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Tabira entrega novos canteiros em três avenidas

Por André Luis

A Prefeitura de Tabira realizou, na noite desta quinta-feira (24), a inauguração dos novos canteiros centrais das avenidas João Gabriel de Vasconcelos, Maria Pereira Amorim e Clóvis Siqueira Xavier. A entrega marcou a conclusão de um projeto que dá uma nova cara a esse trecho da cidade, trazendo mais beleza, organização e valorização para as avenidas.

Com investimento de R$ 238.790,20, em recursos próprios do município, os espaços receberam uma nova composição, com paisagismo, arborização e nova iluminação, que trouxe ainda mais destaque para os canteiros e para as avenidas durante a noite. A inauguração também foi marcada pelo acendimento das novas luzes, apresentando à população o resultado da requalificação.

“Todos os investimentos que a gente tem feito são para transformar e para deixar a nossa cidade bonita e acolhedora. Hoje a gente tem uma gestão que cuida, que trabalha, que realiza e que vai buscar parcerias. Essa avenida aqui a gente conseguiu transformar e fazer essa requalificação depois de mais de 35 anos, porque aqueles canteiros foram construídos na década de 90. E hoje a gente executou isso com recursos próprios da Prefeitura”, destacou o prefeito Flávio Marques.

Os canteiros centrais receberam o nome de Geci Batista de Menezes Barbosa, que morou durante 62 anos na localidade. A homenagem passa a fazer parte da nova estrutura das avenidas, preservando a memória de quem fez parte da história do lugar.

Outras Notícias

PT deve lançar Lula como candidato no primeiro semestre de 2017

O PT pretende lançar a pré-candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República ainda no primeiro semestre do ano que vem, entre fevereiro e abril. A estratégia tem dois objetivos. O primeiro é aproveitar politicamente a baixa popularidade do governo Michel Temer. O segundo é reforçar a defesa jurídica de Lula, […]

thumbnail_lulaO PT pretende lançar a pré-candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República ainda no primeiro semestre do ano que vem, entre fevereiro e abril.

A estratégia tem dois objetivos. O primeiro é aproveitar politicamente a baixa popularidade do governo Michel Temer. O segundo é reforçar a defesa jurídica de Lula, réu em cinco processos penais, quatro deles provenientes da Operação Lava Jato e seus desdobramentos.

A informação foi confirmada reservadamente por integrantes da direção petista e também do Instituto Lula.

O PT defende formalmente a antecipação da eleição presidencial em caso decassação da chapa Dilma Rousseff-Temer pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Parte dos líderes petistas defende que Lula seja lançado candidato logo no começo do ano, em fevereiro, para se antecipar a possíveis condenações na Justiça que possam barrar sua candidatura ou até levar o ex-presidente à prisão em 2017.

A pré-candidatura de Lula reforçaria o discurso do PT, que acusa a Lava Jato de querer criminalizar as ações de seu líder máximo e do partido. Segundo os defensores da ideia, ao se colocar publicamente como candidato, o ex-presidente poderá se blindar parcialmente da força-tarefa em Curitiba.

Conforme esse raciocínio, com a pré-candidatura na rua seria mais fácil difundir a tese de que está em curso uma tentativa de interditar judicialmente a possibilidade de Lula disputar um terceiro mandato no Planalto. O bom desempenho do petista nas pesquisas de opinião reforça a estratégia.

“A necessidade de condenar Lula cresce na medida em que ele assume protagonismo nas eleições de 2018. Ao que parece a população começa a fazer a comparação entre os projetos”, disse o coordenador do setorial jurídico do PT, Marco Aurélio de Carvalho.

Outro grupo defende que a candidatura seja lançada durante o 6º Congresso Nacional do PT, marcado para abril, mas que pode ser adiado para maio.

Prefeitura de Afogados promove ação educativa de prevenção às DST’s

Durante toda esta semana pré-carnavalesca a Prefeitura de Afogados promoveu atividades educativas de prevenção às doenças sexualmente transmissíveis, principalmente AIDS, sífilis e hepatites virais. A ação foi coordenada pela Secretaria Municipal de Saúde. Profissionais do Núcleo de Assistência à Família (NASF), Vigilância em Saúde e do Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA), realizaram rodas de […]

Durante toda esta semana pré-carnavalesca a Prefeitura de Afogados promoveu atividades educativas de prevenção às doenças

sexualmente transmissíveis, principalmente AIDS, sífilis e hepatites virais. A ação foi coordenada pela Secretaria Municipal de Saúde.

