Notícias

Serra: Prefeitura se manifesta sobre incêndio em Usina de Reciclagem e diz que causas são apuradas

Por Nill Júnior

No início da noite do último sábado (23), por volta das 21h, a unidade da Usina de Reciclagem de Resíduos Sólidos João Alfredo II, localizada em Serra Talhada-PE, foi alvo de um incêndio. O Fogo foi controlado pelo Corpo de Bombeiros e PrevFogo do IBAMA, com apoio da Prefeitura Municipal de Serra Talhada, Agência Municipal de Meio Ambiente – AMMA, Prefeitura Municipal de Calumbi e Grupo Hertz.

Segundo a prefeitura, “a causa do incidente está sendo investigada pelos órgãos competentes. Enquanto aguarda a apuração dos fatos, a Prefeitura de Serra Talhada, através da Secretaria de Meio Ambiente e Agência de Meio Ambiente, solicitou esclarecimentos ao Grupo Hertz acerca do ocorrido e está mapeando possíveis danos ambientais para que sejam tomadas as medidas necessárias”.

O governo municipal agradeceu a todos que apoiaram no combate ao incêndio: Corpo de Bombeiros, equipe PrevFogo do IBAMA, secretarias envolvidas e em especial à Prefeita Sandra Magalhães e à Câmara de Vereadores de Calumbi pelo empenho. “A PMST lamenta o ocorrido, ao tempo que se compromete em manter a população informada acerca das providências cabíveis e dos resultados das investigações por parte dos órgãos competentes”.

Outras Notícias

IFPE Afogados da Ingazeira entre as dez maiores médias do Enem 2019

Por André Luis – Com informações do JC Online O IFPE campus Afogados da Ingazeira, ficou entre as dez escolas públicas de Pernambuco com maiores médias nas provas objetivas do Enem 2019. Média: 575,47, ficando na 1.728º posição no país. O Aplicação da UFPE ficou com 684,55. No Estado, a escola é a que teve […]

Por André Luis – Com informações do JC Online

O IFPE campus Afogados da Ingazeira, ficou entre as dez escolas públicas de Pernambuco com maiores médias nas provas objetivas do Enem 2019. Média: 575,47, ficando na 1.728º posição no país.

O Aplicação da UFPE ficou com 684,55. No Estado, a escola é a que teve a melhor nota entre públicas e privadas.

Os microdados do Enem foram divulgados semana passada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). A tabulação das informações foi feita pelo jornal Folha de S. Paulo e publicada nesta quinta-feira (02).

Levantamento realizado pela Folha de S.Paulo, a tabulação excluiu colégios com menos de dez participantes no exame e/ou aquelas em que menos de 50% do total de estudantes fez a prova. O jornal informa que a metodologia segue o mesmo critério que o MEC usava em anos anteriores.

Na rede particular, a escola pernambucana com maior nota foi o Colégio Cognitivo, com 668,24. Nacionalmente, está na 43º posição.

As 10 escolas públicas de Pernambuco com maiores médias nas provas objetivas – Enem 2019

1º Colégio de Aplicação da UFPE

Média: 684,55

Posição no País: 14º

2º Escola de Aplicação do Recife

Média: 650,31

Posição no País: 99º

3º Colégio Militar do Recife

Média: 618,36

Posição no País: 527º

4º Anexo 1 do Colégio da Polícia Militar de Petrolina

Média: 613,92

Posição no País: 618

5º IFPE Campus Recife

Média: 608,51

Posição no País:752º

6º Escola de Aplicação Professora Ivonita Alves Guerra

Média: 582,36

Posição no País: 1.509º

7º Escola Técnica Estadual Cícero Dias

Média: 581,91

Posição no País: 1.523º

8º IFPE Campus Garanhus

Média: 577,18

Posição no País: 1.671º

9º IF Sertão-PE Campus Petrolina

Média: 576,27

Posição no País: 1.703

10º IFPE Campus Afogados da Ingazeira

Média: 575,47

Posição no País: 1.728º

Apesar de frieza de Bradesco e Guardsecure, Agenan Marques não ficará desamparado

