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Serra: retomada construção do Centro de Iniciação ao Esporte na Cohab

Por Nill Júnior

Investimento total em infraestrutura no bairro é de R$ 13 milhões 

A Prefeitura de Serra Talhada, por meio da Secretaria de Obras e Infraestrutura, retomou as obras de construção do Centro de Iniciação ao Esporte (CIE), localizado na Rua Cabo Joaquim da Mata, no bairro da COHAB.

A retomada do serviço foi possível após portaria do Ministério da Economia autorizando a liberação de obras paralisadas do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). 

Com um investimento de quase R$ 5 milhões, o CIE tem como objetivo incentivar a iniciação à prática de diversas modalidades esportivas. O equipamento tem 3.750 m² de área construída em um terreno de 7.000 m², e contará com quadra reversível, ginásio poliesportivo (arquibancada para 177 lugares), área de apoio (administrativa, sala de professores/técnicos, vestiários, chuveiro, enfermaria, copa, depósito, academia, sanitário público) e estacionamento, além de estrutura de atletismo: salto em altura, piatã de atletismo raia 110m, salto em distância/triplo e arremesso de peso.

“Com a liberação das obras do PAC e intervenção de parlamentares amigos de Serra Talhada, a exemplo do deputado federal Fernando Monteiro, estamos dando sequência ao CIE, com previsão de conclusão para março de 2020”, disse o Prefeito Luciano Duque. 

O secretário de Obras e Infraestrutura, Cristiano Menezes, comentou a retomada da construção. “Nesse momento estamos concluindo a parte elétrica, previsão de implantar as tabelas de basquete até o fim do mês, e até março concluiremos elevador e piso. ”, disse. 

 

Contabilizando os recursos do CIE, o investimento total em obras de infraestrutura na COHAB, entre 2013 e 2019, é de mais R$ 13 milhões, incluindo obras concluídas, em andamento e futuras. São mais de R$ 4 milhões em obras entregues nas áreas de saúde e mobilidade urbana, além de R$ 8 milhões em andamento de obras em esporte, educação, saúde e mobilidade, e quase R$ 1 milhão em obras futuras em mobilidade.

Nesse período, o bairro já recebeu um posto de saúde e a pavimentação de 27 ruas. Além do CIE, estão em andamento as obras de construção de outra Unidade Básica de Saúde – UBS, 01 creche municipal e a reforma da escola. Estão, ainda, assegurados os recursos para pavimentação futura de mais 15 novas ruas, segundo nota.

Outras Notícias

FENAP promete consolidar São José do Egito como polo de negócios

Após o sucesso consolidado da edição anterior, a cidade de São José do Egito se prepara para receber mais uma edição da Feira de Negócios do Alto Pajeú, a FENAP 2025. O evento acontece de 11 a 13 de setembro, no Pátio de Eventos Governador Miguel Arraes, reunindo os principais nomes do comércio, indústria, agronegócio, […]

Após o sucesso consolidado da edição anterior, a cidade de São José do Egito se prepara para receber mais uma edição da Feira de Negócios do Alto Pajeú, a FENAP 2025.

O evento acontece de 11 a 13 de setembro, no Pátio de Eventos Governador Miguel Arraes, reunindo os principais nomes do comércio, indústria, agronegócio, serviços e economia criativa da região.

Realizada pela ACIAGRO, Associação Comercial, Industrial e Agrícola de São José do Egito, com apoio do SEBRAE/PE, da Prefeitura de São José do Egito e de diversos parceiros institucionais, a feira chega ainda mais fortalecida. Em 2024, a FENAP foi oficialmente incluída no Calendário Oficial de Eventos do Município, após aprovação da Câmara de Vereadores, reconhecimento que reafirma sua importância para o desenvolvimento econômico regional.

A expectativa é superar os números da última edição, que atraiu 35 mil visitantes, movimentou cerca de R$ 4 milhões em negócios e gerou aproximadamente 600 empregos diretos e indiretos.

Novidades da edição 2025

Uma das principais novidades será a Arena do Conhecimento, espaço voltado para palestras e oficinas gratuitas com temas que vão do AGRO ao artesanato, passando por capacitação em vendas e pequenos negócios.

