Serra: Central de Monitoramento impulsiona redução de acidentes, segundo STTrans
Por André Luis
Entre 2017 e 2024, o número de vítimas de acidentes atendidas pelo Hospam (XI Geres) caiu 66,22%, resultado que tem como principal marco a inauguração da Central de Monitoramento do Trânsito, pela Prefeitura de Serra Talhada, através da Superintendência de Trânsito e Transportes de Serra Talhada (STTrans). Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (11) pela Superintendência.
Dados do Hospam revelam ainda que apenas no primeiro semestre de 2025, foram registrados 188 casos, projetando uma média anual de 376 ocorrências — uma redução de 35,28% em relação ao ano anterior, 2024. Com equipamentos instalados em pontos estratégicos da cidade e acompanhamento em tempo real, o sistema ampliou a capacidade de fiscalização e garantiu respostas mais rápidas dos agentes de trânsito.
“O monitoramento em tempo real tem transformado a forma como lidamos com o trânsito em Serra Talhada. Conseguimos identificar situações de risco com mais agilidade e dar respostas imediatas, o que tem feito diferença direta na redução dos acidentes. Essa estrutura é um marco para a segurança viária da nossa cidade”, destacou o superintendente da STTrans, Célio Antunes.
Para além do monitoramento, outras medidas complementares vêm reforçando a segurança viária, como a implantação de faixas de pedestres elevadas e de rotatórias em cruzamentos de maior fluxo, que organizam o trânsito e reduzem pontos de conflito. Essas iniciativas se somam a tecnologias como semáforos automatizados e à presença constante dos agentes da STTrans.
Por Edson Sardinha/Congresso em Foco O grupo de deputados do PSL que apoia o presidente Jair Bolsonaro na guerra contra o presidente da legenda, Luciano Bivar (PE), pretende pedir à Justiça acesso à prestação de contas do partido. Essa ala sustenta que falta transparência na comprovação do uso do dinheiro público repassado à legenda, por […]
Bancada do PSL em encontro com Bolsonaro ainda no governo de transição: união agora, só em imagem de arquivo. Rafael Carvalho / Governo de Transição
Por Edson Sardinha/Congresso em Foco
O grupo de deputados do PSL que apoia o presidente Jair Bolsonaro na guerra contra o presidente da legenda, Luciano Bivar (PE), pretende pedir à Justiça acesso à prestação de contas do partido. Essa ala sustenta que falta transparência na comprovação do uso do dinheiro público repassado à legenda, por meio do chamado fundo partidário. Todos os meses caem cerca de R$ 9 milhões nos cofres do PSL, ou seja, cerca de R$ 110 milhões por ano. Dinheiro que deve ser usado para a manutenção da máquina partidária em todo o país.
“O futuro do partido vai depender de como o PSL vai se compactar diante das críticas que a gente fez. Estamos com nove meses de governo e o PSL ainda não fez uma prestação de contas transparente. Estamos pregando transparência em todas as decisões”, defende um deputado do partido, que pediu para não ser identificado. “Queremos saber para onde vai esse dinheiro”, acrescenta outro também ligado a Bolsonaro. O movimento pró-Bolsonaro pretende usar eventuais irregularidades em processo para deixar o partido sem perder o mandato, por justa causa.
Fundador e presidente do partido há 21 anos, Luciano Bivar contesta a cobrança dos colegas. Segundo ele, o PSL pratica as melhores práticas de gestão com total transparência. “Na última conversa que eu tive com o presidente, toquei no assunto e até o próprio presidente disse: ‘Olha, Bivar, não acha melhor ter pessoas qualificadas, técnicas e boas para tomar conta dessas contas?’. Eu disse: ‘Exatamente, presidente, concordo’. Para isso nós temos um diretor financeiro, auditores externos e internos. Prestamos conta no último mês agora da movimentação do partido. Não houve nenhuma observação, zero, nem sugestões vieram”, respondeu o deputado em entrevista exclusiva ao Congresso em Foco.
Parlamentares pró-Bolsonaro começaram a sofrer retaliação, ao serem retirados de comissões. O deputado nega que tenha partido dele a ordem para a exclusão. “Os técnicos que assessoram todas as nossas comissões e os líderes sabem o que é melhor para nós para viabilizar os projetos nos quais o PSL tem interesse e se confundem com o governo”, explicou.
Fundos milionários
A disputa pelos milionários fundos partidário e eleitoral está por trás da dissidência entre os dois grupos – o de Bolsonaro e o de Bivar. Aliados do presidente alegam que o deputado pernambucano não está preocupado com o presidente, mas com o destino dos milionários fundos partidário e eleitoral a que o PSL terá acesso em função do número de votos e vagas conquistados na Câmara, ocupadas – lembram eles – graças à onda bolsonarista. Estima-se que o partido receberá, apenas em 2020, mais de R$ 300 milhões somados os recursos dos dois fundos.