Banco e empresa de vigilância ignoraram sociedade e vão mesmo demití-lo. Trabalhador tem tido quadros de ansiedade, taquicardia e variação da pressão, ignorados. Mas sociedade deve abraçá-lo Bradesco e Guardsecure não demonstraram nenhuma sensibilidade com a campanha pela permanência do colaborador Agenan Marques na agência 2542, do município de Afogados da Ingazeira. Um abaixo assinado […]

Banco e empresa de vigilância ignoraram sociedade e vão mesmo demití-lo. Trabalhador tem tido quadros de ansiedade, taquicardia e variação da pressão, ignorados. Mas sociedade deve abraçá-lo

Bradesco e Guardsecure não demonstraram nenhuma sensibilidade com a campanha pela permanência do colaborador Agenan Marques na agência 2542, do município de Afogados da Ingazeira.

Um abaixo assinado foi entregue por empresários da cidade, que se reuniram com o gerente da agência, Luiz Alves. Além disso, foram vários contatos por telefone e WhattsApp de lideranças comerciais, empresariais e até políticas. Em vão.

Assim, como fez em escândalos e denúncias recentes da comunidade, como no caso dos empréstimos fraudulentos de servidores estaduais que sofrem até hoje, mal atendimento e outras situações, o banco tomou caminho contrário ao pedido pela sociedade, assim como a empresa que é terceirizada para esse fim.

Nem uma palavra do gerente ou de Guilherme Gama, Supervisor de Filial da Empresa Guardsegure, o que confirma que, apesar de nada que desabone a conduta de Agenan, a ideia é de sacá-lo da agência para entrada de outro apadrinhado, já que o número de profissionais não pode ser menor quer o de hoje, mesmo que a sociedade tenha pedido em contrário.

Agenan tem tido quadros atestados de ansiedade e até taquicardia, com variação da pressão arterial, dado todo o estresse pela demissão, conforme comprovam laudos recentes (vide fotos). Mas isso não interessa à empresa, que já o convocou para o temido exame demissional.

É isso. De consolo, a certeza de que a vida vai seguir e não acaba agora para Agenan. Há no meio empresarial e nas instituições comoção com a falta de sensibilidade em mantê-lo, a pouco mais de dois anos de conseguir sua aposentadoria. Valeu a mobilização para uma certeza: Agenan não ficará abandonado, como querem essas empresas.

Marília volta a criticar Raquel e diz que apesar de campeã de emendas pra Serra, não é lembrada para inaugurações

A ex-deputada federal Marília Arraes disse ao Sertão Notícias, na Cultura FM que não está preocupada no momento com a confirmação de cargos no governo Lula. O programa foi conduzido pela jornalista Juliana Lima, com uma pergunta desse jornalista. Perguntada sobre a possível ida à SUDENE, Arraes afirmou que as indicações do segundo escalão do Governo […]

A ex-deputada federal Marília Arraes disse ao Sertão Notícias, na Cultura FM que não está preocupada no momento com a confirmação de cargos no governo Lula.

O programa foi conduzido pela jornalista Juliana Lima, com uma pergunta desse jornalista.

Perguntada sobre a possível ida à SUDENE, Arraes afirmou que as indicações do segundo escalão do Governo Lula estão paradas.

“Não está andando essa discussão. Mas nunca apoiei Lula em troca de cargos. Muito pelo contrário. Quando apoiei Lula e Dilma todo mundo dizia que eu era maluca, que ia me acabar politicamente. E não foi o que aconteceu. Se tiver cargo ou não tiver é fruto de uma construção politica”.

