Foi preciso que ocorresse um acidente com morte na PE-320 na área urbana de São José do Egito para que a Secretaria Estadual de Infraestrutura mandasse sua equipe para corrigir a distorção no asfalto. Testemunhas disseram que a vítima estava de moto e bateu na traseira de um carro que parou em um buraco, quando […]
Foi preciso que ocorresse um acidente com morte na PE-320 na área urbana de São José do Egito para que a Secretaria Estadual de Infraestrutura mandasse sua equipe para corrigir a distorção no asfalto.
Testemunhas disseram que a vítima estava de moto e bateu na traseira de um carro que parou em um buraco, quando caiu foi atingida por um caminhão.
Segundo a Polícia Militar, o homem morreu no local. No sábado uma equipe do programa Caminhos de Pernambucano fechava os buracos na PE-320 próximo a Escola Técnica. A informação é de Anchieta Santos ao blog.
Em Tabira, o vereador Eraldo Moura fez uma Nota de Repúdio acusando a fisioterapeuta Socorro Jucá de expulsar seus familiares de um dos camarotes do Tabira Elétrico, o Carnaval fora de epoca da Cidade das Tradições. Socorro é irmã do odontólogo Zé de Bira, organizador do evento. Diz que os parentes dele estavam devidamente identificados […]
Em Tabira, o vereador Eraldo Moura fez uma Nota de Repúdio acusando a fisioterapeuta Socorro Jucá de expulsar seus familiares de um dos camarotes do Tabira Elétrico, o Carnaval fora de epoca da Cidade das Tradições.
Socorro é irmã do odontólogo Zé de Bira, organizador do evento.
Diz que os parentes dele estavam devidamente identificados com a pulseira que daria a eles o acesso ao local, mas ainda assim foram colocados para fora pela fisioterapeuta. Veja a nota:
“Venho, por meio desta nota, expressar meu repúdio ao comportamento da fisioterapeuta Socorro Jucá, que, de forma desrespeitosa, expulsou meus familiares do camarote durante a festa do Tabira Elétrico. Os mesmos estavam com as pulseiras autorizadas, de acordo com as normas do evento. O ato de colocá-los para fora publicamente foi constrangedor e inaceitável.
Repudiamos que atitudes autoritárias e desrespeitosas como essa sejam inaceitáveis, independentemente de classe social”.
Fisioterapeuta se defende em nota:
A fisioterapeuta Socorro Jucá, irmã de Zé de Bira, responsável pelo evento Tabira Elétrico, vem a público esclarecer os fatos ocorridos durante a festividade.
Na ocasião, o acesso ao camarote seguiu normas previamente estabelecidas pela produção do evento, que não autorizavam o uso de camisas de pista, nem a entrada por meio de pulseiras avulsas, inexistentes para este espaço.
Essas orientações haviam sido informadas anteriormente.
A solicitação para que alguns foliões se retirassem do camarote ocorreu exclusivamente por questões de organização e segurança, respeitando o limite máximo de público da estrutura, medida necessária para preservar a integridade de todos.
Ressalta-se que não houve qualquer atitude discriminatória ou relacionada à classe social, mas apenas o cumprimento das regras válidas para todos.
Lamenta-se qualquer desconforto causado e reafirma-se o compromisso com a segurança e o bom andamento do evento.
Por Renata Veras* Hoje, dia 11/08, é o dia do advogado e nós estamos de parabéns sabe o porquê? Porque somos a voz do cidadão no poder judiciário e no administrativo; Porque somos a personificação da formalidade, da decência na forma de se vestir, na educação e na paciência; Porque a advocacia é uma profissão […]
Hoje, dia 11/08, é o dia do advogado e nós estamos de parabéns sabe o porquê?
Porque somos a voz do cidadão no poder judiciário e no administrativo;
Porque somos a personificação da formalidade, da decência na forma de se vestir, na educação e na paciência;
Porque a advocacia é uma profissão próspera;
Porque somos quem primeiro tem contato com o cidadão e conhecemos muito ou até mais que qualquer outro na causa;
Porque passamos mais de hora ouvindo o cliente;
Porque estamos sempre estudando e nos atualizando;
Porque passamos noites em claro pensando nos problemas/processos dos clientes;
Porque temos responsabilidade com a vida das pessoas;
Porque, agindo com empatia, somos nós que avisamos ao cliente que não foi dessa vez;
Porque somos nós que explicamos para o cliente que seu direito está na lei, mas por uma decisão política o tribunal negou;
Porque mudamos para melhor a vida das pessoas;
Porque defendemos o justo e o certo;
Porque, nós advogadAS, ganhamos uma causa pelo nosso potencial e não pela beleza ou porque somos mulher;
Porque poder aquisitivo e influencia não são condições indispensáveis para ser vitorioso numa causa;
Porque não precisamos de carro, muito menos carro importado para provar que somos bons;
Porque às vezes esperamos anos para a parte ter os seu direito reconhecido e poder receber;
Porque temos que lidar com a expressão: “o advogado comeu meu dinheiro”;
Porque temos que lidar com a cobrança do cliente quando o que você poderia fazer já foi feito e quem está dando causa à demora não é o advogado;
Porque acham que o advogado deve trabalhar de graça;
Porque não existe hierarquia entre juiz, promotor, delegado e advogado;
Porque violação de prerrogativa de advogado é agora crime;
Porque advogado também é Bacharel em Direto e passa no concurso que ele quiser, é só querer;
Porque o advogado não precisa ser escravo do trabalho e dos outros;
Porque somos inteligentes e perspicazes, mas não somos maus;
Porque também sabemos investigar para conseguir provas;
Porque sabemos julgar e dar parecer antes da ação ser protocolada para saber sua viabilidade;
Porque parte do que mantém o Poder Judiciário vem das custas dos processos que os clientes dos advogados pagam para ter sua causa processada e julgada;
Porque os Cursos de Direito não ensinam o bacharel o que ele precisa saber para poder advogar;
Porque o inicio da profissão do advogado é mais difícil que qualquer outra, pois temos que contar com o retorno dos processos e por esse motivo, não temos nem condições de alugar um escritório;
Porque sem advogado não haveria justiça;
Definitivamente, como disse Sobral Pinto: A advocacia não é profissão para covardes!
