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Sertaniense César Amaral leva sua música pela segunda vez para o festival Psiu em Berlim-Alemanha

Por André Luis

César Amaral, natural de Sertânia-PE, alto Sertão Pernambucano músico, intérprete, compositor, 18 anos de carreira, sete Cd’s e um Dvd. Apresenta em sua trajetória um vasto caminho de conquistas no cenário musical.

Vencedor de vários festivais, entre eles o Forró Fest, o maior Festival de Música Autoral da Paraíba com canção “Mulher de Invernia”, Pré-Selecionado ao Prêmio da Música Nacional com o álbum “Arranchado”, Vencedor do Prêmio da Música Pernambucana como o melhor Dvd de Pernambuco, intitulado “Floraçâo”, entre os Festivais destaca-se o Psiu! Forró Festival na Cidade de Berlin, Alemanha, e o Forró Lisboa em Portugal.

Traz em seu repertório a versatilidade e a diversidade musical da identidade do seu povo, traduzida nos ritmos mais genuínos entrelaçados na musicalidade universal contemporânea, com obras suas e grandes mestres do nosso cancioneiro.

César Amaral mais uma vez parte para Alemanha para mais uma temporada de forró,  em que o mesmo fará dois shows em um dos maiores Festivais de Forró da Europa Psiu Forró Festival, Festival este organizado pelo o Pernambucano Carlos Frevo, Anja da Silva e o grande produtor cinematográfico Fred Alves, que acontece em Berlin de 30 de Janeiro a 2 de fevereiro.

A Europa está abraçando a cada dia mais a nossa cultura, o Forró, Xote o Baião e o Xaxado estão tomando conta do velho mundo, hoje, por exemplo existem 76 Festivais de forró espalhados pelos Países Europeus, friso dizendo que a nossa arte está sendo consumida pelos os próprios.

Outras Notícias

Produção industrial do país cai 1,2% em abril

Agência Brasil – A produção industrial nacional recuou 1,2% em abril de 2015, em comparação a março, na série com ajuste sazonal. O ajuste sazonal ocorre quando os técnicos descontam o aumento das vendas de produtos em feriados ou datas comemorativas. Os dados foram divulgados hoje (2) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e […]

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Agência Brasil – A produção industrial nacional recuou 1,2% em abril de 2015, em comparação a março, na série com ajuste sazonal. O ajuste sazonal ocorre quando os técnicos descontam o aumento das vendas de produtos em feriados ou datas comemorativas.

Os dados foram divulgados hoje (2) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e constam da Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física.

Na comparação com igual mês do ano anterior, o total da indústria caiu 7,6% em abril de 2015, décima quarta taxa negativa consecutiva. A produção industrial acumulou nos quatro primeiros meses do ano queda de 6,3%.

Já o acumulado nos últimos 12 meses teve o resultado negativo de 4,8%, mais intenso desde dezembro de 2009 (-7,1%) e manteve trajetória descendente iniciada em março de 2014 (2,1%).

Ao fechar abril deste ano com retração de 7,6% frente a igual mês do ano passado, a indústria brasileira registra o 14º resultado negativo consecucivo. Segundo o IBGE, a queda tem perfil disseminado de resultados negativos.

De acordo com o IBGE, houve recuo de 23,2% na produção de veículos automotores, reboques e carrocerias. Tal queda exerceu a maior influência negativa sobre a indústria.

Kaio Maniçoba autoriza requalificação de 124 unidades do Conjunto Fragoso I, em Olinda

O empreendimento foi invadido e saqueado por não beneficiários do programa Em uma cerimônia no município de Olinda, o secretário estadual de Habitação, Kaio Maniçoba anunciou a autorização da reforma de 124 unidades do Conjunto Habitacional Fragoso I, na presença de beneficiários, lideranças políticas locais e representantes da construtora, nesta segunda-feira (20). A partir de […]

Foto: Divulgação/SecHab

O empreendimento foi invadido e saqueado por não beneficiários do programa

Em uma cerimônia no município de Olinda, o secretário estadual de Habitação, Kaio Maniçoba anunciou a autorização da reforma de 124 unidades do Conjunto Habitacional Fragoso I, na presença de beneficiários, lideranças políticas locais e representantes da construtora, nesta segunda-feira (20). A partir de um investimento de R$ 2,6 milhões, serão realizadas melhorias nas moradias para que, dentro de seis meses, as famílias possam receber as chaves. A intervenção foi necessária para reparar um dano causado por invasões e saques ocorridos pouco tempo antes da entrega oficial do empreendimento, no ano de 2013.