Sobre ser pré-candidata a prefeitura do Recife em 2024, disse que é muito cedo. “Terminou a pouco tempo a eleição, acabei de ter bebê. Vamos ver o que é que acontece. Estou voltando a andar Pernambuco”, disse, destacando agenda no Agreste e em Arcoverde.

Marília criticou os primeiros cem dias da gestão Raquel Lyra, citando o “exoneraço”, atraso de servidores e a preocupação em iniciar o governo apensa atacando quem passou pela gestão, o ex-governador Paulo Câmara.

Sobre Serra Talhada, disse que foi a parlamentar que enviou mais emendas individuais para o município. “Foram mais de R$ 15 milhões em dois anos de mandato. Não só para calçamentos”. E reclamou: “Infelizmente não sou avisada dessas inaugurações. Da última vez, fui avisado de véspera. Se mando um quarto de um bode e você diz que vai preparar na véspera, você não quer que eu venha”.

Disse que a prefeitura perdeu recursos para maquinário porque não executou a contrapartida. Sobre conversar com Márcia Conrado, disse: “não tenho problema de diálogo com ninguém. Respeito os posicionamentos de todas as pessoas. Estou a  disposição seja com Márcia, seja com qualquer outro prefeito”.

Sobre Duque, em mais de uma vez mandou o que se pode chamar de mensagem subliminar. Marília defende que Duque seja candidato a prefeito em 2024. “Venha simbora que Serra Talhada está lhe esperando”, brincou.

SJE: convenção da oposição oficializa chapa Fredson e Zé Marcos 

Neste sábado (3), aconteceu a convenção partidária do grupo de oposição de São José do Egito liderado por Fredson Brito. O evento, realizado no Clube do Binhas, reuniu, segundo os organizadores, mais de 4 mil pessoas. Fredson Brito, pré-candidato a prefeito, conseguiu unir as principais lideranças de oposição, incluindo Zé Marcos, que compõe a chapa […]

Neste sábado (3), aconteceu a convenção partidária do grupo de oposição de São José do Egito liderado por Fredson Brito. O evento, realizado no Clube do Binhas, reuniu, segundo os organizadores, mais de 4 mil pessoas.

Fredson Brito, pré-candidato a prefeito, conseguiu unir as principais lideranças de oposição, incluindo Zé Marcos, que compõe a chapa como vice, o ex-prefeito Dr. Romério Guimarães, o presidente da Câmara João de Maria e o ex-vereador Beto Leite, todos eles anteriormente pré-candidatos a prefeito.

Fredson chegou ao local dirigindo um caminhão, simbolizando o “caminho da mudança”, com Zé Marcos ao seu lado. 

Durante o evento, foram apresentados os 28 candidatos e candidatas ao legislativo. Carlos Porto, representando o Ministro dos Transportes Silvio Costa Filho, fez um discurso de apoio, seguido por falas de João de Maria e Dr. Romério Guimarães. Ele destacou os feitos de sua gestão passada e reafirmou seu compromisso com a mudança, ao trocar uma camisa branca por uma verde.

Zé Marcos, em seu discurso, criticou a atual gestão, acusando-a de ter prejudicado o hospital local.

Fredson Brito, acompanhado de sua família, encerrou o evento com um discurso afirmando que “a esperança vai vencer o descaso”. Ele desceu do palco para agradecer ao público, correligionários e integrantes do Partido dos Trabalhadores presentes na convenção.

Agroecologia e Dia do Meio Ambiente celebrados em Vertentes

Movimento agroecológico, temática que já vem sendo apontada desde 2010 pela Organização das Nações Unidas (ONU), como a única saída para eliminar a fome no mundo, aproveita ato com o ativista Alexandre Pires para coletar alimentos da agricultura familiar que serão doados às vítimas dos deslizamentos ocorridos na RMR no fim de maio  Agroecologia, Agricultura […]

Movimento agroecológico, temática que já vem sendo apontada desde 2010 pela Organização das Nações Unidas (ONU), como a única saída para eliminar a fome no mundo, aproveita ato com o ativista Alexandre Pires para coletar alimentos da agricultura familiar que serão doados às vítimas dos deslizamentos ocorridos na RMR no fim de maio 

Agroecologia, Agricultura de Baixo Carbono, Agricultura Resiliente ao Clima: práticas que produzem alimentos saudáveis, preservam e recuperam as florestas, resgatam a fertilidade dos solos, fomentam trabalho e renda no campo e são resilientes à emergência climática que tende a afetar a produção de alimentos para a humanidade. 