Já a ala que defende Bivar vê o movimento de Bolsonaro como uma traição. Para eles, não há como admitir que o deputado pernambucano, que abriu as portas da legenda para Bolsonaro disputar as eleições, seja deposto por pessoas que ingressaram recentemente no partido.
O grupo também não aceita perder o controle sobre recursos públicos para campanhas eleitorais. Alegam que os dois casos de corrupção que mais deixaram o partido “queimado” – palavra usada pelo presidente para se referir a Bivar – estão no quintal dele: as suspeitas de corrupção em torno do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) e do ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio. Ambas tratadas com indiferença pelo presidente.
O centro integrado também descentralizou ações beneficiando cidades como Serra Talhada, por exemplo. Para garantir a tranquilidade dos foliões na principal agremiação do Carnaval de Pernambuco, o Galo da Madrugada, o Governo de Pernambuco, através da Secretaria de Defesa Social, lançou um efetivo de 4.429 profissionais da segurança pública para cobrir todo o trajeto do […]
O centro integrado também descentralizou ações beneficiando cidades como Serra Talhada, por exemplo.
Para garantir a tranquilidade dos foliões na principal agremiação do Carnaval de Pernambuco, o Galo da Madrugada, o Governo de Pernambuco, através da Secretaria de Defesa Social, lançou um efetivo de 4.429 profissionais da segurança pública para cobrir todo o trajeto do desfile e redondezas. Destes, 3.144 são da Polícia Militar (PMPE), 974 atuam pelo Corpo de Bombeiros (CBMPE), 257 integram o efetivo da Polícia Civil (PCPE) e 54 compõem os quadros da Polícia Científica.
A atuação de todo o efetivo foi monitorada em tempo real pelo CICCR, que funciona de forma integrada com as equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), Diretoria de Controle Urbano da Prefeitura do Recife (Dircon), Fundação de Cultura da Cidade do Recife (FCCR) e Diretoria do Galo.
O CICCR atua ainda em parceria com o Poder Judiciário, Metrorec, Polícia Rodoviária Federal, Grande Recife Consórcio, Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (SJDH), Secretaria da Mulher, Celpe, Compesa, Central de Regulação de Leitos e Detran-PE.
O centro integrado também contempla unidades em Caruaru, no Agreste, e Serra Talhada, no Sertão. É a primeira vez que esse monitoramento está sendo realizado de forma descentralizada.
A festividade também contou com dois Postos Integrados de Segurança, que congregaram as operativas da SDS ao Juizado do Folião. Fruto de uma parceria com o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), o serviço funcionou no Fórum Thomaz de Aquino (bairro de Santo Antônio) e na Estação Central do Metrô (bairro de São José).
Incremento – Para atender todo o Estado, serão mais de 52 mil postos de trabalho ativados e mobilizados para assegurar a tranquilidade dos foliões. O incremento é 12,6% maior que o efetivo lançado em 2018. Neste ano, serão aportados R$ 9,5 milhões de recursos extras para segurança no período de Carnaval.
Dos 52.065 postos, 40.876 são ocupados pela Polícia Militar, 5.754 pela Polícia Civil, 5.251 do Corpo de Bombeiros e 184 da Gerência Geral de Polícia Científica (GGPOC). O reforço começou no dia 5 de janeiro e se estenderá até 17 de março.
Durante todo o dia desta segunda-feira (30), o prefeito da Pedra, Agreste de Pernambuco, Osório Filho (PSB), esteve acompanhando as equipes das Secretarias de Infraestrutura, Saúde e Desenvolvimento social nas localidades mais atingidas pelas chuvas deste domingo. Diante dos danos causados pelas águas, o prefeito decretou estado de calamidade pública e já enviou decreto para […]
Durante todo o dia desta segunda-feira (30), o prefeito da Pedra, Agreste de Pernambuco, Osório Filho (PSB), esteve acompanhando as equipes das Secretarias de Infraestrutura, Saúde e Desenvolvimento social nas localidades mais atingidas pelas chuvas deste domingo.
Diante dos danos causados pelas águas, o prefeito decretou estado de calamidade pública e já enviou decreto para aprovação do Governo do Estado.
Em nota, a prefeitura da Pedra diz que “desde as primeiras horas das chuvas que caíram sobre o município, particularmente, sobre as comunidades dos distritos de São Pedro do Cordeiro e Santo Antônio, equipes das Secretarias de Infraestrutura, Saúde e de Desenvolvimento Social, e Defesa Civil estão acompanhando e garantindo as primeiras ações emergenciais”.