Profissionais do Núcleo de Assistência à Família (NASF), Vigilância em Saúde e do Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA), realizaram rodas de conversa, palestras e distribuição de insumos preventivos junto a diversas categorias profissionais, a exemplo dos servidores da limpeza urbana e agentes de endemias.

“Dentro da programação da Secretária de Saúde de Afogados, tivemos essa preocupação de realizar esses momentos principalmente com o público masculino, orientando sobre a importância da prevenção, do diagnóstico precoce, esclarecendo dúvidas, distribuindo insumos de prevenção,” destacou a Coordenadora do NASF, Manoela Nascimento.

Durante o carnaval, nos dias 09, 10 e 12, a Secretaria Municipal de Saúde estará com um stand montado em frente à sua sede, na Avenida Rio Branco, com equipe treinada para orientar a população a respeito dos cuidados e da prevenção às DST’s, distribuindo insumos preventivos e promovendo testagens rápidas para HIV e Sífilis. O serviço será ofertado no horário das 08h às 13h.

Opinião: Brasil entregue a “junta familiar”

Por Edilson Xavier* Na fase mais dura do regime militar, em 1968, quando foi implantado o Ato Institucional nº 5, o general Costa e Silva sofreu um derrame cerebral, hoje AVC, e o vice-presidente Pedro Aleixo, que era civil e democrata foi impedido de exercer o cargo. Assumiram a presidência da República os três ministros […]

Por Edilson Xavier*

Na fase mais dura do regime militar, em 1968, quando foi implantado o Ato Institucional nº 5, o general Costa e Silva sofreu um derrame cerebral, hoje AVC, e o vice-presidente Pedro Aleixo, que era civil e democrata foi impedido de exercer o cargo.

Assumiram a presidência da República os três ministros militares: do Exército Aurélio de Lira Tavares, da Aeronáutica, Márcio de Souza Alves e o da Marinha Augusto Grunehold Rademacker. Era a Junta Militar à época em  que passou a governar o país até a indicação do novo general de plantão, Emílio Garrastazu Médici para Presidente da República.

Fomos governados então por uma Junta Militar que pintou e bordou no país, ante uma severa censura.

Agora, em pleno regime democrático vivemos uma situação curiosa: elegemos um presidente que nos vendeu gato por lebre, quando prometeu governar, e sequer chefia os destinos do país ao permitir que uma junta, dessa vez,  de caráter familiar, exerça de fato o poder.

É fácil entender: o presidente Bolsonaro foi eleito para governar o Brasil, como determina o ordenamento jurídico e democrático, mas abdicou dessa missão importante, ao permitir que seus três filhos, que formam uma Junta Familiar, na realidade, governem o país, o que constitui inegavelmente um grave retrocesso, pois é de clareza solar a influência direta da prole nas decisões no governo.

E o pior, dos três filhos, o vereador Carlos, do Rio de Janeiro, chegou à petulância de desmoralizar um ministro de Estado, sob o apoio expresso do Presidente. É o mesmo que no dia da posse, colocou os pés no banco do couro no Rolls-Royce presidencial, numa postura desrespeitosa com a liturgia do momento. Demonstra à exaustão uma boçalidade sem limites, que deixou o país perplexo.

O Brasil está mais uma vez sob o comando de uma Junta, dessa vez, familiar. Ninguém merece um espetáculo tão deprimente, que nos submete a decisões e tuitadas patéticas.        

*Edilson Xavier foi presidente da OAB e da Câmara Municipal de Arcoverde. a opinião é de responsabilidade do autor.

Marília Arraes diz que sertão tem “cemitério” de obras paradas

A vereadora petista Marília Arraes, que tem o nome cotado para encabeçar uma chapa do partido ao Governo do Estado, foi convidada do programa Manhã Total, da Rádio Pajeú. Ela fez inicialmente uma crítica à questão da segurança. “Pernambuco está desmoralizado pois o governo não consegue resolver essa situação. Os números remontam ao governo Jarbas. […]

Fotos: André Luiz

A vereadora petista Marília Arraes, que tem o nome cotado para encabeçar uma chapa do partido ao Governo do Estado, foi convidada do programa Manhã Total, da Rádio Pajeú. Ela fez inicialmente uma crítica à questão da segurança. “Pernambuco está desmoralizado pois o governo não consegue resolver essa situação. Os números remontam ao governo Jarbas. O Estado está com medo”.