Essas são técnicas e saberes que a ONU já aponta como única forma de eliminar a fome no mundo desde 2010 e que o ativista pernambucano Alexandre Pires defende, há mais de 20, como solução para pensar o desenvolvimento de Pernambuco com sustentabilidade e inclusão socioprodutiva de jovens, mulheres e homens no campo e nas cidades. 

Depois de participar da elaboração e articulação de diversas políticas públicas como o Programa Cisternas, que culminou com a implementação de mais de 1,4 milhão de unidades pelo Semiárido brasileiro (sendo uma iniciativa de tecnologia social para acesso e armazenamento da água premiada pela ONU), agora Alexandre aceitou uma nova missão: representar o movimento agroecológico na Assembleia Legislativa de Pernambuco.

E para o lançamento de uma pré-candidatura pautada pela agroecologia, nada mais justo que seu lançamento seja realizado dentro de uma experiência concreta de agroecologia: será no próximo domingo, 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente, no sítio Lagoa Escondida, zona rural de Vertentes (agreste Setentrional, 149 km do Recife), deslocando o ato do “centro do poder” para o meio rural. 

Estarão presentes lideranças da esquerda como João Arnaldo, pré-candidato a governador pelo PSOL, Tiago Paraíba, presidente estadual do PSOL, Paulo Rubem Santiago pré-candidato a deputado federal pela REDE, Carol Vergolino, Luiza Carolina, Janielly Azevedo, Robeyoncé Lima e Laís Araújo pré-candidatas a deputadas federais pelo PSOL. 

“Para mim que sou do interior e tenho minha vida de luta em defesa da agroecologia, há uma simbologia importante de mobilizar pessoas da capital para a zona rural do interior, dando visibilidade às práticas sustentáveis dos agricultores e agricultoras”, afirmou Alexandre que é pré-candidato a deputado estadual pelo PSOL.

A pré-candidatura de Alexandre é fomentada pelo coletivo Agroecologia Urgente, formado por agricultoras e agricultores, agroecologistas, professoras e professores, pesquisadoras e pesquisadores, artistas, extensionista rurais e militantes de diversas organizações e movimentos sociais atuantes em Pernambuco que veem nesta plataforma diversas soluções para as crises socioeconômicas e climáticas, em especial a fome que já assola mais de 77 milhões de brasileiros, segundo dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas no fim de maio. 

O grupo, inclusive, está coletando alimentos orgânicos de agricultores de todo o agreste para enviar a Recife em solidariedade às vítimas dos deslizamentos no fim de maio.

DA CIDADE AO CAMPO – A escolha do local e da data revelam o respeito e valorização da pré-candidatura às famílias do campo e à uma agenda socioambiental relevante nesse contexto de emergência climática e fome que se passa no Brasil. 

“As potencialidades da agricultura familiar ainda são invisíveis ao “centro do poder”, nós precisamos olhar para o campo em outra perspectiva. É necessário jogar luz sobre a Caatinga, as nascentes e rios, e às experiências de Convivência com o Semiárido que comprovadamente geram maior resiliência aos efeitos climáticos e garantem a geração de trabalho e renda no campo além da ótica do agronegócio. Precisamos fazer reforma agrária, abandonar os venenos e as sementes transgênicas e usar sementes crioulas e insumos naturais, produzir alimentos saudáveis para as pessoas do campo e das cidades, conservando a biodiversidade, florestas e fontes de água. Ainda é importante fortalecer os saberes e cultura camponesa, em especial o diálogo com as comunidades quilombolas, indígenas e pescadores. A agroecologia tem essa característica de respeito aos conhecimentos tradicionais, como aliada na defesa dessas populações aos seus territórios e seus modos de vida”, pontua.