De acordo com o prefeito, todas as famílias estão sendo cadastradas e recebendo material de proteção, bem como alimentos e medicação por parte da prefeitura. A Secretaria de Infraestrutura já está fazendo o levantamento de todos os danos e a Defesa Civil estadual foi acionada para dar apoio as ações necessárias e atendimento a população.
O decreto de calamidade pública já foi feito e encaminhado ao Governo do Estado de Pernambuco como forma a agilizar as ações administrativas no sentido de atender as demandas das famílias atingidas pelas enchentes e as fortes chuvas deste domingo.
Logo após a diminuição das chuvas do rio, a prefeitura irá iniciar as obras de recuperação das pontes que ligam essas comunidades, para que os acessos da população sejam plenamente restabelecidos, informa Osório Filho.
Imagens impressionantes mostram Rio Ipanema desaguando no São Francisco: O Rio Ipanema nasce em Arcoverde e desemboca no Rio São Francisco entre Barra do Ipanema, Alagoas, e Ilha de Ouro, Sergipe. Em post no Instagram do blog, a força com a qual ele chegou ao Velho Chico depois dos temporais ao longo do seu curso. Impressionante.
O ex-médico Roger Abdelmassih deixou por volta das 16h40 desta quarta-feira (20) o Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul, e segue em comboio policial para o presídio de Tremembé, no interior do estado. Mais cedo, ele foi recebido com gritos de revolta por vítimas de abuso sexual ao desembarcar em São Paulo. Abdelmassih foi vaiado por […]
O ex-médico Roger Abdelmassih deixou por volta das 16h40 desta quarta-feira (20) o Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul, e segue em comboio policial para o presídio de Tremembé, no interior do estado.
Mais cedo, ele foi recebido com gritos de revolta por vítimas de abuso sexual ao desembarcar em São Paulo. Abdelmassih foi vaiado por mulheres que o aguardavam no saguão.
Com um colete à prova de balas e escoltado por policiais, ele chegou com um sorriso no rosto. Uma mulher tentou furar o cerco policial para agredi-lo. Ele também foi hostilizado na saída, após ter feito exames de corpo de delito.
Em Congonhas, o ex-médico também passou pelos trâmites burocráticos que oficializaram sua prisão. Durante a conversa com os policiais, o ex-médico chorou ao ser perguntado pela polícia se tem filhos, segundo o delegado Osvaldo Nico Gonçalves.
Começou quente o debate legislativo na Câmara de Vereadores de Serra Talhada, por conta do projeto de Lei 005/2016, que prevê aumento de 7,64% apenas para os professores municipais. Demais servidores da educação como pessoal administrativo ficaram de fora do pacote, o que gerou questionamentos e protestos por parte de funcionários que ocuparam as cadeiras […]
Casa cheia na primeira sessão do ano. Protestos contra projeto do Executivo marcaram trabalhos
Começou quente o debate legislativo na Câmara de Vereadores de Serra Talhada, por conta do projeto de Lei 005/2016, que prevê aumento de 7,64% apenas para os professores municipais. Demais servidores da educação como pessoal administrativo ficaram de fora do pacote, o que gerou questionamentos e protestos por parte de funcionários que ocuparam as cadeiras da Câmara cobrando tratamento isonômico.
Teve também fogo amigo: o vereador Sinézio Rodrigues, que foi contra. “A gente vê que foi pago transporte com dinheiro do Fundeb 40. Então não foi só para pagamento de pessoal. Há outras despesas de R$ 1 milhão, despesas com água luz, energia, cargos comissionados. Despesas que na negociação do ano passado diziam que não dava pra pagar e deu pra pagar”.
O vereador, do mesmo partido do prefeito, afirmou que Serra Talhada recebeu R$ 34 milhões de repasses federais mais R$ 10 milhões de recursos próprios em 2016.
“Dá pra trabalhar, manter estrutura física das escolas e pagar os servidores. Não adianta prédios bonitos sem professor bem remunerado. A gente pode dar mais para esses servidores”, cobrou.
Sinézio disse que não houve negociação e por isso queria retirar o projeto da pauta. Acrescentou que a rediscussão do projeto não afetaria o professor. Ao final, votou contra dizendo que não concordaria com um teor que para ele representava um crime. Ao final, o projeto foi aprovado com 11 votos favoráveis e quatro contrários.
Chamou a atenção a ausência de dois vereadores logo no início dos trabalhos da Casa. Não compareceram os vereadores Zé Raimundo e Gilson Pereira.
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