SJE: medalhista da OBMEP prova que Educação é o caminho
Por Nill Júnior
Muito bom poder contar a história do Jonas Cauan Cardosos dos Santos, 13 anos.
Aluno da Escola Municipal Bonfim, São José do Egito, ele conquistou medalha de prata na OBMEP, Olimpíada Brasileira de Matemática nas Escolas Públicas, depois de concorrer com milhões de alunos.
A Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas – OBMEP é um projeto nacional dirigido às escolas públicas e privadas brasileiras, realizado pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada – IMPA, com o apoio da Sociedade Brasileira de Matemática – SBM, e promovida com recursos do Ministério da Educação e do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações – MCTIC.
Foi criada em 2005 para estimular o estudo da matemática e identificar talentos na área.
Ele esteve nos estúdios da Gazeta FM com a mãe Ana Maria. Ao vivo, ganhou um laptop das mãos do secretário Henrique Marinho.
Também participaram a Diretora de Ensino Selma Lúcia, a professora Mary Dayane e a Diretora da escola Ana Carla.
Jonas Cauan é dedicado aos estudos e já tinha inclusive sido premiado em outra atividade no município. Com a conquista vai ganhar uma bolsa de estudos. Claro, o destaque gera um maior apoio e acompanhamento pela Educação do município. Corintiano, nas horas vagas gosta de jogar bola e de jogos virtuais. É o orgulho dos pais e da comunidade de Bonfim.
Ele esteve nos estúdios da Gazeta FM com a mãe Ana Maria. Ao vivo, ganhou um laptop das mãos do secretário Henrique Marinho para ajudar nos estudos.
Também participaram a Diretora de Ensino Selma Lúcia, a professora Mary Dayane e a Diretora da escola Ana Carla. A educação ainda é o caminho!
Na manhã desta terça-feira, 19/05, a Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), por meio do Projeto Gestão Cidadã, financiado pela União Europeia, realizou com representantes da prefeitura do município de Flores, no Sertão, uma análise do portal da transparência da cidade. A Associação vem realizando desde a semana passada acompanhamentos no portal da transparência de 16 […]
Na manhã desta terça-feira, 19/05, a Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), por meio do Projeto Gestão Cidadã, financiado pela União Europeia, realizou com representantes da prefeitura do município de Flores, no Sertão, uma análise do portal da transparência da cidade.
A Associação vem realizando desde a semana passada acompanhamentos no portal da transparência de 16 municípios do Estado.
A reunião ocorreu por videoconferência e teve a participação de membros da procuradoria, controladoria e comunicação, com o objetivo de aperfeiçoar ainda mais a disponibilização de dados para a população florense.
O secretário da procuradoria Jurídica de Flores, Rivaldo Rodrigues, destacou o cuidado que a Amupe tem com os municípios. “Esse cuidado e zelo da Amupe, por meio do Projeto Gestão Cidadã, é a gente que agradece, porque esse trabalho vem para ajudar o município e a própria sociedade no melhoramento da gestão”, destacou o procurador.
Esta foi a quinta reunião do Gestão Cidadã com municípios pernambucanos. Além de Flores, no Sertão o acompanhamento também ocorreu em Solidão. Já no Agreste, as reuniões aconteceram nas cidades de Gravatá, Águas Belas e Cupira.
A Prefeitura de Solidão promove, nesta segunda-feira (12), uma agenda de ações voltadas à educação e infraestrutura urbana. A programação oficial, que contará com a participação do deputado federal Pedro Campos, inclui a posse de novos gestores escolares, a entrega de um ônibus para transporte de estudantes e a assinatura de ordens de serviço para […]
A Prefeitura de Solidão promove, nesta segunda-feira (12), uma agenda de ações voltadas à educação e infraestrutura urbana. A programação oficial, que contará com a participação do deputado federal Pedro Campos, inclui a posse de novos gestores escolares, a entrega de um ônibus para transporte de estudantes e a assinatura de ordens de serviço para obras no município.
A agenda começa às 16h, na Câmara Municipal, onde os novos diretores das unidades de ensino tomam posse. Segundo o Governo Municipal, o ato oficializa a equipe responsável por conduzir as políticas pedagógicas e administrativas da rede local.