Pela primeira vez, a FENAP conta com o apoio do Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte (MEMP) – Governo Federal, diretamente de Brasília. A presença de autoridades como o Secretário Nacional de Empreendedorismo e Artesanato, Milton Coelho, marca um novo momento para o evento, que passa a reunir esforços do Governo Federal, Governo de Pernambuco e das prefeituras de São José do Egito (cidade-sede) e Itapetim.

Outra atração confirmada é a participação da gestão do Moda Center Santa Cruz do Capibaribe, reconhecido como o maior centro atacadista de confecções do Brasil. O grupo vai apresentar suas novidades e promover a palestra de Kaká Sabocinsk, intitulada “Histórias que conectam e vendem: o caminho para conquistar clientes nas redes sociais”.

Vários “moralistas” do Congresso respondem a ação no Supremo

Um levantamento do Congresso em Foco mostra os deputados e senadores que respondem a ação penal no Supremo, as suspeitas e suas defesas. Detalhe é que muitos que usam a tribuna como “supra sumo  da moralidade” neste momento estão atolados em ações. Clique aqui e veja a lista. Dentre eles, Valdir Raupp (PMDB-RO), Eduardo Cunha […]

02022011G00017Um levantamento do Congresso em Foco mostra os deputados e senadores que respondem a ação penal no Supremo, as suspeitas e suas defesas.

Detalhe é que muitos que usam a tribuna como “supra sumo  da moralidade” neste momento estão atolados em ações. Clique aqui e veja a lista.

Dentre eles, Valdir Raupp (PMDB-RO), Eduardo Cunha (PMDB-RJ), Paulo Magalhães (PSD-BA), Fausto Pinato (PRB-SP), Paulinho da Força  (SD-SP), Ronaldo Lessa (PDT-AL) e Washington Reis (PMDB-RJ).

De Pernambuco, apenas o Deputado Adalberto Cavalcanti (PMB-PE) figura na relação. Responde na Ação Penal 976 – crimes eleitorais, emprego irregular de verbas públicas.

Anvisa vai monitorar mercado de oxigênio medicinal

A medida busca minimizar o risco de desabastecimento do produto. As empresas fabricantes, envasadoras e distribuidoras de oxigênio medicinal devem fornecer, semanalmente, informações sobre a capacidade de fabricação, envase e distribuição, estoques disponíveis e quantidade demandada pelo setor público e privado, considerando os escopos de atuação de cada empresa. As informações são do site da […]

A medida busca minimizar o risco de desabastecimento do produto.

As empresas fabricantes, envasadoras e distribuidoras de oxigênio medicinal devem fornecer, semanalmente, informações sobre a capacidade de fabricação, envase e distribuição, estoques disponíveis e quantidade demandada pelo setor público e privado, considerando os escopos de atuação de cada empresa. As informações são do site da Anvisa.

É o que estabelece o Edital de Chamamento nº 5, de 12 de março de 2021, publicado pela Anvisa em edição extra do Diário Oficial da União deste sábado, 13/03/21.

A medida visa monitorar o abastecimento de mercado e a quantidade demandada de oxigênio medicinal, com o intuito de minimizar o risco de desabastecimento do produto. Dessa forma, o Ministério da Saúde poderá ter previsibilidade sobre o abastecimento de mercado, permitindo a adoção, em tempo hábil, das medidas necessárias à garantia de fornecimento do oxigênio medicinal.

MAPEAMENTO 

Todas as quartas-feiras, as empresas fabricantes, envasadoras e distribuidoras de oxigênio medicinal, nas formas farmacêuticas Líquido e Gás, deverão enviar as informações para a Agência. O primeiro envio deve trazer os dados dos últimos sessenta dias e, para as seguintes, a informação prestada será semanal.

A coleta de informação acontecerá pelos próximos 120 (cento e vinte) dias, a contar da data de publicação do Edital e os dados, de caráter confidencial, deverão ser apresentados pelas empresas para cada um de seus estabelecimentos.

MEDIDAS 

Desde o início de 2020, a Anvisa vem adotando medidas regulatórias para proteger a vida da população brasileira, favorecendo a disponibilidade de medicamentos e produtos essenciais no enfrentamento à Covid-19. Desde então, priorizou a tratativa de todas as demandas relacionadas à doença, bem como flexibilizou e simplificou as regulamentações em todo o possível, sem comprometer a segurança, a qualidade e a eficácia desses produtos.

