Semana começa com madrugada mais fria do ano no Sertão do Pajeú
Por André Luis
Triunfo na manhã deste domingo. Frio, chuva e serração
Triunfo (foto), registrou 13 graus nesta madrugada.
No sertão do Pajeú em 2020, estão sendo contabilizados seis meses de inverno onde vários municípios já superaram a marca de 1 mil milímetros de chuva.
A barragem de Brotas uma das maiores da região, localizada em Afogados da Ingazeira, já sangrou quatro vezes.
O mês de junho está sendo marcado pela queda da temperatura no sertão do Pajeú. A semana começa com a menor temperatura do ano.
Em Triunfo foram registrados na madrugada desta segunda-feira (22), 13 graus; Afogados da Ingazeira 16, Iguaracy, Ingazeira, Tabira, Carnaíba e São José do Egito também 16 graus.
Até Serra Talhada, considerada a cidade mais quente da região registrou 17 graus. Para hoje a meteorologia está indicando 90% para a chuva continuar caindo.
Em encontro com representantes do trade turístico de Pernambuco, em um hotel na Zona Sul do Recife, o candidato a governador pela coligação Pernambuco Vai Mudar, Armando Monteiro (PTB), apresentou suas propostas para o setor. Entre elas, uma maior articulação entre o governo do Estado e os empresários, a criação de um calendário permanente de […]
Em encontro com representantes do trade turístico de Pernambuco, em um hotel na Zona Sul do Recife, o candidato a governador pela coligação Pernambuco Vai Mudar, Armando Monteiro (PTB), apresentou suas propostas para o setor.
Entre elas, uma maior articulação entre o governo do Estado e os empresários, a criação de um calendário permanente de eventos turístico e a isenção de ICMS para equipamentos como hotéis, resorts e parques temáticos.
“É mais que necessário ressaltar a importância de uma parceria da iniciativa privada com o governo para desenvolver o turismo em todas as suas vertentes. Pernambuco se diferencia pela sua cultura, pelas belezas naturais e pelo seu patrimônio histórico”, disse Armando, que também recebeu um documento com sugestões do trade, como a escolha de representantes do setor para presidir o Conselho Estadual de Turismo, a ampliação da rede de delegacias especializadas no atendimento ao turista e mecanismos de prevenção aos ataques de tubarão no litoral.
“No Brasil, o investimento é tributado. Isso é burrice. Pretendemos desonerar o investimento em equipamentos turísticos”, afirmou Armando, que defendeu ainda a requalificação do Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda, com a participação do trade.
“Estamos perdendo eventos para os Estados vizinhos porque o nosso Centro de Convenções está deteriorado. O governo tem que dialogar com o setor”, salientou. Armando ainda falou sobre a necessidade de uma maior divulgação dos destinos turísticos com maior presença em feiras, eventos nacionais e internacionais. “Muitas vezes o turista visita nossas praias e nem passa no Recife e em Olinda. Isso tem que ser revertido.”
Armando também falou na recuperação da malha viária estadual e em ações na segurança pública para criar mais condições de crescimento para o turismo. “Isso é importante para descentralizar a questão do turismo, incentivando destinos no interior, como Gravatá, Caruaru, Garanhuns e Petrolina”, destacou.
Do JC Uma ponte aqui, um viaduto ali, uns terminais acolá. Quando junta tudo, o tamanho da inércia assusta: são 424 contratos com obras paralisadas em Pernambuco. Quem fez o cálculo foi o Tribunal de Contas do Estado (TCE). Somadas, essas obras representam um investimento de quase R$ 4 bilhões. Perto de 40% desses recursos […]
Uma ponte aqui, um viaduto ali, uns terminais acolá. Quando junta tudo, o tamanho da inércia assusta: são 424 contratos com obras paralisadas em Pernambuco. Quem fez o cálculo foi o Tribunal de Contas do Estado (TCE). Somadas, essas obras representam um investimento de quase R$ 4 bilhões. Perto de 40% desses recursos já foram devidamente pagos. Ou seja, R$ 1,46 bilhão gasto com projetos que estão parados, atrasados, em ritmo lento ou que, sequer, saíram do papel.
O resultado disso? Terminais integrados prontos e sem uso (R$ 50 milhões pagos), dragagem de rio iniciada e paralisada (R$ 76 milhões), barragem com dois anos de atraso e ainda sem conclusão (R$ 324,56 milhões), um viaduto que deveria custar R$ 14 milhões, mas que já consumiu R$ 45 milhões e ainda está longe de ficar pronto.
Em comum, essas obras carregam em seu DNA a falta de planejamento e, em alguns casos, erros grosseiros de concepção. Além do evidente prejuízo para a população, o desperdício de dinheiro público implica numa pergunta que costuma ficar sem resposta: quem vai pagar essa conta?