As práticas agroecológicas incluem estratégias que são fundamentais: assistência técnica e extensão rural (ATER) de qualidade e feiras agroecológicas em cada município, por exemplo. Porém, hoje, essas ações dependem de articulações como as que Alexandre Pires desenvolveu no Centro Sabiá e na Articulação do Semiárido Pernambucano (ASAPE), que resultou em mais de 140 feiras agroecológicas pelo estado e assistência técnica para mais de 10.000 famílias em todas as regiões de PE. “Temos um déficit no Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA) de mais de 2.000 técnicos extensionistas, embora universidades, escolas e institutos federais formem centenas de profissionais todos os anos. A miopia político-eleitoral não permite os governos fazer concurso e executarem a política pública de ATER, mas essa será uma bandeira nossa”, garante.

A ampliação do acesso à água, e em especial a política de cisternas, é outro ponto que Alexandre considera urgente para a retomada da autonomia das famílias do campo: a tecnologia social oportuniza armazenar água para uso das famílias, para produção de alimento para as pessoas e para os animais. 

Porém a política pública vem sendo enfraquecida desde o governo Temer e piorou ainda mais sob a gestão Bolsonaro: após o recorde de 111 mil e 106 mil cisternas em 2013 e 2014, respectivamente, ano após ano a construção dessas tecnologias no Semiárido vem caindo, até atingir o número pífio de menos de 3 mil em 2021.

QUEM SÃO OS AGRICULTORES FAMILIARES? – O universo do campo abriga uma população diversa: há indígenas, quilombolas, negras e negros, LGBTQIA+, familias lideradas por mulheres camponesas, e todas essas populações também precisam dos direitos básicos adaptados a elas – acesso à saúde e à educação de qualidade, segurança, saneamento, cultura, mobilidade e inclusão digital. 

Logo, Alexandre vê em seu campo de atuação um leque que vai além do processo produtivo: “se queremos falar de desenvolvimento rural sustentável, precisamos olhar para o todo. Precisamos colocar “na mesa” e tratar com respeito as demandas históricas das populações camponesas que permanecem governo após governo, e o legislativo estadual não pode acompanhar essa onda, precisamos ter um papel questionador do estado e propositivo. O que transforma a vida das pessoas são as políticas públicas.”

BIOGRAFIA – Alexandre Pires é natural do município de Iguaracy. Filho de agricultores, saiu do vilarejo de Jabitacá e, desde os 14 anos, mora em Recife, onde formou-se em Biologia e, depois, fez mestrado em Extensão Rural e Desenvolvimento Local, na UFRPE. 

Desde 2002 atua no Centro Sabiá, ONG que atua com Agroecologia há 28 anos em Pernambuco. Desde 2011, atua na Articulação no Semiárido Pernambucano (ASA/PE), rede que influenciou fortemente o Programa Cisternas do Governo Federal. 

Também foi membro de conselhos e comissões de controle social de políticas públicas, como o Conselho de Segurança Alimentar de Pernambuco e a comissão que construiu a Política Estadual de Agroecologia e Produção Orgânica, sancionada em janeiro de 2021. 

“São espaços onde fui e sigo sendo defensor da agroecologia como caminho para promoção de uma sociedade mais justa e inclusiva”, finaliza. Nas redes Alexandre pode ser encontrado a partir do @AlexandrePires.PE.

SERVIÇO: 

Organizações sociais se reúnem em Vertentes (PE) para celebrar Dia do Meio Ambiente

Domingo, 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente, 12h, no sítio Lagoa Escondida, zona rural de Vertentes, no agreste Setentrional.