A Agência também estabeleceu interlocução constante com as empresas fabricantes e importadoras de medicamentos e produtos para a saúde estratégicos, assim como com os demais órgãos públicos. O objetivo é garantir que os tomadores de decisão tenham acesso às informações mais atuais e completas possíveis para possibilitar a gestão da pandemia.

Neste sentido, além de excepcionalidades aprovadas pela Diretoria Colegiada da Anvisa, destaca-se a publicação da Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 461/2021, que autorizou a produção e a distribuição de oxigênio medicinal [O2(g)] a 95,0% de teor, como uma das várias iniciativas para fazer frente ao cenário de calamidade pública enfrentada pelo desabastecimento de oxigênio medicinal utilizado no tratamento da Covid-19.

Afogados da Ingazeira e São José do Egito confirmam novos casos de Covid-19

São José do Egito registrou mais um óbito pela doença. A Prefeitura de Afogados da Ingazeira informa que nesta terça-feira (01.08) foram detectados 7 casos para covid-19 no município. Desses, 6 já estavam em investigação e aguardavam resultados de exames. São 4 pacientes do sexo masculino (29, 36, 81 e 91 anos) e 3 pacientes […]

São José do Egito registrou mais um óbito pela doença.

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira informa que nesta terça-feira (01.08) foram detectados 7 casos para covid-19 no município. Desses, 6 já estavam em investigação e aguardavam resultados de exames.

São 4 pacientes do sexo masculino (29, 36, 81 e 91 anos) e 3 pacientes do sexo feminino (37, 41 e 51 anos). Entre os homens: 2 são aposentados e 2 de ocupação não informada. Já entre as mulheres: 2 são donas de casa e uma é agricultora.

Entram investigação os casos de 9 homens, com idades entre 19 e 76 anos, e 8 mulheres, com idades entre 26 e 68 anos. 

Hoje tivemos 25 casos descartados após os pacientes apresentarem resultados negativos para covid-19. 

Sete pacientes receberam alta após avaliação clínica e epidemiológica. Já são 388 (81,8%) recuperados para covid-19 em nosso município. Atualmente, 78 casos estão ativos em nossa cidade.

Afogados atingiu nesta terça a marca de  2.997 pessoas para a covid-19.

Semana Epidemiológica – No rodapé do boeltim de ontem, na avaliação da SE, casos SRAG, cometemos um equívoco sobre o número de casos graves. O número correto não é 1 e sim, 3 casos graves nos últimos quinze dias.

Afogados conta agora com 474 casos confirmados, 388 recuperados e 8 óbitos.

A Secretaria de Saúde de São José do Egito informou através do boletim epidemiológico desta terça-feira (01.09), a confirmação de mais 9 casos de covid-19. Atualmente, 32 pacientes que testaram positivo estão em isolamento domiciliar, sendo monitorados por nossa equipe multidisciplinar.

Uma paciente de 86 anos, hipertensa, diabética, ex tabagista, internada havia 11 dias com Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), teve o resultado confirmado através do teste de swab ultrassensível no dia 21 de agosto, faleceu na madrugada de hoje. 2 pacientes continuam na UPA/COVID, um deles está internado na UTI em estado grave.

O município conta agora com 446 casos confirmados, 406 recuperados e 6 óbitos.

Nas últimas 24hs foram realizados 28 testes, já são 1.905 exames realizados até o momento. Nesse mesmo período, 2 pacientes concluíram o tratamento e estão curados.

Líder do MBL responde a mais de 60 processos e sofre cobrança de R$ 4,9 mi

Renan Antônio Ferreira dos Santos, um dos três coordenadores nacionais do MBL (Movimento Brasil Livre), entidade civil criada em 2014 para combater a corrupção e lutar pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), está envolvido em problemas na Justiça. Ele é réu em, pelo menos, 16 ações cíveis e mais 45 processos trabalhistas, incluindo os […]

mbl
Uol

Renan Antônio Ferreira dos Santos, um dos três coordenadores nacionais do MBL (Movimento Brasil Livre), entidade civil criada em 2014 para combater a corrupção e lutar pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), está envolvido em problemas na Justiça. Ele é réu em, pelo menos, 16 ações cíveis e mais 45 processos trabalhistas, incluindo os que estão em seu nome e o das empresas de que é sócio. Ele nega irregularidades.