Às 18h, em frente à sede da Prefeitura, ocorre o ato de entrega do veículo escolar e a formalização das novas frentes de trabalho por meio da assinatura das ordens de serviço. De acordo com a gestão, o conjunto de medidas busca ampliar a mobilidade estudantil e garantir o desenvolvimento da infraestrutura da cidade.
O ex-prefeito de Machados, Argemiro Pimentel (Republicanos), declarou apoio à pré-candidatura de João Campos para o Governo de Pernambuco. “Argemiro foi duas vezes prefeito e também carrega com ele uma trajetória no Parlamento, tem experiência e sabe a importância de fazer boas escolhas. O seu apoio ao nosso projeto será estratégico”, destacou João. “Sigo minhas […]
O ex-prefeito de Machados, Argemiro Pimentel (Republicanos), declarou apoio à pré-candidatura de João Campos para o Governo de Pernambuco.
“Argemiro foi duas vezes prefeito e também carrega com ele uma trajetória no Parlamento, tem experiência e sabe a importância de fazer boas escolhas. O seu apoio ao nosso projeto será estratégico”, destacou João.
“Sigo minhas convicções e acredito na esperança e na renovação por dias melhores. E, em nossa caminhada, temos o sentimento de que João Campos, comandando a Frente Popular, será o melhor caminho para nosso estado”, ressaltou Argemiro.
O pré-candidato a vice-governador, Carlos Costa, participou do encontro e chamou atenção para “o caráter desenvolvimentista e social do grupo político que vem se formando em torno do ex-prefeito do Recife e atual presidente nacional do PSB”.
A Rádio Pajeú inaugurou, na manhã desta quinta-feira, 14, o Estúdio II, denominado Dom Francisco Austregésilo de Mesquita Filho, em homenagem ao “profeta do sertão”. A cerimônia marcou um novo momento na história da emissora, com a ampliação de sua estrutura física e o fortalecimento das atividades de comunicação no Sertão do Pajeú. A solenidade […]
A Rádio Pajeú inaugurou, na manhã desta quinta-feira, 14, o Estúdio II, denominado Dom Francisco Austregésilo de Mesquita Filho, em homenagem ao “profeta do sertão”.
A cerimônia marcou um novo momento na história da emissora, com a ampliação de sua estrutura física e o fortalecimento das atividades de comunicação no Sertão do Pajeú.
A solenidade teve início com a bênção conduzida por Dom Limacêdo Antonio da Silva, presidente da Fundação Cultural Senhor Bom Jesus dos Remédios, mantenedora da Rádio Pajeú. Também participaram representantes do clero da diocese, entre eles os padres Miguel Nunes, Elton Wilson e Renato Pereira, além do padre Josenildo Nunes de Oliveira, gerente administrativo adjunto da emissora.
Funcionários e colaboradores da rádio acompanharam a inauguração, considerada um momento histórico para a instituição.
O projeto técnico do novo estúdio foi desenvolvido por Paulo André, da SP Eletrônica, com coordenação do gerente administrativo Alyson Nascimento. A obra teve início ainda durante a gestão do comunicador Nill Júnior.
O Estúdio II conta com os mesmos recursos técnicos do estúdio principal e foi planejado para atender produções com menor número de participantes, garantindo mais dinamismo à grade de programação.
A partir de agora, os programas Em Dia com a Noite e Acorda Sertão passam a ser gerados no novo espaço. Aos finais de semana, toda a programação da emissora também será transmitida a partir do estúdio.
Durante a solenidade, o gerente administrativo da Rádio Pajeú, Alyson Nascimento, destacou a importância da entrega do novo equipamento para o fortalecimento da comunicação regional.