Animado com o início da obra, o auxiliar o governador Paulo Câmara destacou a importância do ato para os beneficiários das 124 unidades do Fragoso I. “Quando cheguei à Secretaria não existia orçamento para esta intervenção e nós fomos buscar os recursos para viabilizar essa obra. Hoje, retomamos não apenas a construção de um habitacional, estamos retomando os sonhos perdidos desses moradores”, disse o secretário, que, na oportunidade, esteva acompanhado do presidente da Companhia Estadual de Habitação e Obras (Cehab), Raul Goiana.

As obras de requalificação do conjunto serão iniciadas no dia 1° de dezembro. A previsão é que o serviço seja entregue aos beneficiários, de imediato, após a conclusão da obra, que tem um prazo estimado de seis meses. “Quero voltar aqui pessoalmente após a finalização da obra para visitar cada família do empreendimento”, afirmou Maniçoba.

Para a beneficiária Márcia de Souza, a assinatura da ordem de serviço para a retomada da obra é fruto de um trabalho atuante da comissão e do diálogo com a Secretaria. “É uma felicidade presenciar o resultado da batalha de uma comissão de moradores. Acredito que no próximo ano, nós estaremos em nossas casas”, afirmou Márcia, que é parte da comissão de moradores do Fragoso I.

Infraestrutura –  Antes do anúncio da retomada das obras do Fragoso I, o presidente da Companhia Estadual de Habitação e Obras (Cehab), Raul Goiana autorizou o reforço na infraestrutura em um terreno, onde será construído o Conjunto Mércia de Albuquerque, em Jaboatão dos Guararapes, também da Região Metropolitana do Recife (RMR).

Para o presidente da Cehab, o investimento de R$ 164 mil oferecerá mais segurança para a comunidade. “Essa foi uma reivindicação dos moradores que será atendida pelo Governo do Estado e que vai levar mais qualidade de vida para as famílias que vivem no Conjunto”, disse Raul.

Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica: alunos afogadenses conquistaram 21 medalhas

A XXI Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica deste ano contou com a participação de 774.232 alunos, representando 8.456 escolas públicas e privadas de todo o País. Competem alunos do primeiro ano do ensino fundamental até o último ano do ensino médio. Para garantir a igualdade da disputa, eles competem em quatro categorias diferentes, de […]

A XXI Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica deste ano contou com a participação de 774.232 alunos, representando 8.456 escolas públicas e privadas de todo o País. Competem alunos do primeiro ano do ensino fundamental até o último ano do ensino médio. Para garantir a igualdade da disputa, eles competem em quatro categorias diferentes, de acordo com as respectivas idades.

O evento aconteceu em maio deste ano, organizado pela Sociedade Astronômica Brasileira, a agência espacial Brasileira e a Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), com o apoio do Ministério da Ciência e Tecnologia.

Afogados da Ingazeira contou com a participação de 817 alunos das Escolas Públicas Municipais Padre Carlos Cottart, Dom Mota, Ana Melo e Gizelda Simões. E o resultado mostrou, mais uma vez, a qualidade do ensino ofertado na rede pública municipal. 21 alunos Afogadenses se destacaram, recebendo medalhas, sendo 05 de ouro, 06 de prata e 10 de bronze.

Destaque para a Escola Padre Carlos Cottart, que teve três alunos agraciados com a medalha de ouro. A solenidade de entrega das medalhas aconteceu ontem, no auditório da FASP, com as presenças do Prefeito José Patriota, Vice-Prefeito Alessandro Palmeira, Deputado Federal eleito João Campos e outras autoridades.

Confira a relação completa dos alunos medalhistas e suas respectivas escolas:

BRONZE

Artur Souza de Aquino Soares (Dom Mota)

Luiz Gustavo Pinheiro de Lima (Dom Mota)

Giulia Bianca Oliveira (Dom Mota)

Jeferson Souza do Nascimento (Dom Mota)

Mariana de Oliveira Lima (Dom Mota)

Anny Beatriz Lucas Macena (Dom Mota)

Verandir Ferreira Zuza Filho (Dom Mota)

Manuela Amanda Bezerra Santana (Maria Gizelda Simões)

Carlos Ramon L. Galdino (Padre Carlos Cottart)

Jeiziely Tawanne do Nascimento (Padre Carlos Cottart)

PRATA

Maria Eduarda Ribeiro Magalhães (Ana Melo)

Jackson Renan Lemos Nogueira (Maria Gizelda Simões)

Francisco Alberto de Moura Brito (Dom Mota)

Pedro Lucas de Lima Paiva (Dom Mota)

Samira Maria da Silva Lima (Padre Carlos Cottart)

Deyvilla Jamile Celestino da Costa (Padre Carlos Cottart)

OURO

Victor Hugo Carvalho Ramos (Padre Carlos Cottart)

João Pedro Queiroz de Andrade (Padre Carlos Cottart)

Victor Hugo Carvalho Ramos (Padre Carlos Cottart)

Flávio Henrique da Silva Ferreira (Dom Mota)

Bruno Vinicius da Silva (Ana Melo)*

*Detalhe: no ano passado, Bruno Vinícius também foi medalhista de ouro. Só que da Olimpíada Brasileira de Matemática.