As acusações incluem fechamento fraudulento de empresas, dívidas fiscais, fraude contra credores, calote em pagamento de dívidas trabalhistas e ações de danos morais, num total de R$ 4,9 milhões. Além disso, o movimento está sofrendo uma ação de despejo de sua sede nacional, localizada em um prédio na região central de São Paulo, por se recusar a deixar o imóvel mais de um ano após o pedido de devolução por parte de seu proprietário.

O imóvel e o aluguel estão em nome de Stephanie Santos, irmã de Renan Santos. No mesmo local, funciona a produtora de vídeos NCE Filmes, comandada por Stephanie e seu outro irmão, Alexandre Santos, que é responsável pela produção de todo material gráfico e de vídeo do MBL. Também está no nome da irmã a conta bancária em que o movimento recebe dinheiro de doadores interessados em auxiliar a entidade.

Composto em sua maioria por jovens de formação liberal, o Movimento Brasil Livre tem em Renan seu coordenador mais velho: 32 anos. Desde 1998, ele enfrenta problemas na Justiça.

Renan e seus irmãos são réus em, pelo menos, 16 processos na área cível. São processos de cobrança de dívidas já consideradas líquidas e certas pelo Poder Judiciário. Juntas, somam mais de R$ 3,4 milhões. São fornecedores que deixaram de ser pagos, bancos que não receberam de volta empréstimos concedidos, empresas que foram fechadas de forma, segundo a Justiça, fraudulenta, e buscas frustradas de oficiais de Justiça por bens devidos.

Na maioria dos processos, o tempo para a empresa se defender já passou, e a cobrança que está sendo realizada na Justiça não tem resultado porque os tribunais não encontram valores nem nas contas das empresas, nem nas de seus proprietários.

Em entrevista ao UOL, Renan admite que deve, e afirma que se trata de pendências advindas de sua atuação como empresário, geradas “pela dificuldade que existe na atividade empresarial no Brasil”.

Além dessas ações cíveis, a Martin Artefatos de Metal, empresa de que Renan é sócio, possui 45 processos trabalhistas nos tribunais de São Paulo e Campinas. Eles acumulam condenações que ultrapassam R$ 1,5 milhão.

Em mais da metade, as condenações se deram em processos que correram à revelia. Ou seja, nem Renan nem nenhum outro sócio se manifestaram no processo. Depois de condenados, com o início do processo de execução, a Justiça chegou a decretar o bloqueio das contas bancárias da empresa, mas nelas não encontrou dinheiro. Foi decretada, então, a penhora de bens da empresa, que irão a leilão para levantar os valores devidos.

Sobre a Martin, Renan nega que exista irregularidades e disse que a família “já comprou [a empresa] com dívida”. “Comprei para tentar recuperar. A gente já fez inúmeros acordos e está tentando tocar. O que há são dívidas, assim como inúmeros empresários têm dívidas. Eu sou mais um dos milhões de pessoas que tentaram empreender no Brasil e não conseguem.”

Em relação à sede do MBL, o imóvel é alvo, desde janeiro, de uma ação de despejo na 31ª Vara Cível de São Paulo. A proprietária, Lrbo Adm de Imóveis Ltda, pediu a desocupação do imóvel em outubro do ano passado, mas não teve resposta e entrou com a ação.

Renan admite a existência da ação de despejo, embora tente desvincular o MBL da sede na avenida Brigadeiro Luiz Antônio. “O MBL não tem sede. A gente usa lá, mas lá é uma produtora [a NCE Filmes].”

Ele diz que a entidade sofre cerceamento. “A gente nunca conseguiu abrir um escritório do MBL, existe uma perseguição contra nós. A gente paga o aluguel lá absolutamente em dia, mas é apenas convidado de honra lá. Agora, teremos que achar uma nova sede”. Em publicações oficiais do MBL, porém, o endereço consta como “sede nacional” do movimento.