O rastreamento foi feito com base nas informações repassadas por todas as prefeituras e governo do Estado ao TCE na prestação de contas de 2014. Entrou no radar dos técnicos as obras que estavam paralisadas, com prazo de entrega muito atrasado ou sem execução. Dos 424 contratos mapeados, 46 possuem valores acima de R$ 20 milhões.
Eles somam quase R$ 3 bilhões de investimentos. No pacote de pendências, velhos conhecidos da população pernambucana. A Barragem Serro Azul, em Palmares, na Mata Sul, aparece no topo da lista elaborada pelo TCE. É a obra mais cara entre as que estouraram o prazo.
Anunciado pelo ex-governador Eduardo Campos em 2010 para combater as enchentes na região e reduzir o déficit hídrico do Agreste, o reservatório deveria ter ficado pronto há mais de dois anos. A data de entrega inicial era julho de 2013. Depois de períodos paralisada, a construção foi retomada e agora o governo promete colocá-la em operação no final deste semestre.
É uma obra emblemática. Carrega duas características onipresentes em praticamente todos os projetos públicos: terminou muito mais cara do que começou e sofreu mudança estrutural no projeto que, claro, repercutiu no preço. Era para custar R$ 246 milhões. Ganhou aditivos e mais aditivos e pulou para R$ 324,56 milhões (só em obra física). Ficou, portanto, 32% mais cara.
O aumento dos custos chamou a atenção do TCE, que fará uma auditoria especial. O X da questão: os técnicos alegam que não havia razão para mudança na solução dada na construção do reservatório porque o problema (nesse caso, o tipo de solo da fundação de um dos lados da barragem) já havia sido identificado desde o projeto executivo. “Se já se sabia disso, por que o projeto já não foi concebido pensando nessa solução?”, questiona Rogério Carvalheira, que coordenou o levantamento feito pelo TCE. Para ele, a resposta é simples: falta de planejamento.
Nesse quesito, o legado deixado pelas obras de mobilidade anunciadas para a Copa do Mundo, em 2014, é o exemplo mais contundente de tudo o que não se deve fazer na hora de planejar uma intervenção pública. Não se trata apenas de deixar pelo caminho obras inacabadas, mas de não conseguir conectar sequer o que foi executado.
Os engenheiros do TCE Fábio Couto e Caio Melo, responsáveis pela fiscalização das obras dos corredores de BRT Norte e Sul e Leste-Oeste, afirmam que a precária qualidade técnica dos projetos criou situações de flagrante desperdício de dinheiro público. Entre tantos exemplos, eles citam o Terminal Integrado Cosme e Damião, que custou R$ 18 milhões e hoje está fechado, sem uso.
Só abre em dias de jogo da seleção brasileira, como o que ocorreu na última sexta-feira. Ali perto, o viaduto do Ramal da Copa, com suas ferragens ainda expostas, sintetiza o absurdo: pulou de R$ 14 milhões para R$ 45 milhões. A obra, paralisada, não tem prazo para ser entregue e prevê duas pistas exclusivas para os ônibus do sistema BRT que deveriam desembarcar no TI Cosme e Damião.
O procurador-geral de Justiça de Pernambuco, Francisco Dirceu Barros, está orientando todos os promotores Eleitorais do Estado a necessidade de interposição de pedido de providências contra todos os candidatos para que se abstenham de participar ou incentivar comemorações que gerem aglomerações. A necessidade tem como base o artigo 240, parágrafo único, do Código Eleitoral que […]
O procurador-geral de Justiça de Pernambuco, Francisco Dirceu Barros, está orientando todos os promotores Eleitorais do Estado a necessidade de interposição de pedido de providências contra todos os candidatos para que se abstenham de participar ou incentivar comemorações que gerem aglomerações.
A necessidade tem como base o artigo 240, parágrafo único, do Código Eleitoral que veda a realização, desde 48h antes até 24h depois da eleição, de qualquer propaganda política mediante radiodifusão, televisão, comícios ou reuniões públicas. A medida procura conter a disseminação da contaminação pelo novo coronavírus.
“Até o presente estamos conduzindo as eleições muito bem, mas nossa preocupação também é com as comemorações. Historicamente, logo após a proclamação dos resultados há uma euforia popular e as ruas ficam lotadas de pessoas. Este fato pode potencializar a proliferação da Covid-19 em todo o Estado. No momento, já conseguimos três liminares proibindo comemorações em São José do Egito, Olinda e Abreu e Lima”, disse Francisco Dirceu Barros.