Seca histórica dá “cara de sertão” à zona da mata e ao litoral no Nordeste

Uol Quando Antônio Conselheiro bradava, no final do século 19, na Bahia, que “o sertão vai virar mar e o mar vai virar sertão”, ele não podia imaginar que a severa estiagem no Nordeste no século 21 colocaria a seca e o mar lado a lado. A seca que atinge a região há cinco anos […]

Cenário de pastagem em União dos Palmares (AL), no litoral, mais lembra o sertão
Cenário de pastagem em União dos Palmares (AL), no litoral, mais lembra o sertão

Uol

Quando Antônio Conselheiro bradava, no final do século 19, na Bahia, que “o sertão vai virar mar e o mar vai virar sertão”, ele não podia imaginar que a severa estiagem no Nordeste no século 21 colocaria a seca e o mar lado a lado.

A seca que atinge a região há cinco anos é considerada a maior em pelo menos 106 anos de medições e trouxe uma nova característica: a falta de chuvas nas regiões de zona de mata e até no litoral nordestino.

Segundo um mapa da vegetação feito por satélite pelo Lapis (Laboratório de Análise e Processamento de Imagens de Satélites), da Universidade Federal de Alagoas, a área atingida pela seca cresceu ao longo dos anos e encostou no mar. Em comparação a anos anteriores, é possível ver como o estrago aumentou ao longo de 2016.

Segundo o coordenador do Lapis, o meteorologista e professor Humberto Barbosa, as características e a área da seca atual são maiores que todas já acompanhadas pela ciência até hoje.

Dados da Funceme (Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos) apontam que desde 1910 –quando os números começaram a ser registrados– nunca houve cinco anos com pouca chuva como a sequência entre 2012 e 2016. A maior seca havia sido registrada entre 1979 e 1983, mas a chuva no quinquênio que se encerra neste ano está apenas 10% menor.

Meteorologista da Funceme, Raul Fritz afirma que “nada escapou” à severa estiagem nesta década. “A seca sai do semiárido e está alcançando praticamente o mar. Isso nunca tinha ocorrido antes. A seca sempre atinge, de certa forma, a região próxima ao litoral, mas nunca no grau que dessa vez aconteceu”, conta.

Ainda sem previsão para 2017: Segundo Fritz, a perspectiva para 2017 ainda é uma incógnita. “Nós não temos ainda elementos científicos para assegurar que vai chover acima da média. Temos que esperar janeiro para fazer um primeiro prognóstico, quando temos um quadro atmosférico e oceanográfico mais claro”, explica.

A possibilidade otimista aponta para chuvas no primeiro trimestre. “Estamos no período de pré-estação chuvosa, entre dezembro e janeiro. Normalmente, as chuvas vêm no volume maior em fevereiro e março. Eventualmente, em um ano ou outro temos um janeiro mais chuvoso, como foi 2016 aqui no Ceará, mas que não foi suficiente para encher os reservatórios que sofreram esses anos todos”, completa Fritz.

O professor Humberto Barbosa, porém, diz que as mudanças climáticas estabelecidas apontam para dificuldades futuras para a região. “Projeções de impactos decorrentes da mudança do clima indicam que a seca se tornará mais frequente e intensa no semiárido brasileiro, agravando os problemas já existentes e ampliando a vulnerabilidade da população”, define.

Senador também esteve com Zé Marcos

O Senador Humberto Costa também foi à Fazenda Melancias, do ex-deputado Zé Marcos de Lima, ao lado de alguns governistas. O encontro abriu espaço para um almoço onde o ex-gordo recepcionou o senador e sua equipe. A comitiva está visitando algumas cidades do Pajeú. Muitos amigos de Zé Marcos, lideranças da oposição de São José […]

O Senador Humberto Costa também foi à Fazenda Melancias, do ex-deputado Zé Marcos de Lima, ao lado de alguns governistas.

O encontro abriu espaço para um almoço onde o ex-gordo recepcionou o senador e sua equipe. A comitiva está visitando algumas cidades do Pajeú.

Muitos amigos de Zé Marcos, lideranças da oposição de São José do Egito e até governistas estiveram na recepção. O ex-vereador Rona Leite, presidente do PT egipciense, estava com o grupo de Humberto.

Também compareceram os vereadores de oposição Albérico Tiago, Maurício do São João, Damião de Carminha e Jota Ferreira, além dos parlamentares da situação David Teixeira, Tadeu do Hospital e Alberto Loló.