, a bancada ainda tem Franklin Nazário, Daniel Valadares, Cícero Miguel, Luiz Bizorão, Reinaldo Lima, Rubinho do São João, Sargento Argemiro e Wellington JK.

A proposta deve ser defendida na reunião com a coordenação do grupo.

Lula lidera com 41% contra 36% de Bolsonaro, mostra PoderData

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) segue na liderança na pesquisa realizada pela PoderData e tem, de acordo com a nova rodada do levantamento divulgada nesta sexta-feira 29, 41% das intenções de voto. Jair Bolsonaro (PL) aparece em segundo lugar, com 36%. A pesquisa indica uma consolidação da distância de 5 pontos percentuais […]

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) segue na liderança na pesquisa realizada pela PoderData e tem, de acordo com a nova rodada do levantamento divulgada nesta sexta-feira 29, 41% das intenções de voto. Jair Bolsonaro (PL) aparece em segundo lugar, com 36%.

A pesquisa indica uma consolidação da distância de 5 pontos percentuais entre os dois pré-candidatos apontada no levantamento anterior, divulgado há 15 dias.

O resultado desta sexta também confirma Ciro Gomes (PDT) com o melhor desempenho entre os demais candidatos. Ao todo, o pedetista tem 6% das intenções de voto e está numericamente à frente, mas tecnicamente empatado com João Doria (PSDB), que tem 4%.

Todos os demais candidatos juntos somam apenas 5 pontos percentuais André Janones (Avante) tem 3% e Simone Tebet (MDB) aparece com 1%. Luciano Bivar (União Brasil), que pela primeira vez foi incluído na pesquisa, também soma 1%. Nenhum outro candidato pontua.

Segundo turno

A pesquisa monitorou também as intenções de voto para o principal cenário de segundo turno, entre Lula e Bolsonaro. Neste caso, o petista novamente aparece na frente, com 48% dos votos, ante 39% do ex-capitão.

A distância entre os dois, que chegou a ser de 25 pontos percentuais, hoje é de nove pontos. Vale ressaltar ainda que este saldo não mudou desde o último levantamento, divulgado há 15 dias.

A pesquisa foi realizada entre 24 a 26 de abril com 3 mil entrevistas por telefone. A margem de erro é de 2 pontos percentuais e o nível de confiança é de 95%.

Votos por região

A pesquisa também mostrou que, por região, Lula e Bolsonaro empatam dentro da margem de erro em três: Sul, Sudeste e Centro-Oeste. O petista tem vantagem no Nordeste e o ex-capitão lidera no Norte. A margem de erro não é a mesma em todas as regiões e varia de acordo com o número de entrevistados.

Tabira realiza Licitação para aquisição de equipamentos da Creche

A prefeitura de Tabira, numa ação da Secretaria Municipal de Educação, sob a responsabilidade da Comissão de Licitação realizou na manhã do dia 24/07 Processo Licitatório, na modalidade Pregão Presencial nº 00028/2015, para adquirir equipamentos para a Creche, Tipo B no município. A secretária municipal de Educação, Professora Aracelis Batista informa à população de Tabira e […]

Creche Municipal de educação infantil

A prefeitura de Tabira, numa ação da Secretaria Municipal de Educação, sob a responsabilidade da Comissão de Licitação realizou na manhã do dia 24/07 Processo Licitatório, na modalidade Pregão Presencial nº 00028/2015, para adquirir equipamentos para a Creche, Tipo B no município.

A secretária municipal de Educação, Professora Aracelis Batista informa à população de Tabira e ao povo em geral que em breve será entregue creche do Proinfância em Tabira.

“Nosso sonho está se concretizando, em pouco tempo Tabira terá uma das suas maiores obras, a creche de Educação Infantil. Depois de muitos esforços, viagens e muita luta conseguimos tirar o prédio do marasmo do abandono e do descaso, para transformá-lo em um cartão postal de nossa educação. Conseguirmos também os recursos para aquisição de equipamentos, entre outros”, destacou a secretária.

O prefeito Sebastião Dias Filho (PTB) disse que o processo licitatório é transparente toda informação precisa é de interesse da gestão em compartilhar com o povo. “Fizemos e fazemos nossas licitações de forma clara, simples, objetiva, transparente e qualquer cidadão ou cidadã tem livre acesso às informações”.