O plano foi apresentado pela senadora Teresa Leitão A subcomissão temporária do Ensino Médio no Senado aprovou nesta terça-feira (18), o plano de trabalho apresentado por sua presidente, a senadora Teresa Leitão (PT-PE). O trabalho da comissão será realizado por meio de audiências públicas e análise de documentação e de estudos sobre o ensino médio. […]
O plano foi apresentado pela senadora Teresa Leitão
A subcomissão temporária do Ensino Médio no Senado aprovou nesta terça-feira (18), o plano de trabalho apresentado por sua presidente, a senadora Teresa Leitão (PT-PE).
O trabalho da comissão será realizado por meio de audiências públicas e análise de documentação e de estudos sobre o ensino médio.
“O plano foi aprovado, com uma rica discussão e consenso. Eu entendo que é assim que se constrói: com debate e com pensamento coletivo”, disse Teresa Leitão.
Entre os objetivos da subcomissão estão identificar lacunas e limites da Reforma do Ensino Médio; avaliar o impacto das mudanças em carga horária, currículo e parâmetros de atuação dos professores; e pontuar caminhos e perspectivas para a construção de alternativas adequadas e emancipadoras e as correspondentes normatizações estruturais e organizadoras para o Ensino Médio, na perspectiva da superação de concepções tecnicistas.
Estão previstas sete audiências públicas e a primeira deve ocorrer no dia 26 de abril, com a presença de representantes do MEC, Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), Consed (Conselho Nacional dos Secretários de Educação) e Undime (União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação). A última audiência pública será no dia 12 de julho.
Foi lançada pelo Tribunal de Contas uma cartilha que recomenda aos gestores públicos a adoção de boas práticas na prestação dos serviços de transporte escolar. A publicação também orienta motoristas, pais e alunos sobre como fiscalizar a qualidade da oferta desse serviço. O objetivo da cartilha é contribuir para a oferta, aos alunos das 668 escolas da […]
Foi lançada pelo Tribunal de Contas uma cartilha que recomenda aos gestores públicos a adoção de boas práticas na prestação dos serviços de transporte escolar. A publicação também orienta motoristas, pais e alunos sobre como fiscalizar a qualidade da oferta desse serviço.
O objetivo da cartilha é contribuir para a oferta, aos alunos das 668 escolas da rede pública estadual localizadas no interior do Estado, de um serviço de transporte escolar seguro, regular e de boa qualidade, além de aperfeiçoar os controles, otimizar os custos e contribuir para a redução dos índices de evasão escolar em Pernambuco.
Segundo Nazli Lopes, auditora do TCE e uma das responsáveis pela elaboração da cartilha, as irregularidades mais frequentes, identificadas pelas auditorias, são o uso de veículos inadequados conduzidos por pessoas inabilitadas e o excesso de lotação, colocando em risco a vida dos usuários.
“No interior pernambucano o serviço de transporte escolar é prestado pelos municípios, mediante termos de parceria com o governo do Estado. Este, por sua vez, repassa as verbas para as prefeituras, que ficam responsáveis pelo pagamento e fiscalização dos serviços”, explicou o auditor Marcelo Lopes, integrante da equipe que elaborou a cartilha.
ORIENTAÇÕES – A cartilha orienta alunos, pais e escolas a verificar o cumprimento das rotas, a regularidade e a pontualidade, a cortesia dos condutores, o uso de equipamentos de segurança, além da limpeza e conforto dos veículos. Caso sejam identificadas irregularidades, a publicação informa sobre quais órgãos devem ser acionados para a resolução dos problemas.
Os motoristas são instruídos a preencher, em conjunto com as escolas, o registro e o controle da frequência dos alunos, a cumprir os horários e rotas contratados, e zelar pela conservação e higiene dos veículos, além da obrigação de comunicar aos gestores escolares sobre quaisquer imprevistos ocorridos ao longo das viagens.
Para contribuir com a permanente qualidade dos serviços, cabe aos gestores escolares a realização de avaliação periódica do grau de satisfação de pais e alunos, e o registro, no Sistema de Informações da Educação de Pernambuco, das necessidades e eventuais faltas dos estudantes, como também das falhas do transporte escolar.
AUDITORIAS – O transporte escolar vem sendo objeto de auditorias no TCE desde 2008. A iniciativa para elaborar a cartilha surgiu de um trabalho desenvolvido ano passado pelo Departamento de Controle Estadual, através da DIAD, na Secretaria de Educação do Estado e envolvendo 13 municípios pernambucanos. De acordo com dados levantados, Pernambuco conta atualmente com 1020 escolas da rede estadual de ensino, das quais mais de 65% são atendidas por serviços de transporte escolar. Em 2016, o serviço de transporte escolar custou R$ 78.591.026,89 aos cofres públicos.
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