Sobre a visita à região do Pajeú, Marília disse ter ficado impressionada com a quantidade de obras paradas, dando como exemplo a sede dos bombeiros de Serra Talhada. “É um cemitério de obras abandonadas. A obra inacabada dos Bombeiros é um exemplo. Agora, uma empresa vai ter que avaliar o estado da obra. Vai se gastar duas a quatro vezes o que se gastaria”.

A vereadora voltou a dizer que não discute nomes mais projeto de partido. Perguntada se a vinda à região não ia de encontro ao discurso, afirmou que a lembrança ao seu nome é natural pelo fato de que faltam lideranças no Estado. “Nem o governador se coloca como candidato, já que tem quase 80% de rejeição”.

Perguntada se a Operação Lava Jato pode atingir o comando socialista em Pernambuco, Marília afirmou que há manobras políticas para contê-la, mas que chegará ao Brasil inteiro. “Já teria chegado a PE a muito tempo. Não apenas a Lavca Jato, mas a Turbulência, Fair Play, que apura a obra da Arena PE. Mas precisamos esperar. Não podemos acusar de forma leviana como fazem com Lula, apesar de o governador do PSB e Geraldo Júlio terem sido citados. Não podemos esconder isso.

Ela também voltou a defender o PT, mas se colocou dentro dos que fazem um mea culpa pela participação de setores de partido no envolvimento de episódios de corrupção, falta de critérios para ingresso à legenda no auge das popularidade e não implementação de uma reforma política. “Estamos no  presidencialismo de coalisão. A gestão precisa do legislativo. Isso levanta a necessidade de valorização do voto parlamentar”.

Marília tem agenda em cidades como Quixaba, Carnaíba, Tuparetama, Tabira, São José do Egito e Afogados da Ingazeira. Perguntada se o rótulo de “mulher bonita”, “que tem imagem” não a incomodava quando colocada acima ou ao lado do critério político, ela afirmou haver um quê de machismo. “Não podemos rejeitar elogios, mas Eduardo era um homem bonito e esa questão não era tão colocada”.

Compesa flagra furto de água por caminhão-pipa na Adutora do Oeste, em Parnamirim

Fiscalizar roubo de água em adutoras tem sido uma rotina para a Companhia Pernambucana de Saneamento- Compesa, que começa a atuar quando percebe uma queda acentuada de vazão nos sistemas de abastecimento e reclamações de falta de água da população. Uma equipe da Compesa flagrou um motorista de carro-pipa desviando oito mil litros de água, […]

Fiscalizar roubo de água em adutoras tem sido uma rotina para a Companhia Pernambucana de Saneamento- Compesa, que começa a atuar quando percebe uma queda acentuada de vazão nos sistemas de abastecimento e reclamações de falta de água da população.

Uma equipe da Compesa flagrou um motorista de carro-pipa desviando oito mil litros de água, capacidade de armazenamento do veículo, em um trecho da Adutora do Oeste, no município de Parnamirim, no Sertão. Tão logo percebeu a presença dos técnicos da Companhia, o motorista infrator fugiu, deixando o veículo no local.

Como estavam sem o apoio da polícia, os funcionários da Compesa apenas retiraram os equipamentos acoplados irregularmente na Adutora que permitiam a retirada da água, que deveria estar chegando na casa das pessoas. Foi registrado um Boletim de Ocorrência na cidade de Ouricuri para que o caso seja apurado e que o infrator seja identificado e responsabilizado pela irregularidade.

De acordo com a Compesa, o roubo de água  tem sido uma prática comum ao longo da Adutora do Oeste, que abastece dez municípios do Sertão do Araripe, entre eles, Araripina, Ouricuri e Parnamirim.

“Já informamos  essa prática às Polícias Militar e Civil e ao Ministério Público para que operações sejam realizadas no sentido de coibir esse tipo de irregularidade. Se não houvesse furto de água na Adutora do Oeste, as cidades que integram  esse sistema de abastecimento não estariam com um rodízio tão severo. “No ano passado, o calendário na região era de sete dias com água e dois sem. Este ano, o cronograma aumentou para  cerca de 12 dias sem água e dois com”, alerta o Gerente de Unidade de Negócios, João Virgílio.

Os números levantados pela Compesa de furto de água  são alarmantes na região do Araripe. Em determinados trechos da Adutora do Oeste, pipeiros agem à noite e fazem, em média, 70 viagens transportando água roubada, o que corresponde a uma perda de 560 metros cúbicos, que daria para abastecer, por exemplo, uma localidade do porte de Granito, que tem cerca de 5 mil habitantes, durante um dia inteiro. O prejuízo, por mês, chega a quase R$200 mil.