“Esse é um momento muito importante para a Rádio Pajeú. A entrega do Estúdio 2 representa mais do que uma ampliação física. Representa planejamento, investimento e compromisso com a qualidade da nossa comunicação. É também uma justa homenagem a Dom Francisco, que tanto contribuiu com a nossa Igreja e com a missão da comunicação. E o mais importante: este espaço já nasce integrado à nossa programação, a serviço do povo do Pajeú”, afirmou. Veja mais imagens:
Folha de Pernambuco Promessa de garantia de água para o Sertão do Pajeú, a continuidade das obras da Barragem de Ingazeira, retomadas em julho do ano passado, exigirá o desmatamento de 18 trechos de floresta atlântica às margens do rio Pajeú, consideradas Áreas de Preservação Permanente (APPs) pelo Código Florestal. Somadas, as matas equivalem a […]
Promessa de garantia de água para o Sertão do Pajeú, a continuidade das obras da Barragem de Ingazeira, retomadas em julho do ano passado, exigirá o desmatamento de 18 trechos de floresta atlântica às margens do rio Pajeú, consideradas Áreas de Preservação Permanente (APPs) pelo Código Florestal. Somadas, as matas equivalem a 54,48 hectares, distribuídas nos municípios de Ingazeira, Tabira, São José do Egito e Tuparetama.
O pedido do governador de Pernambuco, Paulo Câmara, enviado por meio de projeto de lei à Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), vem com a ressalva de que a supressão deverá ser iniciada antes do período rigoroso de chuvas, uma vez que a elevação do nível do rio encheria a bacia, o que impossibilitaria a conclusão da obra. Com 65% da barragem concluída, o empreendimento, que está sob a responsabilidade do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs), beneficiará aproximadamente 36 mil moradores da região quando pronta.
Entre as considerações, Paulo Câmara assegura que “a execução de qualquer obra ou serviço no local onde haverá supressão de vegetação permanente será iniciada somente depois de ultimado o licenciamento por parte da Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH), que acompanhará todas as fases técnicas da obra”.
Porém, na avaliação do geógrafo e coordenador de projetos do Centro de Pesquisas Ambientais do Nordeste (Cepan), Joaquim Freitas, embora se trate de uma obra de utilidade pública – justificativa que, pela lei, flexibiliza o desmatamento de vegetação nativa -, a pergunta mais importante a se fazer é: Como e onde serão feitos os processos de reposição da vegetação suprimida?
“Claro que a compensação ambiental não terá a mesma capacidade de gerar os mesmos benefícios ambientais que um ecossistema de APP naturalmente existente na região, e frágil por definição, possui. Mas, se definir essas compensações em áreas-chave para a manutenção de serviços ambientais hidrológicos, pode-se tentar amortizar esses efeitos”, comenta o geórgrafo.
Para Freitas, o ideal seria que a fase de licenciamento de uma obra desse porte venha atrelada a uma compensação florestal que seja inteligente e que venha a ser funcional. “O que acontece por vezes é uma implantação tardia dessas compensações em processos que demoram bastante. Essas recomposições vegetais precisam ser céleres e estar atreladas à execução do empreendimento”, observa.
Qualquer vegetação presente ao longo dos rios ou de qualquer curso d’água é reconhecida, pelo Código Florestal, como de preservação permanente que, como o nome diz, devem ser mantidas intactas para garantir a preservação dos recursos hídricos. As APPs se destinam a proteger solos e, principalmente, as matas ciliares. Esse tipo de vegetação cumpre a função de proteger os rios e reservatórios de assoreamentos, evitar transformações negativas nos leitos, garantir o abastecimento dos lençóis freáticos e a preservação da fauna aquática.
A Folha de Pernambuco teve acesso ao termo de compromisso assinado entre a CPRH e o Dnocs. Em relação aos 54,48 hectares para a construção da barragem, a compensação a ser feita será de 108,96 hectares, ou seja, o dobro do que será desmatado, entre os municípios de Tabira e Afogados da Ingazeira. Os relatórios de implantação e de monitoramento da barragem deverão ser enviados ao órgão estadual ambiental durante os três primeiros anos a partir de julho de 2018. O descumprimento pode gerar multa de R$ 20 mil ou suspensão da autorização de supressão de vegetação nativa pela CPRH. A reportagem tentou contato com o Dnocs, mas não obteve êxito.
Empreendimento
Orçada em cerca de R$ 40 milhões, a previsão do Ministério da Integração é de inaugurar a Barragem de Ingazeira em maio deste ano. Segundo dados do Dnocs, a capacidade da barragem é de 49 milhões metros cúbicos de água. Cerca de 60 toneladas de concreto por dia são preparadas na usina no canteiro de obras, o que exige 300 mil litros de água para preparar essa quantidade de concreto, água essa retirada de alguns poços tubulares perfurados exclusivamente para obra.
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