Ainda segundo ele, “vários juízes eleitorais irão decidir até o final do dia se permitirão comemorações eleitorais em suas cidades. O descumprimento da determinação judicial implicará em aplicação de multa pesada e crime de desobediência eleitoral, conforme o artigo 347 do Código Eleitoral”, disse.
A orientação é que os promotores Eleitorais interponham ações no sentido de coibir as comemorações presenciais após apuração.“Conclamo aos candidatos vencedores que, independentemente, de decisão da justiça eleitoral, não participem de comemorações que enseje aglomerações. A pandemia ainda não acabou e só venceremos ‘esta guerra’ com esforço conjunto de toda sociedade”, finalizou.
Plantão – A Procuradoria-Geral de Justiça de Pernambuco (PGJ-PE) está de plantão fornecendo orientações à todos os promotores eleitorais do Estado, firmando orientações e realizando atendimento para dirimir dúvidas e alinhar atuação conjunta. “Já prestamos mais de 100 esclarecimentos e estamos focado no pós-eleição. Para garantir a saúde do pernambucano e o direito à vida”, finalizou.
A Prefeitura de Santa Cruz da Baixa Verde divulgou, nesta quarta-feira (10), a programação da 27ª edição da Feira da Rapadura, que acontecerá entre os dias 1º e 5 de outubro. O evento reúne apresentações culturais, estandes de gastronomia e artesanato, além de shows de artistas nacionais e regionais. O prefeito Doutor Ismael destacou o […]
A Prefeitura de Santa Cruz da Baixa Verde divulgou, nesta quarta-feira (10), a programação da 27ª edição da Feira da Rapadura, que acontecerá entre os dias 1º e 5 de outubro. O evento reúne apresentações culturais, estandes de gastronomia e artesanato, além de shows de artistas nacionais e regionais.
O prefeito Doutor Ismael destacou o caráter cultural e econômico da festa:
“A Feira da Rapadura é um momento de celebração da nossa cultura, de geração de emprego e renda e de fortalecimento da nossa identidade. Estamos preparando um evento seguro e organizado, que vai marcar o retorno dessa festividade à nossa cidade. E podem esperar também para ver a maior rapadura do mundo”, afirmou.
Principais atrações musicais
3 de outubro
Thales Play
Kadu Martins
Priscila Senna
4 de outubro
Márcia Felipe
Felipão Forró Moral
Rafaela Santos
5 de outubro
Jotavê
Henry Freitas
Eduardo Costa
Durante a feira, haverá ainda apresentações de grupos culturais e espaços dedicados a artistas locais e regionais. A rapadura, símbolo do município, será destaque em diferentes formatos, reafirmando o título de Santa Cruz da Baixa Verde como Capital da Rapadura.
Segundo o gestor municipal, a festa também deve impulsionar a economia da cidade, gerando oportunidades para comerciantes, barraqueiros e prestadores de serviços.
“Queremos que o povo de Santa Cruz tenha orgulho da nossa cidade e que os visitantes levem boas memórias e o desejo de voltar todos os anos”, declarou Doutor Ismael.
Está provado que a eleição em Serra Talhada também vai ser a da guerra dos prints de WhatsApp. Se no dia dos lançamento da pré-candidatura de Luciano Duque, foi compartilhada uma mensagem de Paulinho da Força dizendo que o destino da legenda quem decidia era Marília, agora surge um contraponto. No dia do anúncio do […]
Está provado que a eleição em Serra Talhada também vai ser a da guerra dos prints de WhatsApp.
Se no dia dos lançamento da pré-candidatura de Luciano Duque, foi compartilhada uma mensagem de Paulinho da Força dizendo que o destino da legenda quem decidia era Marília, agora surge um contraponto.
No dia do anúncio do apoio de Marília Arraes à pré-candidata e prefeita Márcia Conrado, Duquistas enviaram ao blog print de uma conversa de 3 de abril.
Duque pergunta se procede a informação de que Marília estaria no apoio à reeleição de Márcia Conrado, realizado dia 6 de abril. O link apresentado por Luciano é de uma matéria que indicaria a presença da vice-presidente nacional do Solidariedade no ato.
“Duque, você formou chapas de vereadores em outros partidos e filiado você já está. Então não tem agonia”, diz Marília.
E segue: “Tô cuidando de mais de 100 municípios, eu pessoalmente e Juanna, somente. Essas questões mais críticas e que têm prazo vou deixar pra resolver quando tiver menos atribulação”, disse.
Para Luciano, que também apresentou a mesma mensagem a esse blogueiro dia 25, no Cais do Sertão, Recife, essa era uma sinalização de que ele teria a legenda. Mas, não foi o que aconteceu. Veja o print:
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